Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Mensal
Em resposta aos jornalistas e depois da reunião do Conselho de Ministros, o ministro da Economia Siza Vieira, afirmou, esta quinta-feira, que os festivais de música vão manter-se proibidos até ao final do ano, devido à pandemia de Covid19.

"Os efeitos do diploma que tinha suspenso a realização de festivais são prorrogados até ao final deste ano. Isto significa que, mantendo-se este regime, por princípio, aquilo que se costuma denominar festivais de música continuam proibidos", declarou.

Ainda assim, esclareceu que "é possível realizar [determinados] eventos" desde que "nas condições que sejam definidas em diálogo com as autoridades de saúde e com as forças de segurança".

Quanto aos festivais, o ministro da Economia relembrou que "todos os eventos desta natureza, que tenham que ser cancelados sem virtude da prorrogação desta lei, beneficiam do regime que está em vigor e que obriga os organizadores dos festivais a permitirem aos potenciais titulares de bilhetes poderem utilizá-los numa próxima ocasião ou terem um crédito para utilizarem no futuro".
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O festival Dancefloor, que este ano será realizado no Altice Forum, em Braga, nos dias 26 e 27 de julho, confirmou ontem mais dois nomes para o line-up da quinta edição do evento.
 
A dupla Yellow Claw regressa mais uma vez ao nosso país, num cartaz que contará também com a presença de Ran-D, um dos pioneiros do hardstyle, um dos géneros principais deste festival de música eletrónica.
 
Deorro e a dupla D-Block & S-te-Fan são outras das presenças confirmadas no Dancefloor. OS bilhetes já se encontram disponíveis nos locais habituais com preços entre os 16 e os 38 euros.
 
 
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O maior festival de música do Brasil chega a Portugal pela primeira vez no próximo dia 6 de outubro e a lotação está esgotada. O VillaMix vai decorrer no Altice Arena e conta com Alok no cartaz.
 
“A estratégia de internacionalizar o festival para a Europa via Portugal já se revelou uma aposta ganha. Esgotar a primeira edição do evento faltando, ainda, uma semana para a sua realização é um feito extraordinário, com o qual estamos muito satisfeitos”, referiu Pedro Neto, diretor do festival.
 
As portas do Altice Arena abrem às 18h30, com as atuações a começar pelas 20h30 até às 06h00. Além de Alok, o cartaz conta ainda com Blaya, Matheus e Kauan, Jorge & Mateus e Wesley Safadão.
 
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O DJ e produtor israelita é a mais recente confirmação para o cartaz da edição deste ano do festival Dancefloor, que vai decorrer no estádio municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria nos dias 27 e 28 de julho.
 
Borgore regressa a Portugal para uma atuação única, onde não faltarão certamente o seus hits “Nympho”, “Decisions” ou “Ice Cream”. 
 
Blasterjaxx, Audioctricz, Noisecontrollers e KEVU são outros dos artistas confirmados no evento. Os bilhetes já se encontram à venda a partir de 10 euros.
 
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O cenário urbano do Bayfront Park, em Miami, que caracteriza o Ultra Music Festival pode estar prestes a mudar. Na passada quinta-feira foi realizada uma reunião com a comissão de Miami, que recusou a realização do evento no Bayfront Park.
 
Além dessa decisão unânime, o valor do aluguer do espaço foi aumentado e a próxima edição do festival pode estar em risco. O Ultra Music Festival tem datas marcadas para os dias 29, 30 e 31 de março do próximo ano.
 
Segundo o Miami Herald, a organização do festival está com esperança de chegar a um acordo com os moradores daquela zona, que têm feito várias queixas ao longo dos anos em relação ao barulho, à confusão e o facto do parque ficar fechado ao público durante muito tempo.
 
Recorde-se que o Ultra Music Festival chegou a decorrer no Bicentennial Park, em Miami, entre 2005 e 2011.
 
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Durante a apresentação à imprensa da edição deste ano do festival, que decorreu esta semana, foi revelado o último nome do line-up: Carnage. O DJ e produtor sobe ao palco do Dancefloor, que decorre nos dias 27 e 28 de julho, no estádio municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
 
O festival vai receber ainda grandes nomes como Blasterjaxx, Nicky Romero, Vinai, Borgore, Kevu e Tujamo. O Portal 100% DJ é Media Partner Oficial do Dancefloor.
 
Os bilhetes encontram-se à venda na Bilheteira Online. Confere abaixo todos os artistas confirmados nos respetivos dias:
 
27 de julho:
 
Noisecontrollers
KEVU
Will Sparks
Zatox
Vinai
Nicky Romero
Vendark
 
28 de julho:
 
Blasterjaxx
Audiotricz
Borgore
Tujamo
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Carnage
 
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A 9ª edição do Talkfest - International Music Festivals Forum, que vai decorrer em Lisboa entre os dias 11 e 15 de março do próximo ano anunciou recentemente novidades relativas à programação.
 
Francisco Rebelo, Inês Faria, Cristiana Pires, Ricardo Costa e Gustavo Couto foram alguns dos nomes apresentados para as conferências e pitchstage, além da exibição do documentário “Escola de Rock - Paredes de Coura” e ainda a atuação de Stereossauro nos Iberian Festival Awards.
 
O evento está inserido na BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa e os bilhetes encontram-se disponíveis no site oficial da APORFEST – Associação Portuguesa Festivais de Música e no See Tickets.
 
Confere abaixo todos os pormenores das novidades do programa:
 
- Conferências (orador) | Francisco Rebelo (Bass Player/Music Producer | Orelha Negra)
- Conferências (moderadora) | Inês Faria (Host | RTP)
- Pitchstage | Sexism Free Night EU – Project to promote equality with application in festivals (por Cristiana Pires, Kosmicare)
- Pitchstage | Reusable cups: A problem or a solution for the future of festivals? (por Ricardo Costa e Gustavo Couto, Copos Reutilizáveis ArtCor Light)
- Live Act (Iberian Festival Awards) | Stereossauro (PT)
 
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Chama-se Tomorrowland Winter e promete ser um sucesso. O famoso festival de música eletrónica vai chegar a França, em Alpe d’Huez entre os dias 13 e 15 de março do próximo ano.
 
Os festivaleiros podem ter a oportunidade única de ouvir os melhores nomes da música eletrónica internacional rodeados de neve, montanhas e paisagens de cortar a respiração. Para os apaixonados pelos desporto de inverno, também poderão ter acesso a pistas de ski.
 
A organização espera uma lotação de 30 mil pessoas, num recinto especialmente decorado, como é habitual, numa altitude de mais de 2000 metros. O tema desta edição de inverno é “The Hymn Of The Frozen Lotus”. Para mais informações podes consultar o site oficial do Tomorrowland.
 
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Bio Poli é o nome do projeto português de Ana Sofia Malta e Hugo Moreira, um copo reutilizável e ecológico, para ser implantado em eventos e festivais de música.
 
No passado sábado à noite, foi transmitido um novo episódio do “Shak Tank”, na SIC, onde foi apresentado o Bio Poli. Os ‘tubarões’ Susana Sequeira, Tim Vieira e João Rafael Koehler gostaram da ideia e decidiram investir neste projeto.
 
O objetivo deste copo reutilizável, que pode ser personalizado, é evitar a utilização de milhares de copos descartáveis que são deixados no chão e posteriormente levados para aterros sanitários, contribuindo assim para a poluição ambiental. Cada copo de plástico pode demorar cerca de 400 anos para deteriorar-se.
 
O Bio Poli recebeu recentemente uma menção honrosa dos Green Project Awards Portugal 2014. O projeto já marcou também presença em diversos eventos e feiras.
 
 
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É um dos nomes da dance scene nacional que todos devem ouvir, ver e lembrar. Com uma carreira além fronteiras, Moullinex pisou o palco Music Valley na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa numa atuação energética que pôs todos os presentes a dançar. O Portal 100% DJ esteve à conversa com o artista português nos bastidores do  evento e além da sua carreira, falou-nos sobre as suas parcerias e ainda do seu novo tema editado pela famosa Majestic Casual.
 
Como surgiu a oportunidade de criares remixes para os Two Door Cinema Club ou Cut Copy?
Comecei por fazer remixes não oficiais. Colocava-os online e comecei a ter alguma atenção em blogs, com pedidos para remixes oficiais. O primeiro grande remix foi o dos Cut Copy e mudou muita coisa, começaram a chamar-me aqui e ali para tocar e fazer remisturas. Com os Two Door Cinema Club surgiu nesse mesmo contexto, foi a editora deles que fez o convite. De facto, fiquei muito contente com esse início, foi uma grande ajuda para tudo o que faço agora.
 
Juntamente com Xinobi, és proprietário da editora Discotexas e já trabalharam muitas vezes juntos. O que vos ligou?
Desde o início do projeto Moullinex que eu trabalho com o Bruno (Xinobi), em “modo ping-pong”. Na altura em que eu lhe comecei a falar foi quando ele estava numa banda de rock português, a Vicious Five, que eu gostava muito e quis fazer uma remistura deles. Quem me respondeu ao pedido foi o Xinobi, que era o guitarrista. A partir daí começámos o nosso processo de “ping-pong” que nos motivou muito e então fazia todo o sentido criar a editora. Nós somos praticamente irmãos e vejo-o como um irmão mais velho e o projeto da editora acabou por fazer todo o sentido, para podermos editar a nossa própria música com aquela excitação da ingenuidade, de achar que era tudo muito fácil. É claro que nem sempre é. Fazemos edições digitais e físicas, em vinil e CD, mas editar música digitalmente hoje é muito fácil. Temos a sorte de ter muita gente por todo o mundo que nos apoia.
 
 
Como é aceitar um convite de pisar palcos de grandes festivais como o NOS Primavera Sound ou o Rock in Rio?
É com muito empenho, sobretudo numa altura em que me colocam a tocar em horários nobres e então é um privilégio muito grande. Normalmente respondo a estes desafios com muito trabalho e quero sempre dar o melhor de mim e o melhor espetáculo possível.
 
E o público adere, certamente...
Sim. Tem sido assim e é muito bom sentir esse carinho.
 
Fala-nos do teu tema mais recente, “Dream On”, editado pela Majestic Casual.
Essa editora começou como um canal de Youtube, normalmente com uma fotografia nos vídeos de uma menina bonita ou de um pôr-do-sol, mas depois ficou associada a um certo estilo de música mais chill e alguma eletrónica mais etérea. Na altura, eu tinha esse tema terminado e queria editá-lo o mais rápido possível. A editora mostrou interesse imediato, uma vez que já tinham publicado alguns temas meus e decidimos experimentar. Não queria ter a pressão de associar a música a um álbum ou numa edição mais longa. Tem corrido muito bem. Estou contente.
 
 
O que podes desvendar acerca da tua carreira a curto prazo?
Ainda estou a tocar muito este álbum que saiu em outubro. Acho que funciona muito bem em espetáculo ao vivo com banda e o Ghettoven a interpretar as diferentes personagens que são os cantores convidados. Estou a trabalhar em faixas novas, apesar de ainda não saber se serão apenas singles ou se irei incluir num novo álbum. Tenho uma linha de montagem quase alinhada de coisas para sair e não quero estar à espera de ter 20 músicas prontas para editar um álbum. Vou lançando músicas à medida que elas estiverem prontas e se for caso disso, editá-las. Se depois fizer sentido, ou não, incluí-las num álbum logo decido. Mas, por causa de vir também do mundo da pista, gosto muito de álbuns porque cresci a ouvir artistas de álbuns mas, também venho do mundo das 12 polegadas e faz sentido que as coisas saiam depressa. É uma tirania ter uma música pronta e ter de esperar 5 ou 6 meses para que elas saiam e então gosto de subverter esse processo. Como somos donos da nossa própria editora e donos do nosso destino, temos recursos para o fazer. É um privilegio, claro.
 
Que mensagem gostarias de deixar aos leitores e seguidores do Portal 100% DJ?
Continuem a apoiar a música de dança feita em Portugal. Acho que estamos num momento muito saudável da música de dança portuguesa e é bom sentir isso tanto a falar com público mais jovem como os da velha guarda. Apesar de já não me sentir desta geração, admiro os dois lados e sinto-me um bocado no meio disto tudo. É bom sentir que estamos a viver um momento muito saudável e os artistas estão muito bem representados nos festivais nacionais e internacionais. Para mim, é um privilégio que haja também pessoas interessadas em cobrirem o que está a acontecer, como vocês, e desejo o meu maior apoio para o vosso trabalho.
 

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