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segunda, 30 abril 2012 21:57

Warm Up

Warm up é um expressão do Inglês que significa "aquecer" ou "aquecimento". É utilizada na gíria dos DJ's quando se refere ao primeiro que toca, ou o que toca no início da noite.
Posto isto, a minha primeira crónica vem a propósito disso mesmo, dos "Warm up" na noite Nacional.

São raras as noites que no fim das mesmas, consigo comentar, "que grande Warm up que me fizeram hoje". Muito raras e é uma pena que em Portugal pouco ou nada se perceba desse assunto.
A globalização dos DJ’s, a aposta das casas em DJ’s residentes sem nenhuma cultura musical (excetuando os "hits" e "bootlegs" de "hits" do momento), levou a que não exista um cuidado com o ouvido do cliente.
A noite nos dias de hoje começa por volta das 2h30, e termina tarde, bastante tarde. Se não houver um cuidado musical, pode acabar bastante cedo, e como em tudo na vida, os preliminares são muito importantes.
Infelizmente, muitos DJ’s residentes não percebem que quando têm um DJ convidado, o Warm up, é talvez a parte mais importante para o sucesso musical dessa noite. É o trabalho que se faz antes do convidado que prepara o cliente para o que vem.
 
Nestes quase 5 anos que toco de Norte a Sul do país todos os fins de semana, raras foram as noites em que o Warm Up foi bem feito. O DJ residente é o responsável pela música da Discoteca o ano todo, não apenas quando lá vai um convidado, e o facto de não perceber isso, leva a que muitas vezes as noites não corram como esperado, ou da melhor forma. O DJ residente não percebe que tem o ano todo para brilhar (e aí sim, brilha, se o fizer o ano todo), não apenas aquela noite.
 
É muito triste ver DJ’s residentes a colocarem às 2h00 da manhã a fasquia tão alta que o convidado (por melhor que seja), pouco ou nada irá fazer depois. Esquece-se o residente que não está a brilhar nem a tirar protagonismo ao convidado, está pura e simplesmente a estragar a noite. Cansa os clientes, pois a loucura vem com os copos (e aquela hora ainda não "estão no ponto"), gasta músicas, fere ouvidos (muitas vezes até o som já está "no pico"), etc...
 
Um Warm up é para aquecer, não para escaldar assim que se chega à pista de dança.
É realmente triste ver que pouca ou nenhuma cultura se ouve nos dias que correm. Tocar os Hits todos antes do convidado entrar, muitas vezes tocar músicas do convidado, é realmente demonstrativo do que vai na noite nacional. Brilhar quando uma casa está cheia por um convidado, é fácil. Mas brilhar a sério é quando não se tem um convidado, e aí, aposto que até se faz um Warm Up em condições.
 
Um bem haja e controlem as emoções, a noite funcionará muito melhor, experimentem!! Abraço!
 
Massivedrum
www.facebook.com/massivedrum.official
Publicado em Massivedrum
A editora Newlight Records não poderia ter entrado da melhor maneira em 2013.
A sua primeira compilação digital foi lançada no passado dia 5 de janeiro e reúne as 16 melhores músicas do ano 2012.

Massivedrum, Di Paul e Silvio Luz, Kura, D-Rashid, Mavgoose & Quin e Praia Del Sol são apenas alguns dos produtores que assinam esta nova compilação de boa música, para ouvir em casa, no carro e até no trabalho.

Disponível para compra no Beatport, Itunes e em todas as lojas digitais.
Publicado em Música
O ano 2015 não podia ter começado da melhor forma para os DJs Dan Maarten e Massivedrum. Os dois artistas com reputação elevada no panorama noturno português têm agora um novo projeto a que deram o nome de "Future Is Now".
 
Este novo radioshow tem lançamento marcado para a meia-noite da próxima segunda-feira, 2 de fevereiro na emissora radiofónica Mega Hits. De duas em duas semanas e de forma alternada, os «mega» ouvintes poderão ouvir uma hora focada na dance music do futuro, numa viagem musical que também passará pelo baú dos clássicos, “sempre apostando na qualidade” referem ambos os artistas. A primeira edição terá a assinatura de Massivedrum.
 
Segunda-feira pelas 00 horas, não te esqueças de te ligar à Mega Hits, até porque o futuro é agora!
Publicado em Artistas
O evento Arcos Jovem regressa àquela freguesia de Estremoz para a sua 11ª edição, entre os dias 20 e 22 de julho, com um cartaz variado e música eletrónica de qualidade.
 
O primeiro dia vai ficar marcado pela atuação de DJ Rui Gonçalves numa festa que pretende recordar os maiores sucessos dos anos 90 e 2000.
 
Christian F e Massivedrum são os cabeças de cartaz da noite de sábado e prometem agitar a pista de dança do evento alentejano, com as sonoridades que os seus seguidores já estão habituados.
 
Além das atuações dos DJs, vai também decorrer um festival de dança, torneio Alcatrone, street-fut, zumba, uma concentração de motorizadas antigas e sobem ao palco outros artistas como Tinho Pinho & Bruno Cramez, Banda Gástrica e Baixinho do Fado.
 
Publicado em Eventos
"Spiritual Battery" do produtor nacional Paul Jays e editada em maio de 2001, foi a terceira referência da Magna Recordings. Rapidamente se tornou num dos "best-sellers" em vinil da editora a nível nacional e entrou em inúmeras compilações e charts internacionais, o que levou a Danny Tenaglia a considerá-la um dos seus clássicos de todos os tempos.

Depois do êxito de "Feel The Drums" de Carlos Manaça (Magna 001) e de "The First Tribal Feeling" de Pete Tha Zouk e Bruno Marciano (Magna 002), editados em 2000, "Spiritual Battery", veio cimentar a Magna Recordings como uma das principais referências da música electrónica mais underground em Portugal. 

20 anos depois da edição original, DJ Vibe, um dos principais embaixadores e referência máxima do underground nacional, quer como DJ, quer como produtor em Portugal, quis, com esta remistura, apresentar-nos uma excelente versão deep house do clássico da Magna Recordings, mantendo os vocais do tema original, perfeito para o Verão que se aproxima.

Também XL Garcia, outra das figuras centrais da música eletrónica em Portugal, e que conta já com uma vasta carreira, com participações como cabeça de cartaz em alguns dos maiores eventos nacionais, quis juntar-se a Massivedrum, um dos mais versáteis e prolíficos produtores nacionais, para apresentar uma remistura de progressive house, com um espírito bem diferente da versão original.

Apesar de manterem as percussões e os vocais, conseguiram levar "Spiritual Battery" a um outro nível, acrescentando até um "acid break", que irá surpreender os (muitos) fãs da versão original e que se enquadra ainda mais na música house.

A edição 110D da Magna Recordings inclui também um novo master produzido por Carlos Manaça na Beat Works, da versão original de 2001 - Extended Lithium Mix.

As Remixes de "Spiritual Battery" já se encontram disponíveis na loja online Beatport e nas restantes lojas e plataformas de streaming.
 

Publicado em Música
sexta, 17 dezembro 2010 22:20

Massivedrum lança desafio

O conhecido DJ e Produtor português, acaba de lançar um desafio a todos os criativos, baseado num contest para a criação de um logótipo 'Massivedrum'.

Este desafio está aberto a todos os que quiserem participar e o logótipo oficial de Massivedrum, irá ser escolhido pelo próprio após uma selecção dos vários trabalhos gráficos que serão enviados.

O criativo vencedor terá como prémio um jantar com o artista e direito a lugar priveligiado na cabine, próximo daquele que é considerado o 'melhor produtor nacional'.
 
A participação neste concurso, não dispensa a consulta do regulamento pormenorizado do mesmo, no Facebook do DJ/Produtor.
Publicado em Artistas
quarta, 15 junho 2016 21:20

Massivedrum lança novo videoclip

O DJ e produtor Massivedrum acaba de lançar um novo videoclip do seu mais recente single “Made Of Sand”. A faixa foi editada no passado dia 16 de maio e conta com o selo da editora Sirup Music.
 
“Made Of Sound” é um tema com sabor à época do verão, sons exóticos, piano e xilofone, num estilo Balearic/Tropical House, que irá certamente ser um sucesso nas pistas de dança durante os próximos tempos.
 
A faixa já está disponível nas lojas digitais mundiais e nas plataformas de streaming. Recorde-se que Massivedrum foi um dos artistas presentes na iniciativa “Os 20+ de 2015”, que distinguiu os DJs e produtores nacionais que mais se destacaram no ano passado.
 
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Publicado em Música
A organização do Sumol Summer Fest, que decorrerá entre os dias 2 e 4 de julho, na Ericeira, confirmou a presença dos DJs residentes da Mega Hits para os sunset’s na Praia de Ribeira D’Ilhas.
 
No dia 3 de Julho irão subir ao palco do Soundset Ribeira D’Ilhas o DJ Kwan e Hugo Rizzo, enquanto que no dia seguinte será a vez de Dynamic Duo, Dan Maarten e Massivedrum.
 
O Soundset Ribeira D’Ilhas será o novo palco da edição de 2015 do Sumol Summer Fest, onde irão decorrer festas nos finais de tarde.
 
Os bilhetes de acesso ao festival já estão à venda na Blueticket, Fnac, Worten, El Corte Inglés, ABEP, Portimão Arena, Turismo de Lisboa, Media Markt, MEO Arena e nas bilheteiras do recinto. Os preços são entre os 40 euros para o bilhete diário e os 65 euros para o passe com capismo (até 31 de março).
 
Publicado em Festivais

Com um percurso musical de 20 anos, Massivedrum é detentor de uma das mais sólidas carreiras a nível nacional no que à música de dança eletrónica diz respeito. O seu tempo divide-se entre o DJing e a produção musical, entre remixes e originais que tem a possibilidade de os lançar nas suas duas editoras. O seu mais recente tema chama-se “Hero” e conta com a colaboração com uma das maiores vozes da house music: Shawnee Taylor. Com várias presenças no estrangeiro, não só em clubs como também em grandes festivais, é um nome que figura constantemente nas playlists de rádios e DJs de todo o planeta, elevando desta feita o seu estatuto profissional.

Em entrevista exclusiva ao Portal 100% DJ, Massivedrum fala na primeira pessoa sobre a sua carreira, as faixas produzidas, opina sobre o cenário atual da música eletrónica e revela pormenores interessantes dos próximos trabalhos que tem na manga.

 

Existe algum segredo para deter uma carreira sólida com quase 20 anos?
Eu penso que existe e tem vários nomes. Trabalho árduo, sacrifícios, dedicação, mas também uma característica muito importante: amar incondicionalmente o que se faz e ser fiel à sua arte e identidade. 
 
Quais as principais mudanças que marcaram estes teus últimos anos de carreira?
Penso que os meus últimos anos de carreira foram marcados pela mudança de um Massivedrum adolescente para um mais adulto. Mudei muito musicalmente. Passei a preocupar-me muito mais com a musicalidade das minhas produções do que há uns anos atrás, em que pensava única e exclusivamente na pista. Hoje em dia penso muito mais no que a faixa pode provocar no íntimo das pessoas, na sua longevidade e acima de tudo, na sua musicalidade. Acho que é algo que acontece com o tempo, com naturalidade.  
 
Quais são as três melhores palavras que a definem?
Trabalho, sacrifício e dedicação.
 

Passei a preocupar-me muito mais com a musicalidade das minhas produções do que há uns anos atrás (…)

 
Qual foi a música que mais prazer te deu a produzir e porquê?
É uma questão um pouco ingrata. Tenho várias. Costumo destacar a “Fingerprint”, porque foi uma faixa produzida para exteriorizar alguns fantasmas e sentimentos negativos que assolaram a minha vida na altura. Foi uma época que tive bastantes problemas e dificuldades e foi naquela faixa que me refugiei. É um exato espelho do meu estado de espírito na altura. Foi um grito de revolta. Depois, existe o remix que fiz para os Kentphonik, “Hiya Kaya”, que recordo-me que 90% das pessoas a quem disse que iria fazer o remix oficial, me aconselharam a não fazê-lo. Bem, segui o meu instinto e em conjunto com o DJ Fernando fizemos o que ficou ao ouvido de todos. Deu-me bastante prazer. Este ano, a faixa em conjunto com a Shawnee Taylor passou a fazer parte deste lote. Era um sonho antigo. Encheu-me o coração!
 
O teu novo tema “Hero” tem a participação de uma das maiores vozes da house music, Shawnee Taylor. Como surgiu esta colaboração?
Bem, eu passo a semana em estúdio, ora a produzir remixes, ora a produzir originais. Esta colaboração surgiu de um instrumental que tinha, e tanto eu como o meu agente achámos que poderia agradar à Shawnee. O contato foi feito, ela pediu para ouvir e o resultado está à vista. Foi algo muito natural. Para mim não muito, pois senti-me um miúdo com cinco anos a quem dão doces! 
 
Alguns dos temas cantados por Shawnee Taylor, como “Live Your Life” ou “Devontion”, influenciaram esta tua nova produção?
Não, pois como respondi antes, o instrumental já existia. Produzi porque o senti naquela altura assim. Não tinha um propósito, poderia até ter sido aproveitado para um remix. Mas, eu e o meu agente sentimos algo nele e como a Shawnee era um desejo antigo, avançou-se dessa maneira.
 
 
Já remisturaste temas para grandes nomes como Bob Sinclar, Axwell ou Chus & Ceballos. Há algum segredo ou uma regra a ser respeitada quando se faz um remix para um artista?
Eu por norma não sigo. Há duas maneiras de editar remixes. Ou o artista te contrata para o fazeres ou fazes e envias para o artista. Existem sim, diferenças entre estes dois casos. No primeiro, o artista contrata-te porque a tua sonoridade no momento agrada-lhe e ele quer um remix teu dentro desse estilo. No segundo caso, fazes algo que sentes, mesmo sendo diferente do que te carateriza e envias para o artista. Se ele gostar, edita. Felizmente tem-me corrido bem nos dois casos.
 
Em 2013 escreveste na crónica "From a Paradise Called Portugal", para o Portal 100% DJ, que a crítica especializada dizia que era 'in' ouvir um disco de dança nacional. Achas que no futuro vamos dançar ao som de um disco de dança português com orgulho?
Quero acreditar que sim. Foram realmente tempos que deixam saudades. A união artística era fantástica e conseguiu-se mesmo isso. Quando entrava uma faixa nacional, era a loucura, um orgulho. Acredito que isso será possível de novo, mas muito terá de mudar no panorama musical nacional. Há um longo caminho ainda a percorrer.
 
Quem consideras a grande revelação da música eletrónica nacional e internacional?
Se olharmos para os nomes fortes da dance scene nacional, já nenhum é revelação. Não sei quem é ou será, a grande revelação, mas quem for, será numa altura complicada. A nível internacional, apareceram muito bons artistas neste último ano, mas por norma não gosto de destacar ninguém, pois o que para mim interessa é a música num todo. Destacar alguém num estilo pode negligenciar outro alguém num estilo diferente. Para mim, distinções nesta arte, que é tão vasta, são um pouco injustas.
 
No teu entender existe união e respeito na música eletrónica em Portugal? O que mudarias?
Tenho uma frase muito simples para esse assunto: Menos queixas, mais trabalho. Mais respeito, mais valores morais. Se tudo isto existisse, a união, o respeito e a valorização global apareceriam naturalmente. É um assunto delicado porque em Portugal, a própria indústria não é saudável, está corrompida e quando assim é, só os artistas não chegam para a mudar. 
 
Atualmente és tutor de duas editoras. O que te levou à criação das mesmas?
Foi algo que acho que é natural num DJ/Produtor. Havia muita música minha que eu não conseguia editar. Assim, criei uma label minha, a NewLight Records. Acabava por poder editar o que me apetecesse e era algo que podia servir para expandir o meu nome. Na altura não esperava que viesse a ter nomes tão sonantes como Blasterjaxx, D-Rashid, Bryan Dalton, Carlos Silva, Rancido, Praia Del Sol, Mavgoose & Quinn entre tantos outros. Cheguei a ter releases que foram número um em França, Bélgica e Holanda. O que começou com muita descontração acabou por se tornar num caso sério. Recentemente abri uma sub-label, mais virada para o Deep-House, Tech-House, Future House, etc. Recebia muitas promos boas mas que não encaixavam na linha da NewLight, por isso, decidi abrir a sub-label.
 
Em conjunto com Dan Maarten, assinas um novo radioshow da Mega Hits intitulado “The Future Is Now”. Na tua visão como vai ser o futuro da música eletrónica?
Penso que é difícil prever o futuro de algo que pode evoluir a cada hora. A música eletrónica desde o seu início estava “condenada” a andar de braço dado com a evolução. O conceito deste radioshow, tal como o nome indica “Future Is Now”, é tentar mostrar o que poderá vir a ditar o futuro, mas é sempre uma incógnita. Na minha opinião, a indústria vai dar uns passos atrás, pois perdeu-se muito o conceito musical na música de dança. É preciso recuar para moldar um futuro que possa semear nas gerações futuras a ideia de que sim, ainda vale a pena estudar e aprender a tocar instrumentos…
 

A indústria vai dar uns passos atrás, pois perdeu-se muito o conceito musical na música de dança.

 
Que novidades podes revelar sobre o futuro da tua carreira?
Em termos de djing, este ano vou voltar à Holanda e ao seu grande festival de verão, o Latin Village. Vou marcar presença também num grande festival em Toulouse, França, num cartaz que conta com nomes como The Cube Guys, Franky Ricardo, Gregor Salto, Roul & Doors, entre outros. Também já muito em breve, estarei no Sumol Summer Fest e a já obrigatória passagem pelos grandes festivais do nosso paraíso, os Açores. Em termos de produção, tenho remixes a sair em breve para as lendas do French-House, os Superfunk, que este ano vão atuar no Tomorrowland. A par do remix, temos também uma colaboração em mãos. Vou editar também o remix para o super-clássico dos Hardsoul com Ron Carroll, “Back Together”. Quanto a originais, já estou a trabalhar o “follow up” single desta minha colaboração com a Shawnee Taylor, “Hero” e tenho para breve a edição de um tema na Safe Music dos Deepshakerz. Mas acima de tudo, continuar a trabalhar, pois é isto que me faz feliz.
 
Que mensagem gostarias de deixar aos leitores do Portal 100% DJ?
Que continuem fiéis a este fantástico portal, pois está sempre em cima do acontecimento. Conteúdos muito ricos e informação séria são as principais qualidades. Queria também deixar uma mensagem de apelo para que consumam mais música electrónica nacional, pois temos muita qualidade. E um obrigado a todos que seguem o meu trabalho! 
Publicado em Entrevistas
A partir deste sábado, 11 de julho, o Radioshow “Future Is Now” emitido pela estação portuguesa Mega Hits, irá sofrer alterações quanto à sua hora e dia de transmissão. O projeto assinado pelos conhecidos DJs Dan Maarten e Massivedrum vai passar a estar “On Air” sábados das 19 às 20 horas.  
 
Este novo horário pretende animar o fim de tarde dos «mega» ouvintes, num regresso a casa após um magnífico dia na praia, na piscina, numa esplanada e até na tão sempre indesejada fila de trânsito.
 
Uma hora focada na melhor dance music do futuro, numa viagem musical direcionada para um género mais deep e que também passará pelos clássicos que marcaram outras gerações e que ainda hoje fazem parte de qualquer play-list.
 
Em baixo e de forma a poderes organizar tua agenda, poderás conferir as datas de transmissão do programa Future Is Now e respetivo DJ.
 
Massivedrum 
  • 11, 18 e 25 de julho
  • 1 e 8 de agosto 
 
Dan Maarten 
  • 15, 22 e 29 de agosto
  • 5 e 12 de setembro
Publicado em Nightlife
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