Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Mensal
Foi em ambiente de festa e muita música, que terminou a 12.ª edição do NOS Alive. Durante três dias de lotação esgotada passaram pelos diversos palcos do festival, nomes como Pearl Jam, Arctic Monkeys, Branko, Future Islands, The Gift ou Franz Ferdinand.
 
Na conferência de imprensa que decorreu pouco depois da atuação de Jack White no sábado, dia 14, o presidente da autarquia, Isaltino Morais, no balanço final do evento, anunciou que foi assinado um protocolo com a Everything is New, que prolonga a presença do NOS Alive por mais cinco anos e falou também sobre as alterações que vão acontecer no Passeio Marítimo de Algés.
 
"Estes cinco anos vão permitir-nos tratar das infraestruturas físicas. É importante criar condições de mobilidade, de acessibilidade e segurança. Portanto, vão assistir a transformações na paisagem física, particularmente na ligação ao rio", explicou o autarca. A ideia é permitir uma "melhor estadia" aos visitantes do festival.
 
Em 2019, o festival regressa a Oeiras nos dias 11, 12 e 13 de julho. Ainda sem nomes no cartaz, os bilhetes já estão à venda nos locais habituais com a entrada diária a custar 65 euros, e o passe geral 149 euros. 
 
Recorde-se que este evento realizou-se pela primeira vez, em 2007, com a designação Oeiras Alive. Este ano e segundo dados da organização, pelo recinto passaram mais de 165 mil pessoas.
 
Publicado em Festivais
terça, 26 junho 2018 23:01

RPMM Festival anuncia line-up completo

A primeira edição do RPMM Festival, que vai decorrer nos dias 28 e 29 de julho, no edifício da Alfândega do Porto e noutros locais como o Industria Club, Gare, Cais Novo e Palácio Ateneu, acaba de completar o seu cartaz.
 
Entre os artistas confirmados constam nomes como Jackmaster, Matt Tolfrey, Matthias Tanzmann, Margaret Dygas, Rui Vargas, Pixel 82, Sum M e Heartbreakerz.
 
No dia anterior ao evento, a organização convida os portadores dos passes VIP para uma pré-party, que vai decorrer na Quinta de Santo António com Michael Bosacki, Ollie Mundy e Twenty 2 numa festa na piscina.
 
Os bilhetes encontram-se à venda a no site oficial do festival e na Ticketline com preços entre os 45 e os 170 euros. O Portal 100% DJ é Media Partner Oficial do evento.
 
Confere abaixo o cartaz completo:
 
28 JULHO
Das 12h00-00H00
 
Main Stage 
Guy Gerber 
Âme (Dj set) 
Matt Trolfrey 
Matthew Dear (Live) 
Pixel 82 
Alfonsvs
Room 2 Meoko 
Barac 
Varhat 
Geddes 
Joseph Williams 
Cleymoore
 
VIP Stage 
Lundi Bleu 
Port du Soul
 
RPMM OFF PARTIES 
Das 00h00 – 06h00
 
INDUSTRIA CLUB por RPMM & Half Baked label (UK) 
Margaret Dygas 
Robin Ordell 
Vasco Valente
 
Gare Porto por RPMM & Ibiza Voice 
Darius Syrossian 
Mella Dee 
Jesse Calosso 
Yassine
 
Cais Novo por RPMM & YOU ARE WE (UK) 
Matthias Tanzmann 
Wildkatz 
Ashley Wild
 
Palacio Ateneu por RPMM & Antena 3 “10 years of N19” 
Rui Vargas 
Art Department 
Nittin
 
29 JULHO
Das 12h00-23H00
 
Main Stage 
Jackmaster B2B Jasper James 
Damian Lazarus & The Ancient Moons 
Francesca Lombardo 
Diana Oliveira 
Heartbreakerz 
SuM
Room 2 Meoko 
Ari Girão 
Luca Cazal 
D’julz
 
VIP Stage 
Lundi Bleu 
Port do Soul
 
RPMM OFF PARTIES 
Das 00h00 – 06h00
 
Cais Novo 
Sala RPMM & MusiK@ll 
Switchdance 
La Fleur b2b B. Traits 

Sala RPMM Closing Party 
Adam Curtain 
Alexis Raphael 
Death on the Balcony 
Hefe (live) 
Tone of Arc (Live) 
Kenny Glasgow 
Max Chapman 
Ricoshei 
Robbie Akbal 
Russ Yalop 
Smash TV 
Death on the balcony 
Miguel Puente 
Photonz 
Violet 
Sara Abdul
 
Publicado em Festivais
O festival Rock in Rio Lisboa anunciou esta semana o lançamento de uma inovadora plataforma de rede de hotéis, que vai permitir aos seus utilizadores de viver uma experiência única durante o evento, repleta de música e entretenimento.
 
Esta nova rede de hotéis é composta por 19 unidades e podes beneficiar de tarifas online mais baixas do mercado, possibilitando aos utilizadores bons momentos que começam no hotel até à Cidade do Rock. Exposições e menus de refeição personalizados são algumas das iniciativas programadas para os hóspedes, que garantem assim o alojamento de uma maneira prática, segura e confortável.
 
“Com os Hotéis Rock in Rio ampliamos toda a experiência do festival e oferecemos aos visitantes muito mais que um momento inesquecível no recinto – levamos a experiência Rock in Rio para fora da Cidade do Rock e proporcionamos, assim, uma experiência mais completa que começa no hotel, passa pelas ruas da cidade e culmina no Parque da Bela Vista”, referiu Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio.
 
A 8ª edição do Rock in Rio Lisboa vai decorrer nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho no Parque da Bela Vista e já conta com artistas confirmados como The Chemical Brothers, The Killers, Muse, HAIM, Bastille, Diogo Piçarra, Bruno Mars, Demi Lovato, Anitta e Agir.
 
Os bilhetes já se encontram à venda nas lojas FNAC, Blueticket, Festicket e Ticketmaster.
 
Publicado em Rock in Rio
terça, 15 janeiro 2019 22:51

Kraftwerk confirmados no EDP Cool Jazz

O famoso grupo alemão de música eletrónica está de volta a Portugal. Os Kraftwerk são a mais recente confirmação para o festival EDP Cool Jazz, que vai decorrer em Cascais nos dias 9, 10, 16, 20, 24, 25 e 31 de julho.
 
A atuação está inserida na atual digressão dos artistas, que proporcionam um espetáculo único com animações em três dimensões. A última vez que os Kraftwerk estiveram em Portugal foi em 2017, no festival NEOPOP.
 
O espetáculo tem data marcada para o dia 31 de julho, no Hipódromo Manuel Possolo. Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais com preços entre 45 e os 55 euros.
 
 
Publicado em Festivais
É um dos nomes da dance scene nacional que todos devem ouvir, ver e lembrar. Com uma carreira além fronteiras, Moullinex pisou o palco Music Valley na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa numa atuação energética que pôs todos os presentes a dançar. O Portal 100% DJ esteve à conversa com o artista português nos bastidores do  evento e além da sua carreira, falou-nos sobre as suas parcerias e ainda do seu novo tema editado pela famosa Majestic Casual.
 
Como surgiu a oportunidade de criares remixes para os Two Door Cinema Club ou Cut Copy?
Comecei por fazer remixes não oficiais. Colocava-os online e comecei a ter alguma atenção em blogs, com pedidos para remixes oficiais. O primeiro grande remix foi o dos Cut Copy e mudou muita coisa, começaram a chamar-me aqui e ali para tocar e fazer remisturas. Com os Two Door Cinema Club surgiu nesse mesmo contexto, foi a editora deles que fez o convite. De facto, fiquei muito contente com esse início, foi uma grande ajuda para tudo o que faço agora.
 
Juntamente com Xinobi, és proprietário da editora Discotexas e já trabalharam muitas vezes juntos. O que vos ligou?
Desde o início do projeto Moullinex que eu trabalho com o Bruno (Xinobi), em “modo ping-pong”. Na altura em que eu lhe comecei a falar foi quando ele estava numa banda de rock português, a Vicious Five, que eu gostava muito e quis fazer uma remistura deles. Quem me respondeu ao pedido foi o Xinobi, que era o guitarrista. A partir daí começámos o nosso processo de “ping-pong” que nos motivou muito e então fazia todo o sentido criar a editora. Nós somos praticamente irmãos e vejo-o como um irmão mais velho e o projeto da editora acabou por fazer todo o sentido, para podermos editar a nossa própria música com aquela excitação da ingenuidade, de achar que era tudo muito fácil. É claro que nem sempre é. Fazemos edições digitais e físicas, em vinil e CD, mas editar música digitalmente hoje é muito fácil. Temos a sorte de ter muita gente por todo o mundo que nos apoia.
 
 
Como é aceitar um convite de pisar palcos de grandes festivais como o NOS Primavera Sound ou o Rock in Rio?
É com muito empenho, sobretudo numa altura em que me colocam a tocar em horários nobres e então é um privilégio muito grande. Normalmente respondo a estes desafios com muito trabalho e quero sempre dar o melhor de mim e o melhor espetáculo possível.
 
E o público adere, certamente...
Sim. Tem sido assim e é muito bom sentir esse carinho.
 
Fala-nos do teu tema mais recente, “Dream On”, editado pela Majestic Casual.
Essa editora começou como um canal de Youtube, normalmente com uma fotografia nos vídeos de uma menina bonita ou de um pôr-do-sol, mas depois ficou associada a um certo estilo de música mais chill e alguma eletrónica mais etérea. Na altura, eu tinha esse tema terminado e queria editá-lo o mais rápido possível. A editora mostrou interesse imediato, uma vez que já tinham publicado alguns temas meus e decidimos experimentar. Não queria ter a pressão de associar a música a um álbum ou numa edição mais longa. Tem corrido muito bem. Estou contente.
 
 
O que podes desvendar acerca da tua carreira a curto prazo?
Ainda estou a tocar muito este álbum que saiu em outubro. Acho que funciona muito bem em espetáculo ao vivo com banda e o Ghettoven a interpretar as diferentes personagens que são os cantores convidados. Estou a trabalhar em faixas novas, apesar de ainda não saber se serão apenas singles ou se irei incluir num novo álbum. Tenho uma linha de montagem quase alinhada de coisas para sair e não quero estar à espera de ter 20 músicas prontas para editar um álbum. Vou lançando músicas à medida que elas estiverem prontas e se for caso disso, editá-las. Se depois fizer sentido, ou não, incluí-las num álbum logo decido. Mas, por causa de vir também do mundo da pista, gosto muito de álbuns porque cresci a ouvir artistas de álbuns mas, também venho do mundo das 12 polegadas e faz sentido que as coisas saiam depressa. É uma tirania ter uma música pronta e ter de esperar 5 ou 6 meses para que elas saiam e então gosto de subverter esse processo. Como somos donos da nossa própria editora e donos do nosso destino, temos recursos para o fazer. É um privilegio, claro.
 
Que mensagem gostarias de deixar aos leitores e seguidores do Portal 100% DJ?
Continuem a apoiar a música de dança feita em Portugal. Acho que estamos num momento muito saudável da música de dança portuguesa e é bom sentir isso tanto a falar com público mais jovem como os da velha guarda. Apesar de já não me sentir desta geração, admiro os dois lados e sinto-me um bocado no meio disto tudo. É bom sentir que estamos a viver um momento muito saudável e os artistas estão muito bem representados nos festivais nacionais e internacionais. Para mim, é um privilégio que haja também pessoas interessadas em cobrirem o que está a acontecer, como vocês, e desejo o meu maior apoio para o vosso trabalho.
 

Publicado em Entrevistas
A 12ª edição do festival Arcos Jovem, que vai decorrer entre os dias 19 e 21 de julho, no Rossio de Arcos em Estremoz, conta com os DJs e produtores Francisco Cunha e Pedro Carrilho como cabeças de cartaz.
 
O evento é organizado pela Associação Recreativa e Cultural de Arcos e conta também com a atuação de DJ L Kapi, Trilancers e Cromos da Noite. Para além da música, o evento tem na sua programação vários torneios e atividades desportivas, concentração de motorizadas antigas e teatro amador.
 
Recorde-se que Pedro Carrilho e Francisco Cunha foram alguns dos artistas mais votados na edição do ano passado do TOP 30 do Portal 100% DJ, tendo ficado colocados em 15º e 18º lugar, respetivamente.
 
Publicado em Festivais
terça, 22 fevereiro 2022 09:43

Vidigueira volta a ter Festival Jovem

Já com datas definidas e um cartaz a ser preparado com os melhores nomes da atualidade, o Festival Vidigueira Jovem regressa este ano à pacata vila alentejana da Vidigueira.

Durante os dias 9 e 10 de setembro, além do campismo, os festivaleiros poderão experienciar várias atividades de entretenimento, artes performativas, arte urbana, workshops e atividades radicais.

Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais com valores que oscilam entre os 20 euros (bilhete diário) e os 30 euros (passe geral) com direito a campismo e piscina grátis. Existem ainda os bilhetes VIP a 60 euros.

A primeira edição realizou-se em 2006 tendo como cabeças de cartaz a banda Da Weasel e Boss AC.

Publicado em Eventos
O primeiro-ministro António Costa anunciou esta tarde que a decisão sobre a eventual realização dos festivais de verão será anunciada "provavelmente na próxima semana". António Costa disse ainda que o governo ainda está a avaliar a situação dos festivais e acrescentou que "oportunamente tomaremos uma decisão pública sobre essa matéria".

Recorde-se que os representantes dos principais festivais do país estiveram esta terça feira reunidos com António Costa, os Ministros da Cultura, Saúde e Economia. À saída do encontro e respondendo aos jornalistas, Graça Fonseca não quis adiantar se haverá ou não condições para se realizarem alguns dos festivais ainda agendados e que geralmente concentram milhares de pessoas. 

"Ouvimos as preocupações de todos os promotores e quais são os grandes desafios que se colocam, principalmente este Verão, pela situação epidemiológica que temos vivido", disse a Ministra da Cultura, que prometeu apenas "uma abertura progressiva" da atividade cultural, sem avançar qualquer calendário.

O plano de desconfinamento apresentado no dia de hoje não contempla os festivais de verão, no entanto proíbe eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas. As salas de espetáculos e auditórios que tenham lugares marcados poderão abrir portas a partir do dia 1 de junho respeitando uma lotação reduzida e distanciamento físico.
Publicado em Eventos
Jeff Mills, Laurent Garnier, Hardfloor (live) e os portugueses Rui Vargas e Sensible Soccers são algumas das mais recentes confirmações para o Festival Neopop que decorre entre os dias 7 e 10 de agosto em Viana do Castelo, cidade que nos últimos anos tem sido o epicentro do desenvolvimento da cultura de música eletrónica no nosso país. 

Os quatro palcos do evento - Neostage, Antistage, Teatro Sá de Miranda e Parque de Campismo - , receberão alguns dos nomes mais importantes da música de dança da atualidade - a par dos já anunciados Underworld (live), Amelie Lens, Ben Klock ou Rebekah (live). 

No entanto, nem só de DJ sets se faz o Neopop Festival 2019. Aos já anunciados live acts de Rebekah, Surgeon e The Advent, junta-se a performance frenética do astro house KiNK; o acid dos veteranos Hardfloor; o electro e EBM dos lendários Amato & Adriani (The Hacker e o fundador da Mannequin Records, Alessandro Adriani); os sintetizadores modulares de Colin Benders; o techno psicadélico do japonês Wata Igarashi e o experimentalismo da fundadora da Fullpanda, Dasha Rush. 

A completar o cartaz desta segunda vaga de artistas anunciados para o NEOPOP, vão subir a palco Acid Pauli, Interstellar Funk, Julianna, Nastia, Paco Osuna, Rui Vargas e Sensible Soccers.

Depois de vários anos a fazer curadoria no palco principal do Festival NEOPOP, a Red Bull Music criou um laboratório musical, com uma programação inédita, num dos mais antigos teatros do país, o Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo. Este ano, o regresso da Red Bull Music ao Sá de Miranda está marcado para duas noites exclusivas, a 9 e 10 de agosto, que vão celebrar a multidisciplinaridade da música avançada. Sem fronteiras de géneros ou de estilos, a música pode surgir sob performance ou como exploração de novas sonoridades.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais com valores que oscilam entre os 40 euros (diário) e os 95 euros, o passe para quatro dias. Existe ainda o Passe Plus a 175 euros, até ao final de abril com vantagens exclusivas.
 
Publicado em Festivais
A realização de festivais de música está proibida em Portugal até 30 de setembro, anunciou hoje o Governo, após reunião do Conselho de Ministros.

"Neste contexto, impõe-se a proibição de realização de festivais de música, até 30 de setembro de 2020, e a adoção de um regime de caráter excecional dirigido aos festivais de música que não se possam realizar no lugar, dia ou hora agendados, em virtude da pandemia", lê-se no comunicado do Conselho de Ministros, hoje divulgado.

O mesmo comunicado refere que para os espetáculos entre 28 de fevereiro e 30 de setembro de 2020 que não se realizem devido à pandemia da COVID-19 está prevista "a emissão de um vale de igual valor ao preço do bilhete de ingresso pago, garantindo-se os direitos dos consumidores".

As duas decisões, que serão ainda submetidas à apreciação da Assembleia da República, incluem-se nas "medidas excecionais e temporárias de resposta à pandemia da doença COVID-19 no âmbito cultural e artístico, em especial quanto aos festivais de música".

A proposta de lei hoje anunciada vem colocar um ponto final nas dúvidas sobre possíveis adiamentos ou cancelamentos das edições deste ano das centenas de festivais de música que se realizam em Portugal entre junho e setembro.

Ainda antes da decisão do Governo, já o Rock in Rio Lisboa, agendado para junho, o Boom Festival, que deveria acontecer em Idanha-a-Nova entre 28 de julho e 04 de agosto, e o Festival de Músicas do Mundo, marcado para o final de julho em Sines, entre outros, tinham anunciado o cancelamento das edições deste ano, comprometendo-se a regressar em 2021.

A proibição do Governo abrange, entre muitos outros, o CoolJazz, NOS Alive, Super Bock Super Rock, Marés Vivas, MEO Sudoeste, Bons Sons, Paredes de Coura, Vilar de Mouros, Galp Beach Party, RFM Somnii e o Festival F.
Publicado em Festivais
Pág. 11 de 21

Newsletter

Recebe novidades e conteúdos exclusivos no teu e-mail.