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segunda, 28 setembro 2015 00:15

Karetus estreiam-se na Rússia

Os Karetus, grupo composto por André Reis, Carlos Silva e Paulo Silva, vão estrear-se ao vivo na Rússia na discoteca Space Moscow, no próximo dia 28 de novembro.
 
Os artistas vão partilhar o palco com Zomboy, Dropzone e Valentino Khan nesta data da #FullFlavorTour que está também incluída no festival Bassland, um dos eventos russos mais importantes relacionados com música eletrónica.
 
“Piñata” é o nome do mais recente álbum de originais, lançado gratuitamente no passado mês de agosto, composto por grandes temas e colaborações com Supa Squad, Agir, Ce’Cile, Carolina Deslandes e muitos outros.
 
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A Rússia, país que recebe o próximo Campeonato Mundial de Futebol, em 2018, vai moderar a proibição que impôs à publicidade de cerveja até lá. Acredita-se que o evento, que tem a marca de cerveja Budweiser como bebida oficial, irá dar um impulso aos fabricantes de cerveja daquele país.
 
A expectativa é que o país gaste cerca de 20 mil milhões de dólares com o Mundial e o facto de atenuar as regras publicitárias podem permitir que seja beneficiado com os gastos de marketing das empresas de cerveja para o Campeonato.
 
A mudança na lei publicitária permite que cervejas, e bebidas à base de cerveja, possam ser promovidas na televisão, desde que o contexto esteja relacionado com o próximo Campeonato do Mundo. Uma mudança que beneficia todas as marcas de cerveja presentes naquele país, como por exemplo a Heineken e a Carlsberg.
 
O país, onde a cerveja só foi classificada formalmente como bebida alcoólica em 2012, tem apertado as regras ao mercado de álcool nos últimos anos, incluindo a proibição da publicidade deste tipo de bebida, como parte de uma campanha para reduzir o alcoolismo. Durante anos, a cerveja foi considerada um refrigerante na Rússia, país classificado entre os maiores consumidores de álcool do mundo. Mas, após muito debate, em 2012 o governo aprovou uma lei que considera a cerveja uma bebida alcoólica, proibindo assim a sua venda, por exemplo, em bancas de jornais ou no metro, como era comum até então.
 
Fonte: Imagens de Marca.
 
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A fabricante da vodka Stolichnaya anunciou uma mudança na marca, em resposta direta à "posição veemente" do seu fundador contra o regime de Putin e por sua vez à invasão russa na Ucrânia.

A conhecida vodka será agora comercializada simplesmente como Stoli, disse a empresa em comunicado.

Yuri Shefler, fundador do Stoli Group, foi exilado daquele país há 20 anos atrás devido à sua oposição a Putin. Embora a Stolichnaya seja comercializada como sendo vodka russa a verdade é a que a sua produção é feita na Letónia desde essa altura e o Stoli Group é uma unidade do SPI Group, com sede no Luxemburgo.

Nos últimos dias diversas lojas dos Estados Unidos removeram das suas prateleiras diversos produtos fabricados na Rússia ou de marca russa - o que na maioria dos casos significa vodka. Há registo de alguns proprietários de estabelecimentos de diversão noturna terem atirado para o lixo a vodka Stolichnaya em protesto.

De acordo com a IWSR Drinks Market Analysis, empresa global que acompanha as vendas de álcool a nível mundial, nos Estados Unidos, menos de 1% da vodka consumida é produzida na Rússia e mais de metade de toda a vodka consumida no mercado interno é fabricada nos EUA.
Publicado em Nightlife
segunda, 28 março 2022 10:24

Heineken anuncia saída da Rússia

A conhecida marca Heineken anunciou esta segunda-feira, que irá sair da Rússia devido à guerra na Ucrânia, que se continua a "intensificar".

"Após o anúncio de uma revisão estratégica das nossas operações, concluímos que a propriedade do negócio da Heineken na Rússia já não é nem sustentável nem viável no contexto atual. Assim, decidimos sair da Rússia", lê-se no comunicado da cervejeira dos Países Baixos.

A empresa, que tem cerca de 1.800 funcionários na Rússia, sublinha que já havia indicado que não iria fazer "novos investimentos e exportações" para a Rússia, que iria acabar com a "produção, venda e publicidade da marca" e que não iria aceitar "quaisquer benefícios financeiros ou lucros do" negócio na Rússia.

"O nosso objetivo é uma transferência ordeira da nossa empresa para um novo proprietário, em total conformidade com as leis internacionais e locais", lê-se ainda no comunicado da Heineken, que ressalva que irá pagar os ordenados dos funcionários até ao final de 2022.

Fundada no século XIX, em Amsterdão, a empresa produz e vende mais de 300 marcas de cerveja e sidra, incluindo Heineken, Strongbow e Amstel, e emprega mais de 85.000 pessoas em todo o mundo.
Publicado em Nightlife
A ministra da Cultura da França suspendeu a realização, dentro e fora do país, de qualquer evento cultural associado a instituições oficiais russas ou artistas russos que sejam a favor da invasão da Ucrânia.

Roselyne Bachelot especificou que nenhum evento ligado a instituições culturais oficiais ou artistas "que se manifestaram a favor da política empreendida pela Rússia na Ucrânia" será bem-vindo.

A ministra acrescentou que os projetos de parceria entre instituições culturais russas e francesas, quer em França, quer na Rússia, estão "suspensas até novo aviso".

"Estamos solidários com os artistas, profissionais da cultura e jornalistas ucranianos, duramente atingidos. Não esquecemos os dissidentes russos. Juntos, eles mantêm viva a democracia e a cultura todos os dias, fermento de paz e diálogo entre os povos", sustentou.

Roselyne Bachelot avançou ainda com a criação de um fundo de apoio, de um milhão de euros, para "acompanhar as instituições culturais francesas que se organizam para permitir que artistas e profissionais da cultura continuem a trabalhar".

Até agora, o cancelamento de eventos culturais em França com entidades ou artistas russos dependia de decisões individuais.

Também esta quarta-feira a Ópera de Paris referiu que não haverá novas colaborações com instituições culturais russas ou artistas que manifestaram publicamente o seu apoio ao regime.
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Três festivais de música retiraram a DJ russa Nina Kraviz dos seus cartazes, devido à posição da DJ e produtora em relação à guerra na Ucrânia.

Kraviz tem sido acusada de conivência com o regime de Vladimir Putin e de pouco ter dito em relação à invasão da Ucrânia pela Rússia. O caso está a gerar polémica e a dividir a comunidade techno.

No início de maio, a Clone Distribution cortou relações com a editora Trip Recordings, criada por Kraviz, devido a "pontos de vista diferentes no que toca a questões morais e éticas". O Movement Music Festival (em Detroit, nos Estados Unidos), o Crave (Haia, Holanda) e o PollerWiesen (Dortmund, Alemanha) decidiram eliminar a artista dos cartazes.

Um grupo de ucranianos a residir em Detroit chegou a criar uma petição onde pedia ao Movement Music Festival que retirasse Nina Kraviz do cartaz, a não ser que esta se posicionasse publicamente contra a guerra. Já os festivais Crave e o PollerWiesen cancelaram os sets de Kraviz após "discussões internas".

Em fevereiro, aquando da invasão, a DJ publicou um vídeo onde se podia ler a palavra "paz". No entanto, a DJ ucraniana Nastia acusou tal mensagem de ser demasiado ambígua, não criticando diretamente Putin ou o governo russo.

Kraviz chegou a partilhar um comunicado onde esclareceu que "as relações do meu país com a Ucrânia tornaram-se uma coisa abominável". "Sou contra qualquer forma de violência e rezo pela paz. Custa-me muito ver inocentes a morrer".

"Sou música e nunca apoiei políticos ou partidos, nem planeio vir a fazê-lo. Não compreendo a política nem os processos sociais que ela cria. Por isso não me parece bem falar nas redes sociais sobre o que está a acontecer", completou.

A DJ esteve em Portugal em abril, atuando na primeira edição do festival Sónar Lisboa e tem regresso marcado para agosto, onde irá atuar no festival Neopop.
Publicado em Artistas

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