19-07-2019

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

Sobre Nós  |  Fala Connosco     

Miss Sheila acaba de completar 15 anos de carreira, com o lançamento da sua editora “Digital Waves”, onde pretende encontrar novos talentos da música eletrónica. É uma das melhores DJs a nível nacional, sempre fiel ao seu estilo próprio e já deu muitas cartas no estrangeiro. Depois de ter sido destacada como uma das 20+ de 2014 pelo Portal 100% DJ, a artista concedeu uma entrevista exclusiva, onde fala sobre a sua carreira, o preconceito em relação às DJs e o estado da música eletrónica na atualidade.

 

O que te levou a fundar a editora "Digital Waves"?
A "Digital Waves" já é um sonho desde do tempo que trabalhava com a "Kaos Records". Sabia que um dia queria ter a minha própria editora, mas primeiro precisava de alguns anos para aprender tudo o que era preciso para geri-la, assim como dominar a área da produção musical. Para mim isto era fundamental.
 
Que novidades relativas à carreira da Miss Sheila poderemos ouvir nos próximos meses?
Estou a trabalhar em vários temas que irão ser lançados pela minha editora e não só. Vou começar a preparar a primeira mixed, uma compilação para a editora que também será da minha autoria.  Tenho mais alguns projetos, mas esses para já estão nos segredos dos deuses.
 

Sabia que um dia queria ter a minha própria editora (...)

 
Preferes atuar em pequenos clubes ou em festivais de maior dimensão?
Gosto dos dois de maneiras diferentes. Quando toco em festivais, é claro que não é tão pessoal e intimista com o público como é num clube, mas tenho que dizer que atuar para as massas também é muito bom, pela quantidade de pessoas a curtir, a energia é multiplicada vezes sem conta. Quem me conhece sabe bem que adoro clubes pequenos, pois também essa é a altura em que temos contato quase direto com o público e conseguimos ver cada expressão na cara das pessoas consoante a música, pois consigo ouvir o que cada um me diz e sentir o amor que me dão. É completamente diferente mas ambos muito bons.
 
 
Qual é a melhor memória que guardas dos teus 15 anos de carreira?
Como devem calcular, tenho memórias sem fim e seria impossível mencionar tantas, mas penso que as que me marcaram mais foram no início da minha carreira, onde tudo era novidade e não estava a acreditar o que me estava acontecer. Vivíamos tudo com muita intensidade e ter massas de gente à nossa frente tinha tanto de bom como de "medo"!
 
Quem são as tuas inspirações?
No início da minha careira, a minha inspiração, todos sabem que era o DJ Vibe, eu dizia que ele tinha quatro mãos e trocava-me as voltas constantemente. É claro que ele ainda continua a ser uma inspiração, mas hoje em dia temos muito mais acesso a DJs e produtores que não tínhamos na altura e sem dúvida tenho agora muitos mais que me inspiram, incluindo mulheres, coisa que antigamente não sentia. Hoje já posso dizer que finalmente há mulheres à séria no panorama da música eletrónica, como a Nicole Moudaber por exemplo.
 
Com quem gostarias de vir a colaborar um dia?
Adorava colaborar com o meu produtor preferido da atualidade que é o argentino Adrian Hour, pois ele faz música que me enche as medidas. É claro que não é só ele, mas assim a lista seria infinita.
 
Que sonhos ainda tens por concretizar, a nível pessoal e profissional?
A nível pessoal, penso que passa por ter um filho, mas não para já! A nível profissional, tenho vindo a mentalizar-me para perder o medo de voar, porque ainda gostava de correr o mundo a fazer o que mais amo!
 
Qual é a tua opinião sobre a música eletrónica dos dias de hoje?
Está totalmente diferente do que era. Para começar, muita da música que hoje chamamos de techno antes chamava-se house. Há uma fusão enorme nos estilos musicais e como não podia deixar de ser, torna-se cada vez mais difícil catalogar um género musical. O certo é que nos últimos anos ouve um "boom" enorme de música eletrónica à volta do mundo, independentemente de ser "EDM", comercial, techno ou hard techno, tudo é música eletrónica!
 

(...) os meus fãs sabem o quanto levo a minha carreira a sério (...)

 
Sentes que ainda existe preconceito em relação às carreiras femininas de DJ?
Sim, infelizmente ainda sinto, mas sei que não é só nesta área. Penso que continua a ser em praticamente todas as profissões do mundo. É certo que já não é tão evidente para DJs como era quando comecei, mas em parte a culpa também passa por algumas mulheres decidirem ridicularizar a profissão, ao atuarem de topless, etc... Depois somos julgadas de forma global e não somos levadas a sério! Claro que não sinto que entro nesse campeonato. Sei que pelo menos os meus fãs sabem o quanto levo a minha carreira a sério, mas não tenho duvidas que nós, mulheres sérias, temos que trabalhar o dobro para sermos vistas e respeitadas como verdadeiras artistas.
 
Dentro do teu estilo musical, o que gostavas de ver alterado em Portugal?
Não vejo assim grandes coisas que tenham que ser alteradas, "underground" é mesmo isso. Não é para as massas, nem é para dar muito nas vistas. Para já, temos promotores que fazem festas e também já temos festivais para o género musical, por isso está muito bem!
 
Segue a Miss Sheila
     
 
Publicado em Entrevistas
Portugal é um dos dez países da Europa onde se bebe mais álcool, segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde citado pelo jornal "Público". Numa lista de 34 países, Portugal surge em nono lugar no que se refere à média anual de consumo de álcool per capita, com 13,4 litros, o que significa que os portugueses estão acima da média europeia. Por outro lado, Portugal revela ser um dos países com mais abstémios, o que indicia elevado consumo dos que bebem.

O relatório mostra também que Portugal é um dos poucos países a autorizar a venda de álcool a menores de 18 anos.

O relatório da Organização Mundial de Saúde foi ontem divulgado e intitula-se 'Álcool na União Europeia'. Revela o padrão europeu: "Os adultos na Europa consomem três bebidas alcoólicas por dia".
 
Fonte: DN Portugal.
Publicado em Mix
Os nomeados para a edição deste ano dos Portugal Festival Awards foram divulgados e a organização anunciou um recorde de participações. Ao todo, são 140 festivais que vão a votos, contabilizando assim mais de 2,3 milhões de espectadores.
 
Entre os nomeados encontram-se festivais como a EDP Beach Party, NEOPOP, MEO Out Jazz, Sol da Caparica, NOS Alive, entre muitos outros. Algumas queimas das fitas como a de Lisboa e Évora também estão nomeadas como Melhor Festival Académico.
 
A votação é aberta ao público através do site oficial e da página oficial de Facebook dos Portugal Festival Awards, dividida em várias categorias. Os vencedores serão escolhidos pelo público e por um painel de júris que inclui Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Vítor Belanciano (Público), Pedro Esteves (Observador), Fred Pinto Ferreira (Orelha Negra/Kambas/Banda do Mar/5:30), Ana Teresa Ventura (SIC), Álvaro Costa e Nuno Calado (Antena 3), Joana Cruz (RFM), Pedro Ramos (Radar), Rita Carmo (Blitz), Hélio Morais (PAUS/Linda Martini), Ana Markl (Canal Q/Antena 3), Valete, Tó Pereira (DJ Vibe) e outras personalidades da área da música, comunicação social, turismo, sustentabilidade e comunicação.
 
A cerimónia de entrega dos Portugal Festival Awards decorre no próximo dia 17 de novembro no Cinema São Jorge, em Lisboa, pelas 21h30.
 
{youtube}b8P-PGhOluw{/youtube}
Publicado em Mix
O DJ e produtor Armin Van Buuren escolheu as magníficas paisagens portuguesas para a gravação do vídeoclip da “Strong One” faixa que fará parte do seu novo álbum “Embrace” editado a 29 de outubro pela Armada Music mas que já se encontra disponível em pré-venda.
 
As filmagens começaram ontem, segunda-feira, e têm decorrido na zona da Praia da Adraga em Sintra. Além do próprio Armin e do vocalista Cimo Fränkel, a figuração do vídeo conta também com modelos portuguesas. 
 
 
As partilhas nas redes sociais da sua presença por Portugal têm despertado a curiosidade dos seus seguidores e o Portal 100% DJ sabe que o artista já conversou e tirou fotografias com alguns fãs nacionais, que lhe pediram um breve regresso a Portugal. Recorde-se que o artista esteve em solo nacional o ano passado no dia 15 de agosto como cabeça de cartaz do evento “Where’s The Party by Carlsberg” que decorreu na Marina de Albufeira.
 
O seu novo álbum que contará com várias colaborações de peso como é o caso do trompetista de jazz Eric Vloeimans, da banda Kensington e do cantor norte-americano Gavin DeGraw. As faixas “Another You” com Mr. Probz e “Off The Hook” produzida em conjunto com Hardwell, fazem também parte deste álbum, o sexto.
 
A tracklist completa foi revelada a semana passada durante o episódio número 733 do Radioshow assinado pelo próprio “A State of Trance (ASOT)”. O programa de rádio semanal ASOT conta com duas horas e é atualmente ouvido por mais de 33 milhões de ouvintes em 100 estações de rádio FM de 84 países diferentes.
 
Em baixo poderás ver o teaser do vídeoclip que entretanto já foi lançado.
 
 
Nota de Redação 28-10-2015: Notícia atualizada com o vídeoclip.
Publicado em Artistas
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) anunciou esta quarta-feira que foram instaurados 35 processos em festivais de verão, destacando-se como principal infração a venda e/ou disponibilização de bebidas alcoólicas a menores.
 
Através da Unidade Regional do Sul, a ASAE realizou diversas operações de fiscalização, no âmbito dos Festivais de Verão realizados durante o mês de julho e primeira semana de agosto.
 
Entre o público abrangido, destaca-se o NOS ALIVE 2016, no Passeio Marítimo de Algés, o Super Rock Super Bock (SBSR) no Meo Arena em Lisboa, o Festival Músicas do Mundo, em Sines e o MEO Sudoeste na Zambujeira do Mar.
 
Segundo a ASAE, no NOS ALIVE 2016 foram fiscalizados 86 operadores económicos, tendo sido instaurados 6 processos de contraordenação por venda e/ou disponibilização de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos e 2 processos de contraordenação por incumprimento dos requisitos de higiene e falta de afixação de preços.
 
"No âmbito da fiscalização da lei do álcool foram identificados 7 menores com idades compreendidas entre os 15 e 17 anos", adianta a ASAE.
 
No festival MEO Sudoeste, foram fiscalizados 54 operadores económicos e foram instaurados 16 processos: 15 de contraordenação por venda ou disponibilização de bebidas alcoólicas a menores e falta de afixação de aviso obrigatório e ainda 1 processo-crime com detenção de indivíduo por usurpação.
 
Foram identificados 20 menores por consumo de bebidas alcoólicas com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos.
 
No Festival Músicas do Mundo, foram fiscalizados 30 operadores económicos e foram instaurados 3 processos: 2 processos de contraordenação por falta de aviso de álcool e 1 processo de contraordenação por venda de álcool a menores e foram identificados 2 menores por consumo de bebidas alcoólicas.
 
No Super Rock Super Bock instauram-se 8 processos, sendo 5 deles por contraordenação por disponibilização de bebidas alcoólicas a menores com identificação de 7 menores com idades entre 16 e 17 anos e 1 processo-crime por utilização de identificação alheia, por menor com 16 anos, para acesso a bebida alcoólica.
 
De acordo com a ASAE, foi ainda instaurado neste festival 1 processo de contraordenação por incumprimento do HACCP (Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos) e 1 processo de contraordenação por falta de afixação na bilheteira da classificação etária de acesso ao evento (6 anos) e acesso de menor de três anos aos espetáculos (identificada criança de 2 anos) e foram fiscalizados 28 operadores económicos.
 
Fonte: Sic Notícias.
Publicado em Festivais
Portugal está ao rubro com a confirmação do coletivo sueco de DJs - Swedish House Mafia - composto por Sebastian Ingrosso, Axwell e Steve Angello.
 
É já no próximo dia 18 de Dezembro, que os inúmeros fãs portugueses, vão poder ver ao vivo e a cores e sentir o gigantesco poder de três artistas mundialmente conhecidos pelos seus espectáculos arrepiantes, e pelas suas produções.
O Pavilhão Atlântico será palco desta atuação e os ingressos estão à venda nos locais habituais a partir de sexta-feira. Custam entre 40 e 80 euros.
 
A notícia de que os SHM poderiam atuar no nosso país, foi avançada pelo Portal 100% DEEJAY no passado sábado dia 22 de setembro.
 
Em 2011, este coletivo esteve agendado para o dia 7 de agosto no Festival Sudoeste, mas Axwell não atuou, (segundo um comunicado do mesmo) devido a uma infeção na garganta, que o impossibilitou de estar presente na Herdade da Casa Branca - Zambujeira do Mar. O live foi na altura assegurado pelos seus dois colegas Sebastian Ingrosso e Steve Angello, que levaram os milhares de festivaleiros ao rubro. No entanto, Axwell chegou a atuar no primeiro dia de evento - 3 de agosto.
 
Durante a última semana têm sido divulgadas inúmeras imagens na página oficial de Facebook, com o símbolo desta ‘One Last Tour’ também inscrita em diversos monumentos, incluindo a Torre de Belém em Lisboa, a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, entre outros.
 
Os SHM, estrearam-se nos palcos portugueses em 2010, como cabeças de cartaz da Beach Party organizada pela Rádio Nova Era e a sua mais recente e última produção intitula-se 'Don't You Worry Child'. No início do último Verão, através de um comunicado, anunciaram o seu término enquanto 'Swedish House Mafia' e prometeram seguir com as suas carreiras a título individual.
 
Publicado em Eventos
quinta, 31 janeiro 2013 21:27

Sagres desafia adeptos portugueses

A Sagres está a desafiar os adeptos portugueses a escreverem frases de apoio à Seleção Nacional para o jogo Portugal-Equador, que será realizado já no próximo dia 6 de fevereiro, na cidade de Guimarães.

Para participar nesta ação basta aceder à página do Facebook da Cerveja Sagres e escrever na App "Somos Seleção" duas frases de apoio, limitadas a 25 caracteres cada.

A iniciativa, que decorre até 4 de fevereiro, irá premiar as 25 participações mais votadas com a oferta de dois bilhetes a cada participante. Os vencedores com as quatro frases mais criativas, selecionados por um júri da marca, irão ver ainda as suas palavras nas linhas LED (placards eletrónicos) do estádio em pleno jogo.

Esta é uma ação que está em linha com a estratégia de comunicação da marca. Recorde-se que a Sagres é patrocinadora da Seleção Nacional desde 1993.
Publicado em Marcas

A música corre-lhe nas veias. Encara o dia-a-dia com naturalidade e "energia" é a palavra que melhor o define. Aos 25 anos, Hardwell transforma um sonho realidade. Tornou-se o DJ número um do mundo - cimentado, desta feita, a sua posição na cena eletrónica mundial, sendo o mais novo DJ a conquistar o cobiçado Top 100 da Revista Britânica DJ Mag. A ascensão do menino da cidade de Breda (Holanda) tornou-se um conto inspirador para todos, relatado na primeira pessoa no documentário 'I Am Hardwell' - que será exibido em várias salas em todo o mundo - desenvolvido com o lema "Se você pode sonhar, você pode fazê-lo".

A poucos dias da sua vinda a Portugal, o Portal 100% DJ foi ao encontro de Hardwell, para saber quais as suas expectativas e a resposta foi direta: "Vai ser brutal!", estando o DJ holandês à espera de uma "festa selvagem" no próximo dia 14 de dezembro, em Lisboa. Na entrevista exclusiva, o DJ e produtor falou do importante prémio recebido, de Portugal, do evento 'I Am Hardwell' e revelou quais os seus planos para concretizar no próximo ano.

 

Antes de mais, queremos felicitar-te em nome de todos os teus fãs portugueses. Como é que te sentiste quando foi revelado o teu nome nos prémios da DJ Mag?
Fiquei sem palavras e ainda estou estupefacto! Tive um sorriso de orelha a orelha durante duas semanas.
 
Consideras este prémio um marco importante na tua carreira? É uma responsabilidade de peso ter este prémio nas mãos?
Estou muito orgulhoso e sinto-me honrado em ter sido votado para o número 1 e é definitivamente um marco importante para mim, mas não é tudo. A minha música é a coisa mais importante e desde que os fãs estejam contentes com ela, tudo é secundário.
 
Se pudesses dedicar o prémio a alguém, a quem seria?
Aos meus fãs, por mostrarem todo o seu apoio e acreditarem em mim ao longo do caminho.
 
Descreve em três palavras o evento 'I Am Hardwell'...
O, melhor, incrível, espetáculo… ok, são quatro palavras, mas prometo será uma festa fantástica.
 
Desta tour mundial qual foi até agora o gig que mais te surpreendeu e porquê?
Não consigo escolher apenas um, pois são todos diferentes, no entanto estou a gostar imenso dos espetáculos ‘I Am Hardwell’. A produção, a energia de cada evento… nunca senti nada igual.
 
Que feedback tens tido nos outros países?
Muito, muito feedback positivo. Tem sido muito divertido até agora e mal posso esperar para vos levar este espetáculo, porque vocês vão adorar.
 
Quais são as tuas expectativas para o próximo dia 14 de dezembro no Meo Arena?
Vai ser brutal! Estou à espera de uma festa «selvagem».
 
Vais trazer o teu amigo Dannic. Consideras que a ajuda que lhe tens dado, serviu também para o impulsionar a nível mundial?
O sucesso do Dannic tem sido feito por ele próprio. Somos bons amigos e conhecemo-nos há muitos anos e ele sempre foi muito dedicado à sua música e ao djing. Ele é extremamente trabalhador e tem uma boa visão. Estou muito contente de o ver a dar-se muito bem com a sua música.
 
O que é que te vem à cabeça quando se fala em Portugal? Que referências tens?
Praias incríveis, marisco e que deu ao mundo alguns futebolistas famosos.
 
O que é que gostarias de conhecer melhor em Portugal?
Estou desejoso de poder passar algum tempo no vosso país nesta viagem e experienciar mais da vossa cultura e da maravilhosa comida.
 
Que planos tens para concretizar em 2014?
Em 2014 será tudo à volta da música. Quero concentrar-me em acabar o meu primeiro álbum como artista. Também estou a concentrar-me na minha tour mundial 'I Am Hardwell' e pretendo levá-la a mais destinos à volta do mundo. O próximo ano vai ser muito ocupado e um período excitante para mim tanto em estrada como no estúdio.
 
Tens em vista a edição de mais trabalhos de produtores portugueses na tua editora Revealed?
Estou aberto para trabalhar com diferentes escritores, cantores e produtores de todo o mundo, e claro que seria muito bom trabalhar com portugueses. Alguma sugestão?
 
Que mensagem gostarias de enviar para os teus fãs portugueses e leitores do Portal 100% DJ?
Obrigado pelo suporte contínuo que me têm dado. Estou desejoso de poder «rebentar» a vossa festa dia 14.
 

 

Publicado em Entrevistas
Um estudo publicado pelo Eurobarómetro nesta quarta-feira em Bruxelas revela que os portugueses são os que mais bebem bebidas alcoólicas diariamente liderando a média europeia.

Os resultados do inquérito realizado a 27 mil europeus em Outubro do ano passado revelam que 43 por cento dos portugueses consomem álcool diariamente contra os 14 por cento da média europeia.

Do total de inquiridos, 83 por cento concorda com a realização dos controlos policiais, um número que sobe para 91 por cento em Portugal. No conjunto de todos os europeus, 89 por cento defende a proibição da venda e consumo de álcool a menores.

A grande maioria dos europeus advoga que devem ser tomadas medidas para combater os malefícios da ingestão de bebidas alcoólicas.
Publicado em Mix
O panorama dos festivais de música conta este ano com mais eventos e de menor dimensão, mas o setor precisa ainda de mais profissionalização, afirmou à agência Lusa o diretor da associação APORFEST, Ricardo Bramão. 
 
Criada em 2014, a Associação Portuguesa dos Festivais de Música (APORFEST) tem estado a analisar a área dos eventos de música - que começam agora a ganhar força com a chegada do verão -, e já traçou o perfil do espectador português e promove formação de agentes do setor.
"Percebemos que esta área não está ainda maturada, que há mais festivais, de pequena dimensão, e que há outros que desaparecem, ou porque não têm apoio financeiro sustentado ou por falta de capacidades", referiu o responsável.
 
De acordo com a APORFEST, o calendário português conta com cerca de 150 festivais de música, entre os que têm maior visibilidade junto do público português, o NOS Primavera Sound é um dos primeiros a realizar-se, no Parque da Cidade, no Porto. 
 
Nas próximas semanas e até setembro, há propostas para quase todos os gostos, do fado à world music, do pop rock ao reggae, das músicas do mundo à eletrónica, com centenas de concertos e a movimentação de milhares de artistas, de norte a sul do país. 
 
No que diz respeito aos festivais que somam mais de dez edições, o ranking é liderado pelo Festival Músicas do Mundo de Sines, com a 17.ª edição, em julho e o Super Bock Super Rock, que cumpre 20 anos em julho, mudando-se do Meco para o Parque das Nações, Lisboa, e ainda o Vodafone Paredes de Coura, desde 1993 a mostrar música na localidade minhota. 
 
Outros estão ainda nas primeiras edições e a consolidarem-se, como o Caixa Ribeira, dedicado ao fado, em junho no Porto, ou o Sol da Caparica, só com música portuguesa, em agosto, na Costa de Caparica. 
 
Sobre o panorama dos festivais, Ricardo Bramão explica que "há vontade de se fazerem festivais, mas a dificuldade é conseguir mantê-los, sobretudo os de menor dimensão, ou porque falha um ou outro apoio, ou porque não há conhecimentos suficientes para otimizar o trabalho". 
 
Recorde-se que em 2014 foi lançado um estudo efetuado pelo TalkFest que dava conta dos números dos festivais portugueses e que podem ser consultados em infografia aqui.
 
Publicado em Festivais
Pág. 1 de 8
100% DJ. Projeto editorial independente cujos valores se guiam pelo profissionalismo, isenção e criatividade, tendo como base de trabalho toda a envolvente da noite nacional e internacional, 365 dias online.

Newsletter

Recebe novidades e conteúdos exclusivos no teu e-mail.

Este site utiliza cookies. Ao navegares neste site estás a consentir a sua utilização. Para mais informações consulta a nossa Política de Privacidade.