21-02-2020

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

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Em média o utilizador português do Spotify Premium gasta 82 euros por ano, enquanto o utilizador do iTunes gasta 29 euros em música, quase três vezes menos. Quem o diz é o próprio Spotify que comemorou no passado dia 12 de fevereiro um ano de vida em Portugal. Os números provam que o serviço de música por streaming conseguiu cativar os lusitanos. 
 
Mesmo sem dados para revelar sobre quantos utilizadores tem no mercado português e quantos desses subscrevem o modelo Premium, não deixa de ser relevante a maior dedicação que os utilizadores do Spotify têm relativamente a um serviço com maior tradição no mercado português. 
 
Mas o primeiro ano de vida não fica imaculado. Tal como tem feito noutros países, ao fim de seis meses a empresa restringiu o acesso ilimitado à música, algo que deixou na altura os utilizadores insatisfeitos. Mas mais tarde o Spotify viria a transformar a sua estratégia, sobretudo no segmento mobile, além de ter apostado em novos serviços. 
 
O Spotify revela que o utilizador português caracteriza-se por gastar parte dos rendimentos em tecnologia, por adotar com facilidade novas tendências tecnológicas e por ser um sujeito ativo em mais do que uma rede social. 
 
Neste primeiro ano de vida os portugueses que usaram o Spotify ouviram o equivalente a 2.100 anos de música, cerca de 19 milhões de horas de faixas, tendo para isso contribuído as 3,4 milhões de playlists criadas. 
 
De acordo com uma infografia partilhada pela empresa, Justin Timberlake e John Legend lideram a lista dos artistas mais populares em território nacional, enquanto Pedro Abrunhosa e Ornatos Violeta são os artistas nacionais mais ouvidos.
 
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O Spotify recusa-se a apagar playlists criadas por utilizadores com alinhamentos exatamente iguais aos das compilações criadas pela Ministry of Sound. A acusação é feita pela editora londrina, que na segunda-feira interpôs uma ação judicial contra a plataforma de música.
 
O caso deverá fazer jurisprudência. Os 24 milhões de utilizadores que o Spotify tem atualmente, criaram desde o lançamento deste serviço de música online, em 2008, mais de mil milhões de playlists. É uma funcionalidade popular para reunir e partilhar conjuntos de canções com amigos - que também podem participar na construção dos alinhamentos - ou, nos casos de alguns sites, com leitores.
 
À escolha existem mais de 20 milhões de temas (dados de Dezembro de 2012), devidamente licenciados, que os utilizadores podem ouvir ou compilar. Entre eles estão os temas usados nas compilações da Ministry of Sound, que apenas detém os direitos para os editar em formato disco (físico ou digital) mas não para streaming
 
A Ministry of Sound, marca associada a uma discoteca de Londres com o mesmo nome, aceita essa contingência como uma dificuldade criada pela transformação da indústria da música no tempo da Internet. O que a deixa a lutar pelo que sobra - a curadoria. A editora defende que esse trabalho intelectual também deve estar protegido pela lei dos direitos de autor.
 
"O que fazemos é mais do que agrupar temas: há muita pesquisa na criação das nossas compilações e propriedade intelectual envolvida nisso. Não é apropriado que alguém faça corta-e-cola com elas", argumenta o presidente executivo da Ministry of Sound, Lohan Presencer, em declarações ao "Guardian", que deu a notícia do processo à imprensa.
 
A editora londrina - que se dedica à música de dança e já vendeu mais de 50 milhões de discos nos últimos 20 anos - exige na ação judicial que as playlists sejam apagadas, que o Spotify bloqueie de forma permanente a possibilidade de os seus alinhamentos voltarem a ser copiados e ainda uma indeminização que a compense por danos e custos com o processo.
 
O diário britânico lembra que, em 2010, houve um caso idêntico no Reino Unido, envolvendo as ligas de futebol inglesa e escocesa. Na altura, o Tribunal Superior deu razões a estes dois representantes dos clubes britânicos, que pretendia que os seus calendários (ordem dos jogos) fossem protegidos pela lei dos direitos de autor. Mas a decisão foi revertida na sequência de um recurso. No setor da música, é o primeiro caso a chegar à justiça.
 
Fonte: P3.
 
Publicado em Mix
 
2013 está mesmo na reta final. De entre vários factos positivos que aconteceram no decorrer deste ano, destacamos a produção de novas músicas, muitas delas rapidamente transformadas em 'hits', liderando vários tops em todo o mundo. O Portal 100% DJ quis saber quais as três músicas que marcaram o ano de seis conhecidas pessoas da noite portuguesa. Neste vox-pop desafiámos Andreia Parrinha da Groove TV, Henri Josh, Hélder Vilas Boas da HVB/Xonserviceprod, o DJ e produtor Kura, a conhecida «Tia» Maya e Ricardo Silva da DWM-D World Management.
 
 
 
 

 
 
 

 
 
 

 
 
 

 
 
 

 
 
 
 
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segunda, 20 agosto 2012 23:41

Ballantine's transforma sabores em música

A Ballantine's decidiu avançar em colaboração com um grupo de cientistas e um DJ, com uma experiência inovadora. O objetivo é transformar o sabor do Ballantine's Finest em música. A iniciativa pioneira pretendeu mostrar como alguns dos principais sabores encontrados em cada trago podiam ser transformados em ritmo e batidas para criar diferentes tipos de música.

Os especialistas em tecnologia da The Robin Collective (pioneiros no estudo de sabores) juntaram-se à cientista Carla Valentine para transformar cada sabor de Ballantine's Finest em respostas que o DJ Joe Berditch transformou em ritmo e batidas como parte do seu set.

"Cada um de nós tem cerca de 10.000 papilas gustativas na língua e por isso todos saboreamos de maneiras diferentes. Queríamos ver como um corpo reage a estes sabores e como essas reações podem ser transformadas em batidas para mix’s musicais individuais", explicou a cientista Carla Valentine.

Na experiência cada sabor foi testado em separado e posteriormente foram criadas faixas musicais para cada um deles.

"O paladar de Ballantine's Finest é incrivelmente complexo, suave e com múltiplos sabores que se vão revelando. Baunilha, maçã vermelha suave e chocolate de leite são as notas que imediatamente se destacam, sabores que foram a base para a nossa experiência única", referiu Sandy Hyslop, Master Blender da Ballantine’s.

A experiência concluiu que o sabor da maça criou um ritmo destacado e com uma suspensão entre as notas, por seu lado a baunilha abrandou o batimento porque por norma remete para recordações de infância. Por fim, o chocolate acrescentou uma linha mais intensa para o conjunto que se refletiu no ritmo.
 
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“Avacalhar” é o nome do novo single dos Putzgrilla, em colaboração com Cali (Flow 212), lançado no início de setembro. A música já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
 
Após os sucessos como “Sentadinha”, “Squeeze Me” e “Pegate”, o novo tema promete arrasar nas pistas de dança e festivais, com ritmos africanos contagiantes.
 
O videoclip também já se encontra disponível no Youtube, cujas gravações foram realizadas em Lisboa.
 
Os Putzgrilla são um caso de sucesso e já percorreram Portugal de norte a sul, com atuações em grandes eventos e festivais como a Queima das Fitas de Coimbra ou MEO Sudoeste.
 
Publicado em Música
Jovem produtor, In Stereo, lança o seu primeiro original. Um release único que dá pelo nome de Sensual Seduction.

Esta faixa tras-nos um ritmo tribal, com uma percussão bastante definida e um misterioso ambiente. As texturas melodicas de Tango combinadas com variados instrumentos digitais percorrem juntos numa viagem.

Glender está a cargo do único remix, e trás-nos uma versão mais deep, para um excelente ínicio de noite.

Bastante Fluido e étnico. Uma perfeita Viagem.

O 100% DJ já teve oportunidade de ouvir este Sensual Seduction, o qual foi aprovado e teve nota máxima. É sem dúvida uma excelente música para ouvir em pleno Beach Club com o calor no auge.

Disponível para compra em:
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A vila de Odemira dispõe desde a passada terça-feira, 30 de junho, de um novo espaço cultural para produção, formação e promoção de música, representando um investimento de cerca de 166 mil euros. 
 
Chama-se Quintal da Música e é uma obra da responsabilidade da Câmara Municipal e teve o apoio do Programa de Desenvolvimento Rural, resultando da adaptação do edifício do antigo matadouro, situado junto à zona ribeirinha da vila.
 
“Com a abertura ao público deste novo equipamento cultural na vila de Odemira, pretendemos reconhecer e enaltecer esta importante manifestação artística e cultural que acompanha a evolução da humanidade desde os tempos mais primórdios, em todas as épocas ou regiões”, explica ao site Correio Alentejo a vereadora Deolinda Seno Luís, acrescentando que ao dotar a região e o concelho “com este novo espaço cultural de referência, é intenção da autarquia evocar e promover a produção, a formação e promoção da música nos seus mais variados géneros e estilos”.
 
O Quintal da Música é constituído por um espaço-esplanada com palco, áreas de apoio, receção, um bar e camarins, e vários estúdios individuais dedicados ao ensino de música. Assumir-se-á como um espaço de formação, pela mão de entidades vocacionadas e credenciadas para o efeito, promovendo o ensino/aprendizagem da música junto da população, com especial incidência junto das camadas mais jovens. 
 
 
“Paralelamente, e de forma mais intimista, a população poderá desfrutar de espetáculos musicais ao ar livre, cuja programação tentará evocar a multiplicidade de géneros musicais, do tradicional ao contemporâneo”, como explica Deolinda Seno Luís.
 
Fonte: Correio Alentejo.
 
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Arranca hoje mais uma temporada das Musicbox Heineken Series, uma parceria com o mítico espaço lisboeta Musicbox e a marca Heineken, com uma seleção de projetos que representam o futuro da produção nacional nas áreas do hip-hop, trap, eletrónica e soul. MGDRV, Mike El Nite, Ghetthoven e Niagara atuam hoje no Musicbox, juntamente com a holandesa Stellar Om Source. 
 
Nos próximos seis meses, a mensalidade trará ao Cais do Sodré Jon Hopkins, Com Truise, The Veils, Panda Bear e East India Youth, bem como os novos projectos portugueses EGBO e Jibóia.
 
Resultado de uma colaboração de mais de dois anos entre a Heineken e o Musicbox, a mensalidade assume-se como um olhar sobre a música moderna, colocando lado a lado nomes consagrados da música de hoje e os novos valores da cena mundial e local. Uma aposta que consolida também o compromisso de ambas as marcas para com o apoio e promoção a projectos que sejam reflexo de novos movimentos criativos. 
 
Confere aqui a programação completa:
  • 28 fevereiro - Mike el Nite + mgdrv + ghetthoven + Stellar Om Source + Niagara
  • 29 março - The Veils + Panda Bear + Gala Drop DJs
  • 12 abril - East India Youth 
  • 17 maio - Com Truise + EGBO
  • 14 junho - Jon Hopkins + Jiboia
 
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terça, 09 junho 2015 16:49

Apple Music: o contra-ataque ao Spotify

 

A moda dos streamings de música pegou a nível internacional, com o lançamento do Spotify, mas a Apple não quer ficar atrás e pretende sempre ser a pioneira nos seus serviços. Desta vez, anunciou uma nova plataforma que engloba um streaming, uma rádio e a habitual biblioteca do iTunes.
 
A novidade foi apresentada ontem no WWDC 2015 pelo CEO da Apple, Tim Cook e vai estar disponível a partir do dia 30 de junho, em 100 países. A aplicação vai também funcionar em Android e Windows.
 
Por 9,99 dólares por mês, os utilizadores podem ter acesso ao pacote completo. No entanto, vai existir também um pack familiar que dá a oportunidade a 6 utilizadores de usarem a Apple Music, a 14,99 dólares por mês.
 
Aderindo a um dos pacotes, é possível ter acesso a um total de 30 milhões de música disponíveis no iTunes, para ouvir em streaming, online ou offline, deixando de lado a opção de compra das faixas.
 
Tal como acontece no Spotify ou no TIDAL, a Apple Music contém várias playlists, mas também dá-te a oportunidade de criares a tua própria lista. Outra novidade desta app é a interação com a Siri. Os utilizadores podem pedir à Siri uma determinada playlist ou música, que será reproduzida automáticamente.
 
Além de ser uma aplicação musical, a Apple Music pode também ser uma rede social. A funcionalidade Connect oferece um feed de notícias semelhante ao do Facebook, onde qualquer pessoa pode observar as fotografias e vídeos partilhados pelos artistas que segue.
 
O iTunes Rádio terá um acesso gratuito mas, por enquanto, apenas existe a estação Beats1, com entrevistas, DJ set’s e notícias, com a ajuda de Drake, Pharrel Williams, Will.I.Am e Dr. Dre.
 
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Miguel Oliveira, mais conhecido como Holly, é um dos jovens DJs e produtores nacionais em ascensão e acaba de lançar esta semana uma nova faixa. Trata-se do tema “Turmoil”, em colaboração com Slips & Slurs com o selo da Monstercat.
 
Algumas das novas músicas de Holly já tiveram o apoio de vários artistas de música eletrónica internacional, tal como aconteceu durante o Ultra Music Festival em Miami no passado fim-de-semana, nos sets de Valentino Khan, Grandtheft e Slander.
 
Outra das novidades do artista português é a sua digressão pela África do Sul na próxima semana, nomeadamente pelas cidades de Johannesburg, Porth Elizabeth, Pretoria e Cape Town.
 
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Publicado em Artistas
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100% DJ. Projeto editorial independente cujos valores se guiam pelo profissionalismo, isenção e criatividade, tendo como base de trabalho toda a envolvente da noite nacional e internacional, 365 dias online.

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