06-06-2020
  Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Diária
A dupla composta por DJ Ride e Stereossauro voltou a sagrar-se campeã do mundo no IDA World DJ Championships, que decorreu no passado fim-de-semana, na categoria “Show”.
 
Esta já é a segunda vez que os artistas portugueses vencem a mais prestigiada competição de scratch e turntablism, depois de também alcançarem o topo do pódio em 2011. Na categoria técnica, Stereossauro ficou colocado em 4º lugar, enquanto que na competição online os Beatbombers sagraram-se vice-campeões.
 
A competição decorreu em Cracóvia, na Polónia e o prémio foi entregue aos Beatbombers pelos júris do concurso Scratch Perverts, Kentaro, Rafik, Esquire e DJ Erie. 
 
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domingo, 11 junho 2017 23:29

DJ Ride confirmado este verão na Echo

A nova discoteca de Tavira, ECHO, confirmou nos últimos dias a presença de DJ Ride, membro dos Beatbombers, no próximo dia 19 de julho. A sua atuação promete ser um dos pontos altos do verão deste novo local de diversão noturna algarvio.
 
DJ Ride prepara-se para lançar o álbum de estreia dos Beatbombers, em conjunto com Stereossauro, no próximo dia 20 de junho, em download gratuito e numa edição física limitada.
 
A ECHO recebe na sua inauguração os Meninos da Vadiagem com convidados especiais no dia 1 de julho, estreando assim o espaço com a promessa de ser um verão em grande no sotavento.
 
No cartaz da discoteca está também confirmada a presença de Wiwek, Flow 212, Supa Squad, Phoenix R. D. C., Valas, Dynamic Duo, MC Zuka, Xeg, Francisco Cunha e Sirhound.
 
O Portal 100% DJ é Media Partner Oficial deste projeto.
 

 

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A mais recente campanha publicitária do Festival Eurovisão da Canção de 2018 foi divulgada recentemente e conta com um remix de “Verdes Anos”, um original de Carlos Paredes numa nova versão dos Beatbombers.
 
A dupla campeã mundial de scratch, composta por DJ Ride e Stereossauro, juntou a sonoridade tradicional com o som próprio dos Beatbombers, resultando num tema único.
 
A campanha já conta com mais de 450 mil visualizações e pretende mostrar a cidade de Lisboa, que irá receber o festival no próximo ano depois de Salvador Sobral sagrar-se vencedor na última edição.
 

 

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quinta, 02 abril 2015 17:47

DJ Ride está a preparar novo álbum

O DJ e produtor português DJ Ride está em estúdio a gravar um novo álbum. Após “Psychedelic Soundwaves”, “Turntable Food” e “Life In Loops”, o seu quarto disco de originais, ainda sem título, contará com colaborações especiais de MGDV, Capicua, HMB e Stereossauro.
 
Outra das novidades para este ano é o seu novo espetáculo “Pixel Thrasher”, que terá uma segunda edição.
 
DJ Ride foi um dos artistas escolhidos pelo Portal 100% DJ, na iniciativa “Os 20 + de 2014”, que pretende reconhecer os DJs que mais se destacaram no ano passado.
 
Publicado em Música
"DJ Ride Pixel Thrasher live by Nokia Lumia" é o evento que a TMN criou para assinalar o lançamento do Nokia Lumia 920. Live sets interativos ao som de DJ Ride, na Baixa-Chiado PT BlueStation em Lisboa e na loja TMN Boavista no Porto, marcam a iniciativa, que junta tecnologia e música num espetáculo que procura proporcionar "momentos únicos" aos fãs de gadgets.
 
O lançamento do Nokia Lumia contará com uma campanha de comunicação multimeios com presença em Imprensa, Rádio, Internet, mupis de rua e mupis especiais em algumas estações de metro de Lisboa que vão permitir aos passageiros ver e ouvir vídeos do DJ com uma contagem decrescente para DJ Ride Pixel Thraser Live by Nokia Lumia.
 
Sexta-feira, dia do lançamento do novo smartphone, estes mupis especiais – desenvolvidos pela MOP em parceria com a agência de meios Carat - transformar-se-ão em ecrãs que vão transmitir em direto o evento a ter lugar na estação PT Bluestation. Será nas estações do Oriente, Saldanha, Cidade Universitária, Cais do Sodré e Rossio.
 
"Materializar as vantagens de ter permanentemente à mão um Nokia Lumia 920" é o objetivo da organização, que pretende atribuir às pessoas um "lugar central" no primeiro contato com o telefone.
 
Publicado em Mix
segunda, 08 junho 2015 20:28

“Ciúmes” é o novo single de DJ Ride

O DJ e produtor Ride, oriundo das Caldas da Rainha, lançou o primeiro single do novo álbum “From Scratch”, intitulado “Ciúmes”, em colaboração com os HMB. O videoclip foi filmado em Londres e conta com a participação de atores locais e produção de Stef & Ivo.
 
O novo álbum de originais tem data de lançamento prevista para o final de setembro, reunindo nomes como Valete, Free The Robots, Capicua, Sterossauro, Jimmy P, Dengaz, Zacky Man, Lewis M, MGDRV, Mia Holiday e Holly, o irmão de DJ Ride.
 
O live act audio visual do produtor português, Pixel Trasher, ganhou recentemente uma nova versão, estreada na Queima das Fitas de Coimbra. Neste espetáculo, DJ Ride manipula a imagem e o som em tempo real.
 
Recorde-se que DJ Ride foi um dos artistas escolhidos pelo Portal 100% DJ como um dos portugueses que mais se destacou no ano passado, na iniciativa "Os 20+ de 2014".
 
Publicado em Música
segunda, 12 outubro 2015 21:55

DJ Ride lança novo single com Capicua

“Fumo Denso” é o nome do mais recente single de DJ Ride, que conta com a participação especial de Capicua. O DJ e produtor português prepara-se agora para lançar o seu novo álbum intitulado “From Scratch” no próximo dia 6 de novembro, com o selo da Nortesul.
 
O videoclip do single também já foi divulgado, com a realização a cargo da Bro e Sónia Balacó e Tiago Lobo no elenco. O álbum contém várias participações especiais com grandes artistas nacionais como Dengaz, HMB, Stereossauro, Holly, Jimmy P e Valete.
 
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Publicado em Música
"Arranha discos" como ninguém, e isso faz dele um campeão a nível mundial e nacional. É uma referência na música urbana, dando cartas na mistura de diferentes sonoridades. Em conjunto com o Stereossauro, forma os 'Beatbombers', onde assegura existir um companheirismo que os faz puxar um pelo outro.
Nesta entrevista exclusiva ao Portal 100% DJ, confessa não ter qualquer tipo de segredo na ponta dos dedos para conseguir triunfar importantes títulos, antes pelo contrário, Ride considera que este é o resultado de "muito treino, muitas horas no estúdio a aprender técnicas novas e a idealizar set's". Na manga para concretizar, a curto prazo, tem "cenas novas" enquanto 'Beatbombers', e um novo espetáculo que sincroniza música, vídeo e luzes.
Também nesta conversa, analisa o Turntablism e o Scratch em Portugal, revela as suas referências, com quem gostava de fazer um B2B e comenta a questão da pirataria. Estas e outras curiosidades, na primeira pessoa: eis DJ Ride.
 
 
Como surgiu a tua incursão na música?
Antes de se tornar no meu "ganha pão" a música esteve sempre presente, fosse nas aulas de teclados que tive com 10 anos, em programas de rádio que tinha mais uns amigos quando andava na escola, ou em brincadeiras com os primeiros softwares de produção a que tive acesso. Eu tive sempre um fascínio enorme pelo gira-discos (a minha Mãe contou-me que quando tinha dois anos de idade apanhei-a distraída e parti a agulha do gira-discos lá de casa, naquele que foi provavelmente o meu primeiro scratch). Nunca consegui explicar muito bem, mas sabia que podia utilizar o scratch como um instrumento e que isso me iria ajudar ao vivo e na produção, e assim foi.
 
Quando compraste o teu primeiro gira-discos? Ainda o usas ou está 'relegiosamente' guardado?
Em 2002. Ainda o uso bastante porque é o clássico Technics MK2, tenho também um vestax PDX e um Vestax QFO, mas continuo a tocar com os Technics.

Em conjunto com o Stereossauro, formas os 'Beatbombers'. Como surgiu esse projeto?
Somos da mesma cidade - Caldas da Rainha -, e conhecemo-nos mais ou menos quando estávamos a começar. Tornámo-nos grandes amigos e sentimos que devíamos oficializar aquilo que já fazíamos quando tocávamos juntos. Aprendemos e evoluímos muito, quer no scratch ou na produção, sempre puxámos muito um pelo outro. Ganhar o Mundial foi muito importante e foi recompensador por todo o trabalho que já desenvolvemos no Turntablism.
 

Não existem segredos. No fundo é muito treino, muitas horas no estúdio a aprender técnicas novas.


Desde 2003 que ganhas importantes títulos. Podes revelar-nos o ou os segredos que tens na 'ponta dos dedos'?
Penso que não existem segredos. No fundo, é muito treino, muitas horas no estúdio a aprender técnicas novas e a idealizar os sets. No que diz respeito aos campeonatos, há uma disciplina que não pode ser descurada, tens de planificar, produzir e treinar os sets ao segundo. Nos primeiros campeonatos cheguei a mandar fazer ''dubplates'' com os meus próprios samples, hoje com o ‘serato’ essa parte é mais simples. 

O que representa para ti cada título recebido? É um estímulo para desenvolver mais e melhor?
É uma recompensa pelo trabalho, principalmente pela parte que ''não se vê'', das centenas de horas fechado no estúdio a aprimorar técnicas e a criar. Todo esse processo ajuda a melhorar, a evoluir e a crescer como DJ e como músico.
 
Ter o título de 'Campeão do Mundo' é, de certa forma, uma grande responsabilidade...
Sem dúvida. Eleva a fasquia e há sempre uma pressão acrescida nos sets porque o público quer ver um pouco daquilo que fazemos nos campeonatos, mas eu lido bem com isso.

 
Quando participas em competições, guardas algum amuleto? Tens algum ritual supersticioso?
Sim, tenho alguns rituais e guardo sempre as credenciais e alguns prémios. Sou bastante supersticioso, entro sempre com o pé direito em palco, por exemplo.

Fala-nos um pouco sobre o projeto 'Pixel Thrasher'.
O live-act ''Pixel Thrasher'' é o meu show de vídeo scratch, em que manipulo som e imagem ao mesmo tempo, tudo através dos pratos. Uso o software 'Serato vídeo', em vez de passar ficheiros áudio passo vídeos, que saem diretamente para o projetor ou led wall. Tive uma equipa de seis pessoas a trabalhar, pessoal da Rockit Video dirigidas pelo Gonçalo Santos, desde conteúdos originais, edições de vídeos virais, temos um featuring do Bruno Aleixo - bastante conhecido -, e algum sampling de filmes clássicos.
 

É uma lufada de ar fresco que a movida noturna precisa?
Acho que esse 'refresh' está a acontecer, com muito sangue novo, novos projectos dentro da eletrónica mais alternativa e novas promotoras.
 
Trabalhas com várias marcas. Consideras que as mesmas são importantes na carreira de um artista? Em que moldes?
Muito mesmo. Depende sempre dos objetivos e da forma como queres gerir a tua carreira, e como consegues conciliar isso sem comprometer a parte ''artística''. Graças a parcerias que criei com algumas marcas, consegui financiar discos, projetos, ajuda nas minhas tour's e arranjar mais equipamento para o estúdio e para os meus gigs (com o sponsor da Rane, por exemplo). Sem todos os apoios dificilmente conseguia financiar os meus álbuns, investir no estúdio, equipamento e projetos, vídeos, etc... Tenho tido sorte, também porque nunca ninguém me impôs nada, a nível musical ou estético, sempre participei em coisas com o qual me identifiquei a 100% e sempre respeitaram as minhas escolhas musicais. De outra maneira, recusava.

Qual o gig que mais te marcou e porquê?
Sudoeste 2010, Pixel Thrasher no LUX e o primeiro Mundial em que participei (e o de 2010). Em 2007 fiquei em último lugar, em 2010 fiquei em primeiro. Foi uma boa lição.
 
Quais são as tuas referências e com quem gostarias de fazer um B2B?
Desde Q-bert, D-styles, Ricci Rucker, a Modeselektor, Zomby, Mala, Lunice, A-trak, dj Craze, Flying Lotus, J Rocc, Dimlite, Prefuse 73 e muitos outros... Um B2B... provavelmente com o J Rocc, Egon, Edan ou o Craze.
 
Nos dias de hoje, o que consideras mais importante para um DJ ter sucesso?
Apresentar algo diferente dos outros. Ter conteúdos frescos e originais, produzir boa música e, mais do que nunca, ter uma boa performance ao vivo.
 
Como é que vês o Turntablism e o Scratch em Portugal? Há condições para crescer e motivação necessária para quem deseja começar?
Existem bons scratcher's e muito bons DJ's. Penso que se calhar falta mais união, jam sessions e brainstormings. Faltam também mais tools (só existem dois discos de scratch, o Tuga Breakz/beatbombers e o 180 GR). Os campeonatos têm sido irregulares a meu ver, porque existem uns com muitos participantes e outras edições com muito pouca gente, talvez mais divulgação e profissionalismo nestas ações, ajudava. Mas temos muito pessoal com talento e bastante motivados. E sem dúvida pelo que já alcançámos (Beatbombers), isso serve de motivação e animo a nossa comunidade.
 
Já te passou pela cabeça dar formação na área?
Eu dei aulas durante dois anos na ETIC e dou vários workshops. É importante passar a mensagem e dar algo para a comunidade. Adoro partilhar aquilo que sei, e adoro estar ao lado de pessoas cheias de vontade e motivadas para aprenderem coisas novas.
 
Consideras que os portugueses são um público dificil de agradar?
É relativo. Depende do meio... Provavelmente nos grandes centros urbanos temos um público mais informado, e em certas zonas do país ainda temos pessoas que só ouvem house comercial e o que passa na Rádio. A Internet teve um papel super importante na divulgação da música, principalmente de cariz mais alternativo. Hoje com o público mais novo, têm um gosto mais vasto e, digamos, mais crossover e open minded do que no passado. Acho que os 'tugas' são difíceis de agradar quando experimentas coisas diferentes do seu registo ''habitual''. Às vezes parece que querem ouvir sempre o mesmo set, ou um caminho mais ''obvio''. Mas depende sempre do contexto e de onde se toca e para quem se toca. Sinceramente, acho que estamos a atravessar uma altura excelente para quem arrisca, já que existem muitos estilos que não funcionavam há uns anos atrás e hoje em dia há muito mais procura por coisas diferentes.
 

Penso que as pessoas têm de se habituar a voltar a pagar pela música que ouvem.

Como vês o assunto da pirataria, downloads ilegais, etc?
Acho que é uma questão de bom senso. Acho que toda a gente faz downloads ilegais, de uma maneira ou de outra. A questão passa por recompensar o artista mais cedo ou mais tarde. As vezes 'saco' coisas mas acabo sempre por comprar o vinil daquilo que realmente gosto e aí estou de consciência tranquila. 'Saquei' o MP3 para ouvir um pouco e assim que consigo compro o original ou vou ver um espetáculo e faço questão de pagar o bilhete. Penso que as pessoas têm de se habituar a voltar a pagar pela música que ouvem.
 
Que equipamento consideras essencial numa cabine?
O meu rider técnico reflete aquilo que para mim é essencial, mesa Rane TTM62, dois pratos Technics mk2 ou MK5, Pads Maschine, Mac Book Air e um micro shure SM58.
 
Quais são os teus projetos a curto prazo?
Produção, remixes, cenas novas enquanto 'Beatbombers', novo show a partir deste mês ''LIVE IN LOOPS'', é um live-act que engloba música, vídeo e luzes, tudo sincronizado, levado a cabo por mim e por uma equipa de quatro elementos, noites rockit e outras surpresas.
 
Que mensagem deixas aos leitores desta entrevista e do Portal 100% DJ?
Keep your ears Open! Keep Diggin! Keep Scratching! One love!
 
 
 
 
Publicado em Entrevistas
Liga a televisão e espera por um intervalo. Porquê? Porque a nova campanha publicitária da NOS tem a assinatura de um dos artistas de música eletrónica nacional mais reconhecidos: DJ Ride.
 
O produtor realizou um remix do tema “Don’t Stop Me Now” dos Queen que está agora presente em todas as publicidades da marca de telecomunicações.
 
A carreira de DJ Ride continua no seu auge e recentemente lançou o single “One Way Trop”, uma colaboração com Skan e M.I.M.E., além das suas datas a nível nacional e internacional. Está previsto para breve o álbum de estreia dos Beatbombers, dupla do qual também faz parte Stereossauro.
 
Recorde-se que o artista português foi um dos escolhidos pelo público para marcar presença no Top 30 de 2016 do Portal 100% DJ, ficando colocado na posição número 8.
 
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Publicado em Marcas
O português DJ Ride foi selecionado como wild card para representar Portugal na competição Red Bull Thre3Style no Japão e vai documentar a sua viagem através de vários vídeos “Follow The #LuckyBastid”. A estreia será amanhã, com a exibição de um episódio por dia, até 21 de setembro.
 
A competição de DJs Red Bull Thre3Style nasceu no Canadá em 2011 e até agora já sagrou três camepões: DJ Hedspin, DJ Four Color Zack e DJ Shintaro. A única regra deste concurso é que o DJ tem de repreoduzir, no mínimo, três estilos musicais diferentes, juntamente com as suas técnicas e competências. O jurí vai avaliar todos estes aspetos, incluindo ainda a reação do público.
 
DJ Ride foi escolhido para a competição pois segundo Skratch Bastid, DJ canadiano que ficou responsável por selecionar a wild card de 2015, o produtor português contém “equilíbrio entre técnica e musicalidade e as suas seleções”.
 
A eliminatória que poderá dar o acesso de DJ Ride à final será no próximo dia 19 de setembro (sábado), onde vai disputar o lugar com Mr. Skin e Bomber Selecta. A final vai ser no dia seguinte e será transmitida em direto para todo o mundo através de um live stream.
 
Mas DJ Ride não fica por aqui. O artista das Caldas da Rainha ainda arranjou tempo para enviar um freestyle de vídeo scratch par a categoria Visual DJ do DMC World DJ Championships e apelou aos seus fãs, através da sua página oficial de Facebook, para votarem no mesmo.
 
 
Publicado em Artistas
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