29-11-2021
  Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Diária
A partir de 1 de dezembro, a entrada nos espaços de diversão noturna vai estar sujeita à apresentação de teste negativo à Covid-19, mesmo para as pessoas já vacinadas. 
 
A medida foi anunciada esta tarde por António Costa após a reunião do Conselho de Ministros, em Lisboa e aplica-se também a grandes eventos sem lugares marcados ou em recintos improvisados e recintos desportivos.
 
Além desta regra, o Primeiro-Ministro ordenou ainda o encerramento das discotecas entre os dias 2 e 9 de janeiro de 2022, naquilo a que chamou "semana de contenção de contactos" que terá regras específicas e mais apertadas para conter a pandemia e "assegurar que, depois de um período de intenso contacto e convívio familiar, se evite o cruzamento de pessoas de diferentes agregados familiares".
 
Recorde-se que depois de 19 meses encerrados, os bares e discotecas reabriram no passado dia 1 de outubro, sendo que os clientes poderiam ter acesso a estes espaços mediante a apresentação de um certificado digital, que podia ser relativo à vacinação, recuperação ou de realização de teste negativo.
O jovem produtor e DJ português WYKO publicou no passado mês de outubro mais um lançamento, desta vez na sub-editora da Spinnin Records, a Maxximize do duo holandês Blasterjaxx.
 
"Eternal" conta com a colaboração de Sghob e Wildvibes e é o seu terceiro lançamento sob a alçada da Spinnin Records, - a estreia na Maxximize - depois de ter editado com a Dharma em 2019 e em 2020.
 
O produtor português conta-nos que em "Eternal" procurou misturar influências orientais com house progressivo, uma experiência que já tinha repetido em muitas faixas anteriores, normalmente com pouco sucesso junto das editoras. 
 
Antes de assinar na Maxximize, WYKO confessou que faixas como esta foram acusadas de ser "genéricas" por imensas editoras, no entanto endereça um pedindo aos jovens produtores para não desistirem das suas ideias.
 
Com o mundo a regressar lentamente à normalidade, WYKO diz-se "nervoso mas entusiasmado". O produtor conta que quando começou a produzir "fi-lo para poder atuar. Após tanto tempo parado, está na altura de trazer o projeto WYKO aos palcos".
 
"Eternal" está disponível para ser ouvida em todas as plataformas digitais.
 
A organização do festival Dancefloor Jump to the Drop confirmou esta segunda-feira o regresso do evento ao Altice Fórum Braga, após as duas ultimas edições terem sido adiadas devido à pandemia.
 
A quinta edição está agendada para os dias 29 e 30 de julho do próximo ano e o cartaz inclui vários nomes de relevo da música eletrónica como os brasileiros Cat Dealers, Sefa, Carnage, Brian Cross e os Gunz For Hire (DJ's Adaro e Ran-D), pioneiros na produção e desenvolvimento do sub-género do Hardstyle, conhecido como Rawstyle.
 
Sobre a escolha do Altice Fórum Braga, Tiago Martins, promotor do evento explica que foi "uma decisão estratégica", por ser uma das cidades mais jovens do país, e por possuir boas condições de acessibilidade "para captar público de Espanha, França, Inglaterra e Holanda."
 
Relativamente ao cartaz, Tiago Martins garantiu que haverá mais surpresas a serem reveladas em breve deixando em aberto que nem só de música se irá fazer a 5.ª edição do Dancefloor Jump to the Drop que contará também com o apoio da 100% DJ como Media Partner.
 
Os bilhetes estão à venda no site do evento com preços que variam entre os 20 e os 56 euros. O campismo está também disponível este ano.
A galardoada britânica-japonesa Maya Jane Coles lançou no passado dia 29 de outubro o tão aguardado quinto álbum de estúdio "Night Creature", com selo da editora I/AM/ME. 
 
"Night Creature" foi escrito, produzido, projetado, misturado e interpretado por Maya e conta com convidados internacionais tais como a australiana e multi instumentalista Julia Stone em "Got Me" e Claudia Kane em "Run To You" e "True Love To The Grave", o alemão Lie Ning em "Hipnotised" e a sueca e norueguesa Karin Park em "Light".
 
"Quando se trata de fazer a minha música, muitas vezes gosto de ser uma criatura da noite. A minha criatividade tende a funcionar melhor durante as horas mais pacíficas, quando o ambiente envolvente está parado e sinto que estou no meu mundo. Por outro lado, à noite, no clube podem-se viver momentos energéticos e extasiantes" refere a artista.
 
Sobre o novo álbum Maya Jane Coles acrescenta que "as incríveis vozes convidadas elevam a minha música a um outro nível e passei mais tempo com este lançamento do que em qualquer outro, e por isso estou muito entusiasmada em partilhá-lo com o mundo e espero que gostem tanto como eu."
 
Juntamente com a habitual corrida aos festivais, concertos esgotados e o lançamento deste novo álbum, é agora anunciado que a artista vai ter uma residência semanal na BBC Rádio 1, ao longo do mês de novembro. Fará ainda alguns concertos nos Estados Unidos, depois de eletrificantes sets com DGTL & HE.SHE.THEY no Amsterdam Dance Event.
 
domingo, 07 novembro 2021 13:04

Dayo lança novo tema musical

O DJ e produtor portuense Dayo acaba de lançar um novo tema musical juntamente com os luso brasileiros Lipinho Jr e Spala.
 
Num registo entre o R&B e o Hip Hop, a música "Feliz" apresenta-se numa sonoridade moderna com letra que nos fala sobre o amor e a felicidade e encontra-se disponível nas plataformas habituais de música.
 
Além dos nacionais, Dayo conta ainda com atuações regulares em vários clubes internacionais no Dubai, Inglaterra, Irlanda, Suiça e Espanha. A sua sonoridade combina o moderno com o clássico, com o uso recorrente de guitarras e teclados, criando as suas próprias paisagens sonoras sensuais e relaxadas.
 
 
Um estudo realizado por profissionais do Centro Hospitalar Lisboa Norte e que foi apresentado esta quinta-feira no congresso da Sociedade Portuguesa de Alcoologia, no Porto, concluiu que o confinamento imposto pela pandemia mudou os padrões de consumo de álcool em três de cada quatro utentes que estavam a ser seguidos na consulta de etilo-risco do Hospital de Santa Maria.
 
"Primeiro, as pessoas não tinham como comprar álcool, depois, começou a ser levado a casa pelas empresas de take-away. Mas, até aí, alguns doentes tiveram sintomas de privação e alguns necessitaram mesmo de internamento e apoio nas consultas para a privação que estavam a sentir, relativamente a esta [álcool] e outras dependências", explicou à Agência Lusa, Fátima Ismail, uma das coordenadoras do estudo, acrescentando que seria essencial que se fizesse um estudo ao consumo de álcool na população em geral.
 
"Se os dados indicam um aumento na venda de bebidas alcoólicas, alguém as está a consumir. Provavelmente, é a população a consumir em excesso e isso era importante perceber, pois pode trazer mais tarde problemas de saúde pública que se poderiam prevenir", acrescentou.
 
Este estudo avaliou 154 doentes e terá uma segunda parte para apurar se existiram alterações aos dados já apresentados.
 
À Lusa, Maria João Gonçalves, outra das coordenadoras do estudo, considerou que a área das dependências é "um pouco abandonada" e defende mais investigação.
 
"Há pouca gente a investir nas dependências e a considerar que é uma doença. As pessoas não consomem porque querem, há uma vulnerabilidade e isto precisa de ser abordado numa consulta especializada. Há muita carência de investigação na área das dependências em geral", afirmou Maria João Gonçalves, que é médica interna de formação específica de psiquiatria.
É já neste fim-de-semana que o Brunch Electronik regressa a Lisboa para uma nova e incrível viagem ao mundo do techno, num evento especial de Halloween. Isto, depois de uma temporada de verão de 2019 na Tapada da Ajuda, de quatro festas com lotação esgotada.
 
O Pavilhão Carlos Lopes, recebe desta feita dois dias recheados de sonoridades criadas por alguns dos mais reputados artistas do mundo da eletrónica. A DJ e produtora russa Nina Kraviz, fundadora da editora Trip, encabeça o cartaz de sábado e por conduzir o dancefloor em mais uma viagem Brunch. Antes dela, a descolagem é feita ao som de Gusta-vo, Laura, Salbany (live), Vil e Violet & Photonz.
 
Domingo, dia 31, véspera de feriado, a festa faz-se ao som de Brusca, Jesterr, Lewis Fautzi, Milo Spykers e diretamente da bélgica, a aclamada “rainha” do acid techno Amelie Lens, que regressa às festas Brunch.
 
Em ambos os dias o evento tem início marcado para as 22 horas e os bilhetes estão à venda nos locais habituais.
 
sexta, 22 outubro 2021 09:58

Swedish House Mafia regressam a Portugal

10 anos depois, o coletivo formato pelos DJs suecos Axwell, Steve Angello e Sebastian Ingrosso está de regresso a Portugal. O espectáculo está agendado para 15 de outubro do próximo ano e acontece na Altice Arena, em Lisboa.

 

A Tour do próximo ano servirá como promoção do álbum "Paradise Again", que é também lançado em 2022 e do qual já se conhecem três singles: “It Gets Better”, “Lifetime”, onde participam Ty Dolla Sign e 070 Shake, e “Moth To a Flame”, protagonizado por The Weeknd.

 

Os bilhetes estarão à venda a partir de dia 29 de outubro nas habituais plataformas de venda e os preços variam entre os 42 e os 89 euros. Serão também disponibilizados alguns pacotes VIP (cujos valores ainda não foram divulgados).  

 

O presidente da Associação de Discotecas Nacional defendeu esta quarta-feira um reforço de policiamento para resolver os problemas da noite, como os que têm sido registados nos últimos dias de norte a sul do país, e pediu para ser ouvido pelo Governo.
 
"Ainda não ouvimos o Ministério da Administração Interna [MAI] pronunciar-se relativamente a estes acontecimentos. Não ouvimos ninguém do Estado a vir falar sobre estas situações", disse José Gouveia e acrescentou que a ADN quer passar às pessoas a mensagem de que estas situações graves não definem a noite.
 
De acordo com o presidente da Associação que representa as discotecas em Portugal, situações como as agressões no Algarve, envolvendo um segurança que nem sequer fazia parte do corpo de segurança da discoteca onde ocorreram as agressões, não definem o setor. “Esta situação não espelha nem define aquilo que por exemplo é a segurança em Portugal.” 
 
À Lusa, José Gouveia sublinhou que a ADN teve durante os 19 meses em que as discotecas estiveram encerradas, reuniões com o secretário de Estado do Comércio e com a Câmara Municipal de Lisboa, nas quais alertaram para a importância de regulamentar melhor a questão da noite.
 
“Sabemos que em momentos de crise financeira e económica que estamos a viver, a violência acaba por escalar e também quando há um sentimento de impunidade como o que vimos nas imagens projetadas na televisão ou nas pessoas apanhadas em assaltos e que saem no próprio dia", contou.
 
No seu entendimento, isto faz com que o aumento da criminalidade se proporcione.
 
“Fala-se tanto em segurança, dos seguranças da noite, nas casas, mas não se fala da segurança na rua, que é da responsabilidade do Estado, da tutela do MAI e das forças de segurança” destacou, defendendo um reforço do policiamento.
 
Na opinião de José Gouveia, a presença das forças de segurança é um elemento dissuasor como por exemplo nos casos de roubo ou violência.
 
“Nós somos obrigados a ter uma série de regras nos estabelecimentos, tudo isto devido ao tipo de negócio que temos e depois o cliente sai cá para fora e não há um polícia, um sistema de videovigilância. Acaba por haver aqui um desequilíbrio”, realçou.
 
José Gouveia destacou ainda que o negócio da noite “está frágil, passou um mau bocado e não precisa disto”.
 
“O que pedimos é que haja um interlocutor junto do Estado. Nós temos o conhecimento da operação, o que se passa no terreno, então queremos ser ouvidos, explicar como estas situações se resolvem. Queremos também passar uma palavra de sensibilização às empresas, para os operadores da noite, para que tenham cuidado para que estas situações não ocorram, mais cuidado para com os seus clientes, com o tipo de pessoas que contratam e as empresas com quem trabalham”, concluiu.
A capital portuguesa ocupa o 27.º lugar num ranking de 30 posições levado a cabo pelo site britânico de comparação de preços “Money”, que recentemente revelou quais as melhores cidades do mundo para os amantes de música ao vivo.
 
O número de salas de espetáculos, de concertos agendados, de grandes festivais e de artistas locais, foram critérios tidos em conta neste estudo. 
 
Liverpool, Memphis e Kansas City são as cidades que se seguem a Portugal. A lista é liderada por Londres, seguida de Nova Iorque, Los Angeles, Chicago (considerada a melhor cidade para grandes festivais) e San Francisco.
 
No que diz respeito ao género musical, Londres foi considerada a melhor cidade para o rock, Las Vegas para o Pop, Nova Orleães para o hip-hop e Miami para a música alternativa, enquanto que a música indie/alternativa combina na perfeição com Dublin.
 
Em Lisboa foram contabilizadas 48 salas de concertos, 160 concertos agendados, três grandes festivais e 76 artistas da cidade com atividade ao vivo no momento presente.
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