17-07-2019

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

Sobre Nós  |  Fala Connosco     

No próximo dia 20 de outubro o eixo entre a Rua do Açúcar e a Capitão Leitão recebe a segunda edição da Oktober Festa, a versão lisboeta da famosa festa e feira de cerveja alemã. O desafio lançado pelo Lisbon Beer District, colectivo marvilense que reúne a Dois Corvos, a Lince e a Musa, vai misturar a cerveja com a música, os pretzels com o chouriço assado, o passado histórico bairro industrial com a cidade cada vez mais virada para o mundo e para o futuro. 

A segunda edição da Oktober Festa acontece entre as 14 e as 2 da manhã, e terá dezenas de variedades diferentes de cervejas para experimentar, desde as mais refrescantes lagers às mais complexas stouts, passando pelas aromáticas IPAs, as desafiantes Sours ou a Marzen (a cerveja típica das Oktoberfest). Uma das novidades este ano será também o lançamento de três criações colaborativas com cervejas artesanais nacionais: a nortenha Letra, a lisboeta Oitava Colina a alentejana Barona.

Acompanhando o ritmo eclético da cidade, a música vai cruzar os diversos cantos que compõem o mapa da cidade, do world, à funk, da soul ao brass, com as escolhas musicais de DJ Quesadilla, Silk (frontmen dos Cais do Sodré Funk Connection), Pedro Primo Figueiredo, Johnny Chase, Abel Santos, entre outros.

A Oktober Festa contará ainda com uma conversa informal sobre o novo universo cervejeiro artesanal e uma prova comentada das cervejas colaborativas criadas de propósito para o evento.
Publicado em Eventos
quarta, 23 setembro 2015 00:25

Campo de Ourique recebe Festival da cerveja

O mercado de Campo de Ourique, em Lisboa, vai receber o “Festival da Cerveja – Somos Tradição”, entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro, com música, gastronomia e muita cerveja.
 
Esta parceira com a Central de Cervejas vai apostar num novo conceito, que consiste em juntar a gastronomia com as várias marcas de cervejas disponíveis, como a Sagres, Sagres Radler, Affligem, Heineken e a sidra Stronbgow.
 
Segundo a organização, “os visitantes são convidados a descobrir tudo sobre as suas cervejas preferidas”, incluindo o processo de fabrico, como a bebida deve ser servida e todos os seus componentes.
 
Para acompanhar cada cerveja, vão estar disponíveis vários petiscos escolhidos a dedo, com o objetivo de apurar o seu sabor. Cada dia do evento terá uma marca de cerveja associada, com entrada livre e música enquadrada com a temática da bebida, uma das mais populares e consumidas em Portugal. No local, existe ainda um espaço com ateliers para as crianças.
Publicado em Festivais
O conselho de ministros aprovou na passada quinta-feira, a venda do Pavilhão Atlântico ao consórcio de Luís Montez, a promotora Ritmos & Blues e a equipa de gestão da maior sala de espectáculos de Lisboa, uma proposta suportada pelo BESI.

Nuno Brancaamp, da empresa Ritmos & Blues, destacou à Lusa que "juntaram-se dois dos maiores promotores portugueses de espectáculos e ficam quatro pessoas-chave que já estavam na gestão do Pavilhão Atlântico. Sem falarmos em números, isso terá sido o mais aliciante [para o Governo]. É uma garantia de continuidade".
 
Segundo a Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, a proposta daquele consórcio ofereceu o melhor encaixe financeiro: 21,2 milhões de euros.  
Na corrida à compra do edifício estiveram também o consórcio composto pelo promotor de espetáculos Álvaro Covões, o empresário António Cunha Vaz e a Confederação da Indústria Portuguesa, que propunha 18,5 milhões de euros para a compra, e a empresa AEG, com 16,5 milhões de euros.
 
O Governo anunciou em março que pretendia vender o Pavilhão Atlântico e a empresa que detém a sua concessão, no âmbito da reestruturação do sector empresarial do Estado. Venda que abrange ainda a empresa de venda de bilhetes Blueticket, que é editada pela empresa Atlântico. 
 
O Pavilhão Atlântico e a empresa Atlântico - Pavilhão Multiusos SA são detidos pela Parque Expo'98, cujo capital é detido em 99,4% pelo Estado.
 
O Governo fez saber que queria ver acautelado o carácter cultural do espaço, com "uma programação atrativa, variada e culturalmente relevante" e que o Pavilhão Atlântico continue a ser um "polo dinamizador da economia local e nacional".
Publicado em Mix
Integrado na Expo Sync Lisboa - Salão das Tecnologias Audiovisuais e Musicais, Fotografia e Multimédia, o Music4All está de regresso à FIL, em Lisboa, entre os dias 26 e 29 de maio com várias conferências, showcases e workshops.
 
Este evento pretende ser uma reunião de artistas e entidades da música eletrónica, direcionada a DJs e produtores e apresenta também várias novidades de equipamentos, formação, técnicas e outras soluções para profissionais da área.
 
Várias entidades como a Pass Música, SPA, IGAC, GDA e APORFEST e ainda outras personalidades como Rui Mota Pinto, Kaspar, Hugo Dias, Tom Enzy e Edgar Matos vão estão presentes na segunda edição do Music4All. As inscrições estão abertas aqui. O Portal 100% DJ é Media Partner Oficial deste evento.
 
Confere abaixo o programa completo:
 
Sábado dia 26 de Maio
15:00 - Pass Musica | Dra. Sílvia de Sá
16:30 - SPA | Dra. Andreia Andrade
18:00 - IGAC | Inspetora Isabel Mileu

Domingo 27 de Maio
14:00 - Universo do Hip-Hop | (Musico e Produtor) 
15:30 - Quais os Prontos críticos num evento | WP Rui Mota Pinto
17:00 - Como construir um Home Studio | Kaspar (DJ, Produtor e Formador i4DJ)

Segunda 28 de Maio
Dia 28 às 14:00 - A eletrónica e os novos DJs - como singrar nos atuais festivais ou Eventos | Ricardo Bramão | APORFEST
Dia 28 às 15:30 - Como ganho Dinheiro com a Música | Hugo Dias
Dia 28 às 17:00 - FL Studio | Edgar Matos (DJ, Produtor e Formador i4DJ)

Terça dia 29 de maio
Dia 29 às 14h - Remisturas e Mashups | Tom Enzy (DJ e Produtor)
Dia 29 às 15: - GDA | Direitos e deveres dos artistas de Musica Eletrónica | Luis Sampaio)
 
 
Publicado em Eventos
A capital portuguesa vai ser palco de uma nova convenção de musical, intitulada de MIL – Lisbon International Music Network, que inclui um festival e pretende valorizar e divulgar a música com origem nos países de língua portuguesa.
 
O evento irá decorrer entre os dias 1 e 2 de junho e conta com várias apresentações, conferências, debates, palestras e showcases em vários palcos. Esta é uma ótima oportunidade para os vários profissionais da área da música se reunirem e apresentarem o seu trabalho, estabelecendo contactos.
 
Existe também uma parceria com a cidade de Paris e estarão presentes vários artistas, profissionais e jornalistas franceses para promover o intercâmbio e encontro de trabalhadores da área.
 
As conferências vão realizar-se na Fundação Arpad Szenes, ETIC, Pensão Amor e Câmara Municipal de Lisboa, enquanto que os espetáculos vão decorrer no Musicbox, Sabotage, Lounge, B.Leza, Tokyo e Roterdão. DJ Firmeza e Xinobi são alguns dos artistas confirmados para a primeira edição do MIL.
 
A partir do início de maio, a aplicação oficial do Lisbon Internacional Music Network vai estar disponível com todas as informações sobre o evento. Os bilhetes já estão à venda a preços entre os 20 e os 40 euros na Bilheteira Online e nos locais habituais.
 
Confere abaixo os temas dos debates e das apresentações:
 
  • Debate | Mercado Português: O Estado Da Arte
  • Debate | A Arte De Programar
  • Debate | A Cidade Feliz
  • Debate | Política E Música Popular Contemporânea: Uma Relação Possível?
  • Debate | Construir Uma Banda
  • Debate | Os Direitos Dos Artistas Na Era Digital
  • Debate | Artistas E Managers: A Reinvenção De Uma Colaboração Em Desenvolvimento
  • Debate | A Força Criativa Das Editoras Independentes No Mercado Musical
  • Debate | Música: História E Tendências No Espaço Da Língua Portuguesa
  • Apresentação | Mercado Lusófono 2030
  • Apresentação | Brasil: 210 Milhões De Pessoas Que Não Conheces, Mas Devias Conhecer
Publicado em Eventos
A 3ª edição dos Iberian Festival Awards decorre no próximo dia 15 de março, no Fórum Lisboa, incluído no Talkfest, e são agora conhecidos os elementos do júri e os artistas que vão atuar na gala.
 
Os Whales e os Madrepaz são os primeiros artistas confirmados, além do vencedor do Festival Termómetro e dois finalistas da categoria Best Live Performance.
 
A fase de votação das categorias escolhidas pelo público termina no próximo dia 17 de janeiro, sendo posteriormente divulgado o Top 10.
 
Os elementos do júri são varias caras conhecidas da indústria da música, que constam na lista abaixo:
 
- Albert Salmerón (ES - president APM - Associação Promotores Música)
- Ami Bondia (ES - jornalista TVE)
- Ana Teresa Ventura (PT - diretora M de Música)
- Antía Bendaña (ES - Marketing Corporativo & Eventos Prisa Notícias)
- Brita Young (INT - produção Glastonbury Festival)
- Miguel Bica (PT - produtor cultural Gerador)
- Pedro Paulos (PT - responsável Brandos Costumes)
- Stefan Reichamnn (INT - diretor Haldern Pop Festival)
 
Recorde-se que o Portal 100% DJ ficou nomeado na categoria de “Best Media Partner” na edição do ano passado dos Iberian Festival Awards.
 
Publicado em Eventos
A organização do Rock in Rio-Lisboa recorda que a venda de bilhetes neste parceiro termina hoje, dia 20 de maio. Os interessados em adquirir bilhetes com 20% de desconto em cartão devem fazê-lo até ao final do dia de hoje. Depois só vão encontrar bilhetes para o Rock in Rio-Lisboa nos restantes pontos de venda oficiais: na FNAC, em 68 sucursais do Millennium bcp, nos postos de abastecimento da BP aderentes (33 euros + 1.500 pontos BP premierplus) e no site oficial do evento em www.rockinriolisboa.sapo.pt.

Para a edição de 2012 estão pela primeira vez disponíveis bilhetes VIP por 240 euros (site oficial e FNAC) e contemplam serviço de estacionamento e shuttle para a Cidade do Rock. Na FNAC existe também o pack “Nós Vamos” que inclui 4 bilhetes para a mesma data por 220 euros.
 
O Pack Abreu Rock in Rio Express inclui transporte de autocarro ida e volta de várias cidades do país para a Cidade do Rock e está à venda nas lojas da Agência Abreu por 77 euros.
 
A CP disponibiliza mais uma vez um passe que combina a viagem de ida em qualquer comboio Intercidades regular no eixo Porto-Campanhã/Lisboa Oriente e volta no comboio especial da madrugada.
O RockCard CP tem um preço único de 92 euros e inclui transferes entre a estação de Lisboa Oriente e a Quinta da Bela Vista Cidade do Rock, onde decorre o evento. Os comboios especiais, que estarão disponíveis ao público em geral, terão partida de Lisboa Oriente  e farão paragem em Santarém, Entroncamento, Pombal, Coimbra B, Aveiro, Espinho, Gaia e Porto Campanhã.
 
Recorde-se que os ingressos para o dia 26 de maio estão esgotados no Continente, mas poderão ser adquiridos através dos outros meios disponíveis.
 
Faltam 5 dias para a festa começar. Estás preparado/a?!
 
Publicado em Rock in Rio
A discoteca Lux Frágil voltou a figurar no Top 100 dos melhores clubs do mundo, divulgado pela revista britânica DJ Mag. Este espaço de referência na noite nacional desceu este ano 22 posições (61.º lugar em 2017) e ocupa agora o lugar número 83 numa listagem liderada pela terceira vez pela discoteca brasileira Green Valley. O segundo e terceiro lugar é ocupado pela Ushuaïa em Ibiza e pelo Zuk Club localizado em Singapura.

De acordo com o CEO da Green Valley, Eduardo Phillips, esta conquista é um presente de aniversário bastante especial. "É o reconhecimento do público e da crítica especializada. Não poderíamos ter conquista melhor para a comemoração dos dez anos do club do que voltar ao topo pela terceira vez", afirmou.

Este Top 100 foi apresentado na passada quarta-feira, dias depois da notícia do falecimento do fundador da discoteca Lux Frágil, Manuel Reis, vítima de doença prolongada.

Confere em baixo a listagem completa.

1. Green Valley
2. Ushuaïa
3. Zouk Singapore
4. Echostage
5. Hï Ibiza
6. Papaya
7. Octagon
8. Pacha Ibiza
9. Fabric
10. Berghain
11. Bootshaus
12. Amnesia
13. Noa Beach Club
14. Printworks
15. Dc-10
16. Motion
17. Guaba Beach Bar
18. Warung Beach Club
19. Zouk Kl
20. White Dubai
21. Elrow (Row14)
22. Exchange La
23. Omnia
24. Ministry Of Sound
25. Aquarius
26. El Fortin
27. The Warehouse Project
28. Output
29. Laroc
30. Hakkasan
31. Avalon Hollywood
32. Barbarellas
33. Kalypso
34. Egg London
35. Marquee
36. Tobacco Dock
37. Fabrik
38. Cavo Paradiso
39. Baum
40. Culture Club Revelin
41. Myst
42. Privilege
43. Beachclub
44. Lost Beach Club
45. Digital Newcastle
46. Elements
47. Watergate
48. Illuzion
49. Versuz
50. Rex Club
51. Schimanski
52. Concrete
53. Razzmatazz
54. Matahari
55. Duel:Beat
56. Womb
57. Tresor
58. Xoyo
59. Tenax Club
60. Velvet
61. Foundation Nightclub
62. Yalta Club
63. Panama
64. Robert Johnson
65. Space Plus
66. Phonox
67. Cé La Vi
68. Guendalina
69. Sankeys Ibiza
70. Sky Garden
71. Mad Club
72. The Palace
73. Space One
74. Eden
75. Oqtagon
76. De School
77. Onyx
78. Sos Club
79. Arma 17
80. Heart Nightclub
81. D-Edge
82. Chinese Laundry
83. Lux Fragil
84. Propaganda
85. Jewel Nightclub
86. Goa Club
87. Halcyon
88. Catwalk
89. Studio 338
90. Zig Zag
91. Club Galame
92. Colosseum Club
93. E11even
94. Home Sydney
95. Club Space Miami
96. Ageha
97. House Of Yes
98. Sub Club
99. Club Piccadilly
100. Coda
Publicado em Nightlife
Decorreu este fim-de-semana em Lisboa o primeiro Congresso Profissional de Música Electrónica onde tive o prazer de estar presente e onde fui convidado para partilhar um pouco da minha experiência na conferência sobre "Carreiras e Agenciamento". Se é de saudar esta iniciativa, terei também de partilhar convosco o meu ponto de vista onde todos temos errado nesta indústria. 
 
Existem uma série de questões relacionadas com esta indústria que terão de ser resolvidas e este primeiro passo foi extremamente importante, no entanto, não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes. Não sei se foi por falta de informação, se teriam estado todos a trabalhar num fim-de-semana à tarde ou se é o que eu penso e cada um só pensa no seu "umbigo" ou se fica com o "orgulho" ferido por não ter recebido um convite formal para estar presente. 
 
Neste Congresso, a conferência mais aguardada era a que iria colocar todos os presentes em "confronto/debate" com os representantes do IGAC, SPA e PASSMÚSICA.
A meu ver, nada do que se pretendia foi alcançado (apesar da abertura para debater os mais variados assuntos por parte das diferentes entidades). 
Esta Conferência e os assuntos relacionados com a mesma deveriam ter tido uma duração muito superior à que teve e onde houve muita gente que não teve oportunidade de colocar as suas questões e ver esclarecidas as suas dúvidas. Mais importante que isso, foi o facto de tudo o que ali foi falado, não adiantou em nada. Ficou por resolver (ou agendar/planear como e onde o resolver) a profissionalização da profissão de DJ, não ficou resolvida nenhuma questão relacionada com as plataformas musicais e apenas ouvimos mais do mesmo... FACTURAS E PAGAMENTOS. Possivelmente as melhores informações vieram da parte de onde menos se esperava (Passmúsica e IGAC) no que diz respeito às fiscalizações, onde as intervenções dos dois elementos ligados à fiscalização mostraram a abertura possível e explicaram que apenas exercem o que a lei (ou ausência dela) exige e o que os artistas/DJs deverão fazer e facilitar no caso de serem fiscalizados. 
 

(...) não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes.

 
Um primeiro passo foi dado... há abertura por parte das entidades para ouvir os DJs, produtores e os seus representantes, no entanto nada disto irá acontecer porque continuamos nesta indústria a "assobiar para o lado" e ficamos à espera que haja alguém que a resolva em vez de haver uma união e que, em conjunto, seja exercida a devida pressão necessária, deixando "brechas" para que haja uns "iluminados" que abrem associações ilegais, sem estatutos e que não representam ninguém e onde apenas vivem para aumentar a sua conta bancária pessoal e o seu ego (falo directamente e abertamente da APDJs e do seu representante). 
 
Existem apenas 2 passos que podem ser tomados. A abertura LEGAL de uma associação e um sindicato para os DJs e Produtores de música electrónica (o que é praticamente impossível) porque terá de ser provado junto do Governo que a profissão é necessária e tem de ser legislada sendo de interesse público ou teremos de em conjunto com as entidades supracitadas (IGAC, SPA e Passmúsica) conseguir que as mesmas façam chegar essa informação a quem poderá efectuar a legislação devida para a "nossa" profissionalização. 
 
Existe algo que podemos usar como "trunfo" ou forma de conseguir ser ouvidos. A SPA é regida pelas normas "associativas", assim sendo, a única forma que temos disponível para que a nossa voz seja ouvida é termos voz activa dentro da SPA. Não podemos tentar lutar "de fora" e a única forma de fazer algo é estarmos dentro das Associações. Se os milhares de DJs e produtores de música electrónica formarem uma lista associativa (onde todos terão de estar inscritos como associados da SPA) e concorram com essa lista de elementos na próxima Assembleia Geral para a eleição dos órgãos sociais da SPA, com toda a certeza que seremos "olhados" de outra forma por parte de todas as entidades. Se conseguirmos fazer parte da solução e não do problema e conseguirmos ter voz DENTRO de quem realmente consegue ter voz e poderá ajudar, todos irão sair a ganhar com este processo. Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos, que resolva o problema da nossa indústria onde o que se pretende é uma profissionalização e que não sejam os DJs e Produtores a pagar, entregar dividendos a autores e produtores que não fazem nada à uma série de anos, que não representam nada (actualmente) na indústria discográfica, dos espectáculos ou entretenimento e que principalmente as entidades percebam que a realidade da reprodução/produção e venda da musica já não é a mesma de à uns anos atrás. 
 

Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos(...)

 
Não vamos conseguir explicar que as verbas terão de vir de uma taxa sobre quem fornece o serviço de Internet (operadoras) e que não pode ser imputada uma responsabilidade a quem pretende oferecer a sua música, seja ela para execução pública ou privada. Não vamos conseguir explicar que um "Remix" é uma obra nova (apesar de quando é editado a SPA já o considerar como tal), não vamos conseguir explicar que não temos documentos nem facturas quando uma "promo" ou uma faixa é disponibilizada para "free download" e que não podemos pedir (nem nenhum produtor o fará) um documento escrito com a identificação a quem foi "dada" uma determinada obra (imaginem o que seria se os U2 ou o Bono tivesse de passar um documento a todos os que descarregaram o último trabalho gratuito pelo iTunes). 
 
Só de dentro para fora poderemos ser escutados e se, de uma vez por todas, unirmos os esforços e assumirmos o compromisso que queremos ver legislada a "nossa" profissão e a forma como a desempenhamos bem como os meios que são utilizados. Esta é uma profissão e uma indústria que devidamente trabalhada é do interesse público, gera receitas e fontes de rendimento e inerentemente poderá trazer ao nosso País uma fonte de rendimento acrescida e contribuir directa e indirectamente para o seu crescimento.
 
Ricardo Silva
DWM Management
 
Publicado em Mix
quarta, 23 maio 2012 23:00

A Cidade do Rock (Mapa)

 
Publicado em Rock in Rio
Pág. 1 de 40
100% DJ. Projeto editorial independente cujos valores se guiam pelo profissionalismo, isenção e criatividade, tendo como base de trabalho toda a envolvente da noite nacional e internacional, 365 dias online.

Newsletter

Recebe novidades e conteúdos exclusivos no teu e-mail.

Este site utiliza cookies. Ao navegares neste site estás a consentir a sua utilização. Para mais informações consulta a nossa Política de Privacidade.