16-09-2019

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

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O Shazam - aplicação que permite ao utilizador conhecer o nome e o artista de uma música que está a tocar simplesmente pelo reconhecimento do som - divulgou a listagem das 100 faixas mais pesquisadas em Portugal.
 
Na extensa lista de músicas "shazamed" encontram-se temas como "Dangerous" do DJ e produtor francês David Guetta, "Heroes" de Alesso, "The Days" de Avicii e ainda vários temas assinados por Calvin Harris - artista cuja presença em terras lusas está marcada para o dia 6 de agosto no Festival Sudoeste realizado na Zambujeira do Mar.
 
A lista completa pode ser acedida em shazam.com/charts/pt_top_100 e também é possível filtrar o género musical, mas por enquanto essa seleção de géneros ainda se encontra limitada.
 
Publicado em Mix
quarta, 08 abril 2009 23:35

Big Ali amanhã em Portugal

Big Ali, o homem que entrou com Bob Sinclar pela porta grande em Portugal, regressa ao nosso País amanhã ao In Seven Club.

Senhor de uma presença brutal, Big Ali, não deixa nada nem ninguém indiferente à razia característica nas suas actuações.

Com estilo muito próprio, Big Ali faz a diferença na proporção da sua dimensão física, pelo que já na próxima quinta-feira, o In Seven Club virá certamente abaixo.

A assinar esta produção vai estar Chiote, um membro cada vez mais activo no circuito das produções nacionais.
Publicado em Artistas
A estreia absoluta em Portugal do Unite With Tomorrowland superou todas as expectativas da organização. Diretamente do Parque Oriental da Cidade do Porto, o festival que acontece também em simultâneo em Malta, Atenas e Barcelona, teve casa cheia na cidade invicta, com cerca de 15 mil pessoas a fazerem uma festa memorável e que provou a união entre todos os países em torno da música eletrónica. 

"Estamos todos de parabéns por trazer este festival para Portugal e por conseguirmos esgotar na sua primeira edição. Ver estas pessoas completamente ao rubro com este projeto que liga este ano a Bélgica, Atenas, Malta, Barcelona e a cidade do Porto é incrível. É, sem dúvida, um grande projeto e esperamos que volte para o futuro" é o desejo de Paulo Dias, diretor da UAU, produtora do evento, que teve a chancela do maior festival de música eletrónica do mundo, o Tomorrowland, e a co-produção da PEV e da Câmara Municipal do Porto.

A música esteve a cargo dos DJs Martin Solveig, Robin Schulz, Alok, Carnage, e os portugueses Diego Miranda e Miguel Rendeiro que subiram ao palco do UNITE With Tomorrowland para animar o público presente antes e depois da ligação satélite em direto com Vini Vici, David Guetta e Dimitri Vegas & Like Mike.

A edição do UNITE With Tomorrowland 2019 revisitou o mítico tema do Tomorrowland de 2017 e trouxe a Portugal, Espanha, Grécia e Malta o incrível palco do Amicorum Spectaculum, uma estrutura de cinquenta metros e ecrãs gigantes que permitiram ao público viver uma experiência única com o festival Tomorrowland.
 
Publicado em Tomorrowland
Miss Sheila acaba de completar 15 anos de carreira, com o lançamento da sua editora “Digital Waves”, onde pretende encontrar novos talentos da música eletrónica. É uma das melhores DJs a nível nacional, sempre fiel ao seu estilo próprio e já deu muitas cartas no estrangeiro. Depois de ter sido destacada como uma das 20+ de 2014 pelo Portal 100% DJ, a artista concedeu uma entrevista exclusiva, onde fala sobre a sua carreira, o preconceito em relação às DJs e o estado da música eletrónica na atualidade.

 

O que te levou a fundar a editora "Digital Waves"?
A "Digital Waves" já é um sonho desde do tempo que trabalhava com a "Kaos Records". Sabia que um dia queria ter a minha própria editora, mas primeiro precisava de alguns anos para aprender tudo o que era preciso para geri-la, assim como dominar a área da produção musical. Para mim isto era fundamental.
 
Que novidades relativas à carreira da Miss Sheila poderemos ouvir nos próximos meses?
Estou a trabalhar em vários temas que irão ser lançados pela minha editora e não só. Vou começar a preparar a primeira mixed, uma compilação para a editora que também será da minha autoria.  Tenho mais alguns projetos, mas esses para já estão nos segredos dos deuses.
 

Sabia que um dia queria ter a minha própria editora (...)

 
Preferes atuar em pequenos clubes ou em festivais de maior dimensão?
Gosto dos dois de maneiras diferentes. Quando toco em festivais, é claro que não é tão pessoal e intimista com o público como é num clube, mas tenho que dizer que atuar para as massas também é muito bom, pela quantidade de pessoas a curtir, a energia é multiplicada vezes sem conta. Quem me conhece sabe bem que adoro clubes pequenos, pois também essa é a altura em que temos contato quase direto com o público e conseguimos ver cada expressão na cara das pessoas consoante a música, pois consigo ouvir o que cada um me diz e sentir o amor que me dão. É completamente diferente mas ambos muito bons.
 
 
Qual é a melhor memória que guardas dos teus 15 anos de carreira?
Como devem calcular, tenho memórias sem fim e seria impossível mencionar tantas, mas penso que as que me marcaram mais foram no início da minha carreira, onde tudo era novidade e não estava a acreditar o que me estava acontecer. Vivíamos tudo com muita intensidade e ter massas de gente à nossa frente tinha tanto de bom como de "medo"!
 
Quem são as tuas inspirações?
No início da minha careira, a minha inspiração, todos sabem que era o DJ Vibe, eu dizia que ele tinha quatro mãos e trocava-me as voltas constantemente. É claro que ele ainda continua a ser uma inspiração, mas hoje em dia temos muito mais acesso a DJs e produtores que não tínhamos na altura e sem dúvida tenho agora muitos mais que me inspiram, incluindo mulheres, coisa que antigamente não sentia. Hoje já posso dizer que finalmente há mulheres à séria no panorama da música eletrónica, como a Nicole Moudaber por exemplo.
 
Com quem gostarias de vir a colaborar um dia?
Adorava colaborar com o meu produtor preferido da atualidade que é o argentino Adrian Hour, pois ele faz música que me enche as medidas. É claro que não é só ele, mas assim a lista seria infinita.
 
Que sonhos ainda tens por concretizar, a nível pessoal e profissional?
A nível pessoal, penso que passa por ter um filho, mas não para já! A nível profissional, tenho vindo a mentalizar-me para perder o medo de voar, porque ainda gostava de correr o mundo a fazer o que mais amo!
 
Qual é a tua opinião sobre a música eletrónica dos dias de hoje?
Está totalmente diferente do que era. Para começar, muita da música que hoje chamamos de techno antes chamava-se house. Há uma fusão enorme nos estilos musicais e como não podia deixar de ser, torna-se cada vez mais difícil catalogar um género musical. O certo é que nos últimos anos ouve um "boom" enorme de música eletrónica à volta do mundo, independentemente de ser "EDM", comercial, techno ou hard techno, tudo é música eletrónica!
 

(...) os meus fãs sabem o quanto levo a minha carreira a sério (...)

 
Sentes que ainda existe preconceito em relação às carreiras femininas de DJ?
Sim, infelizmente ainda sinto, mas sei que não é só nesta área. Penso que continua a ser em praticamente todas as profissões do mundo. É certo que já não é tão evidente para DJs como era quando comecei, mas em parte a culpa também passa por algumas mulheres decidirem ridicularizar a profissão, ao atuarem de topless, etc... Depois somos julgadas de forma global e não somos levadas a sério! Claro que não sinto que entro nesse campeonato. Sei que pelo menos os meus fãs sabem o quanto levo a minha carreira a sério, mas não tenho duvidas que nós, mulheres sérias, temos que trabalhar o dobro para sermos vistas e respeitadas como verdadeiras artistas.
 
Dentro do teu estilo musical, o que gostavas de ver alterado em Portugal?
Não vejo assim grandes coisas que tenham que ser alteradas, "underground" é mesmo isso. Não é para as massas, nem é para dar muito nas vistas. Para já, temos promotores que fazem festas e também já temos festivais para o género musical, por isso está muito bem!
 
Segue a Miss Sheila
     
 
Publicado em Entrevistas
Portugal é o 13º país onde se realizam mais downloads ilegais, conclui a empresa Musicmetric.

Segundo este estudo sobre o consumo de música digital, citado pelo Jornal Público, a posição de Portugal é ainda mais cimeira se tiver em conta o número total de habitantes do país, atingindo nessa análise o 5º posto. Atrás de Portugal ficam apenas Reino Unido, Itália, Canadá e Austrália.

Pablo Alborán, voz do dueto "Perdóname", com Carminho, é o artista mais pirateado em Portugal.
Nos primeiros seis meses de 2012, ter-se-ão registado em Portugal 5.597.198 partilhas ilegais de ficheiros musicais. 

Em termos absolutos, os Estados Unidos são o país com mais partilhas (96.868.398 no mesmo período de tempo).
O estudo da Musicmetric analisa ainda o papel das redes sociais e de sites de streaming e venda de música digital no consumo de música online e em plataformas móveis.

Apesar da pirataria, as receitas das editoras discográficas no setor da venda de música digital subiram 8% em 2011, aproximando-se dos 4 mil milhões de euros, conclui o mesmo estudo.
Publicado em Mix
segunda, 21 março 2016 18:14

2manydjs regressam a Portugal

A décima edição do NOS Alive conta com mais uma confirmação para dia 7 de julho. Os belgas 2ManyDjs vão subir ao Palco Heineken no primeiro dia do festival com um DJ set que promete ser explosivo. Também no mesmo dia atuam The Chemical Brothers, Pixies, Robert Plant and the Sensational Space Shifter, The 1975, Wolf Alice, entre outros já anunciados.
 
As remisturas e os mashups de temas conhecidos, que deram uma nova personalidade a músicas de artistas conhecidos como The Chemical Brothers, David Bowie, Kylie Minogue, The Stooges, Peaches, entre muitos outros, são um dos principais cartões de visita do duo.
 
Artilhados com uma mesa de mistura e dois gira-discos, a dupla é capaz de incendiar qualquer palco. Um set que mais se parece com uma viagem é o que prometem os irmãos Dawaele para esta décima edição do NOS Alive, festival que regressa ao Passeio Marítimo de Algés entre os dias 7, 8, 9 de Julho. Os bilhetes diários têm um custo de 56 euros.
 
 
Publicado em Festivais
O número de festivais de música cresceu 18% em 2016, atraindo mais de dois milhões de espetadores, com um impacto na economia nacional de 100 milhões de euros, segundo uma informação divulgada na sexta-feira pelo Ministério do Ambiente. 
 
“Em 2016, realizaram-se em Portugal 249 festivais de música, o que representa um crescimento de 18% face ao ano anterior”, salienta o Ministério, que cita dados do Instituto Português de Administração de Marketing para referir que “o impacto desses eventos na economia portuguesa foi de 100 milhões de euros”. 
 
Considerado que estes eventos “têm de se diferenciar para se manterem uma referência”, o ministério liderado por João Matos Fernandes criou o programa “Sê-lo Verde” para incentivar os promotores dos festivais a adotar medidas visando a sustentabilidade ambiental. O programa será apresentado segunda-feira, em Lisboa e terá 500 mil euros vindos do Fundo Ambiental para apoiar soluções ambientais que permitam uma redução dos impactos resultantes da participação em festivais, relacionados, por exemplo, com o lixo produzido ou as emissões de dióxido de carbono. 
 
O Governo pretende também incentivar a utilização de novas tecnologias e de energias renováveis e a opção por ações que contribuam para uma sensibilização ambiental de todos os intervenientes nos festivais, dos espetadores aos patrocinadores e municípios.
Publicado em Festivais
Segundo fontes seguras confirmaram à minutos atrás à redacção do 100% DJ, a gigantesca 'máquina branca' denominada 'Sensation White' este ano não passará por terras lusas, ficando assim o nosso país, excluído da Tour 2011 do 'maior evento de música do Mundo'.
 
Concebido pela ID&T, o espectáculo 'Sensation' foi realizado pela primeira vez em Amesterdão no ano 2000, já vendeu mais de 40.000 ingressos, percorrendo cerca de 18 países deixando milhares fãs a 'chorar por mais' devido à beleza e imensidão arrebatadora do evento.
 
Sempre com os melhores line-ups de sempre, recorde-se que o 'Sensation White' esteve em Portugal pela primeira vez no dia 09 de Maio de 2009 com o espectáculo 'The Ocean Of White', tendo como gestão nacional as empresas 'Hiper Eventos' e 'Hype Live Events' e no dia 19 de Junho de 2010 a segunda edição contou com o espectáculo 'Wicked Wonderland' cabendo à 'Hype Live Events' a gestão do mesmo.
 
Até ao momento desconhecem-se os motivos que levaram a Duncan Stutterheim, responsável pela ID&T e criador do evento, a excluír Portugal da Tour 2011 do 'Sensation White'. No entanto, esperamos que 2012 seja um ano favorável para a realização do mesmo em Portugal.
 
Publicado em Eventos
quarta, 06 fevereiro 2013 15:07

Portugal: sensação branca "morreu na praia"

Portugal está novamente fora do circuito internacional "Sensation", uma frase que já vem sendo um hábito para os portugueses.
Segundo o que conseguimos apurar junto da produtora do espectáculo (ID&T), as condições económicas existentes no país não são favoráveis à realização do evento. A mesma fonte garantiu "Não temos planos para voltar num futuro próximo".

As únicas edições do evento "Sensation White" tiveram lugar em Portugal, nos dias 9 de Maio de 2009 (The Ocean Of White) e 19 de Junho de 2010 (Wicked Wonderland), ambos no Pavilhão Atlântico - Lisboa.

O primeiro "Sensation", evento único no género, foi concebido pela ID&T, a maior produtora de eventos da Holanda e estreou em Amesterdão no ano 2000. Hoje, este espectáculo que envolve música, pirotecnia, efeitos visuais e muito mais, vende em poucas horas cerca de 40.000 bilhetes a fãs de todo o mundo.
Em 2013 a sensação branca vai passar pela Bélgica, Itália, Praga, Brasil, Bucareste, Chile, Rússia e Amesterdão.

Este é mais um evento/projeto que 'morreu na praia' e vai diretamente para a gaveta dos grandes eventos de música electrónica - Dance Parade, Electro Dance, Olá Love2Dance, Creamfields - que pouca durabilidade tiveram em Portugal - infelizmente.

Publicado em Eventos
Uma vez na Internet, na Internet para sempre. Foi essa a máxima que o DJ e produtor francês Merzo se esqueceu de ter em conta, quando ontem, após a vitória da seleção Portuguesa no Europeu de Futebol, fez uma publicação xenófoba na sua Página de Facebook a atacar claramente Portugal.
 
 
A frase que rapidamente gerou polémica em toda a Internet foi entretanto eliminada e o impacto negativo para o DJ é irreversível, uma vez que a declaração faz analogia aos milhares de portugueses que emigram para a França à procura de uma vida melhor, muitos deles para realizar serviços no âmbito da construção civil. 
 
Kamel Merzouk assume-se artisticamente como Merzo e é um jovem DJ e produtor francês que conta com faixas em editoras de sucesso mas é no lançamento de bootlegs e músicas gratuitas que tem conseguido alguma notoriedade na sua carreira. Sem lançamentos registados nos últimos tempos, o jovem prepara um retorno ao cenário eletrónico com um lançamento pela Armada Trice ainda neste mês de julho. Resta saber se a prestigiada editora irá manter o acordo após esta feia investida à comunidade portuguesa.
 
Recorde-se que no Verão passado, o DJ lituano Ten Walls foi largamente condenado numa clara demonstração de que os preconceitos não serão tolerados, depois de uma publicação homofóbica na sua página de Facebook. 
 
A exemplo de Ten Walls, exige-se agora um pedido público de desculpas a Merzo pela declaração xenófoba repleta de uma gigantesca falta de fair-play e talvez… mais qualquer coisa.
 
 
Fonte: Phouse.
 
Publicado em Mix
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