Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Mensal
No ano que a Magna Recordings comemora o 20.º aniversário, a primeira edição de 2020 é a número 100. No mundo das edições digitais, onde a Magna está desde 2007, ano em que deixou de editar em formato vinil, 100 edições é um marco importante na história desta editora de Carlos Manaça. 

"Desde o início que o nosso objetivo tem sido apostar mais na qualidade do que na quantidade, descobrir novos talentos nacionais (e internacionais) dar-lhes destaque, abrir-lhes novas portas" referiu o DJ e produtor português atualmente em Madrid, destacando ainda que nestes últimos 20 anos a Magna lançou faixas de vários artistas como é o caso de Pete Tha Zouk, Richie Santana, Mendo, Dextro, Di Paul, Redkone, Glender, entre muitos outros.
 
A edição número 100 é obrigatoriamente especial e pertence à faixa produzida por XL Garcia e MC Johnny Def, cujos artistas fazem parte da dance scene nacional desde as suas origens. Da união de forças resultou “Movers & Shakers”, uma sonoridade techno que conta com os inconfundíveis vocais de Johnny Def. A nova faixa apresenta-se com quatro versões, a Main Mix, perfeita para as "peak hours" de qualquer espaço, a Alternative Mix, a Dub Mix e ainda uma versão mais dark techno assinada por Carlos Manaça.
 
Esta edição está disponível para compra em todas as plataformas digitais incluindo as de streaming.
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quarta, 28 janeiro 2009 10:21

Carlos Manaça em 4 continentes

O ano de 2009 não podia começar da melhor maneira para Carlos Manaça.

Neste inicio de 2009 vai visitar 4 Continentes, levando o que de melhor se faz a nível Nacional aos 4 cantos do Planeta.

No passado dia 23 Janeiro esteve na discoteca “BYBLOS” no Luxemburgo, uma das maiores e mais conhecidas do País; dias 30 e 31 Janeiro desloca-se pela primeira vez a África, mais concretamente a Angola, para participar em “dose dupla” no evento “QUEEN’S HOT PARTY”, que vai ter lugar na magnifica praia do Lobito, província de Benguela; dia 21 Fevereiro vai estar pela 4a vez na Ásia, no “CLUB WOMB”, em Tóquio, Japão, [considerado pela revista Inglesa DJ Magazine como o 5º MELHOR CLUB DO MUNDO de 2008] onde foi um dos primeiros DJs Portugueses a actuar, no ano de 2005; em Março, entre os dias 23 e 29, desloca-se mais uma vez à América para actuar durante a semana da Winter Music Conference, que tem lugar todos os anos em South Beach, Miami, USA.

Carlos Manaça vai ficar sem dúvida com muito mais milhas no seu cartão “Traveller”.
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quinta, 08 outubro 2009 16:53

Remix de Carlos Manaça pronta a sair

É já a partir de Sexta, dia 9 de Outubro que estará á venda no portal beatport a remix de Carlos Manaca do tema "Shake It" dos Portugueses Atlantic Tribe, que será editado pela "Label" Session Trax, do Japão.

Aí está, o grande senhor da noite - Carlos Manaça, a dar o seu melhor na música electrónica, mantendo o seu bom nome e qualidade no topo dos melhores DJ's.

Mais info em myspace.com/sessiontrax.
 
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sexta, 02 julho 2010 11:25

Carlos Manaça nos USA

Carlos Manaça vai actuar dia 1 de Agosto numa grande festa na cidade de Boston, nos USA.
A festá será no Ocean Club, situado mesmo frente ao mar, na Marina Bay.
 
No mesmo evento actuam tambem Chus & Ceballos, MINDCONTROL (Peter Bailey & Richie Santana) DJ Deka e Miss Jennifer.

Mais informações em www.brazilbostonclub.com
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A propósito dos seus 30 anos de carreira, o Município do Barreiro - de onde é natural - vai homenagear o DJ e produtor português Carlos Manaça. A cerimónia está integrada na programação do “Mês da Música” e vai decorrer esta quinta-feira, 27 de outubro, pelas 18h30, na Sala de Sessões dos Paços do Concelho.
 
Com um percurso e talento invejável dentro das cabines, Carlos Manaça é sem dúvida um dos pioneiros e principais embaixadores da dance scene portuguesa e uma presença constante nos principais eventos de música eletrónica em Portugal, desde a sua génese. Além de prémios e de várias faixas editadas, o fundador da editora “Magna Recordings” tem conquistado inúmeros fãs ao longo dos anos. Quem o segue, sabe para o que vai e aquilo que vai ouvir. Quer seja numa discoteca ou num grande evento outdoor, Manaça nunca desilude e educa com o melhor da eletrónica, os ouvidos que pretendem assistir à “aula” musical.
 
Se pretendes marcar presença nesta homenagem, deverás confirmar a mesma através do mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., até terça-feira, dia 25 de outubro.
 
 
30 Years @ Pedra do Couto | After Movie

Foi muito bom festejar os meus 30 Anos de Carreira numa casa com 33 Anos de história, a Pedra do Couto em #SantoTirso. Aqui está o registo video dessa noite/manhã, espero que se tenham divertido tanto como nós ! #CarlosManaça30Years #CarlosManaça #PedraDoCouto #FeelTheDrums

Publicado por Carlos Manaca em Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016
 
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segunda, 06 abril 2009 23:28

The strong rhythm

Os D-Unity, sem dúvida uma das duplas mais produtivas dentro da "Dance Scene" Internacional, apresentam as suas "remixes" de "Strong Rhythm" um dos Clássicos da Magna Recordings.

Esta nova edição vem mesmo a tempo de serem apresentadas na ediçao de 2009 da Winter Music Conferece.

Proprietários da Editora Beat Therapy Records, sediada em Toronto, Canadá, D-Unity têm uma grande quantidade de temas editados por "Labels" tao diferentes como Toolroom, Kult, Dark Room or Land Of Voodoo, entre outras, além da sua própria Beat Therapy Records.

Mais informações em www.magnarecordings.com
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sexta, 17 março 2017 21:21

O DJ toca ou passa música?

De vez em quando nas redes sociais vejo umas trocas de ideias mais acesas sobre esta questão. Há muitos anos atrás os DJs usavam normalmente a expressão “vou ali passar música...”, mas de há uns anos para cá, essa expressão transformou-se em “vou ali tocar...”. Qual das duas maneiras é a mais correcta para referir-se ao mesmo acto?
 
De um lado temos os músicos (e alguns músicos que também são DJs) que dizem que o DJ se limita a “passar a música dos outros”, do outro lado temos os DJs que dizem que não só tocam as músicas dos outros (ou as suas, caso sejam também produtores musicais) mas que também criam sonoridades novas, quando estão a actuar...
 
Sinceramente, acho que as duas afirmações estão correctas. É verdade que antes de aparecerem as novas tecnologias, as várias aplicações e controladores que agora podemos usar nos “sets” as possibilidades de criação eram muito mais limitadas, mas mesmo assim havia DJs que mesmo só com pratos e discos em vinil praticamente criavam novos temas, novas versões de temas, “remixes” na hora, com vários temas a tocar ao mesmo tempo. Lembro-me assim de repente do DJ Americano Jeff Mills a actuar dessa forma e na minha opinião isso é “tocar”, não é simplesmente o acto de “passar música”. Quem já assistiu a uma actuação dele a 4 pratos sabe do que estou a falar.
 
É verdade que nessa altura eram mais os casos em que o DJ “passava música” do que os em que “tocava”, mas mesmo assim usando “só” dois, três ou quatro pratos era possível (e alguns faziam-no) criar novas sonoridades, criar novos temas a partir outros já existentes. Isso não era a regra geral, é verdade, mas alguns DJs faziam-no e muito bem. 
 
Na minha opinião, hoje em dia é mais normal, por tudo o que usamos nas actuações, o termo “tocar” do que “passar música”. Ainda mais no caso daqueles DJs que praticamente só usam temas próprios e/ou “loops” e bases próprias e alguns temas de outros artistas num programa como o Ableton Live, criando sessões exclusivas com sonoridades novas, que muitas vezes até resultam em temas novos.
 

Com tudo o que temos à disposição neste momento para usar durante as actuações o limite é a nossa imaginação e criatividade!

 
Hoje em dia, com um computador portátil e um programa como o Traktor da Native Instruments (ou outro do género) é muito mais fácil conseguirmos criar uma versão nova, um momento “exclusivo” num set que provavelmente não se vai repetir noutro local. A Native Instruments até criou um formato exclusivo, os “STEMS” que basicamente são a divisão de um tema em quatro pistas separadas. Isto permite uma grande liberdade criativa já que podes usar o instrumental de um tema, uma voz de outro, um baixo de um terceiro e um sintetizador de um quarto e criar uma versão completamente nova de algo já existente ou mesmo um tema original, dependendo da tua imaginação! Isto já era também possível com o formato “Remix Sets” que a Native criou antes e que permite ter os temas divididos por “loops” para poder usar em diferentes combinações, mas com os STEMS penso que a facilidade em criar novas sonoridades é maior e mais imediata. 
 
Por isso, na minha opinião, a discussão entre se o DJ “passa música” ou “toca” é mais uma discussão “estéril”. Tal como dizer que “o verdadeiro DJ é aquele que não usa SYNC” ou “o verdadeiro DJ usa discos em vinil, não usa computadores...” entre outras discussões que de vez em quando aparecem nas redes sociais. Com tudo o que temos à disposição neste momento para usar durante as actuações o limite é a nossa imaginação e criatividade!
 
Carlos Manaça
 
(Carlos Manaça escreve de acordo com a antiga ortografia)
Publicado em Carlos Manaça
Depois dos lançamentos de "Underground" e "U-Turn", temas que contaram com positivo feedback de artistas como Chus+Ceballos, Oscar L e D-Formation, o DJ e produtor português Diphill apresenta-nos agora "Spiritual Dust", o seu novo EP.

Lançado pela emblemática Magna Recordings, editora de Carlos Manaça, este novo EP conta com um tema original da autoria do próprio Diphill, considerado pela editora como "um grande tema de techno, com sintetizadores progressivos e um toque melódico" e remixes, que vão desde o techno ao deephouse.

O desafio foi lançado por Diphill a quatro artistas: Nuno Lisboa, com um remix rápido e pesado; Olivs com o seu estilo inconfundível groovy tribal; Luís Bravo & Amarno com uma versão dub mix desconstruindo a faixa original; e Ricardo Baptista com uma versão repleta de ambiente dentro do estilo deephouse.

Disponível em todas as plataformas digitais, este EP é fruto de um trabalho conjunto de vários DJs e produtores nacionais, que provam a transversalidade do underground, contando já com o apoio e feedback de artistas, entre eles Marco Carola, Drunken Kong, Frank Pellegrino, Pablo Ceballos e Marco Faraone.
 
Publicado em Música
Apesar de ser difícil evitar comentar o facto de, mais uma vez, todo o sector da diversão nocturna e produção de eventos estar a pagar o preço da subida dos contágios de Covid-19, quase dois anos (!) depois deste pesadelo ter começado (apesar de serem as escolas o grande motivo desta subida), e depois de só nos terem deixado trabalhar "sem restrições" desde 1 de Outubro até 1 de Dezembro (60 dias!) a minha crónica este mês é sobre um tema bem diferente.
 
Há umas semanas chegaram-me vários vídeos de uma atuação "D.J." de alguém que, não o sendo profissionalmente, estava a exercer essa actividade, num local público, onde as pessoas pagam para entrar e onde a música é um dos produtos que esse local "vende”. As pessoas pagam para entrar, para dançar, para beber um copo, socializar. Como acontece em todos os locais do género. 
 
Num dos vídeos que recebi, a qualidade da atuação, a parte técnica, não era propriamente a melhor, e resolvi publicar esse vídeo numa rede social. O certo é que o vídeo atingiu uma repercussão que eu não estava à espera e o "performer", indignadíssimo, conhecido pela sua linguagem "solta" no Twitter, partiu para o insulto grátis e "mandou" os seus seguidores fazer o mesmo, numa onda de "social media bullying" que eu só vi bastante mais tarde, porque aos primeiros "comentários" menos próprios usei aquela opção bastante útil que se chama "silenciar".
 
Tem alguma piada que estas pessoas que vão actuar como D.J.'s num local aberto ao público, onde eles próprios digam que "eu não sou D.J., estou a fazer isto por paixão/amor à música" para justificar a sua menor capacidade para, tecnicamente, fazerem um bom trabalho, fiquem indignadíssimos quando alguém grava um vídeo dessa falha, desse momento em que a coisa não está a correr bem. Hoje em dia toda a gente tem um telemóvel com uma boa câmara de vídeo e se o nosso trabalho corre mal, temos que ter encaixe para aceitar a crítica dessa falha, venha ela de profissionais, venha do público.
 
É verdade que há alguns anos atrás, quando a carreira de D.J. começou a ter um grande destaque a nível dos media e com o aparecimento dos softwares que permitem o "beat mixing" muito mais facilmente do que até então, muita gente que nunca tinha estado à frente de uma mesa de mistura cedeu à tentação de começar a fazer atuações D.J. em espaços abertos ao público. Actores, ex-futebolistas, manequins, bailarinos, entre outros, decidiram assumir actuações como D.J. em discotecas, bares e eventos. Alguns com mais sucesso do que outros, mas o certo é que houve uma "fornada" de figuras "públicas" que decidiu enveredar por esse caminho. 
 
Obviamente não tenho nada contra isso, se os donos dos espaços/eventos os contratam, é porque acham que vão fazer dinheiro com as suas actuações, ninguém faz contratações para perder dinheiro, acho eu.
 
A pergunta pertinente na minha opinião é: vamos "ouvir" o D.J. ou vamos "ver" o D.J.? 
É um facto que nos últimos anos houve uma tendência para o aparecimento de D.J.'s/"live acts" com grande interação com o público, com saltos, microfone, toda uma parafernália de efeitos luminosos, de fumo, sonoros, que criam um conceito de espetáculo total em que o D.J. e a música são só uma parte desse espetáculo. Ou seja, nestes eventos vamos “ver” e “ouvir” os D.J.'s num conceito de espectáculo global.
 
Embora não sendo a minha área, obviamente que não tenho nada contra esse tipo de espectáculos/actuações D.J., há muita gente que gosta e de facto é um quase sempre um evento com muito mais impacto a nível visual do que um evento "normal" onde a música é o principal motivo de este acontecer, a principal atracção.
 
O tema desta crónica leva-me a essa pergunta: devemos "alimentar" essa curiosidade sobre uma figura "pública" que vai para dentro de uma cabine, para fazer um trabalho que tem muitas falhas técnicas só porque é "aquele senhor da TV"? É isso o mais importante? 
 
Ou é a música, a maneira como ela é usada, o que verdadeiramente importa?
 
Carlos Manaça
DJ e Produtor
 
(Carlos Manaça escreve de acordo com a antiga ortografia)
Publicado em Carlos Manaça
Assinada por Carlos Manaça, a remistura de "Sleepwalker" da dupla da Irlanda do Norte, Loco & Jam, já se encontra à venda na plataforma digital Beatport. A faixa, disponível na compilação "Stereo 2020 Remixed III", pretende "atualizar a sonoridade do tema, editado originalmente em 2016 pela editora espanhola", conta o artista português que ocupa a 6.ª posição no TOP 30 da 100% DJ.

No início do mês foram também editadas as novas versões do tema "Something Bad" pela Transmit Recordings, editora dos Estados Unidos, um original de Carlos Manaça lançado em 2017. 

Estas novas faixas foram produzidas por Carlos Manaça e Natalino Nunes, português residente em Paris que nos últimos anos se tem afirmado no panorama do techno internacional.
 
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