Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Mensal
O décimo quinto e último aniversário do Sensation vai ser comemorado numa edição única, no próximo dia 4 de julho, na Amsterdam ArenA, espaço que tem recebido todos os eventos de lançamento desta “sensação branca”. Os ingressos regulares já se encontram esgotados e serão 40 mil pessoas vestidas de branco, oriundas de 75 diferentes países, a vivenciar esta experiencia alucinante que já não se irá repetir.
 
O espetáculo "The Legacy" irá reunir todos os grandes momentos da história da jornada Sensation num evento irrepetível, onde, ao contrário das edições anteriores, não terá uma tour internacional. “Innerspace”, a 18 de abril em Itália, e “Wicked Wonderland”, a 12 de junho em Moscovo, serão os espetáculos que estão até ao momento em agenda.
 
"Este é um marco que merece um espetáculo exclusivo. Todos os momentos mágicos dos últimos quinze anos reúnem-se no local onde tudo começou. Estamos orgulhosos do que conseguimos alcançar. No ano passado tivemos o nosso primeiro evento ao ar livre no Dubai e há muitos mais sonhos para alcançar nos próximos anos" refere Duncan Stutterheim, co-fundador da ID&T, a maior produtora de eventos, com sede na Holanda e filiais na Bélgica, Brasil e Nova Iorque, responsável pela produção dos mais conceituados eventos de música eletrónica, incluindo o Tomorrowland, Life In Color, Amsterdam Music Festival, Mysterland, entre outros.
 
Erick E, Fedde Le Grand, Sebastian Ingrosso, Mr White e Sander Van Doorn serão os cabeças de cartaz do palco principal. Noutras áreas estarão diversos artistas tais como Bjorn Wolf, Hardwell, Afrojack e a dupla Sunnery James & Ryan Marciano.
 
 “Sensation” foi lançado no ano 2000, em Amesterdão, e rapidamente se transformou num fenómeno internacional que passou por mais de 30 países e onde mais de dois milhões de pessoas se vestiram de branco e assistiram a este espetáculo único de música, performances, efeitos especiais e muita emoção à flor da pele.
 
O espetáculo envolve todo o público através do código obrigatório da roupa branca. O conceito usa o poder positivo da música e da dança como uma linguagem universal e já ganhou inúmeros prémios de melhor evento do ano na Holanda, Alemanha, Austrália, Brasil e Dinamarca. 
 

O Fim anunciado

O facto do espetáculo “The Legacy” ter sido anunciado como edição exclusiva e sem a habitual tour internacional, levou a prever-se que o término do evento estava perto.
 
Numa entrevista concedida esta terça-feira, ao jornal diário holandês De Volkskrant, Duncan Stutterheim confirmou que, para além de celebrar o 15º aniversário, o evento terminará também o seu ciclo no dia 7 de julho, onde ouvir-se-á pela última vez a célebre frase “Welcome To The World Of Sensation”.
 
O empresário fundou a ID&T juntamente com Irfan van Ewijk e Theo Lelie, em 1992. Em 2013, 75% da empresa foi adquirida pela americana SFX Entertainment, por uma quantia a rondar os 130 milhões de dólares.
 
Ducan, nos últimos 23 anos esteve por trás de grandes eventos como o Thunderdome, MysteryLand, Sensation e Amsterdam Music Festival. Os anos de experiência levaram a que tomasse a decisão de parar e retirar-se durante um ano. “A chama está menor, mas sinto que já fiz a minha função” disse na sua entrevista.
 
 

Duas edições de sucesso em Portugal

Apresentando na altura um line-up de luxo, o espetáculo Sensation White esteve em Portugal, pela primeira vez, no dia 9 de maio de 2009, com o espetáculo “The Ocean Of White”, tendo como gestão nacional as empresas Hiper Eventos e Hype Live Events. A segunda edição, realizada a 19 de junho de 2010, contou com o espetáculo “Wicked Wonderland” cabendo à Hype Live Events a gestão do mesmo.
 
De nada valeram os elogios de Duncan Stutterheim aos noctívagos portugueses “são muito conhecidos pelo seu espírito de festa que foi bem demonstrado na primeira edição”. Após duas edições, Portugal nunca mais acolheu o evento. A “dimensão do nosso país” e o facto de “não apresentar de momento condições para investir num projeto desta magnitude” foram os motivos apresentados em 2011, por um dos responsáveis da empresa promotora portuguesa, num fórum de discussão que a página Sensation possuía, na altura, no Facebook.
 
Também nesse mesmo ano, nenhuma das tentativas de contato com a ID&T por parte da redação do Portal 100% DJ, teve sucesso. No entanto, um nosso leitor chegou à fala com a promotora, também após várias tentativas, onde obteve uma resposta clara: “Nós não temos um promotor local para podermos organizar o evento em conjunto”. Oficialmente, o motivo nunca foi comunicado.
 
Ambas as edições realizaram-se no Pavilhão Atlântico, agora Meo Arena, e o preço dos ingressos variavam entre 65 euros em toda a zona regular, 125 euros para a zona deluxe, e as mesas exclusivas no VIP deck possuíam um valor de 3500 euros.
 
Tocadisco, Felix Da Housecat, Erick E, Megamix, Diego Miranda, Mr White, DJ Vibe, The Mix, Martin Solveig, Sebastian Ingrosso & Steve Angello e Gui Boratto foram os artistas que fizeram a festa para a inesquecível moldura humana vestida da cor que de exigia.
Dois festivais de música nos Estados Unidos já adicionaram à informação sobre as regras dos festivaleiros a proibição das selfie sticks, combatendo uma "praga" de cabos extensores para captura de fotografias que tem vindo a aumentar exponencialmente. 
 
O festival Coachella na Califórnia, e o Lollapalooza em Chicago, aderiram esta nova regra e colocaram no seu site a proibição dos selfie sticks, também designadas por Narsisstics. 
 
Os organizadores do Coachella, que tem início a 10 de abril, explicam que os extensores são incómodos e potencialmente perigosos, justificando a sua proibição. Também os promotores do festival Lollapalooza colocaram na secção de FAQ que os sticks e monopodes estão na lista dos materiais proibidos.
 
Tudo indica que estes são os primeiros de muitos festivais a proibir a utilização destes dispositivos, embora em Inglaterra já outros eventos tenham imposto regras semelhantes.
Nota de Redação: A equipa do Portal 100% DJ vem por este meio desmentir a notícia da presença de Paris Hilton em Portugal, nomeadamente no festival Sudoeste. Esperamos que tenham tido um feliz Dia das Mentiras!

 

A socialite norte americana Paris Hilton é a mais recente cabeça de cartaz do festival MEO Sudoeste, informação que foi confirmada ao Portal 100% DJ. A artista sobe ao palco da Zambujeira do Mar no dia 8 de agosto (sábado), na mesma noite de Hardwell.
 
A loira mais conhecida do mundo marcou presença em Portugal no verão passado, na discoteca Pacha em Ofir e no aniversário do Seven em Vilamoura.
 
Está também previsto um B2B com o DJ número 1, segundo a revista britânica DJ Mag, que promete ser algo inédito, com o objetivo de dar credibilidade à nova carreira de DJ de Paris.
 
A MEO Arena, em Lisboa, recebeu no passado sábado cerca de 14 mil pessoas para assistir ao novo espetáculo de Hardwell, “United We Are”, especialmente dedicado ao seu álbum de estreia, lançado em janeiro. O evento teve a duração de cinco horas e contou com o warm-up de Kill The Buzz. O DJ “número 1”, segundo a revista britânica DJ Mag, voltou a encantar os portugueses num dos eventos de música eletrónica mais aguardados do ano, tendo os seguidores do holandês começado a concentrar-se nas imediações do recinto logo pela manhã.
 

A ESTREIA QUE FEZ “BUZZ” (COM ENTREVISTA)

Diretamente de Breda, a mesma cidade de Robbert, chega Kill The Buzz, o primeiro a dominar a batuta. Além das suas próprias faixas e da estreia de novos temas, The Buzz durante as duas horas de set, reproduziu também músicas de David Guetta (“Just One Last Time” com Taped Rai) e Alesso (“Tear The Roof Up”). No dia anterior ao espetáculo, tinha estreado uma nova faixa intitulada “Metric”, em colaboração com Manse, no radioshow “Hardwell On Air”.
 
Numa entrevista exclusiva ao Portal 100% DJ e ainda com a adrenalina pós-gig a fervilhar, Kill The Buzz não escondeu o orgulho e satisfação que é fazer o warm-up de Hardwell: “Eu e o Robbert somos amigos desde, mais ou menos, 8 ou 9 anos, e tenho-o acompanhado nas suas tours como amigo, nomeadamente em muitos festivais na Holanda. Há cerca de três anos atrás produzi três faixas que ele gostou imenso. Significa muito para mim que ele me tenha trazido para o seu espetáculo. É ótimo estar aqui!”
 
Questionado quanto ao grau de dificuldade em abrir as hostes do “#1”, The Buzz confessa que Hardwell lhe diz as coisas mais difíceis de tocar ao vivo. “Por exemplo, não podes tocar muitas músicas que são “top” e que grande parte das pessoas quer ouvir num festival. Essencialmente não te podes expor. A coisa mais inteligente num warm-up é dizer às pessoas que tu estás ali” referiu.
 
 
Esta é a primeira vez do holandês em Portugal: “Estou a adorar esta cidade - Lisboa. Um ótimo sítio para estar, e as pessoas são simpáticas, bem como a comida. É ótima!” rematou com um sorriso nos lábios, indicando Kura como o DJ português que conhece.
 

A PROVA QUE SOMOS UNIDOS

A estrutura e logística de palco teve assinatura portuguesa, enquanto que a estrutura superior foi desenhada na Holanda e irá acompanhar Hardwell nesta tour. Semelhante a uma nave espacial, Hardwell, que desta vez “aterrou” em Portugal acompanhado pela sua cara-metade, levou os fãs a uma viagem alucinante e cheia de energia, ao som dos maiores êxitos do passado, do presente, e ainda, de novas músicas.
 
Vestindo uma nova camisola de Portugal, oferecida pela rádio Mega Hits, tal como aconteceu no espetáculo de 2013, o artista holandês contagiou os presentes com a sua paixão e dedicação pela música eletrónica, criando uma forte interação e ligação com o público que delirava em todo o recinto, erguendo por vezes uma bandeira portuguesa e um cachecol, gritando algumas palavras como “braços no ar” e “obrigado”.
 
As letras de algumas músicas eram visíveis no ecrã gigante, que acompanhadas por efeitos de CO2, pirotecnia e um conjunto de luzes único, transformaram a MEO Arena numa autêntica pista de dança gigante. Na plateia e no balcão 1, podiam-se observar vários cartazes, t-shirts e ainda bandeiras do Tomorrowland e de países como Portugal, Espanha, Colômbia, Holanda e Brasil.
 
 
Apesar do balcão 2 não ter sido aberto ao público, a moldura humana de 14 mil fãs do “#1” demonstrou que Portugal tem um dos melhores públicos a nível mundial.
 
Além do seu álbum de estreia, “United We Are”, lançado em janeiro, Hardwell também estreou novas sonoridades. Da sua autoria, não podiam faltar os sucessos como “Spaceman” e “Dare You”, enquanto gritava “Portugal, i love you!”. Hit’s como “Blame” (Calvin Harris & John Newman), “A Sky Full Off Stars” (Coldplay & Avicii), “Drop It Like It’s Hot” (Snoop Dogg & Pharrel Williams) e “Leave The World Behind” (Swedish House Mafia) fizeram as delícias dos fãs, que receberam uma pequena surpresa no final: as últimas duas músicas contaram com selo português: “Hangover” e “Kalemba (Wegue Wegue)”, dos Buraka Som Sistema, foram os temas que finalizaram a atuação, numa recordação que nos retornou ao espetáculo de 2013, ocorrido no mesmo local.
 

NEM OS FAMOSOS RESISTEM A HARDWELL

Algumas caras conhecidas compareceram no MEO Arena para assistir a um dos eventos mais esperados do ano. Nomes como Inácio Ramos, Luís Evaristo, Diogo Dias, Diana Monteiro, João Montez, Dan Maarten, Olga Ryazanova, Dynamic Duo, Hugo Rizzo, Ricardo Silva, Mauro Barros, Olívia Ortiz e Joana Vieira fizeram questão de marcar presença neste regresso de Hardwell ao nosso país.
 

VOX POP

José Paulo Costa, de 20 anos, veio de Santa Maria da Feira para assistir ao concerto de Hardwell pela primeira vez. Para ele, a prestação do “número 1” foi "espetacular e fantástica". Já Telma Silva, de 32 anos, "estava à espera de um pouco melhor" em relação à área VIP do evento. Tiago, natural de Almeirim, de 36 anos, confessou-nos que achou um bom espetáculo, mas que o mesmo "acabou muito cedo". Já Mónica, de 31 anos, gostou do seu primeiro espetáculo de Hardwell e admitiu voltar um dia.
 
 

A PARCERIA DE SUCESSO CONTINUA (COM ENTREVISTA A NELSON CUNHA)

Depois de “One Last Tour” (Swedish House Mafia), o RFM SOMNII e a tour “I Am Hardwell”, foi a vez da “United We Are” chegar a Portugal. Mais uma vez, a parceria entre a Genius Y Meios, a Mega Hits e a Sociedade Lusa de Espetáculos foi um sucesso, elevando a fasquia para aquilo que poderá vir no futuro. 
 
“Duas vezes ‘melhor do mundo’, duas vezes em Portugal no MEO Arena, e superámos as espectativas. Voltámos a repetir a ‘dose’ com um espetáculo diferente, inovador... e o Hardwell está praticamente a ‘jogar em casa’”, revelou-nos Nelson Cunha, Diretor da Mega Hits. “Existem fortes afinidades de Hardwell com Portugal, ele sente o nosso país de uma maneira muito especial. A maior parte dos países da Europa onde ele toca não tem um público tão emotivo, e aqui sim, ao mínimo toque/gesto, o público português reage e isso é muito bom”, por isso, “ele gosta de vir a Portugal e é por isso que veio cá outra vez” disse o diretor da estação.
 
Em relação à rádio Mega Hits, Nelson desvendou algumas das novidades, como a estreia do radioshow da editora de Hardwell – Revealed Records, o radioshow semanal do Quintino, a residência mensal com Djeff Afrozilla e, além dos Beatbombers, o “regresso” do DJ Glue e a Mega DJ Academy. Quanto ao Mega Hits Kings Fest, que contou com a presença de Martin Garrix no ano passado, está a ser realizado um “trabalho de pesquisa”.
 
Para concluir e em relação ao Portal 100% DJ, Nelson Cunha prestou um agradecimento: “Quero agradecer à 100% DJ por ter vindo mais uma vez, pelo grande apoio dado à dance music em Portugal, mantendo sempre aquela isenção, que é importante, e respeitando os artistas e produtores. Têm feito um trabalho excecional - parabéns a vocês”.

 

BACKSTAGE

Nos bastidores do espetáculo, Hardwell teve ainda tempo de conhecer alguns dos seus fãs portugueses, através de um Meet & Greet. Diogo Calhó, de 16 anos, foi um dos fãs sortudos que teve a oportunidade de conhecer o seu ídolo. “Achei-o uma pessoa simpática e nada fria com os fãs”, foi a descrição que Diogo nos fez, em exclusivo, sobre o sonho de conhecer o DJ holandês, pois é o seu ídolo e inspiração. Relativamente ao espetáculo, o jovem de Barcarena confessou que adorou todo o espetáculo, desde os “LED’s, sonoridade, ambiente e a interação com o público”. Foi o primeiro espetáculo de “EDM” de Diogo e “teve um maior significado por ser do Hardwell”, revelou.
                        
A Mega Hits, patrocinadora do evento, além da t-shirt, ofereceu a Hardwell o prémio de “Melhor DJ do Ano”, um totem com logótipo da rádio em 3D.
 

BILHETES SOLIDÁRIOS

Todos os espetáculos da tour “United We Are” têm uma vertente solidária. Para quem comprou bilhete, contribuiu automaticamente com 50 cêntimos para a organização DANCE4LIFE. Este projeto de solidariedade é apoiado por Robbert e tem como objetivo o combate à SIDA nos jovens a nível mundial, através da educação, música e dança.
 

REDES SOCIAIS

Nas redes sociais como o Facebook, Instagram e Twitter, Hardwell foi um dos temas que mais “buzz” gerou. Quando o DJ chegou ao nosso país, fez questão de colocar uma fotografia na sua página oficial de Facebook e do Instagram, de uma vista privilegiada de Lisboa, elogiando o clima: “A aproveitar o lindo clima em Lisboa. Preparado para a I Am Hardwell desta noite!”. Kill The Buzz publicou também uma fotografia sua, com a descrição: “A aproveitar esta vista de topo em Lisboa, Portugal”. Após o espetáculo na MEO Arena, Hardwell partilhou ainda uma fotografia tirada durante o concerto, onde se pode ler “Obrigado Portugal! #UnitedWeAre”.
 

 

O REGRESSO ANUNCIADO

O DJ e produtor holandês, em entrevista à Mega Hits, confirmou acidentalmente o seu regresso ao MEO Sudoeste deste ano, pouco tempo antes da sua atuação em Lisboa. Entretanto, a organização do festival alentejano já confirmou a presença de Hardwell na Zambujeira do Mar, no dia 8 de agosto. Robbert esteve presente na edição de 2014 do MEO Sudoeste.
 
Vemo-nos em Agosto, Robbert!
 
O «spaceman» holandês Hardwell, conquistador de inúmeros títulos, nomeadamente o de número um do mundo segundo a revista britânica DJ Mag, está de regresso a terras lusas este sábado, dia 7 de março, prometendo uma viagem alucinante a um universo sem paralelo. A abertura ficará a cargo de um dos seus prodígios, o Kill The Buzz, e quem sabe não irão acontecer outras surpresas na cabine, até porque ninguém controla a energia e a capacidade de improviso de Robbert em palco.
 
Durante cinco horas, poder-se-á assistir a um espetáculo de som, luz, efeitos especiais e talento musical, que não vai deixar ninguém indiferente. Todas as tours de Hardwell têm configurações especiais e esta não será exceção. O Meo Arena será dotado de uma gigantesca logística onde tudo, mesmo tudo, é delineado ao pormenor, funções da Alda Events, produtora responsável pela conceção do espetáculo, da Genius Y Meios e da Sociedade Lusa de Espetáculos.
 
Os bilhetes estão à venda na Blueticket e nos locais habituais e têm o custo de 35,50 euros (plateia em pé), 25,50 euros para quem quiser presenciar do balcão 1 e 50,50 euros para a bancada vip, que entretanto já esgotou. A componente social está também associada a estes ingressos, onde 0,50 cêntimos revertem para a Dance4life, um projeto de solidariedade apoiado por Robbert Van de Corput, que tem como principal objetivo o combate à SIDA nos jovens a nível mundial, através da educação, música e dança.
 
 
A tour mundial “United We Are” arrancou a 24 de janeiro, no Ziggo Dome, em Amesterdão, um espetáculo que foi transmitido, em direto, na Mega Hits, emissora que nas madrugadas de sábado para domingo, emite o programa de rádio mais ouvido do mundo, o “Hardwell On Air”, que supera mais de 200 mil visualizações e é transmitido por 35 rádios internacionais.
 
No que diz respeito às acessibilidades, a CP criou um comboio especial Intercidades, que parte da estação de Lisboa - no Oriente, na madrugada do dia 8, às 3h30, após o espetáculo. Este comboio fará paragens nas estações de Santarém, Entroncamento, Pombal, Coimbra B, Aveiro, Espinho, Gaia e Porto-Campanhã. Existem também descontos de 25% em todos os serviços e desconto para família e amigos de 50% em Alfa Pendular e Intercidades. Os bilhetes podem ser adquiridos na Bilheteira Online, Linha de Atendimento, bilheteiras CP, Agências de Viagens e no Multibanco.
 
Mais uma vez, a Slide In criou um programa de autocarros que irá percorrer várias cidades do país até Lisboa, incluindo ainda a viagem de regresso. O preço pode incluir o bilhete para o espetáculo na plateia em pé e estão disponíveis na página de Facebook da Slide In Travel. A chegada ao MEO Arena está prevista para as 19 horas.
 
No histórico de atuações, esta será a sétima vez que o «Spaceman» irá "aterrar" em Portugal, sendo que a sua primeira presença foi a 5 de junho de 2009 na Marina de Cascais, um evento organizado na altura pela “B-Cool Productions” e “New Limit”. Entretanto já passou pela antiga Discoteca The Loft em Lisboa, pelo Kimika Club em Castelo Branco, pelo festival Sudoeste e pelo Meo Arena (ex-Pavilhão Atlântico).
 
 
Nota de Redação 05-03-2015: Atualizado número de atuações de Hardwell em Portugal.
 
A marca 100% DJ volta à cidade de Montemor-o-Novo, situada no coração do Alto Alentejo, para apresentar em primeira mão o novo conceito para clubes mais exigentes musicalmente. Este formato "Clubbing Sessions" foi criado para ser levado a sério nos mais variados ritmos eletrónicos desde o soulful, deep house, house, tech house e techno. 
 
O pontapé de partida será dado este sábado, 24 de janeiro, no Baganha Club, espaço que tem animado a movida noturna do Alentejo com inúmeros eventos dos mais variados géneros musicais. Esta primeira edição contará na cabine com DJ Curto e Foksen, onde ambos prometem uma viagem musical em grande. Vai ser no mínimo imperdível!
 
terça, 16 dezembro 2014 13:01

Steve Aoki estreia-se no Festival Sudoeste

Está marcada para o dia 9 de Agosto a estreia no Festival Sudoeste do irreverente DJ e produtor Steve Aoki. O atual número 10 do Top 100 da Revista DJ Mag, regressa a terras lusas, desta vez fazendo parte estreante do cartaz da edição do próximo ano do Festival da Herdade Casa Branca. A informação foi confirmada no site oficial do artista.

Até ao momento estão confirmados outros nomes como Calvin Harris, a dupla Showtek e Jimmy P.

A 19ª edição do festival alentejano decorre de 5 a 9 de agosto de 2015, com o campismo disponível a partir do dia 1. Os bilhetes individuais já estão à venda na Blueticket e nos locais habituais por um preço de 48 euros, enquanto que ontem foi disponibilizado o Fã Pack exclusivo FNAC por 80 euros, até ao dia 31 de dezembro.
 
O Fã Pack FNAC incluí o passe de 5 dias, com direito a campismo exclusivo em área reservada, uma t-shirt e uma fita para o pescoço oficial. Existem ainda 20 packs premiados com acesso à Zona VIP e ao Frontstage do Palco MEO.
 
terça, 02 dezembro 2014 20:05

Musicbox: oito anos a animar a capital

Cinco dias de concertos e clubbing assinalam o aniversário do mítico espaço do Cais do Sodré e fazem desta primeira semana de dezembro data a reservar no calendário anual. Batida, Awesome Tapes From Africa, Tatu Rönkkö + Efterklang, Fumaça Preta, Moullinex Live, Guerilla Toss, Pista, Ikonoklasta e Coclea são os grandes destaques da semana que celebra os oitos anos de programação do clube para e com a cidade. 
 
Entre esta terça e sábado, a Musicbox Birthday Week contará com um dia de acesso livre (quinta, 4 de dezembro). Os restantes dias terão bilhetes à venda na bilheteira online e locais habituais com preços a variar entre os 3 e os 15 euros. Estarão também disponíveis para venda no local bilhetes para as sessões de clubbing.
 
A programação completa e detalhada pode ser consultada na página oficial do espaço no Facebook.
 
sábado, 29 novembro 2014 22:41

Membro dos DVBBS foi detido por posse de droga

 
Na passada quinta-feira, Chris Chronicles, membro que compõe a dupla canadiana DVBBS, foi detido após uma atuação em Atlanta, nos Estados Unidos, por alegadamente possuir uma quantidade significativa de marijuana. 
 
Depois de terminar o seu set, Chris Chronicles e Alex Andre regressaram ao hotel onde estavam hospedados e foi aí que foram detidos pelas autoridades policiais. A música alta e o comportamento alterado de Chronicles fez com que as autoridades se deslocassem ao local e suspeitassem que este havia consumido algo.
 
O seu irmão Alex relatou todos os acontecimentos no Twitter e criticou ainda o excessivo uso de força contra o produtor do tema "Tsunami".
 
O espetáculo realizou-se em Gwinnett County mas foi em DeKalb County que as autoridades detiveram Chronicles que foi obrigado a pagar uma multa no valor de 400 dólares. Além dos DVBBS, o cartaz da "The Blackout Party" contou com outros artistas como 2 Chainz e Eddie Gold.
 
A notícia não foi novidade, visto que "irreverência" é o nome do meio desta dupla que encerrou o Mega Hits Kings Fest, há uma semana atrás, no Meo Arena em Lisboa.
 
Após uma atuação carregada de boa energia no Mega Hits Kings Fest no passado sábado, em Lisboa, Kura concedeu uma entrevista exclusiva ao Portal 100% DJ. O DJ e produtor português foi o primeiro a subir ao palco e logo se disponibilizou para nos receber no seu camarim ainda em modo “rescaldo” emotivo, por estar a tocar para a maior sala de espetáculos do país. 
 
A primeira digressão pela Ásia, as novas produções, a entrada no Top 100 e o futuro da sua carreira foram os temas de conversa desta entrevista, onde são reveladas diversas novidades em primeira mão para os leitores da única plataforma em Portugal, 365 dias ao Ritmo da Noite.
 
 
Acabas de sair do palco de um grande evento no Meo Arena. Como descreves a tua atuação no Mega Hits Kings Fest e a receção do público?
Foi muito positiva. Não estou habituado a fazer sets tão pequenos, mas tive uma preparação. Estava com algum receio de ser tão cedo e o primeiro a tocar, mas a receção das pessoas foi incrível e passou muito rápido.
 
No início do teu set as pessoas estavam eufóricas e gritavam o teu nome. Como é que te sentes com este tipo de manifestações?
Normalmente sou muito calmo, mesmo antes de tocar, a pressão não me costuma afetar. Já passei por alguns momentos de dificuldade em termos de gig - acontecer alguma coisa ao material no momento -, mas não cedo à pressão. Naqueles 30 segundos antes de entrar, se ouvir as pessoas a gritar o meu nome, o coração bate mais forte e realmente sinto “estou aqui, é a sério!”. Só me apercebo segundos antes de entrar e quando oiço o público. É um misto de grande alegria.
 
É intimidatório?
Não! Fico quase emocionado e dá-me grande vontade logo de subir e começar a tocar. Não fico nervoso.
 
Vais ter uma tour na Ásia... 4 datas que passam por clubs como o X2 em Jakarta, o Sky Garden em Bali e depois vais até Xangai e Pequim, ao Lynx e 8mm, respectivamente. Estás preparado?
Sim, a primeira grande tour fora do país. Já tive várias datas fora, mas não uma tour bem estruturada e tanto tempo fora. Vão ser quatro datas nos melhores clubes equipados com leds, co2, etc. Nunca estive tanto tempo fora de casa, vai ser uma experiência e será a confirmação se isto é mesmo o que quero fazer para o resto da minha vida.
 

Estou atento ao que as pessoas escrevem e dizem sobre mim, seja positivo ou negativo.

 
Existem rumores nas redes sociais sobre a tua presença em grandes eventos, como o Ultra, o Tomorrowland, etc. Que comentário merece este assunto?
Obviamente que fico feliz. Estou atento ao que as pessoas escrevem e dizem sobre mim, seja positivo ou negativo. Tenho a plena consciência do que me é possível. Percebo o que as pessoas dizem na internet e é um facto que me apontam para esses festivais. Agora claramente tem de ser desenvolvido outro tipo de trabalho promocional para eu “merecer” esse lugar. Se formos a ver há artistas com menos notoriedade que lá estão. Mas quando for, eu quero que essa presença seja merecida e que não seja talvez por um contato, uma amizade, ou por outra coisa que possa influenciar a minha presença lá. Sinceramente já tive fases em que duvidava - seria impensável estar nesses palcos. Mas hoje em dia acredito que vai acontecer, é uma questão de tempo. Pelo menos vou justificar isso com trabalho. Se alguma vez tiver que acontecer é porque será justo. 
 
Vamos ver-te nesses palcos em 2015?
Eu gostava. Pode ser que sim - já esteve mais longe. 
 
 
Qual foi o gig que mais te marcou este ano?
É difícil escolher, mas aponto a Nova Era Beach Party e o Meo Sudoeste. Na Nova Era Beach Party eu estreei o “Collide” e recordo-me que criou-se ali uma energia especial à volta da música e, apesar da chuva, ninguém se foi embora - foi muito bom. Já o Meo Sudoeste foi também uma surpresa porque comecei num horário complicado - à hora de jantar. Comecei com cerca de duas mil pessoas, meia hora depois já estavam umas 15 mil, aumentando gradualmente até chegarmos a umas 40 mil. Foi muito especial, porque o público estava muito entusiasmado e interativo. 
 
Este ano tiveste uma notícia bombástica em Outubro: alcançaste o número 42 no Top 100 da DJ Mag. Como é que recebeste esta notícia?
Foi uma surpresa tanto em termos de posição como de figurar no ranking. Quando decidimos estar presentes tinha alertado a minha equipa que seria difícil, e eu acreditava menos do que eles, mas avancei. Dias antes sai o leak, e percebemos que poderia realmente figurar na lista, mas achei que poderia ser “tanga”. Não estava à espera, no próprio dia foi uma grande alegria mas não fiquei deslumbrado com isso. Para as pessoas que votaram em massa acredito que isto seja também uma vitória. Perceber que estás a apostar num artista nacional, e depois ser parte do feito de ele conseguir estar numa posição de destaque a nível internacional, e que o nosso país seja dignificado de alguma forma nesta área em que somos poucos ainda - estamos a começar a abrir o caminho a nível internacional... acho que para as pessoas também foi uma grande felicidade. No meu caso fiquei muito contente mas com os pés na terra e sabendo que foi mais um começo, uma porta que se abriu.
 
É um orgulho representar Portugal no mundo?
Sim, é incrível mesmo. Também temos outro Português no Top100, o Diego Miranda, e podia haver mais, sem dúvida. Por exemplo, se o Pete Tha Zouk tivesse pedido às pessoas para votar, acredito que facilmente lá estaria - as pessoas também têm um grande carinho por ele. Acho - e tenho algum orgulho nisso - que nós estamos a fazer parte deste elenco de portugueses que está a “abrir caminho” para os outros mais jovens, que daqui a cinco ou seis anos vão estar na minha posição. Nós, os DJs portugueses somos responsáveis para criar essas condições e oportunidades para nós próprios e para aqueles que vão surgir. Acredito que daqui a um ano ou dois vamos ter outros dois, três nomes - vejo essa possibilidade. 
 

Quero ser o primeiro DJ português 'a solo' a tentar esgotar uma sala.

 
Que projetos e novidades tens para 2015?
Ainda este ano, vou editar um tema na Revealed, editora do Hardwell, vai sair a 29 de dezembro. É um tema que ele tem tocado muito nos espetáculos. Tem resultado muito bem e está a ser falado, o que me deixa muito satisfeito. Poder editar novamente na Revealed é algo que eu já estava a trabalhar há algum tempo para poder conseguir, porque não é fácil.
Em 2015, planeio fazer os meus próprios eventos. Estamos a trabalhar nisso, saber se é possível, se as pessoas realmente querem que isso aconteça. A minha ideia é fazer mais festas com a minha marca e em sítios maiores. Para já, estamos a considerar Porto, Lisboa e no Verão o sunset. Quero ser o primeiro DJ português “a solo” a tentar esgotar uma sala. O objetivo é fazer coisas diferentes que nunca tenham sido feitas e provar que é possível. Talvez haja muita gente que dúvida, mas cabe-me a mim e aos outros DJs provar o contrário e fazer outras coisas mais arriscadas e é isso que vou fazer.
 
Um álbum de originais é um objetivo próximo?
Tenho muita música nova e trabalho bastante. Não consegui ainda reunir o lote de músicas necessárias a nível de qualidade que me agrade o suficiente para lançar um álbum. Até porque quero que ele seja mais diversificado, que tenha uma música vocal, quero que tenha temas que me caraterizem, um pouco mais fortes e coisas mais emotivas, ou seja, quero que as pessoas possam ver outro lado de mim. Acredito que num espaço de dois, ou menos anos, isso seja possível e esteja na rua esse projeto. 
 
E há alguma colaboração de sonho que gostarias que figurasse nesse álbum?
Sim, o Hardwell seria uma delas. Será sempre aquele artista que eu gostaria de colaborar. Também com Alesso, Steve Angello, Nicky Romero - artistas que eu aprecio bastante e que faria todo o sentido estarem no meu álbum, mas primeiro tenho de criar uma relação de amizade com eles. 
 
Que mensagem queres deixar aos leitores do Portal 100% DJ?
Que continuem a visitar assídua e mais frequentemente, se possível, o Portal 100% DJ, que tem bons conteúdos e bem escritos. Às vezes o problema dos blogues de música de dança é que escrevem mal, e os conteúdos ficam um pouco pobres. Mas para quem quer realmente perceber o que é que se passa, e como é que as coisas acontecem, em termos de eventos e em termos mais profissionais, vocês cobrem realmente esse tipo de informação.
 
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