Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Mensal
A 8ª edição portuguesa do festival está quase a chegar e a organização divulgou hoje os horários de todas as atuações nos respetivos palcos. O Rock in Rio Lisboa regressa à ao Parque da Bela Vista nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho.
 
Este ano o festival conta com 14 horas de entretenimento diárias, com o recinto a abrir portas pelas 12h00 e com encerramento marcado para as 02h00. O dia 24 de junho, que conta com Bruno Mars, Demi Lovato, Anitta, Agir, DJ Kamala, Mishlawi, Dillaz, Dupa Squad, HMB, entre outros, já se encontra esgotado.
 
Nos outros dias do Rock in Rio, podes ainda contar com as atuações de The Chemical Brothers, DJ Vibe, Moullinex, Revenge of the 90s, Vintage Culture, Diego Miranda, Karetus, entre muitos outros.
 
Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais com preços entre os 69 e os 117 euros.
 
Confere abaixo os horários:
 
 
 
Publicado em Rock in Rio
A edição deste ano do Ultra Music Festival acaba de ser cancelada devido ao vírus covid-19, segundo a imprensa internacional. O festival de música eletrónica ia decorrer entre os dias 20 e 22 de março em Miami.
 
A decisão foi tomada hoje, após uma reunião entre a organização do festival e o presidente de Miami, Francis Suarez. Até ao momento, a organização ainda não divulgou nenhum comunicado.
 
Este foi o segundo evento da família Ultra a ser cancelado devido ao novo coronavírus. Esta terça feira, a edição de Abu Dhabi, que iria começar amanhã, foi cancelada “por restrições de viagens impostas por alguns países e companhias aéreas, para indivíduos e grupos”, revelou a organização.
 
Esta é a primeira vez que o festival é cancelado desde a sua primeira edição, em 1999. O festival tem capacidade para acolher cerca de 55 mil pessoas por dia e contava, este ano, com as atuações de Major Lazer, Kygo, DJ Snake, Martin Garrix, entre muitos outros.
 
Os Estados Unidos da América já contam com 9 mortes e mais de 100 pessoas infetadas com o vírus covid-19. O coronavírus soma mais de 95,180 infetados, 3,254 mortes e 51,443 pessoas recuperadas a nível mundial.
 
Atualização (6 de março, 21h40): A organização do Ultra Music Festival emitiu logo um comunicado oficial acerca do cancelamento do festival, através da página oficial de Facebook do evento, lamentando a decisão do presidente de Miami e informou os festivaleiros que irão ser contactados através de e-mail a partir de segunda-feira, para procederem à devoluçao do dinheiro dos bilhetes.
 
O Ultra Music Festival regressa a Miami em 2021, entre os dias 26 e 28 de março.
 
Publicado em Eventos
Nos últimos meses a pandemia de COVID-19 tem condicionado o nosso dia-a-dia. Nada é feito como antes. Há regras para tudo e o afastamento social é prioritário. Não foi preciso muito para o sector dos eventos parar. Fechou literalmente portas e tirou o sustento de milhares de profissionais, quer sejam eles artistas, promotores, empresas de audiovisuais e multimédia. Até 30 de setembro a realização dos festivais de música está também suspensa, à espera de melhores dias. Adivinha-se uma recuperação demorada e alguns festivais poderão deixar de existir, uma vez que este ano não existe qualquer fonte de receita. De forma a entendermos tudo o que se está a passar neste “ecossistema” que sobrevive da proximidade e interação de todos, falámos com Ricardo Bramão, diretor da APORFEST, a Associação Portuguesa de Festivais de Música. Falou-nos das suas preocupações, dos eventos que já foi obrigado a cancelar e da reunião que teve com o governo.
 
Também na Aporfest tiveram de adiar o Talkfest e os Iberian Festival Awards. Que fatores tiveram em conta nesta decisão? 
Tivemos que adiar os eventos precisamente na semana em que tudo se despoletou. Era algo que já estávamos a preparar, mas tínhamos um plano B, pois o evento ia realizar-se num local de maior dimensão, na FIL. Portanto, se não fosse possível realizar num local que tivesse tanta gente, tínhamos de ter um plano B. Direcionamos o evento para outro local, mantendo todas as datas previstas, só que depois algumas entidades internacionais já não poderiam vir, muito público estrangeiro também, o próprio staff começava a ficar preocupado. Todas estas situações ditaram o adiamento do evento. Tínhamos o evento todo estruturado e os prémios à espera de serem entregues. O nosso intuito até há bem pouco tempo era realizar uma edição totalmente igual daquela que estava prevista, mas obviamente que vamos ter de alterar algumas coisas perante a atualidade. O mundo dos eventos mudou e nesta situação todos vão planear e realizar as suas coisas de forma diferente, portanto o Talkfest também tem de se alterar e adaptar. 

Na sua próxima edição, em Outubro, que alterações podem vir a sofrer o Talkfest e os Iberian Festival Awards?
Tudo aquilo que temos vai sempre adaptando-se. No Talkfest vamos discutir a atualidade e inserir novas temáticas. Até aqui sempre privilegiámos muito a parte física e a presença das pessoas, mas o Talkfest altera-se perante a atualidade e aquilo que faz mais sentido de um ano para o outro. É uma questão de adaptação e nós também temos de nos adaptar, a situação assim o exige. A gala, essa sim, possivelmente para o ano não se vai realizar, pois este ano também não há festivais, ou se se celebrar, será de uma forma totalmente diferente porque os festivais que vão existir, serão também eles diferentes. É algo que ainda estamos a pensar. Vai ser um ano de exceção.
 

Quais são as maiores preocupações dos promotores dos festivais?
Esta situação está a fazer com que todos os promotores estejam expectantes sobre aquilo que é possível fazer. Todos têm vontade de fazer algo perante as condições sanitárias que serão impostas.
Nesta área os artistas também não estão a atuar. Inicialmente a questão do online funcionou, mas hoje os artistas já perceberam que esse formato não pode ser eternamente gratuito, se não estamos a gerar no público um hábito que depois não conseguimos voltar para trás. A mesma coisa que se os festivais ou outros eventos fossem gratuitos, depois não conseguimos que que o público pague e valorize um bilhete. Portanto, têm de ser criadas novas formas de rentabilidade do artista, do promotor, dos media, que permitam todo este ecossistema sobreviver e se adaptar. Infelizmente esta situação aconteceu, como aconteceu a crise de 2008. Foi após essa crise que se deu o grande boom dos festivais. Já passámos quase duas crises e há outras gerações que não passam nenhuma, mas quem conseguir superar esta, vai ter muito mais defesas e muito mais forma de conseguir ser bem-sucedido no futuro. O que se fez de início a nível da cultura ou daquilo que foi anunciado, relativamente às linhas de financiamento que iam apoiar os artistas, isso pouco ou nada se viu. Na verdade ou ainda não surgiu ou aquilo que aconteceu, não foi como foi dito. Posso dizer que vou apoiar os artistas, mas se nada acontecer, se nada for feito, essas palavras caem em saco roto. Existe muito esse sentimento. Há muitas questões a nível dos eventos que temos vindo a lutar, nomeadamente para os festivais e promotores terem mais benefícios quando retomarem as suas ações, por exemplo no pagamento de direitos de autor, direitos conexos, etc. São essas questões que queremos que sejam analisadas. Todos querem começar a arregaçar as mangas, mas uma linha de crédito significa isso mesmo: um crédito, um novo endividamento para quem já está endividado. Portanto, será muito difícil, apesar de perceber que não pode ser sempre uma linha de financiamento a fundo perdido. Nós por exemplo perdemos algumas questões de viagens, alojamentos e outras despesas que não conseguem ser recuperadas, porque mesmo que o nosso evento ocorra em outubro, temos de montar novamente uma máquina. São custos que não conseguem ser retirados, ou seja, se me derem apoios, se eu ver mais-valias nalguma questão, consigo mitigar alguns custos que vou ter de uma edição que não tem a sua rentabilidade como as outras. Há de facto muita discussão nisto, falamos de uma área em que as empresas quase só têm um colaborador ou sócio-gerente e portanto também não podem ser colocadas em layoff como outras empresas que têm 100, 200, 500 colaboradores. Há muito esta questão e esta área que vive muito da presença física. Isto serviu para esta área estar mais coletiva do que nunca, para estar junta, mas acho que há aqui um grande caminho a percorrer, não só por parte dos próprios profissionais como pelo governo. Verificamos que esta questão também ao ser dos artistas e dos promotores era uma área que se calhar não estava tão profissionalizada como deveria estar e era altura de pensarmos nisso já, e não como foi até aqui. Se estivéssemos preparados há uns anos não estaríamos nesta situação.
 

"Até que ponto vamos viver da mesma forma que vivíamos antes os festivais, até que ponto vamos estar à vontade para estar com pessoas que não nos são conhecidas e fazer o mesmo tipo de comportamentos (...)"


É um facto que esta foi a primeira área a parar...
Os eventos foram claramente os primeiros a parar, porque foi o primeiro receio. Certo é, e disso não há dúvidas - vai ser a última a ser relançada como deve ser. Porque uma coisa é nós sermos profissionais e querermos produzir os nossos eventos, outra coisa é irmos enquanto público. Até que ponto vamos viver da mesma forma que vivíamos antes os festivais, até que ponto vamos estar à vontade para estar com pessoas que não nos são conhecidas e fazer o mesmo tipo de comportamentos ou não que se fazia antes e que distinguia esta área, e isso sim, acho que vai demorar muito e não serão meses, mas talvez anos, até voltarmos a poder ter esses comportamentos. 

Que tipo de apoio estão os promotores a pedir? 
Já tivemos vários pedidos, nomeadamente informativos, jurídicos e algumas questões sociais, ou seja, de situações de alguma carência a nível pessoal e profissional em que o nosso fundo social pôde ser despoletado para suprimir uma parte dessas questões. 

Quantos festivais já foram cancelados e/ou adiados? 
Até ao momento 46 festivais foram cancelados e 14 adiados.

Considera que há festivais em risco de não se realizarem no próximo ano?
Não se realizarem no próximo ano e não se realizarem nunca mais. Por vezes quando falamos de certos pequenos festivais em que estão no limite, é muito difícil retomar a seguir, tendo aqui um ano de paragem, não só porque muitos desses festivais vivem com pouca receita, mas também muito pelo amor à camisola. Vimos portanto que há alguns festivais que vão ter muita dificuldade e poderão não acontecer. Sei até de alguns casos que muito dificilmente vão retomar, porque antes de acontecer esta situação, já tinham uma situação difícil.
 
Como está a questão da venda de bilhetes? Houve quebra de bilhetes vendidos desde que se registou um maior número de casos em Portugal?
Houve de facto uma grande quebra nos bilhetes. Por exemplo na See Tickets - com quem trabalho - não se vende bilhetes desde há dois meses. Aquilo que devia ser uma ótima altura de venda para eventos como o Rock in Rio, o Alive e outros festivais, hoje, simplesmente não existe. Porque o público também não sabe o que vai acontecer. Não é, não gostar ou gostar de um determinado evento. É não saber se se pode ir ou não da mesma forma. Porque pode-se gostar muito de um festival mas se soubermos que a experiência que vai ser oferecida vai ser diferente, possivelmente pode perder-se o interesse em estar presente nesse festival. 

Relativamente ao reembolso dos bilhetes, a APORFEST concorda com aquilo que foi aprovado em Assembleia da República?
Concordamos com a maioria do projeto-lei apresentado tendo aproveitado este momento para propor algumas melhorias e criar uma base de sustentabilidade futura ao setor e todos os seus profissionais. Sabemos que as operações dos festivais correm um grande risco e que é necessário algum dinheiro, se não, não conseguem realizar-se. Mas há exceções. Por exemplo o Primavera Sound de Espanha não esperou pela questão governamental para poder devolver o dinheiro e deu um sinal ao seu público. Assumiu o risco e quis dar já o reembolso de forma a não matar já o evento no futuro. 
 

Tudo aquilo que está previsto este ano, é para existir no próximo. Será como um 'replicar' tudo para o próximo ano.

 
Vai ser difícil manter os já anunciados cartazes para o próximo ano?
Acho que não vai ser tão difícil, porque o sector claramente parou. Para todas as entidades foi quase como um ano que não existisse. Tudo aquilo que está previsto este ano, é para existir no próximo. Será como um "replicar" tudo para o próximo ano.

Os festivais mais mediáticos deixaram em aberto uma decisão final até ser aprovado o decreto-lei. Ou seja, davam a entender nos seus comunicados que os eventos não estavam totalmente cancelados quando já se sabia qual o desfecho...
Foi para no fundo poderem tirar uma decisão com base em fundamento governamental, que é a maior entidade responsável por todos nós. Apesar de se adivinhar a decisão, é agora uma informação que passa a estar vinculada e baseada numa entidade governamental que torna mais forte e credível a decisão. 

Todos os festivais de verão estão cancelados?
Não sei se serão todos, mas quanto maior for o festival, maior é a probabilidade dele não acontecer este ano. Aquilo que está a ser feito por grande parte de todos os promotores, é encontrarem soluções que possam ser paralelas aos festivais, como showcases e outras ações que surgirão este ano. Os festivais como os conhecemos não irão existir, mas vão haver ações que os possam substituir, perante as recomendações da DGS, em salas, com lugares marcados, etc.

No entanto, não faz sentido chamarmos festival a um evento numa sala...
É por isso que este ano irão surgir conceitos novos e diferentes que certamente vão singrar para o próximo ano. Vão conseguir tornar-se fortes este ano e crescer no próximo. Será um trabalho que todos vão claramente otimizar. 

Nas últimas semanas multiplicam-se as iniciativas online nas redes sociais. Existe alguma que queira destacar? 
Não acompanhei muitas. Fizeram-me sentido algumas como o Festival Liv(r)e que celebrou o 25 de abril com concertos e doações. Mas também não podemos chamar "festival" a algo que foi produzido em casa, que não tem técnicos de som, de luz, etc. Por isso é que considero que vão aparecer outros fenómenos não se chamando festival, e a componente online passa a ser fundamental num festival para conteúdos extra, conteúdos premium, para backstages. Penso que a partir de agora também aprendemos que o online é muito importante ser um "plus" que nos vai ligar a um festival, mas nada substitui a experiência ao vivo. 

 

DR

Numa fase pós COVID-19, que tipo de medidas pode ou deve um festival impor ao público? 
Vai haver um cuidado cada vez maior no planeamento. Por exemplo verificar a temperatura corporal das pessoas que entram num festival, estar atento a mais sinais perante situações de possível propagação de um vírus. A questão da segurança no seio dos próprios festivais será mais tida em conta e isso vai fazer com que existam mais custos associados ao festival, mas obviamente que serão para evitar uma situação negativa. Da mesma forma que os promotores se protegeram e adaptaram quando foi a questão do terrorismo. Houve mais interligações com as entidades de segurança e isso vai ser sempre necessário. Acho que haverá mais cuidados com o público, a questão da temperatura corporal, ter acrílicos de proteção, o espaçamento entre o próprio público, vão aparecer câmaras térmicas e várias soluções que podem ser aplicadas ou não pelo promotor. Importa é perceber quais serão obrigatórias e regulamentadas. 


As medidas de desconfinamento apresentadas pelo governo propõem que as salas de espetáculos reabram a 1 de junho com lugares marcados e lotação reduzida. Compensa aos promotores realizar espetáculos com estas condicionantes? 
Todos vão ter que ceder e o artista vai ter que ganhar menos, porque também está a comunicar para menos pessoas. O promotor vai ter uma menor rentabilidade, os custos da sala também têm de ser reajustados, portanto tudo tem de ser ajustado num cariz de exceção. Vai ter que se apostar menos nos audiovisuais e quem aluga salas terá de ter porventura menos receita e o promotor pensar que vai ter menos garantias de bilhética. É importante que haja uma concordância entre todos para ter o possível e ser melhor do que nada.
 

"Todos vão ter que ceder e o artista vai ter que ganhar menos, porque também está a comunicar para menos pessoas. O promotor vai ter uma menor rentabilidade, os custos da sala também têm de ser reajustados (...)"


A redução de lugares significa aumento no preço dos bilhetes?
Acho que os preços não podem aumentar e se pudessem teriam de ser mais baixos. Na perspetiva do público, não posso sentir a mesma adrenalina se não estou com o mesmo número de público ou até mesmo com uma pessoa ao meu lado. A somar a isso está o poder de compra que não será o mesmo de costume. Aumentar o preço dos bilhetes não é aceitável nesta fase. Mas também depende, pois há eventos que já têm um valor elevado nos bilhetes e esta poderá ser uma oportunidade para o público valorizar mais o artista que tem à frente. Por outro lado, possivelmente eventos que antes eram gratuitos podem agora ter 2 a 5 euros de entrada.

A APORFEST foi uma das entidades ouvidas pelo governo. Como correu esse encontro e quais as principais ideias retiradas?
O encontro foi positivo e notou-se uma clara perceção por parte de todos os grupos parlamentares daquilo que são as especificidades do setor. Acreditamos que o projeto-lei pode ser melhorado e a partir daqui serem trabalhadas mais-valias para o sector como a criação de um fundo de garantia para todos, com o intuito que alguma situação análoga no futuro tenha menos incidência no sector.

O que gostaria de acrescentar?
Estão a ser meses penosos e com mais trabalho do que pensaríamos, mas sentimos que as pessoas querem estar juntas no Talkfest em outubro. Nestes últimos meses não temos trabalhado tanto na ótica do associado, mas sim para uma área que queremos que não feche, que gostamos e que muitas das vezes levamos com muito amor à camisola. Neste momento não há tanto a questão do associado. É trabalhar em conjunto para depois podermos estar cá e diferenciar-nos por isso.
 
Publicado em Entrevistas
Ainda agora a edição de 2018 está a terminar e já se pensa na do próximo ano. Em entrevista à Rádio oficial - RFM -, Luís Montez, responsável pela organização, divulgou que o festival estará de regresso no próximo verão para novamente abanar a Zambujeira do Mar. 

Sem avançar possíveis nomes para o cartaz, Luís Montez anunciou que a próxima edição do festival MEO Sudoeste irá decorrer nos dias 7, 8, 9 e 10 de agosto, na Herdade da Casa Branca, em plena Costa Alentejana.
 
Publicado em Festivais
O Rock in Rio está nomeado para o prémio de "Melhor Festival do Mundo" nos NME Awards, um dos prémios mais antigos e relevantes da indústria da música, atribuído pela revista britânica New Musical Express. Além do Rock in Rio, estão nomeados nesta categoria outros festivais internacionais de grande dimensão como Coachella (Estados Unidos da América); Fuji Rock (Japão); Glastonbury (Reino Unido); Mad Cool (Espanha); Sziget (Hungria); entre outros.

Além da categoria "Melhor Festival do Mundo", serão também atribuídos outros prémios, na cerimónia que se realiza a 12 de fevereiro, nomeadamente o galardão de melhor álbum e melhor canção do mundo. Para este último, está nomeada "Circles", faixa do último álbum de Post Malone, um dos nomes confirmados para o Palco Mundo do Rock in Rio Lisboa, no dia 28 de junho.

Os prémios da New Musical Express realizam-se desde 1953 e, este ano, constituem um "evento especial por várias razões, marcando o final de uma década brilhante para a música e o começo de uma nova cheia de possibilidades". 

O Rock in Rio comemora este ano o seu 35.º aniversário e decorre, em Lisboa, nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho no Parque da Bela Vista. Camila Cabello, The Black Eyed Peas e David Carreira (dia 20), Liam Gallagher, Foo Fighters e The National (dia 21), Post Malone (dia 28), são os primeiros artistas já confirmados.
Publicado em Rock in Rio
O Parque de Campismo de São Gião, em Oliveira do Hospital, vai receber a estreia do Orbits Festival entre os dias 21 e 24 de junho, com um cartaz especializado na música techno e várias iniciativas solidárias e sustentáveis.
 
Gusta-vo, Tiago Fragateiro, Amulador, Ruuar, Peter Van Hoesen e DJ Deep são alguns dos artistas que estão presentes no line-up do festival.
 
Além dos DJs e produtores confirmados, no recinto do festival os visitantes poderão ainda participar em iniciativas como a eletrónica ambiental e experimental, artes visuais, galeria de arte, instalações, performances e cenografia.
 
Este festival pretende também ser um exemplo e irá adotar várias medidas ambientais como as casas de banho secas, chuveiros com pouco consumo, oferta de produtos de banho biodegradáveis e autocarro ecológico.
 
O concelho de Oliveira do Hospital foi um dos mais afetados pelos incêndios do ano passado, o que fez com que a organização do Orbits Festival desenvolvesse um projeto comunitário e solidário, oferecendo uma árvore por cada bilhete vendido.
 
Os passes de dois dias estão disponíveis no site oficial por 85 euros. Confere abaixo os horários:
 
21 de junho
16h-18h: Dasil
18h-20h: The Lions
20h-22h: Norbak B2B Sepypes
22h-00h: Vil B2B Temudo
00h-02h: Gusta-vo B2B Tiago Fragateiro
02h-04h: Ruuar
 
22 de junho
17h-19h: Yassine & Amulador
19h-21h: Fjader (hybrid set)
21h-23h: Jacopo
23h-02h: Sebastian Mullaert (live set)
02h-04h: Aurora Halal
04h-07h: Peter Van Hoesen
07h-09h: Chris SSG
 
23 de junho
12h-14h: Kinetic
14h-16h: Burnt Friedman (live set)
16h-18h: re:ni
18h-19h30: Shackleton (live set)
19h30-21h30: Jane Fitz
21h30-23h: Retina.it (live set)
23h-02h: Evigt Morker (live set & DJ set)
02h-04h30: Blind Observatory
04h30-07h30: Wata Igarashi
07h30-09h: Yagya (live set)
 
24 de junho
12h-14h: Hydrangea
14h-16h: A Sacred Heometry (live set)
16h-18h: Hiver (live set)
18h-21h: Marco Suttle B2B Efdemin
21h-00h: DJ Deep
 
 
Publicado em Festivais
O Corcovado Fest, que estava marcado para amanhã, dia 25 de agosto no Forte São Neutel em Chaves, foi cancelado hoje “devido a um problema com a instalação atempada das infra-estruturas necessárias para a realização do mesmo”, comunica a organização.
 
No entanto, a mesma garante que está a “estudar a possibilidade da realização do festival no dia 15 de setembro”. No cartaz, constavam nomes como DJ Patife, Gisela João, entre outros.
 
O dinheiro dos bilhetes irá ser devolvido na sua totalidade. Quem adquiriu através da Ticketline, receberá o valor das entradas na conta bancária por onde o mesmo foi pago. Os festivaleiros que compraram nos postos de venda em Chaves, deverão digirir-se a esses locais para solicitar a devolução.
 
A organização pediu ainda “desculpa a todos os Flavienses e ao Município de Chaves pelos incómodos causados” e agradeceu aos “artistas, agentes e fornecedores” pela “compreensão e palavras de apoio”.
 
 
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A primeira edição do Discoveries Festival foi adiada para o final do ano “por razões de produção do espetáculo”, revelou a organização em comunicado, referindo ainda que será anunciada uma nova data para o evento.
 
O festival iria decorrer no próximo dia 9 de junho, no Campo Pequeno em Lisboa com Audiotricz, D.O.D., Matisse & Sadko, Justin Mylo, Thomas Gold, KEVU e Alex-T no line-up. A promotora do evento, Westablished, informou ainda “que estão a ser efetuadas todas as diligências junto dos artistas e seus representantes de forma a ser mantido o mesmo cartaz”.
 
Os bilhetes já comprados vão ser válidos para a nova data, que deverá ser no final deste ano, mas para quem pretende a devolução de entradas, o reembolso pode ser efetuado nas respetivas bilheteiras.
 
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Depois de desafiar os portugueses a espalhar "#GoodVibes" com mensagens de otimismo que estão a encher as redes sociais, o festival Rock in Rio Lisboa lança agora uma nova plataforma dedicada a todos os que continuam a sonhar e a vibrar com o festival. 

"Esta é a nossa forma de agradecer aos maiores fãs do Rock in Rio. Aquelas pessoas que compraram bilhete para a edição desse ano e que durante todo este período continuaram a acreditar. As mesmas pessoas que agora estão preparadas para seguir rumo a 2021, com toda a energia necessária, para mais uma edição. O Club é para elas", explica Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio.

Desenhado a pensar naqueles que já têm bilhete para a próxima edição do festival, o Rock Club LX apresenta-se como um conjunto de benefícios exclusivos aos quais apenas esses fãs poderão ter acesso. A lista é extensa e dela fazem parte experiências como a possibilidade de assistir a um concerto do Palco Mundo diretamente da House Mix; Um passe para andar nas atrações (roda gigante, slide, etc.); Walking Tour pela Cidade do Rock com acesso a locais restritos; Visitas ao backstage nos dias do festival; Participar no ensaio geral na véspera do Rock in Rio; Produtos de merchandising entre outros.

Os interessados em pertencer ao Rock Club LX devem ser portadores de bilhete para a 9.ª edição do festival e apenas têm que aceder ao site oficial do evento, preencher o registo identificando o código do bilhete e responder a algumas perguntas. A partir daí, tornam-se membros oficiais do clube e ficam automaticamente habilitados a ganhar uma das milhares de experiências disponíveis. 

Recorde-se que o festival foi reagendado para os dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021 e decorre, como sempre, no Parque da Bela Vista em Lisboa.
Publicado em Rock in Rio
É um dos mais reconhecidos e talentosos DJs e produtores portugueses e sobe ao palco do North Music Festival no próximo fim-de-semana. DJ Ride tem atuação marcada no evento, que vai decorrer na Alfândega do Porto, no dia 26 de maio.
 
No cartaz deste festival constam ainda nomes como Gogol Bordello, Guano Apes, Linda Martini, Da Chick, Ermo, Xinobi (live), The Prodigy, Mão Morta, Slow J, First Breath After Coma e Rich & Mendes.
 
Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais com preços entre os 35 e os 59 euros.
 
Recorde-se que DJ Ride foi um dos artistas portugueses mais votados para fazer parte do TOP 30 de 2017 do Portal 100% DJ, ficando colocado na posição número 9. O DJ e produtor, ao lado do seu colega Stereossauro, atuaram nas últimas semanas no palco da Eurovisão e ainda na final da Taça de Portugal de Futebol, como Beatbombers.
 
Publicado em Festivais
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