
A 15ª edição do festival será realizada com algumas condições impostas pela comissão. Uma delas será da responsabilidade da produção que disponibilizará mais de 600 mil dólares para questões de logística e segurança.
Natural do Porto, Cristina Lima, de 31 anos, parte em direção ao Festival de Miami pela segunda vez. As suas expetativas “são sempre altas”, pois “é um festival fantástico, enquadrado dentro da cidade de Miami, o que lhe dá um ambiente espetacular”. Cristina tem conhecimento da atuação do português RAC e está “ansiosa por vê-lo ao vivo”, porque “será um orgulho erguer a nossa bandeira na frontline!”. Na sua mala de viagem, “para além do bilhete e da nossa bandeira”, estão também “um bom par de sapatilhas, protetor solar e uma mochila com depósito de água”, um objeto que considera “essencial”. Entre os artistas que mais quer ver ao vivo, destaca a dupla Axwell /\ Ingrosso, no local onde “estamos todos unidos pela cultura da EDM”. Em relação ao Ultra, Cristina afirmou que “não é só o cartaz que conta”, destacando “as condições de segurança, higiene e organização” do mesmo. Em relação ao público alvo, deve ser um conjunto de pessoas “que viva a música”, para não tornar o evento num “festival de adolescentes” que pensam que são “umas férias para estarem com os amigos fora de casa”. Além de ir a Miami, Cristina vai também ao Tomorrowland e ao Ultra Music Festival na Croácia, pois “com planeamento e organização tudo se consegue”.
presente na Winter Music Conference em 2011. A escolha deste festival deve-se aos artistas, à “variedade de estilo” de música eletrónica, à “praia, calor e a um ambiente multicultural”. Kygo, Gordon City, Odesza, Armin van Buuren e Eric Prydz são alguns dos artistas que tem mais curiosidade em ver, mas “com sete ou oito palcos a atuar ao mesmo tempo, o difícil vai ser escolher quem ver/ouvir”. Para isso, vai “imprimir um horário e definir previamente” a quais pretende assistir. Diogo leva consigo “a carteira, protetor solar, óculos de sol e talvez um boné”, referindo ainda que “não há muito espaço para levar coisas, pois as regras de segurança são muito restritas”. Apesar do território português ter muitos eventos de música durante o verão, “um festival destes faz falta em Portugal, pois seria um estilo alternativo e um público bem mais internacional do que é habitual”. O investimento feito para ir a este Festival “para a maioria das pessoas que vivem e trabalham em Portugal não é fácil, pois tem um peso elevado no orçamento das pessoas”.
Vive na capital portuguesa, tem 26 anos e chama-se Armando Gomes. O lisboeta estreia-se este ano no Ultra. Bandeiras de Portugal e calções de praia são alguns dos objetos escolhidos para o acompanharem na viagem, enquanto vai ver alguns dos seus artistas favoritos: Armin van Buuren, Carl Cox, Eric Prydz, Axwell /\ Ingrosso, Kygo, Krewella e Knife Party. Em relação a Portugal, Armando tem a opinião de que “temos condições” para receber um festival deste género, afirmando que o “Ultra Europe bem poderia ser realizado cá”. Para realizar este sonho americano, o jovem revelou que “não é fácil”, pois “estamos a falar de mais de 1000 euros, só entre a viagem de avião e o bilhete do festival”, além do
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Live Set
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