22-01-2019

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

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A plataforma de streaming Spotify anunciou uma parceria inédita com a famosa aplicação de relacionamentos Tinder onde o objetivo é promover “matches” de acordo com o gosto musical. A parceria pretende facilitar a vida aos utilizadores que procuram a sua cara-metade através das músicas que são mais ouvidas mutuamente e com regularidade. 
 
O processo é simples e os usuários deverão ter conta em ambas as plataformas. Basta conectar o Spotify ao Tinder e partilhar um conjunto de músicas preferidas com os pretendentes. Mesmo que o usuário do Tinder não tenha conta do Spotify, poderá na mesma ouvir excertos das músicas de quem está interessado diretamente no perfil do Tinder. Para quem tem conta nas duas aplicações, será possível ver também os artistas em comum antes do “match”.
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A aplicação Shazam, que permite aos utilizadores descobrir o nome dos artistas e a respetiva música que está a tocar, revelou a lista dos 10 temas mais procurados durante o festival Coachella, que decorreu entre os dias 10 e 19 de abril, na Califórnia.
 
DJ Snake tem duas músicas da sua autoria na lista, composta também por temas de Jack U, Deorro e Kygo.
 
Confere abaixo o Top 10:
 
  • 1 – DJ Snake & AlunaGeorge – You Know You Like It
  • 2 – The Weeknd – Earned It
  • 3 – Major Lazer feat. MO & DJ Snake – Lean On
  • 4 – Jack U feat. Justin Bieber – Where Are You Now
  • 5 – David Guetta feat. Nicki Minaj & Afrojack – Hey Mama
  • 6 – Chet Faker – No Diggity
  • 7 – Deorro – Five Hours
  • 8 – Kygo feat. Conrad – Firestone
  • 9 – Galantis – Runaway (U & I)
  • 10 – Action Bronson feat. Chance The Rapper – Baby Blue
 
 
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O Youtube, que pertence à Google, irá lançar um serviço de subscrição de música em streaming ainda este ano, com o nome de “Music Key”. Este projeto já era para ter sido apresentado ao público durante o verão, mas acabou por ser adiado.
 
Ao que tudo indica, este novo serviço irá dar também acesso a concertos e videoclips.
 
Outra novidade do Youtube, revelada na terça feira em conferência de imprensa, é um novo serviço pago de vídeo, que excluirá os anúncios publicitários, através de uma assinatura. 
 
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A partir de agora vai ser possível introduzir marcas nos vídeos de música. A estratégia é da Universal Music que vai permitir que as agências de publicidade promovam produtos junto de audiências específicas.
 
A Universal recorre, assim, à startup tecnológica MirriAd que desenvolveu uma solução para inserir marcas nos vídeos de música, mesmo depois das filmagens terminadas. Assim, pode-se inserir diferentes marcas no mesmo vídeo e dirigidas a um público-alvo. 
 
A Havas Media Network, que trabalha marcas como LG e Coca-Cola, junta-se à discográfica, sendo a primeira agência a aderir ao serviço.
 
Com esta tecnologia os interesses dos artistas e das marcas estão alinhados enquanto a discográfica se foca em apresentar aos fãs uma experiência musical completa, diz a Universal ao Marketing Magazine.
 
Através de tecnologias inovadoras, como a MirriAd, e agências globais como a Havas, a Universal Music pode oferecer aos artistas mais oportunidades de gerar receitas a partir dos vídeos musicais, acrescenta.
 
Fonte: Briefing.
 
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quarta, 10 novembro 2010 17:45

Drive Me 'oferece' boleias à noite

A campanha de segurança rodoviária 100% Cool vai entrar numa nova fase com o lançamento da Drive Me, uma rede social que quer ligar jovens para a "gestão" online de boleias.
A ideia é da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) e o objectivo é garantir a saída e o regresso a casa em segurança, depois de uma saída nocturna, recorrendo ao grupo de cibercontactos.

A rede social, cujo lançamento está previsto para esta sexta-feira, passa assim a ser o mais recente recurso da 100% Cool.

Refira-se que o eixo central da 100% Cool, criada em 2004, são as brigadas que se deslocam aos locais de diversão nocturna para sensibilizar os jovens para o consumo moderado de álcool, realizar testes de alcoolemia e premiar simbolicamente os jovens com 0% de álcool.

A 100% Cool "difere em larga medida de muitas outras desenvolvidas no nosso país, pois procura evitar o lado repressivo, apostando antes na educação, motivação e responsabilização dos jovens para um consumo moderado de álcool", considera a ANEBE.
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O festival Tomorrowland aconteceu no passado fim de semana na Bélgica e acolheu milhares de visitantes, que utilizaram a aplicação Shazam para descobrir algumas músicas. Foi agora divulgada a lista dos temas mais procurados durante todo o festival de música eletrónica, que inclui artistas como Robin Schulz, DJ Snake e Avicii.
 
Confere abaixo a lista completa:
 
  • Major Lazer feat. M Ø & DJ Snake – Lean On
  • Robin Schulz feat. Ilsey – Headlights
  • Lea Rue – I Can’t Say No! (Broiler Remix)
  • Jack Ü feat. Justin Bieber – Where Are Ü Now
  • Avicii – Waiting For Love
  • Félix Jaehn feat. Jasmine Thompson – Ain’t Nobody (Loves Me Better)
  • Dimitri Vegas & Like Mike feat. Ne-Yo – Higher Place
  • DJ Snake & AlunaGeorge – You Know You Like It
  • Netsky – Rio
  • Kygo feat. Parson James – Stole The Show
 

 
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O YouTube pode deixar de ser apenas uma plataforma de vídeos online para passar a ser também um serviço de música por subscrição por streaming. De acordo com as informações apuradas o novo serviço do YouTube vai funcionar de maneira muito semelhante ao Spotify, mas terá os vídeos como fator "extra". 
 
A revelação é feita pela Billboard que cita inúmeras fontes próximas ao desenvolvimento do projeto. O projeto deve ser lançado ainda antes do final do ano e vai ficar disponível em duas modalidades - uma gratuita onde os utilizadores têm que conviver com anúncios, e outra paga que garante acesso a uma lista "ilimitada" de faixas musicais. 
 
O valor do serviço pago pode ascender aos 9,99 dólares - cerca de 7,25 euros - e vai também garantir acesso a músicas em formato offline. O principal foco do novo serviço do YouTube vai ser o segmento mobile, uma área onde as restantes propostas de mercado são mais "curtas". 
 
Entretanto surgiram ainda outros rumores de que a aplicação do YouTube está prestes a evoluir, por forma a permitir a reprodução de conteúdos em segundo plano - uma funcionalidade que daria jeito para a ferramenta de streaming. 
 
De acordo com as mesmas fontes um serviço de música por subscrição com componente de vídeo integrada não seria visto como um substituto direto do All Access da Google, e podia até ser a ferramenta de preferência para novas plataformas como os Google Glass.
 
Fonte: Sapo Tek.
 
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TIDAL é  nome do novo serviço de streaming, lançado por Jay-Z, que promete fazer uma forte concorrência ao Spotify. Ontem decorreu a conferência de imprensa de apresentação do TIDAL, que teve a presença de deadmau5 e Daft Punk, juntamente com as suas famosas máscaras.
 
O serviço de streaming oferece música e vídeos em alta qualidade e tem o apoio de grandes nomes da música como Calvin Harris, Madonna, Kanye West, Beyoncé, Rihanna, Alicia Keys, Nicki Minaj e Usher. Os perfis de Facebook e Twitter dos artistas ficaram totalmente azuis (foto de perfil e de capa) durante o dia de ontem, para comemorar o lançamento do streaming.
 
A plataforma musical já existia desde o mês de outubro, mas foi comprada por Jay-Z em fevereiro, por 56 milhões de dólares.
 
O TIDAL oferece dois serviços mensais. O primeiro a um preço de 19,99 dólares (áudio de alta fidelidade) e segundo a 9.99 dólares (qualidade normal).
 
 
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A aplicação Untappd, que já tem presença no iOS e Android, chegou ao Windows Phone 8 a semana passada e alarga o número de utilizadores que podem partir à procura da 'loira' mais fresquinha com a ajuda do telemóvel. 
 
Sem adotar o estilo visual que carateriza os atuais sistemas operativos da Microsoft, o Untappd funciona como uma rede social de geolocalização que utiliza a opinião dos vários utilizadores para recomendar bares e cervejas que merecem ser testados. 
 
A chegada a mais um ecossistema móvel vem acompanhada de novidades. Os utilizadores agora podem fazer o carregamento de fotos para acompanhar "visualmente" as críticas, que agora podem incluir classificações de meia estrela. 
 
Com o Untappd, bebe-se socialmente e com moderação. 
 
Fonte: Sapo Tek.
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O Spotify recusa-se a apagar playlists criadas por utilizadores com alinhamentos exatamente iguais aos das compilações criadas pela Ministry of Sound. A acusação é feita pela editora londrina, que na segunda-feira interpôs uma ação judicial contra a plataforma de música.
 
O caso deverá fazer jurisprudência. Os 24 milhões de utilizadores que o Spotify tem atualmente, criaram desde o lançamento deste serviço de música online, em 2008, mais de mil milhões de playlists. É uma funcionalidade popular para reunir e partilhar conjuntos de canções com amigos - que também podem participar na construção dos alinhamentos - ou, nos casos de alguns sites, com leitores.
 
À escolha existem mais de 20 milhões de temas (dados de Dezembro de 2012), devidamente licenciados, que os utilizadores podem ouvir ou compilar. Entre eles estão os temas usados nas compilações da Ministry of Sound, que apenas detém os direitos para os editar em formato disco (físico ou digital) mas não para streaming
 
A Ministry of Sound, marca associada a uma discoteca de Londres com o mesmo nome, aceita essa contingência como uma dificuldade criada pela transformação da indústria da música no tempo da Internet. O que a deixa a lutar pelo que sobra - a curadoria. A editora defende que esse trabalho intelectual também deve estar protegido pela lei dos direitos de autor.
 
"O que fazemos é mais do que agrupar temas: há muita pesquisa na criação das nossas compilações e propriedade intelectual envolvida nisso. Não é apropriado que alguém faça corta-e-cola com elas", argumenta o presidente executivo da Ministry of Sound, Lohan Presencer, em declarações ao "Guardian", que deu a notícia do processo à imprensa.
 
A editora londrina - que se dedica à música de dança e já vendeu mais de 50 milhões de discos nos últimos 20 anos - exige na ação judicial que as playlists sejam apagadas, que o Spotify bloqueie de forma permanente a possibilidade de os seus alinhamentos voltarem a ser copiados e ainda uma indeminização que a compense por danos e custos com o processo.
 
O diário britânico lembra que, em 2010, houve um caso idêntico no Reino Unido, envolvendo as ligas de futebol inglesa e escocesa. Na altura, o Tribunal Superior deu razões a estes dois representantes dos clubes britânicos, que pretendia que os seus calendários (ordem dos jogos) fossem protegidos pela lei dos direitos de autor. Mas a decisão foi revertida na sequência de um recurso. No setor da música, é o primeiro caso a chegar à justiça.
 
Fonte: P3.
 
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