27-06-2019

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Um pouco por toda a Europa, a época de festivais está ao rubro e a Holanda – em concreto a cidade de Haarlemmermeer - não é exceção, já que este fim-de-semana vai receber uma nova edição do Mysteryland, um dos maiores festivais de música eletrónica a nível internacional, e que desde 1993 é produzido pela gigante produtora ID&T. Este ano o palco do festival holandês será ocupado por nomes como Don Diablo, Afrojack, Diplo e muitos outros.
 
Este festival já esteve presente em outros países, como os Estados Unidos da América e o Chile, depois de mais de 20 edições na Holanda.
 
Quando é realizado um grande evento internacional de música eletrónica, é certo que no meio da multidão vão estar presentes festivaleiros portugueses. Como já vem sendo hábito nas reportagens sobre os principais festivais eletrónicos, o Portal 100% DJ falou em exclusivo com alguns festivaleiros que vão embarcar na aventura do Mysteryland, representando desta forma o nosso país.
 
João Pedro Vicente tem 49 anos e viaja para Haarlemmermeer com o intuito de “ouvir boa música e desfrutar simplesmente do ambiente.” Depois de três anos a marcar presença no Festival Tomorrowland, o festivaleiro de Agualva decidiu este ano conhecer outros dois festivais, e depois de procurar por alternativas ao festival belga, optou pelo Electric Love e pelo Mysteryland.  
 
João Pedro pretende ficar na fila da frente do famoso palco QDance onde, e como habitualmente, o hardstyle estará em grande destaque. 
 
“Portugal merece mesmo um festival deste género, mas suspeito que ainda podemos não estar preparados para isto. A verdade é que a média de idades nestes festivais (no estrangeiro) é muito mais alta que em Portugal. Penso que o ambiente não é o mesmo” refere o festivaleiro. 
 
 
Com as expectativas “muito altas” e a representar o sexo forte, estará Mariana Malcato, que parte de Lisboa com destino ao Mysteryland, acreditando que o evento “vai ser único e que não irá desiludir”. Para Mariana, todos os pormenores contam “desde a organização, o recinto, a decoração, os palcos, as pessoas e claro, a música”.
 
Depois de ir ao Tomorrowland durante dois anos consecutivos (2014 e 2015), Mariana reconheceu que “estava na altura de experimentar um festival novo”, e o facto do Mysteryland poder ser considerado o ‘pai’ do Tomorrowland “teve o seu peso na escolha. E ainda, a música, o espírito único e extravagante também foram fatores importantes” remata.
 
Martin Garrix é o artista que mais quer ver, no entanto, a festivaleira também está curiosa para assistir à atuação de “Laidback Luke e rever Coone e Brennan heart - dois artistas que há um ano atrás não conhecia mas que me surpreenderam muito.”
 
Mariana considera que "Portugal tem os requisitos necessários para receber um grande festival (clima, espaço, infraestruturas), e até fazemos muitos”, no entanto e na sua opinião “o que falta é o espírito festivaleiro e o verdadeiro gosto pelo estilo de música que em nada iguala os holandeses.”
 
 
Habituado a estas andanças e natural de Sintra, João Santos não esconde as suas expectativas “muito altas”. O festivaleiro refere mesmo que “na Holanda não se brinca e vindo dos mesmos produtores do Tomorrowland espero algo muito bom, mais pequeno mas cheio de qualidade.”
 
A decisão de viajar até ao festival de música eletrónica mais antigo da Europa não foi fácil e teve de escolher entre duas opções. “Depois de ter ido ao Ultra Miami, em março, ficou mais difícil fazer contas, quer aos dias de férias, quer ao dinheiro necessário... Com a hipótese do Tomorrowland e Electric Love afastados devido ao trabalho, rapidamente fiquei com a opção do Mysteryland ou do Creamfields - optei pela primeira! De entre vários motivos que pesaram na decisão, destaco o cartaz variado e não muito saturado (que nem sempre é bom) e o preço acessível, assim como o fator idade.”
 
Sobre os artistas que mais quer ver, o português de 23 anos, sublinha “Brennan Heart, Coone e Wildstylez, sem esquecer o grande Dave Clark”.
 
Sobre se o nosso país merece um festival do género, João Santos considera que há muita coisa a mudar antes disso acontecer. “Merece, mas não para já. Não enquanto o nosso público não souber estar nem respeitar um festival. Muita coisa tem de mudar. É pena porque considero que temos tudo, mas mesmo tudo para poder apostar numa coisa em grande. Para já, penso que não resultaria.”
 
 
 
Publicado em Reportagens
A edição deste ano do NOS Alive foi considerada como a mais mediática de 2015, segundo do estudo “Maratona dos Festivais de Verão” da Cision realizado entre outubro de 2014 e setembro passado.
 
Foram publicadas 5703 notícias sobre o festival do Passeio Marítimo de Algés e mais de 26 horas de tempo de antena sobre o evento. O Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste também fazem parte da lista.
 
Este estudo analisa a presença dos festivais de verão em mais de 2000 meios de comunicação como a televisão, rádio, imprensa e online. Os resultados são medidos com o número de notícias identificadas, espaço e tempo de antena, incluindo ainda as audiências e o espaço ocupado pela publicidade nos meios de comunicação social.
 
Confere abaixo a lista:
 
  • 1 – NOS Alive
  • 2 – Super Bock Super Rock
  • 3 – MEO Sudoeste
  • 4 – Vodafone Paredes de Coura
  • 5 – MEO Marés Vivas
  • 6 – NOS Primavera Sound
 
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Publicado em Festivais
segunda, 16 abril 2012 22:40

Festival Kazantip gera polémica

O Kazantip, um festival de música eletrónica que nasceu na Crimeia, Ucrânia, é conhecido na internet como o "festival orgia" e a sua versão portuguesa está marcada para julho e agosto, nas margens do Alqueva, concelho de Moura. Mas promete polémica.
Segundo avança o Jornal de Notícias, o Ministério Público recebeu recentemente uma queixa sobre um vídeo colocado numa página na Internet.
 
Nas imagens, supostamente filmadas num dos festivais Kazantip, surge uma criança de seis anos envolvida num concurso de sexo oral cujo prémio é uma t-shirt com cerca de 200 pessoas a assistir. A Procuradoria Geral da República decidiu investigar.

O vídeo, com cerca de 20 minutos, foi conhecido em Portugal através de um site dedicado as questões homossexuais: o dezanove.pt, que se queixava de que a organização iria proibir a entrada a homens e mulheres homossexuais. Foi nesse site que uma cidadã portuguesa viu a cena de sexo com a criança e apresentou queixa na Procuradoria-Geral da República (PGR). Numa detalhada descrição do vídeo, a queixa questiona os moldes em que o festival irá decorrer em Portugal e sobretudo o concurso. No entanto, a ligação entre o vídeo em causa e o evento em Portugal não está claramente estabelecida e caberá à PGR, que recebeu a queixa em janeiro, investigar.

Estes excessos são condenados no site oficial do evento português, que ameaça eventuais comportamentos desviantes com a expulsão. No sítio da Internet disponível em português, os organizadores não promovem nada de ilegal e prometem amor livre, diversão, música, liberdade e desporto, excluindo o "sexo rápido ou primitivo". Mas promove casamentos livres, em cerimónias improvisadas um dia por cada uma das cinco semanas da rave.

A ideia do festival - cuja propriedade é reclamada, em simultâneo, pelos organizadores do evento em Portugal e pelos ucranianos - é viver numa república imaginária isolada do resto do mundo, ao som da música tecno.

Segundo o site dezanove.pt, o evento Kazantip Party Land tem origem na Ucrânia, mas segundo os responsáveis pelo evento original, os promotores do festival em Portugal, não têm autorização para o uso do mesmo nome.
 
Fontes: Jornal de Notícias; Dezanove.pt.
Publicado em Festivais

 

Uma fiscalização no festival NOS Alive feita pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que decorreu no passado fim de semana, instaurou 16 processos de contraordenação.
 
Segundo o Diário de Notícias, os processos ficaram a dever-se à falta de requisitos de higiene, venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, venda de tabaco a menores e pela prática de crime de especulação de forma tentada através da venda de bilhetes online.
 
Em comunicado, a ASAE afirmou ainda que foram identificados 9 menores de idade por compra de bebidas alcoólicas, com idades entre os 14 e os 17 anos. Outros dois menores, de 15 anos foram identificados por compra de tabaco.
 
Esta fiscalização já tinha sido anunciada pela ASAE, depois de aprovada a nova lei do álcool, que proíbe os menores de 18 anos de consumirem bebidas alcoólicas.
 
 
Publicado em Festivais
O Rock in Rio Lisboa associa-se às instituições Re-food e Dariacordar numa iniciativa pioneira contra o desperdício e a gestão das sobras alimentares. Durante os 5 dias do evento (25 e 26 de maio, 1, 2 e 3 de junho) a Dariacordar e a Re-food vão recolher as refeições não utilizadas na Cidade do Rock e encaminhá-las para famílias carencidadas, através de instituições de solidariedade locais.

A Re-food irá recolher todas as sobras alimentares dos bares oficiais do evento e de todos os stands alimentares das marcas presentes na Cidade do Rock e a Dariacordar irá juntar todas as refeições excedentes do catering da Área VIP e do catering da equipa de produção.

De modo a assegurar que estes alimentos chegam a quem mais precisa e em perfeitas condições a seleção das instituições que irão receber e encaminhar as refeições será feita pela Junta de Freguesia de Marvila e ambas as organizações seguem os critérios de exigência da ASAE. As refeições serão recolhidas assim que os stands e os caterings da Área VIP e da equipa encerrem e serão entregues a tempo de serem consumidas no almoço do dia seguinte à recolha.

O projeto da Re-Food4Good - Aproveitar para Alimentar consiste em resgatar alimentos em perfeito estado de conservação e entregar o mais rápido possível a quem precisa. A equipa envolvida atua localmente com baixa pegada carbónica, visto que a recolha de alimentos é feita com bicicletas, por uma equipa de voluntários.
A organização tem como objetivo espalhar os benefícios da iniciativa e influenciar a consciência e o comportamento humano, procurando que o “re-fooding” se torne uma prática universal.

No Rock in Rio-Lisboa 2012 o objetivo é combater o desperdício alimentar e a fome recolhendo os excedentes alimentares pelos vários stands.
 

A Dariacordar - Associação contra o desperdício é uma associação sem fins lucrativos contra o desperdício alimentar. O seu objetivo é combater o desperdício, seja qual for a sua natureza e tipo, procurando captar excedentes e competências ainda suscetíveis de (re) utilização, onde estes possam existir, promovendo e dinamizando a sua subsequente distribuição, reutilização e otimização.

A associação iniciou um movimento intitulado Zero Desperdício (www.zerodesperdicio.pt), uma solução encontrada para ajudar portugueses em dificuldades, através da qual se pretende “acordar” as pessoas e as instituições para a realidade, despertando ações comunitárias de boa vizinhança e de solidariedade. Procuram igualmente encaminhar adequadamente os desperdícios contribuindo para o “Carbono Zero” e para um planeta mais saudável.
 
Publicado em Rock in Rio
Considerado como um dos maiores festivais de música eletrónica de Portugal, o NEOPOP está de volta no próximo ano e divulgou as datas do evento numa conferência de imprensa, com a presença da organização e da direção da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
 
O Forte de Santiago da Barra volta a receber o festival nos dias 3, 4 e 5 de agosto, depois da edição deste ano ter contado com mais de 26 mil pessoas vindas de 46 países diferentes.
 
A organização promete aumentar ainda mais a qualidade do evento, com forte ligação à cidade de Viana do Castelo, com várias novidades a serem divulgadas em breve. Os passes para o NEOPOP já estão disponíveis no site oficial do festival a um preço promocional de 65 euros.
 
Magazino, Carl Cox, Maceo Plex, Richie Hawtin e Rui Vargas foram alguns dos DJs e produtores que marcaram presença na edição deste ano do NEOPOP Electronic Music Festival.
 
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Publicado em Festivais
Um jovem de 20 anos foi esfaqueado ontem à noite, no festival de trance Play Music, que decorria na Lagoa da Ervedeira na região de Leiria. Os ferimentos foram feitos no peito da vítima mas não são considerados graves.
 
A GNR foi chamada ao local às 06h30 da madrugada depois de um desacato que aconteceu no evento da freguesia de Coimbrão. Segundo o jornal Correio da Manhã ainda não foi apresentada queixa às autoridades e a vítima já teve alta hospitalr.
 
O festival Play Music acontece até este domingo e conta com Cosmosis, Nikki S, Orca, H-Side, E-Mov e muitos outros no cartaz.
Publicado em Mix
A Optimus lançou uma campanha que dá a oportunidade de recuperar integralmente o valor do bilhete do festival Optimus Alive’12, em comunicações. Para ter acesso a esta campanha é necessário apresentar o bilhete ou passe de 3 dias numa loja exclusiva Optimus, juntamente com o número de telefone. Caso o cliente não tenha ainda bilhete ou passe, pode comprá-lo numa loja Optimus e aderir simultaneamente à campanha Optimus Alive’12.
 
A recuperação do valor será processada em função do tarifário do cliente. No caso dos tarifários pré-pagos, o valor do bilhete/passe é recuperado em saldo, através de duplicação das recargas até ser atingido o valor do bilhete (53€) ou passe de 3 dias (105€). Para os clientes com Tarifários pós-pagos, o valor do bilhete/passe pode ser recuperado em factura, em 10 prestações de igual valor.
 
O Festival Optimus Alive’12 decorre nos dias 13, 14 e 15 de Julho, no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras. Entre as bandas confirmadas estão AWOLNATION, Big Deal, Buraka Som Sistema, Caribou, Danko Jones, Death in Vegas, Dum Dum Girls, Florence + The Machine, Here We Go Magic, Justice (Live), Katy B, Lisa Hannigan, LMFAO, Mazzy Star, Metronomy, Miles Kane, MIUDA, Mumford & Sons, Noah and the Whale, PAUS, Radiohead, Refused, Santigold, SBTRKT, SebastiAn (Live), Snow Patrol, The Antlers, The Cure, The Kills, The Kooks, The Maccabees, The Stone Roses, Tricky performing Maxinquaye com Martina Topley-Bird e Warpaint.
 
Publicado em Marcas
O novo festival de Lisboa - Nova Batida - vai ocupar este fim-de-semana a Lx Factory e o Village Underground, em Alcântara. O cartaz conta com mais de 50 artistas, processo longo que exigiu "muita reflexão e energia" conta a organização em entrevista ao Portal 100% DJ. Além de novos talentos a estreia deste festival traz a Lisboa os suecos Little Dragon, o britânico Gilles Peterson, a dupla Mount Kimbie, o nigeriano Seun Kuti, sem esquecer de talentos portugueses como é o caso de Riot, Octa Push e Rita Maia.
 
O festival começa a partir das 13 horas e além da componente musical terá ainda aulas de surf e ioga, festas em barcos e street food. Para saber quais as espectativas e o que podemos esperar desta primeira edição de festival Nova Batida, o Portal 100% DJ esteve à conversa com Dan Flynn, representante da Soundcrash, produtora londrina que organiza festas de música eletrónica em vários países. O Portal 100% DJ é Media Partner do evento.
 

Quais são as expectativas para a primeira edição de Festival Nova Batida?
Esperamos que a primeira edição seja uma experiência incrível para todos os envolvidos e mal podemos esperar que visitantes do Reino Unido e de outros países de todo o mundo testemunhem em primeira mão a vibração calorosa e acolhedora de Lisboa e dos seus residentes. Escolhemos Lisboa não só por causa da sua cena musical, mas porque é uma cidade próxima ao nosso coração por tantas outras razões. A perspetiva de ter a oportunidade de dar algo de volta à cidade é algo que é muito excitante para nós.

São mais de 50 artistas que fazem parte da programação. Foi difícil conseguir este cartaz? 
Foi um processo que levou muitos meses, então, é claro que demorou muito - construir um cartaz de festival exige muita reflexão e energia. Não poderíamos estar mais felizes com o nosso primeiro line up e estamos felizes em trazer um grupo tão talentoso de artistas. Também foi ótimo que tantos artistas de Lisboa estivessem tão entusiasmados em juntar-se ao cartaz e estamos muito contentes por ter tantos representantes da música eletrónica nacional.

Que critérios tiveram em conta na hora de escolher os artistas?
Dos artistas ao vivo que selecionámos, escolhemos artistas que tinham músicas novas a serem lançadas - garantindo que todas as apresentações no festival fossem frescas e excitantes para o nosso público. Como disse anteriormente, também queríamos que muitos artistas portugueses participassem - algo que certamente continuaremos em 2019.
É comum que nos festivais alguns artistas realizem alguns pedidos mais excêntricos à organização. Há algum que vos tenha surpreendido particularmente?
Depois de anos a trabalhar na indústria da música não há muito que nos surpreenda. Para a Nova Batida todos os artistas do line up deste ano mostraram-se muito humildes.

No que se diferencia o vosso festival dos outros?
Acho que é uma combinação de muitas coisas diferentes. O festival principal está dentro dos locais super coloridos e criativos do Village Underground e da LX Factory, mas também há uma festa na praia no domingo dedicada aos participantes que pretendem estar junto da natureza. Temos uma linha de música ampla, mas coesa, da qual estamos muito orgulhosos e sabemos que haverá alguns momentos loucos quando Little Dragon, Mount Kimbie e outros subirem ao palco, mas também mal podemos esperar que os festivaleiros descubram os seus novos DJs favoritos numa área diferente. Também é diferente em que há uma grande comunidade de amantes da música do Reino Unido, França e Alemanha a visitar a cidade, mas também haverá uma grande percentagem de moradores locais no coração da festa. Mal podemos esperar que as vidas destes amantes da música de toda a Europa colidam - vai ser um momento encantador.

Além da componente musical, o que poderão assistir os festivaleiros do Nova Batida?
Temos várias atividades extras disponíveis, desde aulas de surf até aulas de ioga, festas em barcos e muito mais.

Em futuras edições, a cidade de Lisboa continuará a ser o local de eleição para acolher este festival?
Sim, vamos colocar bilhetes da edição de 2019 à venda em breve, apenas um ano do Nova Batida em Lisboa não chega. Vemos isso como um projeto de longo prazo e esperamos ser muito, muito felizes aqui.

Que recomendações gostaria de deixar aos festivaleiros?
Para aqueles que ainda não tiveram a experiência de ir a um festival de música em Lisboa, vão ser bem recebidos. Para os que já foram a eventos do mesmo género, já sabem o quanto se vão divertir!
 
Publicado em Business
Antes conhecido como iTunes Music Festival, o evento musical realizado desde 2007 pela gigante marca da maçã, foi renomeado na passada terça-feira e passará a chamar-se Apple Music Festival. O evento realiza-se este ano entre os dias 19 e 28 de setembro no teatro Roundhouse em Londres, no Reino Unido e na lista de convidados estão Pharrel Williams, One Direction, Florence + The Machine e Disclosure.
 
Todos os espetáculos serão transmitidos pelo mais recente serviço de streaming de música da companhia, o Apple Music, nos iPhones, iPads e iPods Touch de todo o mundo. Os assinantes poderão acompanhar a cobertura completa do festival pelo Beats 1, a rádio do serviço de streaming musical da marca.
 
O nome do festival foi alterado pela empresa como uma forma de apostar no serviço de streaming, que foi lançado em junho deste ano. Já passaram pelos palcos do evento Adele, Beck, Coldplay, Elton John, Foo Fighters, Justin Timberlake, Kings of Leon, Lady Gaga, Katy Perry, Maroon 5, Muse, Paul McCartney, entre outros.
 
Publicado em Festivais
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