27-11-2020
  Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Diária
quinta, 26 novembro 2020 19:00

Roland Cost edita novo tema

O DJ e produtor português Roland Cost editou uma nova faixa, intitulada “Think Twice”, com o selo editora Kibbutz Records.
 
O tema foi produzido num estilo “mais house e funky” com o objetivo de “começar a surgir nas rádios” e divulgar o trabalho do artista a um público mais vasto.
 
“Tentei produzir um tema que fosse de encontro àquilo que as rádios e o público consomem neste momento”, refere Roland Cost. A música já se encontra disponível nas plataformas habituais.
 
Em 2018, Roland Cost já tinha lançado uma faixa nesta editora, intitulada “Taj Mahal”, uma colaboração com os indianos Maddot.
 
O DJ e produtor açoriano Souza vai celebrar 10 anos de carreira com o novo espetáculo “Retrospetiva”, que vai decorrer este sábado, 1 de agosto, pelas 22h00, no Auditório do Ramo Grande, na Ilha Terceira.
 
O espetáculo terá um conjunto de efeitos visuais que irão encantar os presentes, com uma performance ao vivo que envolve a sincronização de áudio, vídeo e luz, ao mesmo tempo que transporta os amantes da música eletrónica numa viagem pelos melhores momentos da carreira do artista.
 
Souza é um dos mais reconhecidos DJs e produtores portugueses da atualidade, natural dos Açores, que tem se afirmado no mundo da música eletrónica em clubs internacionais e festivais nacionais, além de estar colocado em 16º lugar no TOP 30 de 2019 do Portal 100% DJ.
 
Os bilhetes estão disponíveis a um preço de 5 euros e podem ser adquiridos nos locais habituais, na Academia de Juventude e das Artes da Ilha Terceira, no auditório e na Ticketline.
 
Este espetáculo seguirá todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde como a lotação reduzida e o uso obrigatório de máscara devido à pandemia de covid-19.
 
No âmbito do combate à pandemia de covid-19, o DJ e produtor português DJ Vibe deu a cara por uma campanha de sensibilização acerca dos cuidados a ter contra o novo coronavírus, num vídeo gravado e partilhado pela Direção-Geral de Saúde.
 
"Os melhores programas e divertimento não têm de ser em multidão. Continuem a manter a distância física, mas não a social. Estar distante éestar bem e proteger os que nos rodeiam. Não te esqueças que o vírus continua a circular. Nós, todos juntos, temos de ajudar a travar novos casos desta doença. Continuem os bons gestos e sejam responsáveis", referiu o artista.
 
Esta campanha tem vindo a ser feita ao longo dos últimos meses, com caras bem conhecidas do público português, das mais diversas áreas artísticas.
 
O DJ e produtor português Dayo acaba de lançar o seu mais recente single, intitulado “Good Love”, que mistura os sons da guitarra portuguesa e do hip hop norte-americano.
 
Nesta faixa destaca-se a guitarra portuguesa de Miguel Amaral que se junta aos aos vocais do americano Infinity, numa união perfeita com o hip hop dos Estados Unidos da América, tornando-a numa versão bastante intimista.
 
O videoclip da música foi filmado durante a pandemia de covid-19 e retrata a cidade do Porto durante a noite, uma das inspirações para a criatividade de DJ Dayo. Através deste vídeo, o artista homenageia a sua cidade, onde nasceu e cresceu.
 
A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) criou um Guia de Boas Práticas com várias regras que podem vir a servir de base às orientações da Direção-Geral de Saúde e da ASAE para a reabertura dos bares e discotecas. 
 
Estas medidas foram enviadas esta semana ao Governo português, para que os estabelecimentos de diversão noturna, encerrados desde março devido à pandemia de COVID-19, "possam reabrir rapidamente e em segurança, cumprindo as necessárias regras de saúde para salvaguardar colaboradores e clientes". 
 
Na proposta da AHRESP, uma das regras passa pela marcação no chão de quadrados de 2,25 metros quadrados, para que as pessoas possam dançar mantendo a distância de segurança, além de que na cabine apenas poderá permanecer um DJ. Há ainda a possibilidade de estar mais do que um DJ na mesma noite e nesse caso deve ser desinfetado o espaço entre cada utilização. 
 
Se não for possível manter o distanciamento social aconselhado de dois metros nas pistas de dança "entre DJ, seguranças e demais pessoas", este guia da AHRESP aconselha o uso de máscara de proteção. 
 
As "superfícies mais tocadas pelas pessoas” devem ser desinfetadas, pelo menos, seis vezes ao dia, tais como balcões, corrimãos, puxadores e torneiras. 
 
Os colaboradores da discoteca devem usar máscara, colocada corretamente a cobrir a boca e nariz. Relativamente às entradas, as mesmas devem ser organizadas e asseguradas pelos vigilantes e é recomendado que os clientes realizem uma marcação prévia junto da administração dos espaços, que devem ter as cadeiras e mesas a dois metros de distância entre si. Preferencialmente, devem ser utilizados os espaços exteriores, como as esplanadas, cumprindo as mesmas regras que o interior. 
Os vigilantes também devem usar a máscara de proteção, além de organizar e manter o distanciamento dos clientes com fitas de segurança e instalação de barreiras físicas.
 
Sobre as casas de banho, devem existir circuitos com distância adequada e os lavatórios devem estar acessíveis sem ser necessário tocar em portas.
O Primeiro-Ministro António Costa revelou hoje em conferência de imprensa que não existe nenhum cenário previsível para a reabertura de espaços noturnos.
 
“É muito difícil conceber como abrir uma atividade onde por natureza o afastamento físico não é possível”, referiu.
 
Por outro lado, António Costa apelou à população para deixar de frequentar discotecas informais e “covid parties”, como tem acontecido nas últimas semanas: “Não só as discotecas têm de permanecer fechadas como a invenção de discotecas informais em covids parties, e aquilo que imaginação tem vindo a produzir, tem de ser evitado”.
 
“Se relaxarmos e fingirmos que não acontece nada, não tenho a menor das dúvidas que vamos estar numa situação tão má como a dos piores momentos nesta crise, tudo depende de mantermos a disciplina”, concluiu.
A nova dupla portuguesa de música eletrónica, Lauch System, composta por Huma-noyd e Kiká, acaba de lançar o primeiro tema original intitulado “Getting to the Moon”, com o selo da Conforme.
 
O duo de DJs e produtores surgiu durante a quarentena da pandemia de COVID-19, “para desequilibrar a monotonia quotidiana, longe do que está na moda, do pré-definido e correto por imposição cultural”, segundo o comunicado.
 
Deep House, Progressive e Techno melódico são alguns dos géneros com que se identificam e que certamente farão parte dos temas originais e das suas atuações.
 
A faixa já se encontra disponível nas plataformas digitais habituais.
 
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deixou hoje um apelo aos jovens para respeitarem as regras de distanciamento social impostas devido à pandemia de COVID-19 que têm levado à organização de raves ilegais.
 
"Agora não faz sentido que os jovens estejam a organizar festas com centenas de pessoas e muito próximas e sem preocupação de distanciamento", revelou o presidente aos jornalistas, destacando que as regras “valem para todos”.
 
Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, os jovens "têm a sensação de que não correm riscos" mas "podem transportar riscos", pois "estão expostos naturalmente a riscos de contágio".
 
"As normas sanitárias devem valer para todos, devem valer para os bairros periféricos de Lisboa para impedir riscos de saúde, mas devem valer também em festas de sociedade em que se pede aos jovens que, verdadeiramente sem pensarem nos riscos que acham que não correm, se dispensem de ir longe de mais, depressa de mais, com risco para os outros", avisou.
 
Na madrugada deste sábado, a GNR de Santarém travou uma rave ilegal que decorria numa herdade, em São João da Ribeira (Rio Maior), detendo ainda sete homens com idades entre os 25 e os 40 anos.
 
"No âmbito de uma Operação Especial de Prevenção Criminal, que começou por uma fiscalização de trânsito na cidade de Rio Maior, após uma denúncia anónima, os militares deslocaram-se a uma herdade, em São João da Ribeira, tendo detectado uma festa de música eletrónica que decorria ilegalmente no interior de uma tenda, dissimulada na vegetação, com a participação de cerca de 40 pessoas e sem qualquer tipo de licenciamento", diz a GNR em comunicado, citada pelo jornal Público.
 
A festa ilegal foi encerrada, enquanto dois homens foram detidos pelo crime de condução de veículo sob o efeito de álcool e outros cinco pelo tráfico de estupefacientes.
 
Nesta operação foram ainda identificados e instaurados 10 autos de ocorrência por consumo de droga e apreendidas 78 doses de haxixe, 58 de MDMA e 19 de cocaína.
 
Devido à pandemia de COVID-19, os bares e discotecas encerraram em março, estando até ao momento sem data para abrir, o que tem preocupado todos os trabalhadores do setor. 
 
A Madeira vai ser a primeira região a permitir a abertura destes estabelecimentos a partir de segunda-feira, com novas regras.
Em tempo de pandemia de COVID-19, a nova produção original de Francisco Cunha pretende espalhar esperança por dias melhores, numa colaboração com Jone Fields e Sixth Sense.
 
O tema de house progressivo, intitulado “Hope”, junta o talento do DJ e produtor português com os outros artistas provenientes da Noruega e Singapura, numa mistura que promete transmitir um forte sentimento emocional e introspetivo através de synths melódicas e uma vibe energética.
 
A inspiração para esta faixa vem de artistas como Dimiti Vangelis & Wyman, Third Party e Alesso e, segundo Francisco Cunha, “tem um significado especial nos dias que correm porque o seu som nos dá e transmite toda a força que precisamos para superar esta pandemia”.
 
A música já conta com o apoio de grandes nomes da música eletrónica internacional como Afrojack, Marcus Santoro, Kryder e Orjan Nilsen.
 
Recorde-se que Francisco Cunha foi um dos artistas mais votados no TOP 30 de 2019 do Portal 100% DJ, tendo ficado colocado em 19º lugar.
 
A proposta de lei do Governo que proíbe a realização de festivais de música e espetáculos análogos até 30 de setembro, devido à pandemia de COVID-19, foi aprovada na passada quinta-feira no parlamento português. 
 
No parlamento, a proposta teve votos a favor do OS e do PAN, voto contra da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e a abstenção dos restantes partidos políticos. 
 
No entanto, poderão existir algumas exceções como é o caso de eventos que decorram em recinto coberto ou ao ar livre com lugar marcado e com a lotação definida pela Direção-Geral de Saúde (DGS), em função das regras de distanciamento físico. 
 
Segundo a ministra da cultura, Graça Fonseca, "na perspetiva do governo é muito importante que seja possível realizar-se alguma programação cultural no território durante o verão porque será um verão atípico", em menor escala e em menor dimensão, "para que as pessoas sintam confiança num regresso à normalidade". 
 
Durante a tarde, muitos foram aqueles que referiram à existência de um "elefante na sala", a Festa do Avante, com a deputada do PCP, Ana Mesquita, a escusar-se a abordar essa questão. A deputada referiu que era necessário "falar do que está efetivamente em discussão". 
 
Fica aberta a possibilidade que seja aprovada a emissão de vales de igual valor ao preço dos bilhetes já pagos para eventos não realizados entre 28 de fevereiro e 30 de setembro deste ano, ficando válidos até 31 de dezembro do próximo ano. 
 
Os vales podem ser usados para comprar bilhetes para os reagendamentos dos espetáculos ou para outros eventos do mesmo produtor, enquanto que o reembolso do dinheiro só poderá ser pedido em 2022. 
 
Os projetos de lei apresentados pelo PAN, BE e Joacine Katar Moreira, com alterações à proposta de lei apresentada pelo governo e aprovada esta quinta-feira na generalidade, serão debatidos na especialidade em data posterior.
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