23-03-2019

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

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No próximo dia 7 de março, quinta-feira, a AIMEC Portugal irá promover um novo workshop de produção musical, desta vez dedicado ao Ableton Live onde os participantes terão a oportunidade de aprender a utilizar o referido software para a gravação e mistura de áudio.

Para lecionar este workshop a Academia Internacional de Música Eletrónica (AIMEC) convidou Dani Lança, artista influenciado por vários estilos de música, de Ska a Reggae e que conta com espetáculos energéticos, repletos de letras positivas que pedem mudanças, consciência, união e harmonia, com ritmos de de Afro-Reggae-Rumba cantado em várias línguas.

Os lugares são limitados e todos os interessados em participar devem enviar um e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. com nome e contacto de forma a confirmarem a sua presença.
Publicado em Mix
O festival gratuito MEO Outjazz está de regresso aos jardins de Lisboa. A 9ª edição do evento vai decorrer nos melhores jardins, parques, miradouros, praças, anfiteatros e locais ao ar livre da capital, de maio a setembro, a partir das 17 horas.
 
Henri Josh, DJ Holly, André Henriques (DJ Oficial da RFM) e Sam The Kid (DJ set) são alguns dos artistas que vão atuar durante os finais de tarde dos sábados e domingos.
 
Confere abaixo todas as datas, locais e artistas:
 

 

Publicado em Eventos
É hoje o dia da apresentação nacional do Manta Beach 2011 no Blues em Lisboa.
Segundo a redacção do 100% DJ conseguiu apurar, Tim Royko e Cosmo Klein, produtores do hit 'Beautiful Lie', irão inaugurar o espaço instalado na Mata Rota que abre portas já no próximo dia 22 de Julho.
 
Recorde-se que estão ainda marcadas mais duas festas de lançamento. Uma dia 26 Junho no Sunset Nosolo Água Falesia (Vilamoura) com o DJ Christian F e outra dia 2 Julho no Twins (Porto).
 
Em 2011 o slogan repete-se: Estou Feliz, estou no Manta! Imperdível.
 
Publicado em Eventos
O membro dos Beatbombers prepara-se para lançar o seu novo álbum de originais, intitulado “Bairro da Ponte”, no próximo dia 1 de fevereiro. A festa de apresentação está marcada para o dia 28 de fevereiro, na discoteca Lux em Lisboa.
 
Deste álbum já são conhecidos os temas “Nunca Pares” e “Flor de Maracujá” e, tal como as restantes 17 faixas do alinhamento, foram inspiradas no acesso que o artista teve aos arquivos da Valentim de Carvalho e à manipulação de masters originais da fadista Amália Rodrigues.
 
Este novo disco é uma mistura de hip-hop, fado e eletrónica, com convidados especiais como Ace, Ana Moura, Camané, Carlos do Carmo, Capicua, Dino d’Santiago, DJ Ride, Gisela João, Holly, NBC, Nerve, Papillon, Paulo de Carvalo, Plutónio, Razat, Ricardo Gordo, Rui Reininho, Slow J, Sr. Preto e The Legendary Tigerman.
 
O concerto de apresentação do álbum terá início pelas 23 horas e os bilhetes já estão à venda nos locais habituais a um preço de 12 euros.
 
 
Publicado em Música
O conselho de ministros aprovou na passada quinta-feira, a venda do Pavilhão Atlântico ao consórcio de Luís Montez, a promotora Ritmos & Blues e a equipa de gestão da maior sala de espectáculos de Lisboa, uma proposta suportada pelo BESI.

Nuno Brancaamp, da empresa Ritmos & Blues, destacou à Lusa que "juntaram-se dois dos maiores promotores portugueses de espectáculos e ficam quatro pessoas-chave que já estavam na gestão do Pavilhão Atlântico. Sem falarmos em números, isso terá sido o mais aliciante [para o Governo]. É uma garantia de continuidade".
 
Segundo a Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, a proposta daquele consórcio ofereceu o melhor encaixe financeiro: 21,2 milhões de euros.  
Na corrida à compra do edifício estiveram também o consórcio composto pelo promotor de espetáculos Álvaro Covões, o empresário António Cunha Vaz e a Confederação da Indústria Portuguesa, que propunha 18,5 milhões de euros para a compra, e a empresa AEG, com 16,5 milhões de euros.
 
O Governo anunciou em março que pretendia vender o Pavilhão Atlântico e a empresa que detém a sua concessão, no âmbito da reestruturação do sector empresarial do Estado. Venda que abrange ainda a empresa de venda de bilhetes Blueticket, que é editada pela empresa Atlântico. 
 
O Pavilhão Atlântico e a empresa Atlântico - Pavilhão Multiusos SA são detidos pela Parque Expo'98, cujo capital é detido em 99,4% pelo Estado.
 
O Governo fez saber que queria ver acautelado o carácter cultural do espaço, com "uma programação atrativa, variada e culturalmente relevante" e que o Pavilhão Atlântico continue a ser um "polo dinamizador da economia local e nacional".
Publicado em Mix
Lisboa e Porto preparam-se para receber Solomun nos dias 6 e 7 de outubro, no Hardclub e no Armazém 16 respetivamente, em duas noites que prometem ficar para a história dos presentes.
 
A data de Lisboa tem a assinatura do NEOPOP e da LXMusic e conta ainda com a atuação de Nesta, John-E, Himan e ARGB. As entradas já estão disponíveis a 25 euros. Na noite seguinte, é a vez do Porto cujo line-up é composto também por Serginho e Tiago Fragateiro. Os bilhetes estão à venda a 25 euros na Ticketline.
 
Solomun é um dos mais respeitados artistas de música eletrónica internacional, com uma carreira invejável que já passou por casas como o Pacha e o Ushuaia e foi considerado em 2012 como o “DJ do Ano” pela Mixmag.
 
Publicado em Eventos
sexta, 12 setembro 2008 19:32

Twins abre portas em Lisboa

O selo Twins prepara-se para abrir portas em Lisboa.

Numa altura em que já têm o seu projecto a ser colocado de pé, batata Cerqueira Gomes, Manuel Guedes e Tiago pinto Leite prometem não olhar a meios para atingir fins, estando também certo, que o Twins Lisboa, irá seguir sem margem para qualquer dúvida a linha de selecção e serviço da casa mãe da Foz.

Com abertura prevista para a primeira quinzena de Outubro, prevendo-se portanto que figure como a última reentrada da capital, esta casa já se encontra a agitar águas não só pelo staff que terá que contratar, como pelo facto de prometer funcionar como o regresso de um conceito Banana`s que tanta saudade deixou em Lisboa.
Publicado em Nightlife
Um conjunto de grandes artistas une-se naquela que será a maior constelação de estrelas para iluminar o céu da noite de 31 de dezembro. A dupla alemã Booka Shade são as estrelas mais aguardadas e prometem surpreender com o seu primeiro Live de 2018 no Armazém 16 em Lisboa. Considerados os veteranos da cena eletrónica de Frankfurt a dupla Walter Merziger e Arno Kammermeier foi vencedora de um Beatport Music Awards, na categoria Best Tech House Artist, em 2008. Ao longo dos seus 25 anos de carreira os dois músicos participaram em remixes de artistas como Depeche Mode, Moby, Yello, Hot Chip, Kings Of Leon, Tiga e The Knife.
 
A par de Booka Shade na White Hole, a pista de dança dedicada ao house, estão ainda confirmados Gilvaia, Heartbreakerz, Nox, Ramboiage, The Slum Vagabunds e 2naynaz. Os fãs do techno não ficaram esquecidos e vão poder “descarrilar” na Black Hole, uma pista instalada em cima de uma linha de comboio e onde as máquinas estarão a cargo de Lost Theory, VOX99, GEAR, Johan, menosdois e WiseGuys from Lisbon. 
 
Os preços dos bilhetes variam entre 20 e 40 euros com bar aberto até à uma da manhã. Mais informações e bilhetes em fuse.pt.
 
Publicado em Eventos
Decorreu este fim-de-semana em Lisboa o primeiro Congresso Profissional de Música Electrónica onde tive o prazer de estar presente e onde fui convidado para partilhar um pouco da minha experiência na conferência sobre "Carreiras e Agenciamento". Se é de saudar esta iniciativa, terei também de partilhar convosco o meu ponto de vista onde todos temos errado nesta indústria. 
 
Existem uma série de questões relacionadas com esta indústria que terão de ser resolvidas e este primeiro passo foi extremamente importante, no entanto, não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes. Não sei se foi por falta de informação, se teriam estado todos a trabalhar num fim-de-semana à tarde ou se é o que eu penso e cada um só pensa no seu "umbigo" ou se fica com o "orgulho" ferido por não ter recebido um convite formal para estar presente. 
 
Neste Congresso, a conferência mais aguardada era a que iria colocar todos os presentes em "confronto/debate" com os representantes do IGAC, SPA e PASSMÚSICA.
A meu ver, nada do que se pretendia foi alcançado (apesar da abertura para debater os mais variados assuntos por parte das diferentes entidades). 
Esta Conferência e os assuntos relacionados com a mesma deveriam ter tido uma duração muito superior à que teve e onde houve muita gente que não teve oportunidade de colocar as suas questões e ver esclarecidas as suas dúvidas. Mais importante que isso, foi o facto de tudo o que ali foi falado, não adiantou em nada. Ficou por resolver (ou agendar/planear como e onde o resolver) a profissionalização da profissão de DJ, não ficou resolvida nenhuma questão relacionada com as plataformas musicais e apenas ouvimos mais do mesmo... FACTURAS E PAGAMENTOS. Possivelmente as melhores informações vieram da parte de onde menos se esperava (Passmúsica e IGAC) no que diz respeito às fiscalizações, onde as intervenções dos dois elementos ligados à fiscalização mostraram a abertura possível e explicaram que apenas exercem o que a lei (ou ausência dela) exige e o que os artistas/DJs deverão fazer e facilitar no caso de serem fiscalizados. 
 

(...) não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes.

 
Um primeiro passo foi dado... há abertura por parte das entidades para ouvir os DJs, produtores e os seus representantes, no entanto nada disto irá acontecer porque continuamos nesta indústria a "assobiar para o lado" e ficamos à espera que haja alguém que a resolva em vez de haver uma união e que, em conjunto, seja exercida a devida pressão necessária, deixando "brechas" para que haja uns "iluminados" que abrem associações ilegais, sem estatutos e que não representam ninguém e onde apenas vivem para aumentar a sua conta bancária pessoal e o seu ego (falo directamente e abertamente da APDJs e do seu representante). 
 
Existem apenas 2 passos que podem ser tomados. A abertura LEGAL de uma associação e um sindicato para os DJs e Produtores de música electrónica (o que é praticamente impossível) porque terá de ser provado junto do Governo que a profissão é necessária e tem de ser legislada sendo de interesse público ou teremos de em conjunto com as entidades supracitadas (IGAC, SPA e Passmúsica) conseguir que as mesmas façam chegar essa informação a quem poderá efectuar a legislação devida para a "nossa" profissionalização. 
 
Existe algo que podemos usar como "trunfo" ou forma de conseguir ser ouvidos. A SPA é regida pelas normas "associativas", assim sendo, a única forma que temos disponível para que a nossa voz seja ouvida é termos voz activa dentro da SPA. Não podemos tentar lutar "de fora" e a única forma de fazer algo é estarmos dentro das Associações. Se os milhares de DJs e produtores de música electrónica formarem uma lista associativa (onde todos terão de estar inscritos como associados da SPA) e concorram com essa lista de elementos na próxima Assembleia Geral para a eleição dos órgãos sociais da SPA, com toda a certeza que seremos "olhados" de outra forma por parte de todas as entidades. Se conseguirmos fazer parte da solução e não do problema e conseguirmos ter voz DENTRO de quem realmente consegue ter voz e poderá ajudar, todos irão sair a ganhar com este processo. Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos, que resolva o problema da nossa indústria onde o que se pretende é uma profissionalização e que não sejam os DJs e Produtores a pagar, entregar dividendos a autores e produtores que não fazem nada à uma série de anos, que não representam nada (actualmente) na indústria discográfica, dos espectáculos ou entretenimento e que principalmente as entidades percebam que a realidade da reprodução/produção e venda da musica já não é a mesma de à uns anos atrás. 
 

Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos(...)

 
Não vamos conseguir explicar que as verbas terão de vir de uma taxa sobre quem fornece o serviço de Internet (operadoras) e que não pode ser imputada uma responsabilidade a quem pretende oferecer a sua música, seja ela para execução pública ou privada. Não vamos conseguir explicar que um "Remix" é uma obra nova (apesar de quando é editado a SPA já o considerar como tal), não vamos conseguir explicar que não temos documentos nem facturas quando uma "promo" ou uma faixa é disponibilizada para "free download" e que não podemos pedir (nem nenhum produtor o fará) um documento escrito com a identificação a quem foi "dada" uma determinada obra (imaginem o que seria se os U2 ou o Bono tivesse de passar um documento a todos os que descarregaram o último trabalho gratuito pelo iTunes). 
 
Só de dentro para fora poderemos ser escutados e se, de uma vez por todas, unirmos os esforços e assumirmos o compromisso que queremos ver legislada a "nossa" profissão e a forma como a desempenhamos bem como os meios que são utilizados. Esta é uma profissão e uma indústria que devidamente trabalhada é do interesse público, gera receitas e fontes de rendimento e inerentemente poderá trazer ao nosso País uma fonte de rendimento acrescida e contribuir directa e indirectamente para o seu crescimento.
 
Ricardo Silva
DWM Management
 
Publicado em Mix
A sétima edição do Talkfest – International Music Festivals Forum vai decorrer entre os dias 15 e 16 de março do próximo ano, em Lisboa, já conta com 16 oradores confirmados.
 
Até ao momento já está confirmada a presença de várias personalidades ligadas à indústria dos festivais como o Rock in Rio, NEOPOP, The BPM Festival ou Leiria Dancefloor.
 
O primeiro dia do evento está reservado para a gala dos Iberian Festival Awards, onde serão revelados todos os vencedores. Na última edição, o Portal 100% DJ esteve nomeado na categoria de “Best Media Partner”.
 
O segundo e último dia do Talkfest vai contar com as conferências, apresentações profissionais e científicas, seminários, exibição de documentários, afterparty e exposições.
 
Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.
 
Confere abaixo a programação confirmada até ao momento:
 
1) Conferências
Moderadores
Miguel Franco de Andrade (jornalista Sic / Cartaz Cultural)
Pedro Esteves (jornalista Observdor)
Catarina Rodrigues (jornalista RTP / blogger Chicas Poderosas)
 
Orador internacional
Zack Sabban (CEO Festicket)
 
Oradores nacionais
Eurico João (Coord. Engenharia Rock in Rio)
Pedro Machado (Presidente Turismo do Centro)
Paulo Amaral (COO Neopop / The Bpm Festival)
Tiago Martins (diretor Leiria Dancefloor)
Selma Uamusse (artista musical)
Catarina Cabral (Head of Marketing Cabify)
 
2) Apresentações profissionais (temas e oradores)
Um novo mercado para artistas lusófonos (Karina Barbosa, diretora Step Music)
Facilitação turística em festivais - o serviço de bengaleiro (Juliana Torres, manager The Biggest Cloakroom)
Internacionalização de um artista - sinónimo de sucesso? (Bruno Horta, founder YouArtist)
 
3) Apresentações científicas (tema e orador)
Millenials: novos comportamentos do consumidor aplicado ao setor de bebidas alcoólicas em Portugal (Tese ISCTE-IUL, João Amaral Brito, 2017)
 
 
4) Seminários (aula e oradores)
Comunicação 360º aos artistas (Catarina Matos - Louder Music Branding / Alexandre Cardoso - Klasszik)
 
Publicado em Eventos
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100% DJ. Projeto editorial independente cujos valores se guiam pelo profissionalismo, isenção e criatividade, tendo como base de trabalho toda a envolvente da noite nacional e internacional, 365 dias online.

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