Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Semanal
quarta, 02 dezembro 2020 22:55

Eddie Ferrer apresenta o seu novo alter ego

Há muito, que Eddie Ferrer tinha o seu nome e caminho bem delineado em Portugal, de onde é natural e também de onde fez sempre questão de demonstrar as suas raízes e paixão pela bandeira e cultura, mas foi além-fronteiras que encontrou o verdadeiro desafio.

Depois de quatro continentes explorados e centenas de atuações realizadas, o artista eleva agora a fasquia e apresenta o seu novo alter ego "ETHNIIA".

Com este novo conceito, Eddie Ferrer pretende mostrar ao mundo, através das suas atuações, o resultado de diversas experiências e partilhar o que absorveu de todas estas culturas que apesar de distintas podem funcionar bem em conjunto através da melhor mensagem do mundo, a música.

"ETHNIIA é uma viagem, é entender o quanto o culto religioso, a posição solar e a rotação da terra pode interferir no caminho musical dos diversos povos" conta-nos o próprio.
 

Depois da colaboração com Moullinex em "Running in the Dark", é a vez de GPU Panic se dar a conhecer em nome próprio com o lançamento do seu mais recente single "Just Go", pela editora Discotexas.

"Just Go" leva-nos a uma viagem energética e acelerada, criando um vulto de emoções às quais podemos sempre voltar. Este é o primeiro lançamento do produtor em nome próprio desde o EP "Sand Haze" em 2017. Estreando-se também como cantor em "Running in the Dark", o último single de Moullinex, esta será a sua primeira faixa a interpretar as suas próprias letras numa voz sussurrante que nos questiona o caminho escolhido, levando-nos a segundos palpites.

O cubo de vidro que nos traz "Just Go" é representado numa capa em 3D por Lourenço Providência e feito no Girina Studio. Este single abre também o caminho para mais lançamentos de GPU Panic num futuro bem próximo e, por isso, a viagem por paisagens misteriosas não acaba aqui.

Não havendo respostas por parte do Governo, ao quarto dia de greve de fome, frente à Assembleia da República, o Movimento "A Pão e Água" lançou uma petição. Exigem ser ouvidos pelo Primeiro-ministro António Costa, ou pelo Ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.

Em cerca de cinco horas, mais de 17 mil pessoas assinaram a petição que tem como objetivo a audiência dos representantes deste movimento por parte do Governo, de forma a que possam ser discutidas 16 medidas pensadas para atenuar as dificuldades sentidas nos últimos meses devido às regras impostas a propósito da pandemia de Covid-19.

Na missiva da petição, o Movimento que representa o setor da restauração, bares, discotecas e eventos descreve que estas áreas foram "bandeira do nosso país. Levámos o nosso nome por esse mundo afora e trouxemos o mundo até nós. Conquistámos prémios em nome de Portugal, usando o país no peito. Trouxemos investimento, turismo, prestígio, receita. Pedimos que o nosso país nos escute agora e nos apoie como sempre o apoiámos."

Cerca de uma dezena de empresários, está, desde sexta-feira, em greve de fome, frente à Assembleia da República "como forma de protesto e em solidariedade por todos aqueles que, neste momento, não têm já o que comer".
JUNIORK, DJ português de Viseu e residente na Alternativa Club em Castelo Branco, lançou recentemente a sua primeira faixa musical.

"Makes Me Feel" conta com caraterísticas clássicas do Future House e marca a sua estreia como produtor. Apesar de a ter criado em 2018, foi agora que recebeu o convite da High Five Music Records para ser editada e lançada em todas as plataformas digitais de música.

Segundo o próprio, com a situação atual que atravessamos, durante os últimos meses, o principal foco foi a "produção musical" e adianta que novas sonoridades estão a ser terminadas e que serão lançadas no decorrer do próximo ano.

A par da produção musical, o seu projeto mensal "JUNIORK Radio Show" ganha cada vez mais força e suporte de grandes nomes nacionais. Durante a fase de confinamento criou o "JUNIORK At Home Invites" onde pretende trazer aos seus seguidores o trabalho de outros DJs e produtores que admira.
 
É mesmo uma sexta-feira negra. Depois da manifestação organizada na passada quarta-feira e que juntou cerca de 2 mil pessoas frente à Assembleia da República, em Lisboa, o movimento "A Pão e Água", representado por empresários e profissionais do setor da restauração, bares, discotecas e eventos vai avançar para uma greve de fome por tempo indeterminado no mesmo local da manifestação, depois da reunião tida esta tarde com a Casa Civil do Gabinete da Presidência ter-se revelado sem sucesso e sem respostas. 

"Não há respostas nenhumas. Só fomos ouvidos" comentava o Chef Ljubomir Stanisic, representante do movimento, à saída da reunião. 

Para atenuar as dificuldades sentidas nos últimos meses devido às regras impostas pelo Governo a propósito da pandemia de Covid-19, empresários e profissionais exigem a adoção de um conjunto de 16 medidas, entre as quais a atribuição de apoios imediatos, a fundo perdido, aos bares e discotecas, eventos, restauração e comércio, pela redução de horário, bem como, a todos os fornecedores diretos e indiretos.

Pede-se ainda a reposição dos horários de restaurantes, bares e comércio local e defende-se a isenção da Taxa Social Única (TSU), a redução no pagamento das rendas e do IVA determinando o pagamento automático em seis prestações.

Em declarações à RTP3 durante a manifestação, José Gouveia, um dos rostos ativos do movimento, relembrou que "110 mil postos de trabalho se irão perder até janeiro" e que, devido à falta de apoios, os trabalhadores "não terão Natal". 

Eis a lista de 16 exigências do movimento "A Pão e Água":
 
1- Apoios imediatos ao setor dos bares e discotecas, eventos, restauração, comércio e todos os fornecedores diretos e indiretos;
 
2- Apoios à restauração e comércio, pela redução de horário;
 
3- Reposição do horário, quer de restaurantes e bares, quer do comércio local;
 
4- Isenção da TSU;
 
5- Redução no pagamento das rendas;
 
6- Redução do IVA;
 
7- Abertura imediata e injeção direta nas empresas, sem a contrapartida de ter os pagamentos às finanças e à segurança social em dia.
 
8- Sócios gerentes terem acesso ao lay off, independentemente de terem uma ou mais empresas ou acumularem com trabalho por conta de outrem, pois fazem descontos em todas;
 
9- Pagamento do IVA automaticamente aprovado em 6 prestações;
 
10- Apoios reais, a fundo perdido, à manutenção de postos de trabalho;
 
11- Apoio às tesourarias das empresas, a fundo perdido;
 
12- Reforço imediato das linhas de crédito, retirando limitação de acessos às novas linhas a quem já recorreu às linhas anteriores;
 
13- Isenção de impostos nas rendas dos imóveis arrendados, durante o período de proibição de exercício da atividade;
 
14- Prolongamento dos contratos de arrendamento, caso sejam a termo por mais de 3 anos;
 
15- Anulação de multas por pagamento atrasado de impostos;
 
16- Prolongamento dos apoios da Segurança Social aos trabalhadores independentes.

"Depois de ter encerrado o primeiro período de candidaturas no passado dia 30 de outubro, o Fundo de Solidariedade com a Cultura abre agora uma nova fase de candidaturas à sua Linha de Apoio Geral", lê-se num comunicado divulgado esta quinta-feira.


A segunda fase de candidaturas irão estar abertas entre os dias 2 e 11 de dezembro com um valor mínimo de 130 mil euros, "podendo ser reforçado com donativos", disse à Lusa fonte da Santa Casa da Misericórdia, que gere o fundo.


A criação do Fundo de Solidariedade com a Cultura, para apoiar os profissionais da cultura, artistas e técnicos, que ficaram sem trabalho por causa da pandemia de Covid-19, foi anunciada em abril pela GDA - Gestão dos Direitos dos Artistas, juntamente com a Audiogest (Entidade de Gestão de Direitos dos Produtores Fonográficos em Portugal).


Entre 19 e 30 de outubro, quando decorreu a primeira fase das candidaturas, "foram submetidos 1.942 pedidos de apoio, onde se incluem 1.057 artistas, 215 técnicos e 171 estruturas artísticas, entre outros profissionais" sendo que a maioria foram submetidas "por profissionais das artes performativas, mais especificamente por aqueles que trabalham no meio da música".


A angariação de donativos "tornou possível a reabertura das candidaturas, desta vez dirigida exclusivamente à Linha de Apoio Geral, sendo que os profissionais que já se candidataram a qualquer uma das linhas de apoio na primeira fase, não poderão apresentar uma nova candidatura".


No comunicado divulgado, salienta-se que "para que possa manter a sua atividade e chegar a um maior número de profissionais, cumprindo verdadeira e plenamente a sua missão de apoio a todo o tecido cultural português, o Fundo continua a aceitar donativos de forma a poder aumentar a verba disponível para a atribuição de apoios".


As pessoas ou entidades que queiram contribuir "podem fazê-lo através de transferência bancária (IBAN: PT50 0018 0000 0301 5822 0015 5 com o titular Fundo de Solidariedade com a Cultura) ou MBWAY (+351 918 889 900)". Todas as informações sobre este Fundo de Solidariedade com a Cultura estão disponíveis no respetivo site

"O Sol da Caparica" anunciou novos artistas para a sua sétima edição. O Festival regressa ao Parque Urbano da Costa de Caparica entre os dias 12 e 15 de agosto do próximo ano, com um cartaz que continua a surpreender pela sua diversidade e qualidade, sempre enaltecendo a música de expressão portuguesa.

Com um conceito abrangente que vai do fado ao samba ou do rock ao kizomba, aos artistas já anunciados para dia 12, juntam-se agora nomes como António Zambujo, Clã, Fernando Daniel e Melim. Já no dia 13, sobe também ao palco do festival, Alberto Indio. Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra e Twenty Fingers são as novidades para o cartaz de dia 14.

A grande aposta d'O Sol da Caparica através da produção do Grupo Chiado, em parceria com a Câmara Municipal de Almada (CMA), continua a ser a promoção da região bem como da música dos países de língua oficial portuguesa e o entretenimento e a experiência para todos os que passem pelo recinto.

Além dos artistas, a organização divulgou outras novidades da nova edição do evento. Voltará ao recinto a Zona Graffiti, a Zona de Gaming será reforçada, a restauração alargada ao longo do espaço verde e a Zona Zen terá um lounge diferenciador. Mantém-se o palco principal e o palco secundário, bem como os palcos comédia e dança e ainda o parque de desportos radicais.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais com preços que variam entre os 22 euros (bilhete diário) e os 54 euros, o passe para os quatro dias de evento.
Salzburgo sucede em 2020 a Bombaim como cidade anfitriã da Final Mundial do Red Bull BC One, a mais importante competição internacional de Breaking. O encontro está marcado para este sábado 28 de novembro, tendo como cenário o edifício icónico do Hangar 7, situado em pleno aeroporto de Salzburgo, na Áustria.

A modalidade que é hoje conhecida por breaking não tem parado de crescer nos últimos anos e é já vista como uma forte candidata ao programa dos Jogos Olímpicos. Realizado deste 2004, o Red Bull BC One tem sido um evento agregador, levando os melhores desta vertente da dança a destinos marcantes como Nova Iorque, Rio de Janeiro, Moscovo, Tóquio e Berlim. Ao longo dos últimos 17 anos, passaram também por este palco referências portuguesas como os b-boys Bruce Almighty e Lagaet e a b-girl Vanessa. 

A Final Mundial do Red Bull BC One reúne os oito melhores B-Boys e as oito melhores B-Girls para uma competição "mano-a-mano", que resultará na atribuição dos respetivos títulos. Tal como tem sido habitual, os fãs do breaking podem acompanhar toda a ação à distância, a partir das 19 horas de sábado na Red Bull TV e nos canais da competição no Facebook e YouTube. No ano passado, foram mais de sete milhões que assistiram em todo o mundo à coroação do B-Boy Menno e a B-Girl Kastet.
 
A agência de publicidade Stream and Tough Guy lançou um novo projeto com a finalidade de apoiar a União Audiovisual "em resposta ao grave impacto no setor dos espetáculos, festivais e eventos provocado pela pandemia de Covid-19". O projeto consiste na criação de uma plataforma online através da qual serão vendidos produtos de merchandising dos eventos que teriam lugar em 2020 e que acabaram por ser cancelados por força da pandemia, sendo que a receita obtida reverterá na totalidade para a União Audiovisual.

"Ao comprarem uma lembrança do evento que não aconteceu, os portugueses não estão apenas a comprar uma recordação de um espetáculo cultural ou desportivo que este vírus obrigou a cancelar mas estão, sobretudo, a ajudar os profissionais do sector na fase mais difícil das suas vidas", salienta João Ribeiro, managing partner da Stream and Tough Guy, defendendo que esta é "uma forma de transformar o desperdício numa causa onde todos podem participar".

A loja online ficará disponível até ao próximo dia 15 de dezembro e contará com vários artigos, havendo ainda "espaço para mais marcas se juntarem", já que "a organização espera que outros eventos e marcas adiram a esta campanha que pretende ajudar quem mais precisa nesta fase negra que a indústria está a viver, e onde a fome é já uma realidade". 

O Rock in Rio, NOS Alive e NOS Primavera Sound, Vodafone Paredes de Coura, SBSR ou Meo Sudoeste são alguns dos festivais que já aderiram ao projeto.

Além dos produtos de eventos cancelados, foi criada a t-shirt virtual Uncancel Collection a pensar em quem deseje ajudar mas não tenha interesse em nenhum dos produtos disponíveis ou caso a colecção esgote. 

"Esta e-shirt, que também funciona com um conteúdo partilhável nas redes sociais, é um donativo direto aos profissionais do setor audiovisual que pode ser feito por particulares ou empresas e tem como objetivo sensibilizar para a causa, dentro deste conceito de ajudar quem mais sofre com o cancelamento dos eventos públicos", explica a agência.
 
O movimento "A Pão e Água", representado por empresários e profissionais do setor da restauração, bares e discotecas convocou uma nova manifestação para Lisboa, depois de outras ações já terem decorrido por todo país. A próxima manifestação vai acontecer na quarta-feira dia 25 de novembro, às 15h30, junto à Assembleia da República.

O anúncio foi feito pelo chefe de cozinha, Ljubomir Stanisic, através da sua página de Facebook. O responsável tem sido um dos rostos conhecidos por esta luta, onde os empresários exigem ao governo a criação de mais apoios num momento de incerteza e dificuldades.

Para além de Lisboa e Porto também as cidades de Aveiro, Vila Real, Faro e Funchal receberam ou vão receber os protestos deste movimento.

Para atenuar as dificuldades sentidas, os empresários exigem a adoção de um conjunto de 16 medidas, entre as quais a atribuição de apoios imediatos, a fundo perdido, aos bares e discotecas, eventos, restauração e comércio, pela redução de horário, bem como, a todos os fornecedores diretos e indiretos.

Pede-se ainda a reposição dos horários de restaurantes, bares e comércio local e defende-se a isenção da Taxa Social Única (TSU), a redução no pagamento das rendas e do IVA determinando o pagamento automático em seis prestações.

Os empresários exigem igualmente a abertura imediata e injeção direta nas empresas, sem a contrapartida de ter os pagamentos às Finanças e à Segurança Social em dia e de defendem o acesso dos sócios-gerentes ao lay-off.

"Há oito meses, muitos de nós encerramos os nossos estabelecimentos dias antes do governo o decretar, por uma questão de saúde pública e com o intuito de proteger não só os nossos clientes, mas também os nossos colaboradores", referem numa nota enviada à imprensa.

Na mesma nota os empresários dizem ter pensado inicialmente "que tudo iria voltar ao normal em breve", mas garantem: "Nunca estivemos tão enganados. Entretanto, as contas acumulam-se e o duradouro silêncio do Estado é avassalador".
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