14-12-2018

  Diretor : Ivo Moreira  |  Periodicidade : Diária

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Os nomeados para a edição deste ano dos Portugal Festival Awards foram divulgados e a organização anunciou um recorde de participações. Ao todo, são 140 festivais que vão a votos, contabilizando assim mais de 2,3 milhões de espectadores.
 
Entre os nomeados encontram-se festivais como a EDP Beach Party, NEOPOP, MEO Out Jazz, Sol da Caparica, NOS Alive, entre muitos outros. Algumas queimas das fitas como a de Lisboa e Évora também estão nomeadas como Melhor Festival Académico.
 
A votação é aberta ao público através do site oficial e da página oficial de Facebook dos Portugal Festival Awards, dividida em várias categorias. Os vencedores serão escolhidos pelo público e por um painel de júris que inclui Zé Pedro (Xutos e Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Vítor Belanciano (Público), Pedro Esteves (Observador), Fred Pinto Ferreira (Orelha Negra/Kambas/Banda do Mar/5:30), Ana Teresa Ventura (SIC), Álvaro Costa e Nuno Calado (Antena 3), Joana Cruz (RFM), Pedro Ramos (Radar), Rita Carmo (Blitz), Hélio Morais (PAUS/Linda Martini), Ana Markl (Canal Q/Antena 3), Valete, Tó Pereira (DJ Vibe) e outras personalidades da área da música, comunicação social, turismo, sustentabilidade e comunicação.
 
A cerimónia de entrega dos Portugal Festival Awards decorre no próximo dia 17 de novembro no Cinema São Jorge, em Lisboa, pelas 21h30.
 
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sexta, 12 outubro 2012 21:14

Absolut Unique já chegou a Portugal

A 39ª edição da Moda Lisboa foi o palco escolhido para o lançamento em Portugal da nova Absolut Unique, uma edição limitada de quase quatro milhões de garrafas, numeradas individualmente e cada uma com um design exclusivo.

Para conseguir que cada garrafa se tornasse uma peça de arte única, a Absolut teve de remodelar e alterar totalmente todo o processo de produção. Foram montadas pistolas de tinta e máquinas de geração de cor e complexos algoritmos de revestimento, padrões e localização foram programados para garantir que não seriam fabricadas duas garrafas iguais.

Foram ainda usadas 38 cores e 51 tipos de padrões diferentes aplicados nas garrafas. O aspeto marcante foi conseguido através de contrastes de cor, complementado por um rótulo de papel branco mate que apresenta o número individual de cada garrafa.
 
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O Governo vai mesmo avançar com a proibição de venda de álcool a menores de 18 anos. A lei em vigor prevê que seja proibida a venda a menores de 16. A proposta de legislação conjunta entre os Ministérios da Saúde e da Administração Interna "já iniciou o seu processo legislativo" e vai "dentro em breve" ser debatida em Conselho de Ministros, adiantou o secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, para quem a ideia é prevenir o abuso de álcool entre os adolescentes.

O governante não esclareceu se o Governo vai também avançar com a subida generalizada do preço das bebidas alcoólicas e a definição de preços mínimos. São medidas que, conforme o Jornal Público noticiou, constam do plano de prevenção do suicídio, a concluir até final de março, e que desencadearam já uma oposição dos responsáveis do setor. O presidente da Associação de Produtores de Cerveja, Pires de Lima, que é também presidente do conselho nacional do CDS-PP, qualificou a proposta como "completamente disparatada".

Em resposta ao diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental, Álvaro de Carvalho, para quem o consumo de álcool aumenta em períodos de crise, bem como as mortes a ele associadas, nomeadamente os suicídios, o secretário-geral da Associação dos Municípios Produtores de Vinho, José Arruda, também já veio criticar o "simplismo primário" que imputa aos que pensam que "é colocando restrições ao álcool que se resolve o problema dos suicídios em Portugal".

Se optar por se manter fiel àquilo que Leal da Costa defendeu publicamente em Abril passado, o Governo não se limitará a proibir a venda de álcool a menores de 18 anos. Na altura, o secretário de Estado adiantou que a comissão interministerial responsável pelas alterações à lei do álcool se preparava ainda para proibir a venda de bebidas alcoólicas nos postos de abastecimento de combustível e nas lojas de conveniência, neste último caso apenas a partir da meia-noite. A descida da taxa de alcoolemia de 0,5 gramas por litro de sangue para 0,2 gramas era outra das propostas a aplicar aos condutores encartados há menos de dois anos.

Na qualidade de presidente da Associação de Produtores de Cerveja, Pires de Lima diz desconhecer a existência de qualquer "estudo sério que relacione o preço do álcool com uma diminuição das depressões que levam ao suicídio". Mas, acrescenta, "mesmo que tal correlação exista, é disparatado penalizar as 99,99 por cento de pessoas que consomem álcool com moderação pela infinitésima parte dos consumidores que, por razões depressivas, podem consumir álcool e suicidar-se".

"Não é pelo facto de muitos suicidas se atirarem das pontes do Tejo abaixo que vamos impedir o acesso ou aumentar as portagens na ponte", acrescenta, para considerar que "se está, de forma primária, a usar o álcool como argumento para justificar este eventual aumento da taxa de suicídios em Portugal". No mesmo sentido, Pires de Lima lembra que o álcool "não pode servir de bode expiatório", mais ainda quando "o seu consumo, nomeadamente da cerveja, tem vindo a baixar ao longo dos últimos três anos, em Portugal".

Combater o mau uso do álcool passa, ainda no entender de Pires de Lima, "pelo investimento na educação dos jovens e pela fiscalização".
 
Fonte: Público.
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Um estudo publicado pelo Eurobarómetro nesta quarta-feira em Bruxelas revela que os portugueses são os que mais bebem bebidas alcoólicas diariamente liderando a média europeia.

Os resultados do inquérito realizado a 27 mil europeus em Outubro do ano passado revelam que 43 por cento dos portugueses consomem álcool diariamente contra os 14 por cento da média europeia.

Do total de inquiridos, 83 por cento concorda com a realização dos controlos policiais, um número que sobe para 91 por cento em Portugal. No conjunto de todos os europeus, 89 por cento defende a proibição da venda e consumo de álcool a menores.

A grande maioria dos europeus advoga que devem ser tomadas medidas para combater os malefícios da ingestão de bebidas alcoólicas.
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O Shazam - aplicação que permite ao utilizador conhecer o nome e o artista de uma música que está a tocar simplesmente pelo reconhecimento do som - divulgou a listagem das 100 faixas mais pesquisadas em Portugal.
 
Na extensa lista de músicas "shazamed" encontram-se temas como "Dangerous" do DJ e produtor francês David Guetta, "Heroes" de Alesso, "The Days" de Avicii e ainda vários temas assinados por Calvin Harris - artista cuja presença em terras lusas está marcada para o dia 6 de agosto no Festival Sudoeste realizado na Zambujeira do Mar.
 
A lista completa pode ser acedida em shazam.com/charts/pt_top_100 e também é possível filtrar o género musical, mas por enquanto essa seleção de géneros ainda se encontra limitada.
 
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O maior festival do mundo está a chegar e este ano pretende oferecer o elixir da vida a todos os seus visitantes, que esperaram ansiosamente um ano pela abertura das portas. No fim-de-semana de 22 a 24 de julho, a cidade de Boom, na Bélgica, volta a tornar realidade os sonhos de qualquer amante de música eletrónica.
 
Deadmau5, Eric Prydz, Armin van Buuren, Diego Miranda, Blasterjaxx, Fedde Le Grand, Marshmello, W&W, Yves V, Dimitri Vegas & Like Mike, Don Diablo, Maceo Plex, Sven Väth e muitos outros artistas já confirmaram a sua presença. Este ano, a falta mais sentida pelos fãs do festival é de Hardwell, que a exemplo da edição brasileira, também estará fora do cartaz.
 
Apesar dos atentados terroristas que abalaram a Europa nos últimos meses, a organização do Tomorrowland não baixa os braços e pretende continuar com o festival, com redobrada atenção nas medidas de segurança. “Por vários anos seguidos a nossa maior preocupação e foco é a segurança dos visitantes. Baseados em diferentes fontes de informação, tomaremos decisões em conjunto com as autoridades locais de forma a garantir a maior segurança possível”, revelou Debby Wilmsen, representante do Tomorrowland, em exclusivo ao Portal 100% DJ.
 
LIVESTREAM
Mais uma vez o festival vai ser transmitido em direto para todo o mundo, através da conta oficial de Youtube do evento. Vão estar disponíveis várias câmaras, para que tenhas acesso aos teus palcos e artistas preferidos, durante os três dias de festa.
 
PAZ, CONVÍVIO E HUMILDADE
David Bessa tem 24 anos, vive no Luxemburgo e vai ao Tomorrowland pela terceira vez. “Os DJs são simplesmente o melhor que existe no mundo”, referiu o português em exclusivo ao Portal 100% DJ, destacando Dimitri Vegas & Like Mike, Tiësto e DJ Snake como os seus favoritos.
 
Entre os pormenores que mais gosta no festival estão a “paz, convívio e humildade das pessoas”, não esquecendo ainda do “ar mágico e misterioso ao mesmo tempo que o Tomorrowland nos faz sentir”.
 
Uma das dicas que deixa a quem gostaria de um dia realizar o sonho de ir ao festival é “estar bem organizado para tudo e para gastar o menos possível”. “Estou a ver cada vez mais portugueses interessados no Tomorrowland e seria bom o nosso país receber um festival deste género, para o mundo ficar a conhecer melhor Portugal”, concluiu David Bessa.
 
NÃO HÁ RAÇAS, POLÍTICAS NEM RELIGIÕES DIFERENTES
Pela segunda vez, Márcia Pinto, de 21 anos e natural de Lousada, parte para o Tomorrowland com as expectativas “muito elevadas”, pois “o facto de já ter estado presente na última edição deixa-me ainda mais ansiosa para que chegue o dia de levantar voo para os melhores dias da minha vida, porque não duvido que a organização vai-nos surpreender mais uma vez”, afirmou a jovem.
 
“O Tomorrowland tem tudo de especial. Tudo começa logo na viagem de avião, porque é aí que começa o convívio e a diversão. A organização até na viagem proporciona-nos momentos espetaculares como mais nenhum festival no mundo proporciona”.
 
Segundo a festivaleira, ao entrar no recinto “chegamos a uma terra encantada”, com tudo “pensado ao pormenor” e onde “não falha absolutamente nada”. “As pessoas vão única e exclusivamente pela música e para se divertir e aproveitar, ninguém está preocupado em arranjar confusões com ninguém, há um companheirismo muito grande e todos os dias a toda a hora conhecemos pessoas novas. Ali dentro não há raças, políticas nem religiões diferentes e todos se respeitam”, referiu.
 
Esta viagem “não é um investimento fácil e torna-se um bocado dispendioso. Se compararmos com o preço de outros festivais que são mais perto, como os portugueses, sem dúvida que a diferença de preço é muita”. Mas uma coisa Márcia sabe, “se há destino de ‘férias’ que merece cada cêntimo gasto é sem dúvida o Tomorrowland”.
 
BILHETE DOURADO É QUASE INACESSÍVEL 
Vindo da Suíça mas com nacionalidade portuguesa, Frédéric Cunha tem 30 anos e vai viver a experiência do Tomorrowland pela segunda vez. “As expectativas são altas, principalmente a nível temático. No ano passado fiquei estupefacto com a dimensão do palco e espero que este ano seja algo do género ou ainda melhor”, revelou o português ao Portal 100% DJ.
 
Uma das coisas que o faz regressar ao festival é o “ambiente multicultural, com o mesmo gosto pela música eletrónica”. Na mala leva consigo a camisola do Futebol Clube do Porto, a GoPro e uma roupa mais quente “porque no ano passado foi um pouco fresco”.
 
Relativamente ao garantir a sua presença no evento, Frédéric considera “que o maior problema não é a nível financeiro, mas sim a dificuldade em obter o bilhete dourado na ‘lotaria’ da venda”.
 
EXPERIÊNCIA A VIVER PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA
Hugo Silva tem 31 anos e vai de Gondomar diretamente para o Tomorrowland pela primeira vez “Tenho a certeza que irá ser uma experiência única que se tem que viver pelo menos uma vez na vida”.
 
Para o festivaleiro, o evento belga “é simplesmente o maior evento musical do planeta” e “uma união de culturas, que consegue reunir pessoas de todos os cantos do mundo e toda a gente está unida para o mesmo. É como se fosse um mundo à parte de tudo o resto”.
 
Na sua mala leva uma GoPro “para registar os melhores momentos” e a bandeira de Portugal, para se destacar durante as atuações que mais quer ver: Alesso, Dimitri Vegas & Like Mike e Axwell /\ Ingrosso.
 
Esta não é a primeira vez que Hugo tenta ir ao Tomorrowland. “Desde 2013 que sempre tentei arranjar bilhete normal, por ser mais acessível, mas nunca consegui. Tive de juntar mais uns trocos para comprar um Global Journey e garantir a minha presença. Não é barato, mas na minha ideia cada euro gasto vai valer a pena”, admitiu.
 
 
 
 
VIVER O TOMORROWLAND COM A FAMÍLIA
Olivier Cunha, português de 22 anos e residente na Bélgica, vai com o irmão ao Tomorrowland. Para ele, “vai ser uma coisa de outro mundo e ainda por cima vou acompanhado por um membro da minha família”.
 
Olivier decidiu ir ao festival belga depois de ouvir a “experiência do ano passado que o meu irmão, um primo e um amigo viveram” e também depois de ver os aftermovies dos anos anteriores.
 
“A bandeira da nossa pátria” vai na sua mala e o festivaleiro não querer perder nem um minuto do set de Dimitri Vegas & Like Mike, apesar de querer “ver um pouco de todos”.
 
Na sua opinião, “Portugal tem muitos festivais” mas “tem falta de um festival como este, ou parecido. Um dos conselhos que deixa a quem gostaria de ir ao Tomorrowland é que “para quem tiver um trabalho estável, que vá juntando algum dinheiro” para depois conseguir viver uma experiência inesquecível.
 
MEDO DE NÃO QUERER SAIR 
Aos 26 anos, Sofia Ribeiro Silva deixa a capital, pela primeira vez, em direção a Boom, “apesar de já ter tentado no ano passado”.
 
“Não quero manter as expectativas muito altas, mas está a ser quase impossível”, confessou Sofia ao Portal 100% DJ. “Não tenho medo que alguma coisa me desiluda. O meu medo é... de não querer sair de lá!”
 
O ambiente e o cartaz que inclui os melhores DJs do mundo foi aquilo que mais lhe chamou a atenção. “Com milhares de pessoas reunidas com a mesma paixão, este é um ambiente mágico”, incluindo ainda a “música, ver o mainstage pela primeira vez, a decoração, o fogo de artifício, conhecer pessoas novas”, que no fundo são “três dias pensados ao máximo pormenor e que tenho a certeza que vão ser os melhores três dias da minha vida”, revelou.
 
Na mala de viagem leva calçado confortável como prioridade “para poder estar o mais à vontade possível e curtir o máximo”, óculos de sol, cachecol do Sport Lisboa e Benfica e a bandeira da Tomorrowland Crew Portugal, que vai marcar presença em grande número. Em relação a artistas que quer ver, estão entre as suas escolhas Alesso, Axwell /\ Ingrosso, Martin Garrix, Armin van Buuren e espera ainda “ser surpreendida por muitos outros”.
 
Na sua opinião, “Portugal ainda não tem logística para um festival deste género. Seria difícil alcançar um ambiente semelhante, com as mentalidades que ainda vamos tendo por cá. No entanto, acho que já se começa a notar uma evolução nos festivais em Portugal”.
 
Para realizar este sonho, Sofia afirma que “não é nada fácil, mas quem corre por gosto não cansa”. O investimento é “bastante grande” e que pode levar a que “por vezes termos de cortar um bocadinho mais ‘aqui e ali’”.
 
A PRIMEIRA DE MUITAS
Gaspar Magarreiro tem 50 anos e parte de Terrugem (Elvas) para o Tomorrowland pela primeira vez com “um desejo enorme que já vem desde há vários anos”. Esta viagem proporcionou-se numa conversa com um amigo que partilhava do mesmo desejo “e resolvemos ir. Espero que seja a primeira de muitas!”.
 
O responsável pela conceituada empresa “Retiros Místicos”, irá estar atento à parte mais técnica e da produção do evento, e espera que “o festival venha a servir de inspiração para eventos que estamos a preparar para o futuro, embora numa escala diferente” revelou.
 
“Estou curioso com os cenários, os efeitos especiais e a iluminação - são sempre deslumbrantes, certamente que ao vivo serão bem mais surpreendentes”, confessou Gaspar Magarreiro, referindo também que “as expectativas são enormes” e que está “curioso para ver a organização e a dinâmica do espaço”.
 
Agradecimentos: Laetitia Esteves (Tomorrowland Crew Portugal)
 
Publicado em Reportagens
O panorama dos festivais de música conta este ano com mais eventos e de menor dimensão, mas o setor precisa ainda de mais profissionalização, afirmou à agência Lusa o diretor da associação APORFEST, Ricardo Bramão. 
 
Criada em 2014, a Associação Portuguesa dos Festivais de Música (APORFEST) tem estado a analisar a área dos eventos de música - que começam agora a ganhar força com a chegada do verão -, e já traçou o perfil do espectador português e promove formação de agentes do setor.
"Percebemos que esta área não está ainda maturada, que há mais festivais, de pequena dimensão, e que há outros que desaparecem, ou porque não têm apoio financeiro sustentado ou por falta de capacidades", referiu o responsável.
 
De acordo com a APORFEST, o calendário português conta com cerca de 150 festivais de música, entre os que têm maior visibilidade junto do público português, o NOS Primavera Sound é um dos primeiros a realizar-se, no Parque da Cidade, no Porto. 
 
Nas próximas semanas e até setembro, há propostas para quase todos os gostos, do fado à world music, do pop rock ao reggae, das músicas do mundo à eletrónica, com centenas de concertos e a movimentação de milhares de artistas, de norte a sul do país. 
 
No que diz respeito aos festivais que somam mais de dez edições, o ranking é liderado pelo Festival Músicas do Mundo de Sines, com a 17.ª edição, em julho e o Super Bock Super Rock, que cumpre 20 anos em julho, mudando-se do Meco para o Parque das Nações, Lisboa, e ainda o Vodafone Paredes de Coura, desde 1993 a mostrar música na localidade minhota. 
 
Outros estão ainda nas primeiras edições e a consolidarem-se, como o Caixa Ribeira, dedicado ao fado, em junho no Porto, ou o Sol da Caparica, só com música portuguesa, em agosto, na Costa de Caparica. 
 
Sobre o panorama dos festivais, Ricardo Bramão explica que "há vontade de se fazerem festivais, mas a dificuldade é conseguir mantê-los, sobretudo os de menor dimensão, ou porque falha um ou outro apoio, ou porque não há conhecimentos suficientes para otimizar o trabalho". 
 
Recorde-se que em 2014 foi lançado um estudo efetuado pelo TalkFest que dava conta dos números dos festivais portugueses e que podem ser consultados em infografia aqui.
 
Publicado em Festivais
quinta, 14 novembro 2013 21:15

Sagres dá força a Portugal

A Sagres foi a primeira patrocinadora da Seleção Nacional e desde 1993 que a marca de cerveja tem entrado em campo com a equipa das quinas. Aproveitando o momento decisivo que se vive nas aspirações da seleção, a Sagres lançou mais uma campanha publicitária de apoio.
 
Na véspera do jogo do playoff Portugal x Suécia, a frase "Força Portugal" vai fazer parte de uma campanha presente na plataforma digital e na rede de mupis do país.
 
Apelar ao espírito nacional e apoiar a Seleção é o grande objetivo de uma campanha que vai ainda estender numa das bancadas do estádio da Luz, no dia do jogo, uma camisola gigante de 14 metros de altura da Seleção Nacional.
 
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A maior rede de escolas de DJs do Brasil acaba de chegar a Lisboa, sendo a primeira escola internacional de música eletrónica presente em Portugal. A AIMEC (Academia Internacional de Música Eletrónica) foi fundada em 2004 e hoje já conta sete unidades espalhadas pelo Brasil. Na passada quinta-feira foi a vez de inaugurar o seu novo espaço, no 12.º andar do Edifício Castil em Lisboa.

Com amplas salas e uma incrível vista sobre a capital alfacinha, além de uma Academia de aprendizagem, neste novo espaço será possível estabelecer contatos com artistas, construir novos projetos e viver uma experiência imersiva dentro da música eletrónica. 


"Portugal precisa de uma escola como a nossa"

Foi precisamente essa a ideia, que Luísa Pyrrait e António Penalva tiveram em mente há cerca de dois anos atrás, quando, depois de 10 anos no Brasil, decidiram regressar ao país que os viu nascer, muito por culpa da família que "falou mais forte" conta Luísa. Além da agora nova Academia de Lisboa, Luísa e António são também proprietários das AIMEC de Balneário Camboriú e Florianópolis. "Feitos os estudos de mercado, e de encontrarmos o Bernardo, nosso sócio e peça fundamental para que a AIMEC Portugal hoje exista, resolvemos abrir esta escola" releva à nossa redação.

A oferta de um ensino de qualidade e a criação de uma comunidade são os principais objetivos desta Academia e Luísa Pyrrait garante que "o grande mérito da AIMEC é que além do seu ensino ser muito bom e das técnicas utilizadas serem únicas, é o conseguir sempre formar à sua volta uma comunidade e uma segunda família para os nossos alunos que não têm idade." A provar que a idade é apenas um número, Luísa conta que no Brasil existem "alunos com 10, 11 anos e temos também avós que fizeram cursos com os filhos na mesma turma".
 


Em termos comerciais, a AIMEC Portugal tem disponíveis cursos de DJ, Produção Musical, Produção Musical Avançada, Teoria Musical e Mixagem & Masterização. Embora o rol de professores não esteja totalmente fechado, alguns nomes já foram selecionados, como é o caso do DJ Handerson (Brasil) e DJ Nokin (Portugal).

"Primeiramente, conheçam a AIMEC, quero muito, de coração, que todos os leitores saibam o que é a AIMEC. Não queremos ser uma escola de DJs, mas sim uma Academia de música eletrónica, onde as pessoas possam vir, tenham convívio, tenham uma comunidade que envolva o país e até Europa inteira, e que os nossos alunos sejam cabeças de cartaz dos melhores festivais e clubs, tal como no Brasil" convida Allan Gee, também sócio da Academia de Lisboa.

Questionados sobre uma possível expansão na Europa, Luísa e Allan Gee não têm dúvidas que esse será o caminho a seguir, "mas primeiro pretendemos cimentar bem a marca em Portugal" afirmam.
 
Publicado em Reportagens
O número de festivais de música cresceu 18% em 2016, atraindo mais de dois milhões de espetadores, com um impacto na economia nacional de 100 milhões de euros, segundo uma informação divulgada na sexta-feira pelo Ministério do Ambiente. 
 
“Em 2016, realizaram-se em Portugal 249 festivais de música, o que representa um crescimento de 18% face ao ano anterior”, salienta o Ministério, que cita dados do Instituto Português de Administração de Marketing para referir que “o impacto desses eventos na economia portuguesa foi de 100 milhões de euros”. 
 
Considerado que estes eventos “têm de se diferenciar para se manterem uma referência”, o ministério liderado por João Matos Fernandes criou o programa “Sê-lo Verde” para incentivar os promotores dos festivais a adotar medidas visando a sustentabilidade ambiental. O programa será apresentado segunda-feira, em Lisboa e terá 500 mil euros vindos do Fundo Ambiental para apoiar soluções ambientais que permitam uma redução dos impactos resultantes da participação em festivais, relacionados, por exemplo, com o lixo produzido ou as emissões de dióxido de carbono. 
 
O Governo pretende também incentivar a utilização de novas tecnologias e de energias renováveis e a opção por ações que contribuam para uma sensibilização ambiental de todos os intervenientes nos festivais, dos espetadores aos patrocinadores e municípios.
Publicado em Festivais
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