28-03-2020

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

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No aquecimento para duas atuações em Portugal - em Aveiro a 25 de abril, e em Faro a 10 de maio - falámos em exclusivo com Martin Solveig numa altura em que a EDM vive dias de verdadeira procura de identidade: se por um lado toda a gente toca as mesmas coisas e produz o mesmo tipo de música, por outro os produtores buscam o som do futuro, de um futuro que é já amanhã. Como não podia deixar de ser, graças à sua experiência na cena eletrónica, Martin mostra que está atento e lança pistas para o santo graal da EDM.

 
Olá Martin! Tens duas visitas em breve a Portugal - a 25 de abril na Queima em Aveiro e a 10 de maio na Semana Académica do Algarve - estás feliz por voltar ao nosso país?
Fico sempre feliz e excitado por voltar a Portugal porque considero que os portugueses são um dos melhores públicos do mundo. Na última década construí uma relação especial com os meus fãs portugueses: eles são dos poucos que seguem a minha carreira inteira desde o "Everybody" (de 2005) passando pelo "The Night Out" e "Hey Now", e claro, pelo "Hello" que foi um enorme sucesso também em Portugal. Sempre me senti muito bem recebido pelos portugueses. 
 

Sempre me senti muito bem recebido pelos portugueses.

 
Partilhaste recentemente com o mundo que 2014 seria um ano criativo para ti, que não tocarias muito e que cada atuação seria especial. Podes dizer-nos o que tens preparado para Portugal?
Tenho estado a trabalhar em muitas versões especiais e edits das minhas músicas. Estas versões não estão disponíveis em lado nenhum, não estão na internet, são apenas para usar nos meus DJ sets, por isso têm que vir ver-me e ouvir a música exclusiva que levo comigo e, espero que isso seja o que vai fazer a diferença nas minhas atuações em Portugal.
 
Tens estado ocupado em estúdio a fazer música nova. Quando é que podemos esperar novidades?
Estou neste momento no estúdio, tenho passado muito tempo aqui. Não sei quando a música será editada porque entrei num processo profundo de tentar reinventar o meu estilo, ou pelo menos trabalhar numa evolução sónica digna desse nome. Sinto que chegou a hora de o meu som evoluir. Obviamente um processo destes demora algum tempo e eu sempre preferi esperar até ter algo de verdadeiramente relevante para oferecer aos meus fãs do que apressar e editar algo que não estou seguro a 100%. 
 
Estás a produzir para outros artistas? Vamos ter mais colaborações com a Madonna ou outros artistas pop? 
Não estou a produzir para outros artistas. É algo que farei mais tarde.
 
"Blow", a tua colaboração com o Laidback Luke, foi o teu mais recente single. A música que estás a fazer segue aquela linha?
Não, o "Blow" não é de todo a direção em que estou a trabalhar. O tema foi produzido na alegria do momento, para fundir dois estilos num único tema e pelo divertimento de trabalhar com o Laidback Luke. Mas não define uma nova direcção para mim.
 

Sinto que Miami agora é mais uma celebração do sucesso mundial e do apreço pela EDM e da música de dança em geral.  

Como é que foi a Winter Music Conference? Ouviste alguma música nova e excitante que queiras partilhar connosco?
A WMC é sempre muito caótica, muito louca mas muito boa. Não estive em Miami muito tempo por isso não tive oportunidade de ouvir muita música mas ouvi alguns sets e destaco o do Diplo e do Dillon Francis que tocaram alguns temas exclusivos que são musicalmente entusiasmantes. Comparando os dias de hoje com os dias em que a internet não era tão globalmente disponível, eu diria que os DJ sets hoje têm que chegar a uma audiência mais genérica: para ter um bom feedback do público, tens que tocar uma série de temas que já são conhecidos pelas pessoas. Sinto que Miami agora é mais uma celebração do sucesso mundial e do apreço pela EDM e da música de dança em geral.
Sinto que há grandes mudanças no horizonte para a música eletrónica. Neste momento há duas tendências muito diferentes e muito fortes nos Estados Unidos e na Europa; e ambas vão em direções diferentes. Não estou com isto a querer dizer que uma tendência é melhor que a outra ou que uma vai sobrepor-se à outra, mas as coisas estão a evoluir muito. É uma oportunidade para quem quer inovar. Pode ser um pouco confuso no início mas no fim de contas precisamos que as músicas não soem todas iguais e é isso que irá acontecer, provavelmente, nos próximos anos. E é uma coisa boa.
 
 
Publicado em Entrevistas
Os nomeados para a edição deste ano dos Portugal Festival Awards foram divulgados e a organização anunciou um recorde de participações. Ao todo, são 140 festivais que vão a votos, contabilizando assim mais de 2,3 milhões de espectadores.
 
Entre os nomeados encontram-se festivais como a EDP Beach Party, NEOPOP, MEO Out Jazz, Sol da Caparica, NOS Alive, entre muitos outros. Algumas queimas das fitas como a de Lisboa e Évora também estão nomeadas como Melhor Festival Académico.
 
A votação é aberta ao público através do site oficial e da página oficial de Facebook dos Portugal Festival Awards, dividida em várias categorias. Os vencedores serão escolhidos pelo público e por um painel de júris que inclui Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Vítor Belanciano (Público), Pedro Esteves (Observador), Fred Pinto Ferreira (Orelha Negra/Kambas/Banda do Mar/5:30), Ana Teresa Ventura (SIC), Álvaro Costa e Nuno Calado (Antena 3), Joana Cruz (RFM), Pedro Ramos (Radar), Rita Carmo (Blitz), Hélio Morais (PAUS/Linda Martini), Ana Markl (Canal Q/Antena 3), Valete, Tó Pereira (DJ Vibe) e outras personalidades da área da música, comunicação social, turismo, sustentabilidade e comunicação.
 
A cerimónia de entrega dos Portugal Festival Awards decorre no próximo dia 17 de novembro no Cinema São Jorge, em Lisboa, pelas 21h30.
 
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Publicado em Mix
Depois de duas semanas preenchidas com um intenso programa de testes físicos e técnicos, em terra e na água, são finalmente conhecidas as equipas que vão ter a oportunidade de disputar em Setembro próximo a primeira edição da Red Bull Youth America's Cup. O anúncio foi feito pela dupla olímpica Roman Hagara/Hans-Peter Steinacher - os diretores desportivos da competição - tendo em conta não apenas os resultados obtidos nas regatas como também os testes físicos e toda a avaliação técnica. Como explica Hagara "Foi uma decisão muito difícil, uma vez que o nível das equipas esteve muito acima das nossas melhores expectativas". Steinacher acrescenta que "o objetivo foi sempre encontrar os melhores entre os melhores e foi isso que fizemos. Penso que qualquer uma das cinco equipas agora apuradas pode ganhar a competição em Setembro".

Portugal está entre as cinco equipas apuradas (em 12), passando assim juntamente com a Suíça, Austrália, Alemanha e Nova Zelândia. Para o leme da tripulação lusa, Bernardo Freitas, "mostrámos neste apuramento que somos uma boa equipa e que temos boas capacidades dentro de água. Sempre acreditei que tínhamos hipótese de ser apurados e agora estamos muito entusiasmados com a competição de Setembro".

Para Russell Coutts, o CEO do ORACLE TEAM USA e uns dos mentores da Red Bull Youth America's Cup, "Esta é uma grande oportunidade para os jovens velejadores mostrarem o seu talento e fazerem o seu caminho até à vela profissional. Correr nos catamarans AC45 é uma das experiências mais divertidas e intensas que já vivi nos últimos anos e por isso tenho a certeza que estes jovens vão também adorar".

Aberta a velejadores com idades compreendidas entre os 19 e os 25 anos, a Red Bull Youth America's Cup nasceu integrada na dinâmica da Taça América – que é considerada a Fórmula 1 da vela. Os velozes catamarans AC45, com tripulação de cinco elementos, foram os eleitos para a competição agendada para o início de Setembro, na baia de São Francisco.

EQUIPAS SELECIONADAS:
AUSTRÁLIA - Objective Australia
ALEMANHA - STG/NRV Youth Team
NOVA ZELÂNDIA - Full Metal Jacket Racing
PORTUGAL - ROFF/Cascais Sailing Team
SUÍÇA - Team TILT

EQUIPAS COM APURAMENTO DIRETO:
FRANÇA - Energy Team
NOVA ZELÂNDIA - Emirates Team New Zealand
SUÉCIA - Artemis Racing/Swedish Youth Challenge
E.U.A. - ORACLE TEAM USA/American Youth Sailing Force
E.U.A. - ORACLE TEAM USA/USA45 Racing
 
Publicado em Eventos
O número de festivais de música cresceu 18% em 2016, atraindo mais de dois milhões de espetadores, com um impacto na economia nacional de 100 milhões de euros, segundo uma informação divulgada na sexta-feira pelo Ministério do Ambiente. 
 
“Em 2016, realizaram-se em Portugal 249 festivais de música, o que representa um crescimento de 18% face ao ano anterior”, salienta o Ministério, que cita dados do Instituto Português de Administração de Marketing para referir que “o impacto desses eventos na economia portuguesa foi de 100 milhões de euros”. 
 
Considerado que estes eventos “têm de se diferenciar para se manterem uma referência”, o ministério liderado por João Matos Fernandes criou o programa “Sê-lo Verde” para incentivar os promotores dos festivais a adotar medidas visando a sustentabilidade ambiental. O programa será apresentado segunda-feira, em Lisboa e terá 500 mil euros vindos do Fundo Ambiental para apoiar soluções ambientais que permitam uma redução dos impactos resultantes da participação em festivais, relacionados, por exemplo, com o lixo produzido ou as emissões de dióxido de carbono. 
 
O Governo pretende também incentivar a utilização de novas tecnologias e de energias renováveis e a opção por ações que contribuam para uma sensibilização ambiental de todos os intervenientes nos festivais, dos espetadores aos patrocinadores e municípios.
Publicado em Festivais
O consumo médio per capita até pode ter descido, mas Portugal continua a um ser um dos países que consomem mais álcool.
 
Os novos dados foram divulgados esta segunda-feira num relatório da Organização Mundial da Saúde. Entre 2003 e 2010, o consumo do álcool em Portugal teve uma redução de 1,5 litros per capita, descendo de 14,4 no período 2003-2005 e para os 12,9 litros entre 2008-2010. Ainda assim um consumo mais elevado que a média europeia - desceu dos 11,9 litros para os 10,9. Na Europa, os homens consomem, em média, 18,7 litros per capita. Já as mulheres ficam-se pelos 7,6 litros, ou seja, menos de metade.
 
No documento, que contém uma lista com 44 países, a Bielorrússia surge como o país com consumo mais elevado - 17,5 litros de álcool per capita. É seguida de perto pela Moldávia, com 16,8 litros, e pela Lituânia, com 15,4.
 
Em território nacional, o vinho representa 55% do álcool consumido. Em segundo lugar surge a cerveja, com 31%, as bebidas espirituosas com 11% e outro tipo de bebidas com apenas 3%.
 
 
Fonte: Quero Saber.
 
Publicado em Mix
Em média o utilizador português do Spotify Premium gasta 82 euros por ano, enquanto o utilizador do iTunes gasta 29 euros em música, quase três vezes menos. Quem o diz é o próprio Spotify que comemorou no passado dia 12 de fevereiro um ano de vida em Portugal. Os números provam que o serviço de música por streaming conseguiu cativar os lusitanos. 
 
Mesmo sem dados para revelar sobre quantos utilizadores tem no mercado português e quantos desses subscrevem o modelo Premium, não deixa de ser relevante a maior dedicação que os utilizadores do Spotify têm relativamente a um serviço com maior tradição no mercado português. 
 
Mas o primeiro ano de vida não fica imaculado. Tal como tem feito noutros países, ao fim de seis meses a empresa restringiu o acesso ilimitado à música, algo que deixou na altura os utilizadores insatisfeitos. Mas mais tarde o Spotify viria a transformar a sua estratégia, sobretudo no segmento mobile, além de ter apostado em novos serviços. 
 
O Spotify revela que o utilizador português caracteriza-se por gastar parte dos rendimentos em tecnologia, por adotar com facilidade novas tendências tecnológicas e por ser um sujeito ativo em mais do que uma rede social. 
 
Neste primeiro ano de vida os portugueses que usaram o Spotify ouviram o equivalente a 2.100 anos de música, cerca de 19 milhões de horas de faixas, tendo para isso contribuído as 3,4 milhões de playlists criadas. 
 
De acordo com uma infografia partilhada pela empresa, Justin Timberlake e John Legend lideram a lista dos artistas mais populares em território nacional, enquanto Pedro Abrunhosa e Ornatos Violeta são os artistas nacionais mais ouvidos.
 
Publicado em Mix

 

A revista Luxevile publicou um artigo sobre os melhores bares de gin em Portugal, nomeadamente na zona de Lisboa e no Algarve.
 
A discoteca algarvia Água Moments e o Gin Club em Lisboa foram alguns dos selecionados por este meio de comunicação social.
 
Confere abaixo a lista completa:
 
  • Água Moments – Vilamoura
  • Bistro 100 Maneiras – Lisboa
  • Columbus Bar – Faro
  • Gin Club – Lisboa
  • Hemingway – Cascais
  • Largo – Lisboa
  • Lisbonita Gin Bar - Lisboa
 
 
Publicado em Nightlife
O mais recente documentário sobre a dupla francesa, intitulado “Daft Punk Unchained”, vai estrear em Lisboa no próximo dia 23 de outubro, às 22h30, no Cinema São Jorge.
 
O filme de 85 minutos inclui material de arquivo raro e entrevistas exclusivas com colaboradores dos Daft Punk como Pharrel Williams, Giorgio Moroder, Nile Rodger e Michel Gondry, Kanye West e Pete Tong, com a realiazação a cargo de Hervé Martin-Delpierre. No trailer, disponibilizado há alguns dias, é possível ver imagens inéditas da dupla sem os famosos capacetes, a imagem de marca dos produtores.
 
Esta exibição está inserida no Doclisboa’15, um festival de cinema documental que decorre entre o dia 22 de outubro e 1 de novembro, na secção Heart Beat dedicada à música e artes performativas.
 
O documentário que retrata a carreira de Thomas Bangalter e Guy-Manuel De Homem Christo vai ser lançado nos cinemas mundiais pela BBC, em data a ser definida em breve.
 
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Publicado em Artistas
quarta, 17 abril 2013 12:50

Unicer lança nova bebida em Portugal

A Unicer acaba de lançar a primeira Radler em Portugal, um produto refrescante de cerveja com sumo de limão, com teor reduzido de álcool.
 
A marca afirma que a Cheers Radler, com um volume de 2% de álcool e um sabor a limão típico de refrigerante, é um produto para consumidores que não gostam de cerveja, mas que pretendem fazer uma aproximação gradual às bebidas com álcool. É ideal para consumir em qualquer momento.
 
Apresenta-se numa garrafa de vidro verde, com um rótulo que reforça o sabor a limão e as propriedades próximas dos refrigerantes, transmitindo os conceitos de frescura e leveza. A partir de 29 de abril, Cheers Radler vai estar disponível no canal alimentar em packs de seis garrafas de 0,33 cl.
Publicado em Marcas
Boom, na Bélgica, é uma cidade com menos de 20 mil habitantes. Durante os próximos dias 24, 25 e 26 de julho, a localidade vai receber milhares de festivaleiros unidos por um objetivo: a música eletrónica, vivida nos vários palcos do festival Tomorrowland.
 
A edição deste ano conta com nomes como Alesso, Avicii, David Guetta, Dyro, Nicky Romero, Oliver Heldens, Steve Aoki, Ummet Ozcan, W&W, Armin van Buuren, Axwell /\ Ingrosso, Blasterjaxx, Deorro, Martin Garrix e muitos outros.
 
Pelo segundo ano consecutivo, o Portal 100% DJ foi ao encontro de alguns portugueses que vão embarcar na experiência Tomorrowland e que têm uma única paixão: a música eletrónica.
 

“NÃO É UM FESTIVAL, É UMA RELIGIÃO!”

 
Já tentei explicar a centenas de pessoas. É mais do que um festival, é uma religião! Não se explica, sente-se. Uma vez ‘Tomorrowlander, Tomorrowlander’ até à morte! Estranho? Depois de lá irem vão entender”, são as palavras de João Santos, de 48 anos e natural de Sintra, que parte para o festival belga pela terceira vez. Na sua mala de viagem constam produtos de higiene e roupa prática para ver alguns dos seus artistas favoritos como Coone e Brennan Heart.
 
Em relação às expetativas para a edição deste ano, João afirma que “as lágrimas ameaçam quando começo a pensar só de entrar no avião e ouvir aquela mensagem arrepiante do comandante: ‘flight to Tomorrowland’”. O sintrense considera ainda que “este festival é muito caro, mas é um facto que as pessoas como eu, que adoram electronic dance music (EDM) e apesar da minha idade e de já ter ido duas vezes... ainda vou uma terceira. Isto tem a ver com um facto: o Tomorrowland não é um festival, é uma religião!”.
 
Apesar de achar que Portugal tem falta um evento deste género, João Santos não acredita “que fosse possível um espírito igual ao da Bélgica”.
 

“TENTO NÃO CRIAR EXPETATIVAS”

 
Bruno Alves tem 31 anos e vai ao festival pela primeira vez, diretamente de Vizela. “Tento não criar muitas expetativas para poder ser completamente surpreendido por tudo! Mas como é lógico, são elevadíssimas”, confessou o festivaleiro em exclusivo ao Portal 100% DJ. Na sua mala, além da bandeira nacional, leva a GoPro, telemóvel, óculos de sol e a camisola do seu ídolo: Francesco Totti (jogador do Roma).
 
No festival pretende assistir às atuações de Axwell /\ Ingrosso e Oliver Heldens, e destaca “o ambiente, os palcos que são mágicos, as pessoas e claro, a música”. Em relação a Portugal, Bruno considera que o público não se pode queixar com o que já tem, visto que já existem “eventos que vão decorrendo ao longo do ano e onde podemos ver os melhores DJs do mundo”.
 

“VALE TODOS OS CÊNTIMOS GASTOS”

 

Com 33 anos, Marco Reis parte da Trofa em direção à Bélgica pela segunda vez consecutiva. “Tudo no Tomorrowland é especial. É o festival que promove a magia e o amor. Isso nota-se a cada passo que damos: existe magia no ar e é tudo feito ao pormenor. Não se consegue exprimir em palavras o que é o Tomorrowland”, salientou Marco.
 
As suas expetativas “são sempre elevadas”, principalmente para “ver como será o palco Main Stage”. Na bagagem leva “o essencial”, como a máquina fotográfica e telemóvel “para registar todos os momentos e mais tarde recordar”, comida, bebida, um impermeável e objetos de higiene.
 
“É um festival caríssimo. Temos de poupar um ano inteiro para termos três dias de loucura inesquecível. Mas vale todos os cêntimos gastos. É talvez a maior e melhor memória que teremos para o resto das nossas vidas”, destaca Bruno.
 
O português garante que Portugal não necessita de um festival desta envergadura, pois existe o MEO Sudoeste e outras festas com grandes nomes da música eletrónica, porém, atesta que “o país em si, não inspira confiança para um festival do género”.
 

“É O MAIOR FESTIVAL DO MUNDO”

 
Rui Sá, natural de Braga, tem 22 anos e também é estreante no Tomorrowland, prometendo que vai “aproveitar ao máximo aquele que é o maior festival do mundo. Sentir o ambiente proporcionado pelos artistas e que entusiasma o público e, acima de tudo, conhecer malta que, tal como eu, ‘vive’ a música eletrónica!”.
 
A bandeira portuguesa e a camisola de Steve Angello, o seu “artista de eleição” que não quer perder, vão bem guardadas na mala de viagem. Para conseguir ir à Bélgica, Rui confessa que quem “tem o sonho de ir ao Tomorrowland, que nunca desista desse objetivo, pois mais cedo ou mais tarde, há-de conseguir”, apesar de não ser fácil economicamente.
 

“UM SONHO DO QUAL QUEREMOS FAZER PARTE”

 
Depois de viajar até ao Ultra Music Festival de Miami e Ultra Europe na Croácia, Cristina Lima parte agora para o Tomorrowland pela segunda vez. A portuguesa de 31 anos e natural do Porto confessou estar “bastante ansiosa por ver o Main Stage” e afirma que os organizadores do evento “vendem um sonho do qual queremos fazer parte”.
 
Dois pares de sapatilhas e uma câmara fotográfica “para captar os melhores momentos” são os objetos essenciais que destacou em exclusivo ao Portal 100% DJ. Após ver Tiesto no Ultra Europe, Cristina está “curiosa por vê-lo no Tomorrowland”.
 
“Em Portugal fazem-se festivais à medida das mentalidades. Neste momento temos bons festivais, com bons cabeças de cartaz de EDM”, respondeu a portuense quando questionada sobre a falta de um festival do género no nosso país. Para viajar até Boom, “desejar apenas não chega, é preciso querer. Quando se quer algo temos de fazer opções, ir menos vezes ao café, despender menos dinheiro na noite... para quando chegar a hora temos tudo a postos para comprar o sonho!” confessou Cristina Lima.
 

“É A DISNEYLAND PARA ADULTOS!”

 
Laëtitia Esteves, de 29 anos e natural de Guimarães, viaja pela terceira vez consecutiva até Boom e espera voltar a “ser surpreendida com a magia que se respira durante aqueles três dias”, destacando ainda “um dos momentos marcantes e mais emocionantes” de cada ano como “a descoberta do Main stage”.
 
“Na realidade, tudo é especial. Eu costumo dizer que não se consegue descrever, é preciso vivê-lo e toda a gente deveria de lá ir pelo menos uma vez na vida. Tudo é pensado ao pormenor de forma a marcar as nossas vidas para sempre. E marca mesmo!”, confessou Laëtitia.
 
A amante de EDM destaca ainda que “a música é sem dúvida o ponto alto do festival com os seus inúmeros artistas de renome internacional. Mas a decoração, a organização, o ambiente que se vive... é a Disneyland para adultos! São mais de 200 mil pessoas vindas dos quatro cantos do mundo com a mesma paixão. Não interessa a cor, raça, idade, sexo e nacionalidade, porque no fundo a música une-nos”.
 
Na mala de viagem não vai poder faltar a bandeira nacional, roupas leves, calçado confortável, óculos de sol, protetor solar e a camisola do seu ídolo, Alesso. Quando questionada sobre que atuações mais deseja assistir, Laëtitia salienta Alesso, Armin van Buuren, Steve Angello e Axwell /\ Ingrosso, deixando ainda uma sugestão à organização: “um dia gostava de ver Pete Tha Zouk no Tomorrowland. É o meu ídolo nacional”.
 
Relativamente aos seus gostos musicais, a vimaranense considera que Portugal tem falta de um festival como o Tomorrowland, mas tem dúvidas em relação à adesão das pessoas. E porquê? “A entrada para o Tomorrowland é cerca de três vezes mais cara do que a de um MEO Sudoeste” e “neste momento está enraizada uma ‘onda’ de Kizomba no nosso país. As casas foram praticamente obrigadas a apostarem nessa ‘onda’ porque é o que se vende”.
 
O investimento para uma aventura como estas não é “nada fácil”. “Termina um Tomorrowland e já estamos a poupar para o próximo, porque os bilhetes são vendidos cerca de seis meses antes da realização do festival. Fica caro pelo facto de serem apenas três dias, mas vale cada cêntimo investido”, confessou Laëtitia Esteves ao Portal 100% DJ.

 

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Publicado em Tomorrowland
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