A edição deste ano do festival RFM Somnii, que decorreu no passado fim-de-semana na Figueira da Foz, recebeu uma das maiores enchentes da sua história com mais de 130 mil festivaleiros presentes.
Este ano, o cartaz contou com atuações de Jonas Blue, Don Diablo, Third Party, Rich & Mendes, entre muitos outros em vários palcos espalhados pela cidade da Figueira da Foz, iniciativa realizada pela primeira vez e que misturou também géneros como o hip hop com a eletrónica.
Segundo um comunicado, a organização prevê o regresso do festival já no próximo ano.
De modo a preparar os festivaleiros para a edição deste ano do RFM Somnii – O Maior Sunset de Sempre, que vai decorrer na Praia do Relógio na Figueira da Foz entre os dias 8 e 10 de julho, acaba de ser lançado o CD e DVD do evento.
A compilação conta com faixas produzidas por grandes nomes da música eletrónica nacional que vão passar ou já passaram pelo palco do RFM Somnii, como é o caso de Hardwell, Diego Miranda, Oliver Heldens e KSHMR. O álbum inclui ainda um DVD com a atuação dos DJs oficiais da RFM, DJay Rich e Mendes, que também participaram na seleção dos temas disponíveis no CD.
O festival conta este ano com nomes como Hardwell, KSHMR, DJ Snake, Oliver Heldens, Diego Miranda e Don Diablo e os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais. A compilação RFM Somnii – O Maior Sunset de Sempre pode ser adquirida em formato físico nas lojas e em formato digital no Itunes e Spotify.
A terceira edição do RFM SOMNII - O Maior Sunset de Sempre, na Figueira da Foz, superou todas as expetativas. Em dois dias a Praia do Relógio recebeu mais de 60 mil pessoas que viveram uma experiência única ao som da melhor música de dança.
No areal da Figueira da Foz, onde a RFM montou uma verdadeira praia de música eletrónica com uma área total de 24.000 m2, atuaram Alesso, Dvbbs, W&W, Cédric Gervais, Sick Individuals, Alvaro & Mc Kc Jones, Pete Tha Zouk, Thomas Newson, Joey Dale e os DJs RFM António Mendes, Djay Rich e André Henriques.
"Este foi mais um grande evento de música, o maior evento de música de dança eletrónica de sempre organizado pela RFM. A atitude do público, que connosco construiu o evento, fez-nos sentir mais uma vez a razão de ser da rádio das grandes músicas - celebrar a música em momentos inesquecíveis" explicou António Mendes, diretor de programas da emissora.
Também os DJs foram manifestando a sua satisfação com a sua presença e atuação no evento, todos, sem excepção, referiam o quanto sentiram que o público vibrava e estava completamente rendido à sua música. Alesso publicou na sua página de Facebook que este tinha sido um dos espetáculos favoritos da sua vida: "One of my favourite shows ever!"
Este evento contou com uma equipa de mais de 700 pessoas e teve igualmente um excelente acolhimento por parte das marcas patrocinadoras.
Nesta terceira edição a produtora Genius y Meios, ao longo dos últimos oito meses produziu e realizou aquele que é considerado o maior sunset da Europa.
É verdade. Este ano podes ser tu a abrir o grande palco do RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre, que vai decorrer na Praia do Relógio, na Figueira da Foz, entre os dias 6 e 8 de julho.
Ao todo serão três os DJs que terão a oportunidade de fazer o opening act do festival português, no mesmo palco onde vão estar nomes como Axwell /\ Ingrosso, Steve Angello ou Yellow Claw.
Thijs Westbroek, conhecido no meio por Brooks, tem apenas 23 anos e já não passa despercebido na dance scene, não fosse a sua vasta seleção de originais e remixes, amplamente tocados em todo o mundo. David Guetta e Martin Garrix são alguns dos seus amigos com quem já produziu músicas entretanto lançadas por importantes editoras como é o caso da Spinnin Records e da Future House Music.
A propósito do seu regresso a Portugal, marcado para o próximo dia 8 de julho na Figueira da Foz, o Portal 100% DJ esteve à conversa com o jovem holandês, que além das novidades na sua carreira, também nos falou das expetativas no seu regresso a terras lusas.
Apesar de ainda teres uma curta carreira, tens muito sucesso, o que fez também com que recebesses o prémio "Best Talent" na SLAM! Awards. Descreve-nos como tem sido a tua vida ultimamente depois disso.
Ganhar o SLAM! na categoria de "Melhor Talento" foi definitivamente um dos destaques da minha carreira até agora. Sinto que muita coisa aconteceu desde que comecei a apostar na música e isso só vem reafirmar, para mim, que estou onde estou por um motivo. Está mesmo a valer a pena! Desde então, tenho estado em digressão e a atuar sem parar - está provado que vai ser uma temporada agitada de festivais, sem esquecer que recentemente lancei meu novo single "Lynx" pela STMPD.
Qual é a sensação de ter uma colaboração com o atual número 1 do Top 100 da DJ Mag, Martin Garrix?
É uma sensação fantástica! Há algum tempo que eu e o Martin temos estado em contacto. Quando comecei a fazer música a sério, cheguei a enviar-lhe algumas faixas, até que finalmente chegou o momento de unirmos forças quando lançámos a "Byte". Depois lançámos a "Boomerang" e mais tarde, a cereja em cima do bolo, o lançamento do "Like I Do" com David Guetta. Temos uma atitude muito semelhante no que toca a produzir e por isso trabalhamos bem juntos. Estou feliz que estes eventos se realizem para que continuemos a fazer música que as pessoas gostem tanto como nós.
Já produziste vários remixes para diferentes artistas. Gostarias de deixar algum conselho para jovens produtores?
Encontrar o seu próprio estilo é a chave para se conseguir destacar e captar a atenção do público. É mais fácil falar do que fazer e sabemos que hoje em dia existe muita competição e pressão na indústria da dance music. A produção musical é muito acessível agora, não há desculpa para não "perdermos" tempo a aperfeiçoar o nosso som e fazer dele o nosso próprio estilo, torná-lo característico. Pretende-se que as pessoas oiçam a música e saibam logo que é daquele artista.
Preferes atuar num Club ou num Festival?
Tanto os clubs como os festivais têm coisas muito boas. Num club é um ambiente mais intimista e consegue-se chegar até às pessoas mais facilmente. O que não é tão frequente num festival. O que os festivais têm de bom é a sua dimensão, com milhares de pessoas a gritar e a cantar as músicas, é algo que não esqueço tão depressa.
Que tipo de hardware e software consideras essencial para se começar nesta área?
Num começo pode-se usar apenas um software e uns phones ou com umas simples speakers. Primeiro que tudo, é importante que se tenha um Daw em que o produtor se sinta confortável. Uso Fruity Loops como DAW o que é relativamente fácil para quem está a começar, mas é possível usar-se outras DAWs também. A respeito de plugins, podem assistir às minhas masterclasses no meu canal de youtube e ver que plugins aconselho.
Que expectativas tens para a tua performance no RFM Somnii?
Primeiro que tudo, Portugal é um dos meus sítios preferidos no mundo e só quero chegar para aproveitar algum tempo antes do festival começar. De mim, podem esperar muita energia e mãos no ar. Pela minha experiência de outras atuações em Portugal, espero um público que se sabe divertir e que não tem medo de sentir a música. A comunidade da dance music em Portugal percebe do assunto, por isso sei que vai ser um espetáculo envolvente. Mal posso esperar!
Queres revelar-nos algumas novidades sobre o futuro da tua carreira?
Neste momento estou no meio da época dos festivais. Tenho atuações agendadas na Hungria, Polónia, Holanda, Alemanha... Se assistirem a estes espetáculos vão ouvir-me passar alguma música nova. Tenho passado muito tempo em estúdio, quando não estou em tour, por isso podem esperar grandes colaborações e lançamentos brevemente.
Que mensagem queres deixar aos leitores e seguidores do Portal 100% DJ?
Vocês são brutais! Obrigado pelo vosso trabalho e por terem conversado comigo. Obrigado por continuarem a apoiar-me enquanto lanço novas músicas, tenho novidades para os vossos ouvidos em breve.
Embora fosse uma partida para celebrar o primeiro de abril, vulgarmente conhecido por ser o dia das mentiras, a confirmação do artista português Toy, não caiu bem na comunidade do festival da RFM, que nas últimas semanas tem sido surpreendida com confirmações de artistas de outros géneros musicais que não os habitais, como é o caso de Tyga e do reggaeton porto-riquenho Ozuna.
"Como é dia 1 de Abril um gajo ainda se ri mas olhando bem para o cartaz ainda pensamos 2 vezes, se assim for... RIP Portugal", "Promotores da RFM estão a querer acabar com um festival que tinha tudo para ser dos melhores da Europa. Ninguém quer ir ver o Toy", "Estamos com muita piadinha este ano. Até no cartaz" e "Essa partida do Toy não é nada comparativamente a partida ou melhor dizendo realidade que tem vindo a ser o cartaz do Somnii deste ano", são alguns dos comentários que se podem ler na publicação que se esperava divertida, mas que acabou por ser um mural de observações negativas que continuaram numa outra publicação que dava conta de que a confirmação do artista Toy tinha sido uma simples partida.
O RFM Somnii regressa à Figueira da Foz nos próximos dias 5, 6 e 7 de julho e neste momento os ingressos - à venda nos locais habituais - custam entre 29,50 euros (o bilhete diário) e os 288euros com campismo. O line-up até agora divulgado apresenta-se da seguinte forma:
5 de julho
Afrojack / Alesso / Fedde Le Grand / Radical Redemption / Vigel
6 de julho
DJ Snake / Ozuna / Netsky / Redfoo / Jay Hardway
A contagem decrescente para o RFM Somnii já se encontra em curso e para acolher todos os festivaleiros em dois dias cheios de música de dança, a RFM em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou que os espaços comerciais daquela cidade, vão poder estar abertos durante 67 horas nos dias do evento - 11 e 12 de julho.
Através de um Edital aprovado pela Câmara Municipal, e à semelhança do que foi feito o ano passado, os estabelecimentos comerciais, nomeadamente cafés, bares, restaurantes e supermercados ficam assim autorizados a ter as suas portas abertas durante 67 horas, ou seja, entre as 09 horas de sexta-feira, dia 10 de julho, até às 04 horas da madrugada de segunda-feira, dia 13 de julho.
Esta decisão procura assegurar uma maior oferta de serviços e permitir que a Figueira da Foz esteja devidamente preparada para receber da melhor forma as mais de 80 mil pessoas aguardadas nos dois dias do evento, que se tem revelado de grande importância para a região e para o Turismo do Centro.
O RFM Somnii - O Maior Sunset de Sempre regressa à Praia do Relógio nos dias 11 e 12 de julho numa experiência única de verão e no cartaz conta com Nicky Romero, Martin Solveig, Dannic, Dubvision, entre outros.
A edição de 2016 do RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre, vai contar com mais um dia de música e pôr-do-sol. A Praia do Relógio na Figueira da Foz vai receber o festival nos dias 8, 9 e 10 de julho.
O festival tem tido um enorme crescimento de ano para ano, apostando na internacionalização do mesmo, com o reforço da RFM como a grande marca de música em Portugal. A Figueira da Foz vai receber o RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre pelo menos até 2017, com o apoio do Turismo do Centro e da Câmara Municipal da cidade. A produção está mais uma vez a cargo da Sociedade Lusa de Espetáculos, com a Genius y Meios como promotora do evento.
Este ano a Praia do Relógio recebeu 75 mil pessoas que dançaram ao som de Nicky Romero, Martin Solveig, Kura, entre outros.
O RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre acaba de encerrar o seu cartaz. A sunset party da Praia do Relógio na Figueira da Foz vai decorrer entre os dias 8 e 10 de julho.
Borgore foi a última confirmação feita pela organização, depois da sua atuação no ano passado na discoteca Seven em Vilamoura. Ao longo da sua carreira, além de ter criado a sua própria editora Buygore e ter lançado temas originais, conta também com remixes de artistas como M.I.A., Gorillaz e Britney Spears. O artista vem à Figueira da Foz apresentar o seu mais recente álbum, intitulado de “#Newgoreorder”.
A Praia do Relógio está à espera de receber cerca de 100 mil pessoas durante os três dias de festa, com um cartaz de luxo. Os bilhetes já estão disponíveis na Blueticket e no Casino Figueira, entre os 13 e os 135 euros.
Confere abaixo os artistas que compõem o cartaz deste ano do RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre:
DJay Rich e António Mendes são os DJs oficiais da emissora portuguesa RFM e residentes do festival RFM SOMNII. Quer a nível individual ou em dupla, jápercorreram muitos dos palcos nacionais mas agora são artistas indispensáveis de se ter no line-up de um festival. Detentores de uma energia única e contagiante, unem-se, ajudam, apoiam e incentivam os jovens talentos da música eletrónica e essa atitude éde louvar. O Portal 100% DJ esteve àconversa com a dupla portuguesa nos bastidores do Music Valley, momentos antes de subirem ao palco do Rock in Rio Lisboa.
Estrearam-se no Rock In Rio. Qual é a sensação desta primeira vez no festival?
Mendes: A sensação é óptima. Já tínhamos noção da dimensão do festival por causa da relação que temos através da RFM com o Rock in Rio, mas ter o nome no cartaz está a ter um feedback muito espetacular. As pessoas estão a dizer que é um outro nível. E isso é muito bom.
Contam um verão preenchido: Rock in Rio, RFM Somnii, Algarve... O que é que o público pode esperar de vocês?
Mendes: Além desses locais, ainda vamos estar no RFM Beach Power na Madeira, nos Açores...
Rich: Podem esperar o mesmo de sempre: muita alegria nos sets. Gostamos de tocar aquilo que apreciamos mesmo. Tentamos fazer sets diferentes, principalmente no RFM Somnii onde tocámos três noites, pois somos residentes do festival. Este ano levámos dois convidados, para fazer algo diferente: o Pete Tha Zouk e o Pedro Cazanova. São pessoas com quem lidamos e trabalhamos há muitos anos, portanto fazia todo o sentido convidá-los.
Como está a ser a aceitação da vossa nova música com o Michael Teixeira?
Rich: A música é muito boa. Tem um hook muito forte e muito fácil e nós tocámos o remix no Rock in Rio pela primeira. Ainda está um pouco em segredo, mas já temos alguns DJs internacionais interessados em fazer remixes. Estamos muito satisfeitos com o resultado final e ter um contacto como o Michael que, para além de ser um excelente produtor, está nos Estados Unidos da América e dá-nos a vantagem de termos vozes norte-americanas. Essa é uma das nossas preocupações quando lançamos um tema cantado em inglês, porque quando temos alguém cá a cantar inglês, temos de estar sempre a mandar corrigir as letras lá fora para ver se existe alguma coisa que não faça sentido. Assim, manda-se a ideia, trabalha-se a ideia, discutimos, faz-se um rascunho e fica perfeito.
Cláudio.Photos
No vosso radioshow dão algum destaque a novos talentos. Como é que encaram a nova geração da música eletrónica em Portugal?
Mendes: Essa tem sido sempre uma preocupação nossa: dar espaço a novos talentos. Mesmo no recente concurso que fizemos para o RFM Somnii, tivemos muitas participações e a dificuldade foi mesmo escolher e chegar ao lote de 10 finalistas. Apareceram-nos faixas muito bem produzidas nos vários sub-géneros da música eletrónica, o que é sempre bom. Diria que há muito bom talento em Portugal nesta área.
Rich: Na área da produção, vemos chegar músicas brutais. As pessoas que participam pensam muita coisa. Houve DJs conhecidos a concorrerem ao concurso e não passaram. Nós não os escolhemos porque quisemos ser fiéis à nossa opinião e as pessoas têm que aceitar que nós fomos o júri. Foi a nossa opinião e foram as músicas que nós mais gostámos, independentemente de haver muito boa produção. Foram 267 participações e quando começámos a reduzir chegámos às 150 e ficámos sem saber o que fazer. Eram 150 artistas que nós gostávamos de meter numa página a votação. Tínhamos de escolher 10 e foi a nossa opinião em termos de gosto e foi isso que prevaleceu. Já fizemos algo semelhante, não tão absorvida como esta, para o disco do RFM Somnii e lançámos um desafio o mais transparente possível. Também escolhemos sete produtores, eram para ser cinco mas não conseguimos e abrimos exceção. Foram sete artistas para o disco e a votação nessa altura foi através de downloads do iTunes. A escolha foi completamente transparente como foi no site, desta última vez. Quem ganhou foi quem conseguiu mais votos, independentemente daquilo que conseguisse fazer. É sempre complicado não conseguir, mas o importante é participar e há que respeitar a decisão das pessoas.
Mendes: O importante é os participantes acreditarem em si próprios, não desistir. Frustrações e coisas que correm mal, toda a gente tem. Se acreditas, continua a acreditar.
Querem dar alguns exemplos de novos talentos que estejam debaixo de olho?
Mendes: Ao dizer nomes não ia ser politicamente correto. Se destacar um ou dois nomes, vamos sempre correr o risco de deixar alguém de fora. É um pouco difícil.
Rich: Nessa perspetiva, nós já trabalhámos com jovens produtores. O ano passado no RFM Somnii levámos dois produtores novos para cima do palco. Acho que isso é um incentivo magnífico para eles. Foram o Batista e o Khamix. É muito importante para estes artistas tentar trabalhar com alguém que já tenha nome no mercado e que tenha ferramentas e meios para divulgar o trabalho. Não conseguimos dar a todos mas não somos aqueles produtores que dizem: “Não vamos fazer música com produtores desconhecidos”… Não, nós adoramos a nova produção, ‘fazemos bandeira’ no RFM Somnii Radioshow e queremos divulgar novos talentos e incentivá-los. As oportunidades surgem. As coisas não caem do céu. É trabalho, é sorte, são oportunidades que temos de agarrar. Temos de estar dispostos a muita coisa para que isso aconteça. Às vezes há muitos destes jovens que pensam que, por exemplo, o Martin Garrix que fez uma música e foi um sucesso, que vai ser igual. Mas, outro exemplo, o Avicii foi o produtor que durante muito tempo ninguém lhe ligava nenhuma. O próprio Bob Sinclar ou o David Guetta que em 2004 esteve no Porto e ninguém se lembra disso. Quando ele rebentou, foi a loucura. Ele não caiu do céu. Se as pessoas olharem, há, de facto, jovens talentos que começam logo e há outros que só começam a aparecer mais tarde.
Que novidades podem revelar sobre o futuro da vossa carreira?
Mendes: Estamos a preparar mais umas músicas.
Rich: Nós levamos isto muito na boa. Já não estamos cá há dois dias. Porque os nossos objetivos profissionais foram outros, apesar de que esta sempre foi uma carreira que ficou sempre. Nunca tivemos o objetivo de ser vedetas. Gostamos disto e levamos a nossa carreira de uma forma muito descontraída. A prova disso é que nós somos muito pouco ‘facebookianos’.
Que mensagem gostariam de deixar aos leitores e seguidores do Portal 100% DJ que estão a ler esta entrevista?