Aquele que é considerado o maior evento Chill Out do país não se realiza em 2011.

A sua quinta edição, inicialmente agendada para o próximo Sábado dia 27 de Agosto, foi cancelada pela sua entidade organizadora, a Câmara Municipal de Loulé.

Em comunicado, a Autarquia refere que pretende não comprometer a qualidade do evento com uma edição mais simples, sendo que 'esta decisão tem por base a necessidade de contenção orçamental, dado que este é um evento que envolve um grande investimento e que, por ser gratuito, não gera retorno financeiro directo '.

Esta foi uma decisão bastante reflectida e surge também da necessidade de definir prioridades de investimento num momento em que o país atravessa sérias dificuldades. Este cancelamento tem um efeito pontual, sendo objectivo da autarquia retomar a organização do evento assim que se reúnam as condições necessárias para a sua realização, refere o comunicado.

Concebida, organizada e promovida integralmente pela Autarquia de Loulé, a Noite Branca veste literalmente a cidade algarvia para a despedida do Verão desde o ano 2007. Numa noite, a cidade é transformada num palco gigante de animação, descontracção e cultura, onde os visitantes são os protagonistas. Centenas de artistas dão vida às ruas e ruelas de Loulé, com o branco como mote permanente e transversal às várias manifestações, que vão da música à animação de rua, da moda à pintura, do novo circo às artes plásticas. Os espectáculos inéditos, são criados em exclusivo para a ocasião, onde o factor surpresa é uma constante. Os locais mais inusitados são palcos de momentos que se pretendem inesquecíveis, desde a varanda de um prédio, à muralha do castelo, ou simplesmente o ar, onde alguns artistas actuam suspensos.

Recorde-se que a Noite Branca de Loulé foi distinguida na ‘Gala dos Eventos 2010’ como 'Melhor Evento Público’.
 

Transcrevemos na íntegra o comunicado da Câmara Municipal de Loulé.
A Câmara Municipal de Loulé, entidade organizadora e promotora da Noite Branca, torna pública a decisão de não realizar, no corrente ano, esta iniciativa.

A decisão tem por base a necessidade de contenção orçamental da autarquia, dado que este é um evento que envolve um grande investimento e que, por ser gratuito, não gera retorno financeiro directo. Assim, a autarquia preferiu não comprometer a qualidade do evento com uma edição mais simples, e adiar a sua realização.
Esta decisão surge também da necessidade de definir prioridades de investimento num momento em que o país atravessa sérias dificuldades.

A Câmara Municipal de Loulé, com esta decisão, procura assim uma melhor racionalização do erário público, focando a sua atenção no apoio às pessoas, nomeadamente os grupos sociais mais frágeis. O momento difícil pelo qual estamos a passar exige uma grande responsabilidade por parte das organizações públicas, pelo que esta decisão, que foi bastante reflectida, assume também ela um carácter simbólico que importa realçar, num quadro de empenho global para a recuperação económica da região e do País.

Este cancelamento tem um efeito pontual, sendo objectivo da autarquia retomar a organização do evento assim que se reúnam as condições necessárias para a sua realização.

 
A Origem da Noite Branca
Com origem em algumas cidades europeias e norte-americanas, o conceito da Noite Branca é normalmente associado a iniciativas de cariz humanitário ou de solidariedade social.

Na Europa, nas zonas turísticas, o conceito urbano de Noite Branca evoluiu entretanto para uma vertente também comercial, associando a música à animação de rua com o comércio aberto num novo conceito de lifestyle onde o glamour e a alegria ganham forma e onde as baixas das cidades ou os seus centros ganham, por uma noite, uma nova dinâmica.

Em Portugal, a Noite Branca tem apenas precedentes em Coimbra quando um grupo de alunos de Engenharia Biomédica da Universidade de Coimbra baseando-se na experiência de alguns estudantes que estiveram na cidade italiana de Turim, através do Programa Erasmus, tomou a iniciativa de realizar esta actividade depois de observar que em Itália havia uma boa participação por parte da população.

Assim nasceu em 2007 a Noite Branca em Loulé, um evento que atingiu, desde a sua primeira edição, níveis elevados de adesão por parte do público.
Publicado em Eventos
Carlos Monteiro, presidente do Município da Figueira da Foz afirmou na reunião de Câmara desta manhã que o festival RFM Somnii será transferido para o próximo ano.  

Segundo o jornal Diário de Coimbra, o presidente da autarquia acrescentou que está a trabalhar num evento para a passagem de ano, que "colmate esta lacuna", por forma a "ajudar a retoma do comércio e turismo".

Ao Diário das Beiras, Tiago Castelo Branco, diretor executivo da MOT, produtora do evento, afirmou que existe um "plano B" e que será anunciado quando o Governo tomar uma decisão relativa aos festivais de verão deste ano, que deve acontecer esta quinta feira dia 7 depois da reunião do Conselho de Ministros.

O RFM Somnii ia decorrer entre os dias 10 e 12 de julho na Praia do Relógio e o cartaz contava com vários nomes da cena eletrónica como Alan Walker, Dimitri Vegas & Like Mike e Alok.
 
Publicado em Festivais
A economia portuguesa irá sofrer um impacto superior a 1,6 mil milhões de euros com o cancelamento dos festivais de verão deste ano, devido à pandemia de covid-19.

De acordo com o relatório anual da Associação Portuguesa de Festivais de Música (Aporfest), em 2019 foram realizados 287 festivais de música, gerando cerca de 2 mil milhões de euros, por contraponto com os 400 milhões de euros previstos para este ano, na melhor das hipóteses.

Noticia hoje o JN, que estes valores levam em conta o dinheiro gasto em transportes, sobretudo de carro, mas também de avião, nas deslocações para os festivais. Esta rúbrica é de elevda importância, uma vez que só no ano passado foram gastos 1,7 mil milhões de euros. No entanto, há ainda cerca de 120 empresas que trabalham para festivais, muitas delas em exclusividade. A associação refere ainda que existe uma quebra de 80% no volume de negócios dessas empresas que operam indiretamente no setor.

Recorde-se que a realização de festivais e espetáculos de natureza análoga está proibida até 30 de setembro. A lei promulgada pelo Presidente da República estabelece que o consumidor não terá direito à devolução do preço do bilhete para os espetáculos que estavam marcados entre 28 de fevereiro e 30 de setembro de 2020 e que foram reagendados por causa da pandemia da Covid-19.

Os espetáculos abrangidos por esta lei "devem, sempre que possível ser reagendados", sendo que o reagendamento do espetáculo não dá lugar à restituição do preço do bilhete, nem pode implicar o aumento do respetivo custo para quem à data do reagendamento já fosse seu portador.
Publicado em Festivais
A ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou, esta segunda-feira, que eventos com mais de cinco mil pessoas realizados ao ar livre devem ser suspensos ou adiados. O mesmo deve acontecer com aqueles que reúnam mais de 150 pessoas e tenham lugar onde há grupos de transmissão. As medidas vão vigorar até, pelo menos, dia 3 de abril.

Marta Temido disse ainda que se deve ter "especial atenção" aos eventos que contem com a presença de pessoas da China, Irão, Itália. Foi ainda dito que "os profissionais de saúde devem abster-se de reuniões alargadas (conferências e/ou congressos) uma vez que são elementos fundamentais e necessários". 

Até ao momento existem 59 casos confirmados de coronavírus em Portugal, a maioria na região Norte.
Publicado em Eventos
A organização do TomorrowWorld atravessa agora diversos problemas, que estão a afetar a sua imagem e credibilidade. As más condições meteorológicas, além de obrigarem a adiar a abertura de portas do recinto do festival para uma hora mais tarde no sábado, obrigou ao cancelamento da noite de domingo, exceto para os campistas da Dreamville.
 
A chuva intensa que se fez sentir no passado fim-de-semana causou diversos estragos nos parques de estacionamento e nas estradas de acesso ao TomorrowWorld, o que fez com que os carros e autocarros que iriam transportar os festivaleiros ficassem atolados na lama. As pessoas ficaram sem transporte e foram obrigadas a andar durante vários quilómetros, às escuras. Muitas delas chegaram a casa apenas na manhã seguinte, passando várias horas sem comer ou beber.
 
Há também relatos de supostas violações e registos em fotografias e vídeos de pessoas a dormir no chão. As redes sociais foram palco de vários relatos do ‘horror’ vivido na madrugada de sábado, com diversas pessoas a queixarem-se da má organização do TomorrowWorld e da arrogância dos seus funcionários.
 

 
“Vocês têm pessoas drogadas e alcoolizadas a andar durante mais de 5 horas para chegar aos carros, sem rede de telemóvel ou a dormir na estrada sem comida e bebida” e “é muito bom ter o bilhete VIP e oferecer uma experiência de sem-abrigo” foram alguns dos testemunhos deixados na página oficial de Twitter do TomorrowWorld.
 
A comunicação social norte-americana tem feito várias notícias acerca do acontecimento, com entrevistas a testemunhas e vítimas desta situação.
 
Para evitar que este acontecimento se repetisse, o dia de domingo foi cancelado para quem tinha bilhete diário. As atuações de Martin Garrix, Armin van Buuren ou David Guetta foram apenas feitas para os 40 mil campistas da Dreamville. Em comunicado, publicado através da página oficial de Facebook do TomorrowWorld, a organização anunciou que irá devolver o dinheiro dos vários bilhetes individuais de domingo.
 

 
Muitas das pessoas que passaram por esta má experiência afirmaram que não vão voltar mais ao TomorrowWorld. Depois das primeiras edições terem registado uma fraca adesão, estes acontecimentos estão a afetar e muito a imagem e a marca do festival. Pelas redes sociais, já se fala do fim do TomorrowWorld.
Publicado em Tomorrowland
O festival mais longo do mundo, que prometia cinco semanas de música eletrónica e de dança nas margens da barragem do Alqueva, durou apenas três dias. Segundo o jornal Público, o KaZantip Festival não conseguiu assegurar as condições necessárias para, por exemplo, vender comida e bebida no recinto, e o organizador principal do evento, Roland Stach - preZidente da República Kazantip, acabou mesmo por fugir de volta para a Suíça por não conseguir pagar a artistas e fornecedores.

Criado na Ucrânia durante os anos 1990, o KaZantip é conhecido como o «festival das orgias» e esteve envolto em polémica depois da publicação na Internet de um vídeo, alegadamente gravado durante uma das edições, de uma criança a praticar sexo oral.

Esse mesmo vídeo esteve, aliás, na base de uma queixa judicial apresentada em fevereiro contra a realização do evento em Portugal. Apesar disso, o KaZantip acabou mesmo por abrir portas no passado dia 20 de julho, mas uma inspeção da ASAE logo no dia seguinte, pôs a descoberto várias irregularidades que viriam a comprometer o festival.

No site do evento, a organização admitiu falhas quanto à não existência de um livro de reclamações à porta do recinto e quanto à falta de uma licença para a água nos chuveiros e casas de banho, mas remeteu para a Câmara Municipal de Moura a culpa de ter uma licença errada que impediu a venda de produtos alimentares no festival. No entanto, o Município de Moura também já emitiu um comunicado onde descarta quaisquer responsabilidades e disponibilizou-se ainda «a resolver de imediato eventuais problemas suscitados pelas dúvidas levantadas sobre o regime de licenciamento adoptado.»

«Sem poder vender comida, [a organização] não pôde prestar os serviços prometidos e consequentemente não pôde vender bilhetes [para o festival]», lê-se no comunicado.

Os festivaleiros foram obrigados a abastecer-se nos mercados locais de Moura, a cerca de meia hora de viagem do KaZantip, mas a entrada gratuita no recinto e as crescentes cenas de violência acabaram por ser a gota de água que fez transbordar o copo ao fim de apenas três dias.

«A situação relativa à [falta] de comida agravou-se na segunda-feira depois de, durante o fim-de-semana, cada vez mais pessoas terem entrado no festival depois de saberem que a entrada era livre. As coisas ficaram fora de controlo e a organização decidiu encerrar o festival por questões de segurança», explicaram os responsáveis do KaZantip português.

Em declarações ao Público, um elemento da organização revelou que, confrontado por artistas e fornecedores, o principal responsável do festival fugiu para a Suíça.
«O Roland foi mesmo ameaçado de violência física por outros organizadores e fugiu. Não ia haver dinheiro para pagar a ninguém, pois o festival não estava a dar lucro», contou.

Os trabalhadores contratados para o evento também não foram pagos pelos serviços prestados e receberam apenas bilhetes de autocarro de volta a casa. No recinto de 100 hectares, ficaram palcos ao abandono. Aquele que prometia ser o mais longo festival de música realizado em Portugal, durou apenas três dias.
Publicado em Festivais
Tim Bergling - conhecido no meio por Avicii - cancelou todos os seus eventos agendados, incluindo a atuação no TomorrowWorld a decorrer este mês, por motivos de saúde. As recentes cirurgias e o tempo de descanso que se seguiram não foram suficientes para a recuperação do seu estado de saúde.
 
Recorde-se que durante o Winter Music Conference deste ano, Avicii foi internado num hospital de Miami em carater de urgência devido a complicações com a vesícula biliar, levando-o a suspender sua atuação no Ultra Music Festival, sendo substituído por deadmau5. Mais tarde, foi revelado que o DJ e produtor sueco foi também obrigado a remover o apêndice.
 
Nos últimos dias, um porta-voz do artista escreveu em comunicado que este continuará em repouso, em Estocolmo, "até ter recuperado a força e bem-estar físico necessário para poder continuar a trabalhar no seu segundo álbum no próximo ano".
 
Publicado em Artistas
domingo, 12 julho 2009 23:33

Depeche Mode cancelam concerto

Dave Gahan, vocalista dos Depeche Mode, sofreu na Sexta Feira passada, no concerto dado pela banda em Bilbao, uma lesão no músculo da perna que obriga a banda, por indicação médica dada ao vocalista, a cancelar os dois últimos concertos da tour europeia, que incluíam o concerto de dia 11 de Julho no Super Bock Super Rock no Porto.
Todos os restantes concertos desta data do Festival mantêm-se como previsto.

A Música no Coração e a Unicer / Super Bock lamentam o cancelamento do concerto e informam que todos os possuidores de bilhetes para o dia 11 de Julho poderão:

•Assistir a ambas as datas do Super Bock Super Rock, Porto dia 11 de Julho e Lisboa dia 18 de Julho, mediante apresentação do seu bilhete para o Porto, ou
•Usar o seu bilhete de dia 11 para o Super Bock Super Rock em Lisboa no dia 18 de Julho para assistirem a The Killers, Duffy, Mando Diao, Brandi Carlile, The Walkmen e Bettershell, ou
•Reclamar o valor do mesmo a partir de segunda-feira, e durante 60 dias a partir de 11 de Julho, nos locais onde os adquiriram, sendo condição necessária para tal que apresentem o seu bilhete totalmente intacto
Todos os esclarecimentos serão prestados em www.musicanocoracao.pt, www.superbock.pt, e pelo telefone da Música no Coração, a partir de segunda-feira.

Chegando este ano à sua 15ª edição, a história do Festival Super Bock Super Rock tem sido caracterizada pela capacidade contínua de inovação, dinamismo e reinvenção, afirmando-se como uma referência no panorama musical português. Isto permitiu-lhe ganhar um espaço único na vida cultural portuguesa, ser uma fonte de revelação de bandas portuguesas e ainda a privilegiada porta de entrada de bandas internacionais, credibilizando Portugal junto da indústria musical à escala mundial e colocando o nosso país na rota dos grandes festivais de música.

Desde a primeira edição, o Super Bock Super Rock já teve vários formatos, assim como já esteve em várias cidades, tendo-se mesmo aventurado além fronteiras. No entanto nunca perdeu a sua identidade, apenas a diversificou e se consolidou como o ‘festival camaleão’ português. Este ano não é excepção.
Publicado em Artistas
Os governantes de Miami, cidade do estado americano da Flórida, vão debater esta quinta-feira, se permitem ou não a realização do segundo fim-de-semana (Phase 2), previsto e já anunciado pela produção do gigantesco evento de música electrónica Ultra Music Festival, para os dias 22, 23 e 24 de março.
 
Em 2012 os bilhetes para os três e únicos dias de evento esgotaram em poucas horas. Possivelmente esse facto pesou na decisão da produção em alargar o evento para mais um fim-de-semana de música. No entanto essa decisão não agradou aos moradores e empresários da cidade. Os mesmos afirmam que a realização do evento no Bayfront Park levará a perturbações de ruído e tráfego, que influenciam a estrutura da própria cidade e funcionamento dos ecossistemas. Os distúrbios e a desordem causada pelos festivaleiros, estão também em cima da mesa.
 
O documento se for aprovado pela autarquia da cidade, limita a 15ª edição do Festival a apenas um fim-de-semana. O responsável por este assunto - Vice-Presidente Marc Sarnoff - até ao momento, não teceu comentários à comunicação social.
 
A "Phase 1" do evento decorre nos dias 15, 16 e 17 de março e já estão confirmados os mais importantes nomes da música de dança, tais como Tiësto, David Guetta, Armin van Buuren, Avicii Above & Beyond, Afrojack, Bassnectar, Calvin Harris, Carl Cox, Fatboy Slim, Kaskade, Knife Party e Richie Hawtin.
 
Recorde-se que em 2012 passaram pelo festival cerca de 150 mil pessoas de todo o Mundo, divididas por três palcos que representavam diferentes sonoridades musicais. Avicii, David Guetta, Skrillex e Fatboy Slim foram apenas alguns dos artistas que passaram pelo Ultra 2012.
 
 
Publicado em Ultra Music Festival
sexta, 20 fevereiro 2015 23:51

Wolfgang Gartner cancela atuações

O DJ e produtor americano Wolfgang Gartner anunciou o cancelamento das suas atuações até ao final de fevereiro, devido a problemas de saúde, através da sua página oficial de Facebook.
 
Problemas cardíacos são a razão do cancelamento, depois da sua família e do seu médico pedirem ao artista que fizesse uma pausa na digressão.
 
“Queridos fãs: Lamento imenso informar-vos que não estou apto para fazer as atuações marcadas para o resto de fevereiro. A minha saúde tem vindo a ser afetada durante a tour, e chegou ao ponto de eu ter problemas cardíacos, o que faz com que não seja seguro para mim estar em digressão. O meu médico e família aconselharam-me a não continuar com a digressão devido aos sintomas físicos perigosos que tenho vivido na estrada. Sinto que estou a desiludir os meus fãs mas neste momento preciso de colocar a minha saúde em primeiro lugar. Obrigado pela compreensão e, mais uma vez, as mais sinceras desculpas.”, foram as palavras de Wolfgang Gartner na rede social.
 
Publicado em Artistas
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