Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Mensal

 

A época de festivais de verão está oficialmente aberta. De acordo com a Associação Portuguesa dos Festivais de Música (APORFEST), só este ano vão decorrer cerca de 150 festivais em território nacional.
 
Há para todos os gostos e géneros, espalhados pelos cantos de Portugal. Dentro da música eletrónica, o ano de 2015 conta com a presença de grandes estrelas mundiais como Steve Angello, Calvin Harris, Deep Dish e Nicky Romero.
 
A MÚSICA ELETRÓNICA ‘GANHA TERRENO’ NOS FESTIVAIS PORTUGUESES
 
O Portal 100% DJ destaca os festivais de grande dimensão MEO Sudoeste, EDP Beach Party, RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre, NOS Alive ou o NEO POP, cujos cartazes apresentam uma enorme quantidade de artistas nacionais e internacionais com prestígio e talento. Alguns destes eventos contêm artistas de outros géneros musicais, mas a presença de grandes DJs e produtores é cada vez mais uma grande aposta por parte da organização dos mesmos.
 
O MEO Sudoeste apresenta, mais uma vez, um cartaz recheado de artistas de música eletrónica, de 5 a 9 de agosto. Calvin Harris, Steve Aoki, W&W, DJ Bl3nd, Dimitri Vegas & Like Mike, Wolfpack, C2C, Hardwell, Showtek, Oliver Heldens, Djeff Afrozila, Above & Beyond, Quentin Mosimann, DJ Ride e Kura estão confirmados para colocarem os festivaleiros da Zambujeira do Mar aos saltos.
 
Na Praia do Aterro, em Matosinhos, nos dias 3 e 4 de julho, vai decorrer a EDP Beach Party, que conta com outra ‘dose’ dos irmãos Dimitri Vegas & Like Mike, já considerados DJs residentes do evento. Durante os dois dias, vão passar pelo palco nomes como Dyro, Ummet Ozcan, Yellow Claw, VINAI, Steve Angello, DVBBS, R3hab, Sunnery James & Ryan Marciano e AN21, juntamente com os portugueses Digital Militia, Club Banditz e Miguel Psi.
 
Um pouco mais a sul, o RFM SOMNII – O Maior Sunset de Sempre acontece mais uma vez na Praia do Relógio, na Figueira da Foz, nos dias 11 e 12 de julho. Martin Solveig e Nicky Romero são os cabeças de cartaz, composto também por Dannic, MAKJ, The Chainsmoker, Julian Calor, MOTI, Robin Schulz, Dubvision, Michael Calfan, entre outros.
 
O NOS Alive, um dos festivais portugueses mais reconhecidos a nível internacional, tem confirmada a presença de Disclosure, Flume, Magazino, Moullinex, Fernando Alvim e muitos outros, distribuídos por vários palcos. O evento tem início no dia 9 de julho e termina no dia 11 do mesmo mês, no Passeio Marítimo de Algés.
 
Outro festival muito mediático ‘lá fora’ é o NEO POP. Um festival com uma sonoridade mais underground, mas com um cartaz de luxo, que comemora este ano a sua 10ª edição, com quatro dias de festa. Estão preparados dois palcos distintos para os dias 12, 13, 14 e 15 de agosto, que vão receber Marco Carola, Lewis Fautzi, Sven Vath, Magazino, Deep Dish, Luciano, The Martinez Brothers e muitos mais. Viana do Castelo é o local de encontro dos amantes deste estilo de eletrónica mais alternativo, mas de grande qualidade.
 
Este ano decorre também o festival Freedom, de 11 a 16 de agosto, em Elvas, também com um estilo musical mais alternativo, com base na comunidade trance. O line up ainda não foi revelado.
 
O Sumol Summer Fest regressa à Ericeira, com alguns nomes de música eletrónica no cartaz, como DJ Ride, Holly, Knife Party, DJ Glue, Dynamic Duo, Dan Maarten, Hugo Rizzo e Massivedrum.
 
Por fim, o Super Bock Super Rock vem diretamente do Meco para o Parque das Nações, em Lisboa, onde vão atuar artistas como Madeon, Xinobi, Djeff Afrozila e Stereossauro. O festival decorre entre os dias 16 e 18 de julho.
 
O QUE DEVO LEVAR PARA UM FESTIVAL?
 
Para qualquer festivaleiro, existe uma lista de objetos essenciais que devem ser levados para o evento. Para uns podem ser extremamente necessários, mas para outros podem ser um suplemento. O Portal 100% DJ elaborou uma pequena lista daquilo que é mais necessário para a época de festivais de verão.
 
  • Óculos de sol
  • Câmara fotográfica e/ou de filmar
  • Tenda (se o evento tiver campismo)
  • Bandeira, cachecóis ou cartazes
  • Horário das atuações e mapa do recinto
  • Telemóvel
  • Dinheiro
  • Documentos (Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade, Carta de Condução...)
  • Bilhetes de acesso ao festival
  • Carregador para telemóvel e máquinas fotográficas/vídeo
  • Protetor solar
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ALGUMAS DICAS PARA TUDO CORRER ‘ÀS MIL MARAVILHAS’
 
  • 1 – Informa-te sobre os mais pequenos pormenores
Todos os festivais têm as suas regras. Há certos eventos que não permitem a entrada de selfie sticks, por exemplo. Consulta os sites oficiais dos festivais de música e se for necessário, contacta-os por e-mail com as tuas dúvidas. Saber algumas regras sobre os acampamentos também é uma ‘peça’ fundamental para que tudo corra da melhor maneira possível. Podes também falar com amigos que já tenham ido a certos festivais, assim recebes algumas dicas de quem já passou pela mesma experiência.
 
  • 2 – Roupa para todas as ocasiões
Apesar de serem festivais de verão, as condições meteorológicas podem ser muito irregulares e inesperados. Além de muito calor durante o dia, à noite podes vir a precisar de uma sweatshirt ou de um casaco.
 
  • 3 – Faz planos com os teus amigos
Marcar um ponto de encontro pode ser uma boa ideia, caso algum amigo teu se perca do resto do grupo e não tenha bateria no telemóvel. Se fores acampar, combina com o teu grupo de amigos aquilo que cada um pode levar, pois há coisas desnecessárias que apenas podem ocupar espaço, tempo, trabalho e esforço a transportar. Conciliar os gostos musicais de todos pode ser difícil, por isso a melhor opção é dividir o tempo entre palcos, ou dividirem-se em pequenos grupos e dirigirem-se para a atuação que mais querem ver. Consulta também o mapa do recinto, para não perderes o norte e ficares a saber onde está o teu palco de eleição ou a enfermaria.
 
  • 4 – Com barriga cheia e corpo hidratado, ninguém fica indisposto
A água e uma boa alimentação são essenciais para um festival de verão. São muitas horas em pé, a dançar e a saltar, ou seja, a gastar energias. Para aguentar todas as horas e atuações dos teus artistas favoritos, enche bem a barriga e bebe muitos líquidos para não ficares mal disposto. Não te esqueças que o teu estômago também tem de estar preparado para o álcool...
 
ORÇAMENTO APERTADO?
 
A crise económica que o nosso país atravessa, faz com que tenhamos algumas dificuldades em nos deslocar a certos festivais de verão. Alguns meses antes de serem revelados os primeiros artistas para os eventos, alguns festivais disponibilizam os bilhetes a preços mais acessíveis. É uma questão de sorte e de pensamento positivo, para que o teu artista preferido faça parte do cartaz.
 
Outra opção é ir tentando os passatempos que decorrem por toda a internet. Vários sites, blogs e páginas de Facebook realizam passatempos, onde podes vir a ser o grande vencedor. Não custa tentar!
 
Alguns festivais de música têm também disponível alguns packs de bilhetes, que podes dividir com os teus amigos e família, tudo a um preço mais barato que o normal. 
 
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Publicado em Festivais
sábado, 15 setembro 2012 16:55

10 Músicas que vão animar o teu sábado

Preparado? Levanta o volume das tuas colunas de som e play!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Publicado em Nightlife
A capital portuguesa vai ser palco de um novo festival de música eletrónica no próximo ano. Nos dias 4 e 5 de março de 2016, o Lisboa Dance Festival estreia-se com Sven Vath, Moullinex, Xinobi e outros nomes que vão ser revelados em breve.
 
A produção do evento tem a assinatura da da Live Experiences, que escolheu a LX Factory como o espaço que vai receber a primeira edição do Lisboa Dance Festival, um conceito inovador que vai ter três áreas distintas: Music, Talks e Market.
 
Vários espetáculos de DJs nacionais e internacionais, debates, seminários, workshops, masterclasses, conferências e um mercado com a presença de diversas marcas e editoras são algumas das iniciativas confirmadas.
 
Os bilhetes já estão à venda na Blueticket, Fnac, Worten, Mediamarkt, El Corte Inglés, ABEP, Portimão Arena, Bilheteiras MEO Arena e no Turismo de Lisboa (aeroporto de Lisboa e Praça do Comércio) a preços entre os 20 (quantidade limitada) e os 50 euros.
 
Confere os nomes confirmados até ao momento:
 
  • Sven Vath
  • Motor City Drum Ensemble
  • Move D
  • Prosumer
  • Vakula
  • XDB
  • Glenn Astro
  • Daze Maxim
  • S. A. M.
  • Moullinex
  • Xinobi (live)
  • Niagara (live)
  • Blacksea Não Maya
  • DJ Lilocox
  • DJ Maboku
  • Magazino
  • Cruz
  • Rompante (live)
  • St. Joseph
  • João Maria
  • Jorge Caiado
  • Artivista
  • Tiago
  • Black
  • Cleymoore & Diogo Lacerda
  • De Los Miedos
  • Gonçalo
  • Zé Salvador
 
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Publicado em Festivais
quinta, 20 dezembro 2012 21:46

10 Músicas que vão impedir o fim do mundo

Não sabemos ao certo nem podemos prever se a "coisa", se "dá". Os grandes cérebros da NASA dizem que não, e é tudo mentira. O reboliço é tanto, que até já entrámos na onda.
Temos a certeza que as 10 músicas que apresentamos em baixo, impedem que isto algum dia acabe. Play!
 
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Publicado em Nightlife
segunda, 07 abril 2014 23:03

Editar música não é um hobby

Depois do aparente sucesso do meu artigo do mês passado relativo às estratégias de marketing para redes sociais, decidi escrever um outro sobre uma outra temática que também tem sido bastante referida nas mensagens e mails que tenho recebido. Trata-se do envio de demos para editoras. É um assunto que dá pano para mangas e por isso decidi divir este artigo em duas partes.
 
A primeira parte vai ser inteiramente dedicada ao factor "timing". Afinal qual é a altura certa para enviar uma demo para uma editora?
 
Em primeiro lugar é preciso que percebam que as editoras - principalmente as maiores - são estruturas empresariais com o objectivo de lucrar com venda de música. É por isso quando contactas com elas deves ser sempre o mais profissional possível, apresentando uma proposta de valor. Esquece quando te "vendem" a ideia de que as editoras vão fazer tudo por ti, que te vão apoiar só porque no texto de apresentação que lhes envias dizes que a desde tenra idade a música é tudo para ti, porque 90% das apresentações de DJ's em Portugal começam assim. Tu não és especial. A tua música é. E é por isso que deves deixar sempre que a música fale por ti. Eu sou dos que acredita que para além do dinheiro, as carreiras ainda se constroem com talento e trabalho. Sem estes dois "pequenos pormenores" nada dura muito.

Eu sou dos que acredita que para além do dinheiro, as carreiras ainda se constroem com talento e trabalho.

 
E é aqui que o factor "timing" deve desempenhar o papel chave. Será que a tua música é suficientemente boa para se destacar no "lamaçal" de demos de todo o mundo que os A&R das melhores editoras recebem diariamente? Mas mais importante que isso, será que se uma editora mais pequena decidir aceitar editar a tua música, isso vai ser bom para ti?
 
Responde a estas três perguntas:
1. Será que a tua música está a um nível suficiente para ser editada? A tua música está bem produzida? Sentes-te confortável com ela? Quando a ouves depois de uma faixa do teu produtor favorito sentes-te satisfeito, desiludido ou achas que podia estar melhor?
 
2. Será que lançar a tua música "oficialmente" vai ser bom para mim? Se te dissessem - "Dentro de 1 ano, a tua editora favorita vai dar-te 10 minutos para mostrares alguns dos teus trabalhos já editados e decidir se investe em ti ou não com base neles" - editavas a tua música?
 
3. A tua música soa bem? Se o teu DJ favorito decidir tocar a tua música para 30 mil pessoas vai ficar desiludido com a forma como a música soa? Mas mais importante que isso, se eu quiser ouvir a tua música no meu telemóvel com uns phones de 20 euros vou ficar satisfeito com o som da tua música? E se a comparar com um tema editado na editora para onde pensas enviar a tua música vou notar alguma diferença? Se não te sentires totalmente satisfeito com a qualidade das tuas músicas é normal. São precisos anos e anos de experiência para conseguir misturar ou masterizar música de forma competitiva.
 
Depois de leres isto certamente ficarás a sentir-te desencorajado. Não sintas. Há tempo para tudo e não queiras começar a construir a casa pelo telhado.
 
Foca-te na tua produção. Experimenta, compara, aprende. Pensa no teu futuro. O que queres fazer com a tua carreira: é só um hobby ou os passos que deres agora vão ser importantes no teu futuro dentro de um ou dois anos? Mostra a tua música a pessoas com experiência no mercado. Pergunta-lhes o que acham honestamente. Não leves a mal críticas negativas. São elas que te fazem aprender. Não penses nunca que és um prodígio porque se o fores, só com humildade e trabalho poderás algum dia materializar o teu talento em música de qualidade. E por fim, não queiras fazer trabalho que não é teu. A ti compete-te ser criativo e produzir música, não soar como um produtor que teve o apoio de um engenheiro de som com 20 anos de experiência no mercado.
 
Em suma, editar uma música, a curto prazo, pode parecer bom. Editar uma música que vai ser uma mancha no teu currículo, a longo prazo, pode ditar a "morte do artista", ou seja, a tua.

 

Hugo Serra Riço
Publicado em Música
O festival Tomorrowland aconteceu no passado fim de semana na Bélgica e acolheu milhares de visitantes, que utilizaram a aplicação Shazam para descobrir algumas músicas. Foi agora divulgada a lista dos temas mais procurados durante todo o festival de música eletrónica, que inclui artistas como Robin Schulz, DJ Snake e Avicii.
 
Confere abaixo a lista completa:
 
  • Major Lazer feat. M Ø & DJ Snake – Lean On
  • Robin Schulz feat. Ilsey – Headlights
  • Lea Rue – I Can’t Say No! (Broiler Remix)
  • Jack Ü feat. Justin Bieber – Where Are Ü Now
  • Avicii – Waiting For Love
  • Félix Jaehn feat. Jasmine Thompson – Ain’t Nobody (Loves Me Better)
  • Dimitri Vegas & Like Mike feat. Ne-Yo – Higher Place
  • DJ Snake & AlunaGeorge – You Know You Like It
  • Netsky – Rio
  • Kygo feat. Parson James – Stole The Show
 

 
Publicado em Tomorrowland
Decorreu este fim-de-semana em Lisboa o primeiro Congresso Profissional de Música Electrónica onde tive o prazer de estar presente e onde fui convidado para partilhar um pouco da minha experiência na conferência sobre "Carreiras e Agenciamento". Se é de saudar esta iniciativa, terei também de partilhar convosco o meu ponto de vista onde todos temos errado nesta indústria. 
 
Existem uma série de questões relacionadas com esta indústria que terão de ser resolvidas e este primeiro passo foi extremamente importante, no entanto, não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes. Não sei se foi por falta de informação, se teriam estado todos a trabalhar num fim-de-semana à tarde ou se é o que eu penso e cada um só pensa no seu "umbigo" ou se fica com o "orgulho" ferido por não ter recebido um convite formal para estar presente. 
 
Neste Congresso, a conferência mais aguardada era a que iria colocar todos os presentes em "confronto/debate" com os representantes do IGAC, SPA e PASSMÚSICA.
A meu ver, nada do que se pretendia foi alcançado (apesar da abertura para debater os mais variados assuntos por parte das diferentes entidades). 
Esta Conferência e os assuntos relacionados com a mesma deveriam ter tido uma duração muito superior à que teve e onde houve muita gente que não teve oportunidade de colocar as suas questões e ver esclarecidas as suas dúvidas. Mais importante que isso, foi o facto de tudo o que ali foi falado, não adiantou em nada. Ficou por resolver (ou agendar/planear como e onde o resolver) a profissionalização da profissão de DJ, não ficou resolvida nenhuma questão relacionada com as plataformas musicais e apenas ouvimos mais do mesmo... FACTURAS E PAGAMENTOS. Possivelmente as melhores informações vieram da parte de onde menos se esperava (Passmúsica e IGAC) no que diz respeito às fiscalizações, onde as intervenções dos dois elementos ligados à fiscalização mostraram a abertura possível e explicaram que apenas exercem o que a lei (ou ausência dela) exige e o que os artistas/DJs deverão fazer e facilitar no caso de serem fiscalizados. 
 

(...) não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes.

 
Um primeiro passo foi dado... há abertura por parte das entidades para ouvir os DJs, produtores e os seus representantes, no entanto nada disto irá acontecer porque continuamos nesta indústria a "assobiar para o lado" e ficamos à espera que haja alguém que a resolva em vez de haver uma união e que, em conjunto, seja exercida a devida pressão necessária, deixando "brechas" para que haja uns "iluminados" que abrem associações ilegais, sem estatutos e que não representam ninguém e onde apenas vivem para aumentar a sua conta bancária pessoal e o seu ego (falo directamente e abertamente da APDJs e do seu representante). 
 
Existem apenas 2 passos que podem ser tomados. A abertura LEGAL de uma associação e um sindicato para os DJs e Produtores de música electrónica (o que é praticamente impossível) porque terá de ser provado junto do Governo que a profissão é necessária e tem de ser legislada sendo de interesse público ou teremos de em conjunto com as entidades supracitadas (IGAC, SPA e Passmúsica) conseguir que as mesmas façam chegar essa informação a quem poderá efectuar a legislação devida para a "nossa" profissionalização. 
 
Existe algo que podemos usar como "trunfo" ou forma de conseguir ser ouvidos. A SPA é regida pelas normas "associativas", assim sendo, a única forma que temos disponível para que a nossa voz seja ouvida é termos voz activa dentro da SPA. Não podemos tentar lutar "de fora" e a única forma de fazer algo é estarmos dentro das Associações. Se os milhares de DJs e produtores de música electrónica formarem uma lista associativa (onde todos terão de estar inscritos como associados da SPA) e concorram com essa lista de elementos na próxima Assembleia Geral para a eleição dos órgãos sociais da SPA, com toda a certeza que seremos "olhados" de outra forma por parte de todas as entidades. Se conseguirmos fazer parte da solução e não do problema e conseguirmos ter voz DENTRO de quem realmente consegue ter voz e poderá ajudar, todos irão sair a ganhar com este processo. Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos, que resolva o problema da nossa indústria onde o que se pretende é uma profissionalização e que não sejam os DJs e Produtores a pagar, entregar dividendos a autores e produtores que não fazem nada à uma série de anos, que não representam nada (actualmente) na indústria discográfica, dos espectáculos ou entretenimento e que principalmente as entidades percebam que a realidade da reprodução/produção e venda da musica já não é a mesma de à uns anos atrás. 
 

Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos(...)

 
Não vamos conseguir explicar que as verbas terão de vir de uma taxa sobre quem fornece o serviço de Internet (operadoras) e que não pode ser imputada uma responsabilidade a quem pretende oferecer a sua música, seja ela para execução pública ou privada. Não vamos conseguir explicar que um "Remix" é uma obra nova (apesar de quando é editado a SPA já o considerar como tal), não vamos conseguir explicar que não temos documentos nem facturas quando uma "promo" ou uma faixa é disponibilizada para "free download" e que não podemos pedir (nem nenhum produtor o fará) um documento escrito com a identificação a quem foi "dada" uma determinada obra (imaginem o que seria se os U2 ou o Bono tivesse de passar um documento a todos os que descarregaram o último trabalho gratuito pelo iTunes). 
 
Só de dentro para fora poderemos ser escutados e se, de uma vez por todas, unirmos os esforços e assumirmos o compromisso que queremos ver legislada a "nossa" profissão e a forma como a desempenhamos bem como os meios que são utilizados. Esta é uma profissão e uma indústria que devidamente trabalhada é do interesse público, gera receitas e fontes de rendimento e inerentemente poderá trazer ao nosso País uma fonte de rendimento acrescida e contribuir directa e indirectamente para o seu crescimento.
 
Ricardo Silva
DWM Management
 
Publicado em Nightlife
domingo, 25 novembro 2012 14:49

6 Músicas para consumo obrigatório

Desta vez apresentamos uma lista de 6 músicas para serem obrigatoriamente consumidas e de vicío fácil. O play está à espera do teu clique!
 
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A editora de Hardwell, Revealed Recordings, comemorou 5 anos de existência com o lançamento de uma compilação dos seus melhores temas, no passado dia 3 de abril.
 
As faixas foram escolhidas pelos fãs, através da página oficial da editora, que incluíram os hits “Never Say Goodbye”, “Spaceman” e “Apollo”. O Top 100 da Revealed Recordings está também disponível para audição através do Spotify.
 
“Cinco anos depois, o tempo voa quando nos divertimos! Eu sempre sonhei sobre criar a minha própria editora e uma plataforma para novos artistas, para ajudá-los a encontrar o seu caminho e a partilhar a música com o mundo”, revelou Hardwell sobre a sua editora, que lança agora a compilação intitulada “Revealed Recordings 5 Year Anniversary”.
 
Publicado em Nightlife
Novembro é o mês das castanhas, da água-pé e da boa música. A prova disso está nesta listagem em baixo, onde te apresentamos em primeira mão, algumas das músicas que vão ser lançadas durante este mês e que tu tens mesmo de ouvir.
Volume no máximo e play!
 
 
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