23-10-2020
  Diretor Ivo Moreira  \  Periodicidade Diária
O DJ e produtor Steve Aoki vai ser operado às cordas vocais e foi obrigado a cancelar cinco atuações na Europa. O anúncio foi feito através da sua página oficial de Facebook e até ao momento a sua presença no festival MEO Sudoeste, em agosto, não está em risco.
 
“Estou profundamente triste por partilhar esta terrível notícias com vocês. Durante 20 anos, os gritos que dei nas minhas atuações danificaram as minhas cordas vocais. Resultado disso, vou ser submetido a uma cirurgia ou nunca mais volto a falar”, confessou Steve Aoki, que na sua adolescência chegou a cantar em bandas de rock.
 
As performances marcadas para Espanha, Holanda e Reino Unido de 25 de maio a 1 de junho foram canceladas por motivos de saúde, mas há muito que o DJ sabia deste problema.
 
“Adiei esta operação por algum tempo e o médico disse que era agora ou nunca. Devido a isso, infelizmente tenho de cancelar algumas das minhas atuações, presentes na lista abaixo, na Europa. Peço desculpa a todos que estavam à espera de me ver atuar. Vou voltar a fazê-lo para todos vós em breve! Eu prometo. Obrigado pela compreensão. Amo-vos a todos!”, afirmou o produtor norte americano na sua página oficial de Facebook.
 
Steve Aoki estreia-se este ano no festival MEO Sudoeste, na Zambujeira do Mar, no dia 9 de agosto.
 
Confere abaixo as datas canceladas:
 
  • 25 de maio – Aoki’s Playhouse – Ibiza, Espanha
  • 30 de maio – Emporium Festival – Wijchen, Holanda
  • 31 de maio – We Are Fstvl – Upminster, Reino Unido
  • 31 de maio – Northern Lights – Newscatle, Reino Unido
  • 1 de junho – Aoki’s Playhouse – Ibiza, Espanha
 
 
Posted by Steve Aoki on Quinta, 14 de maio de 2015
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Hoje foi um dia mau para os fãs de Blasterjaxx. A dupla anunciou através da sua página oficial de Facebook, um comunicado assinado por Idir e Thom, onde são descritos todos os motivos do afastamento de um dos membros dos Blasterjaxx das digressões.
 
Idir sofreu alguns problemas de saúde no último ano e isso impossibilitou-o de andar em digressão pelo mundo, decidindo assim ficar apenas em estúdio dedicado à produção, enquanto que Thom viaja pelo mundo como Blasterjaxx.
 
No entanto, até ao próximo dia 28 de novembro, os Blasterjaxx vão continuar a atuar como dupla. A partir de dezembro, as atuações ficam a cargo apenas de Thom.
 
Os Blasterjaxx estiveram em Portugal no ano passado, na segunda edição do Mega Hits Kings Fest, em Lisboa.
 
Confere abaixo o comunicado oficial:
 
“Não me estou a sentir bem há algum tempo. E quando digo algum tempo quero dizer a maior parte do ano passado. Tenho-me sentido muito mal na maior parte destes três anos em que temos vindo a conquistar o mundo como Blasterjaxx, mas só recentemente é que eu fui capaz de identificar o que está a acontecer. Ao início, estava tão envolvido no nosso sucesso instantâneo que não me apercebi. Bebia mais, dormia menos, comia pior... o ‘habitual’. Como resultado, eu senti – naturalmente – que tinha menos tempo livre para falar com amigos e familiares e também menos tempo para investir em estúdio na produção.
 
Gosto de pensar que sou um profissional e, por isso, o nível de stress que eu senti no início, tal como a pressão para manter tudo a correr bem, eu considerei como ‘parte do trabalho’. E assim continuei. A ansiedade que comecei a sentir quando novas datas foram aparecendo estava cada vez maior e eu não liguei importância – havia um trabalho que tinha de ser feito.
 
Mesmo quando eu não conseguia ver isso – estou rodeado de uma boa equipa de pessoas, que me avisavam que beber, ter uma infeção pulmunar e tomar antibióticos não foi uma escolha saudável e que as desculpas que eu estava a dar para não fazer um voo estavam à beira do ridículo. Mas tudo isso fazia sentido para mim naquela altura. Basicamente, eu estava a ser idiota para todas as pessoas à minha volta.
 
Nós tentámos todo o tipo de coisas para eu reduzir a ansiedade e stress, com passeios, mais tempo livre e opções de viagem mais relaxantes. Contruímos um estúdio, comprei a casa que precisava para chamar de lar e trouxe a minha namorada dos Estados Unidos da América para a Holanda. Isto tudo ajudou no início, mas a ideia de andar em digressão estava a sufocar-me... Eu simplesmente não estava a pensar bem e precisava de recuperar antes de voltar à estrada. Mas eu adoro atuar ao vivo.
 

A partir de dezembro, o Thom vai subir ao palco sozinho como Blasterjaxx mas nós vamos continuar em estúdio juntos.

 
Mas então aconteceu... o meu primeiro ataque de pânico... Eu não conseguia respirar... A minha cabeça estava às voltas e eu tinha de entrar em palco em menos de uma hora... Eu não sabia se queria desmaiar ou vomitar. O médico chegou e mandou-me correr à volta do quarteirão algumas vezes e me receitou alguns comprimidos... As corridas ajudaram, mas com os comprimidos eu senti-me muito bem. Essa foi uma solução fantástica! Antes dos voos, tomava também alguns comprimidos. De seguida, quando estava no carro de volta para casa... outro ataque de pânico... Nesse momento eu nem sequer tinha muitas datas, mas estávamos há um mês fora de casa... Eu não dormia em casa e os comprimidos eram a única coisa que me punha a andar, comecei a sentir que estava a ficar louco e não queria que os fãs vissem isso...
 
Por último, o meu manager sentou-se comigo e fez-me abrir os olhos em mim próprio e na minha situação. Falámos sobre a saúde física e mental e muitas coisas que ainda são tabu neste mundo. Pouco depois, descobri que, na verdade, para continuar a ser um membro dos Blasterjaxx eu precisava de dar um passo para trás e sair da estrada.
 
Fisicamente e mentalmente eu não consigo estar em digressão e precisava de tomar uma decisão certa antes que as coisas chegassem a um ponto sem retorno. Eu não quero ser um daqueles artistas que cancelam datas e vão ao hospital por ‘exaustão’. Trata-se de uma decisão difícil, não só para mim mas também para o Thom, com quem tenho partilhado esta jornada e que me tem apoiado ao longo da mesma.
 
Os Blasterjaxx sempre serão eu e o Thom, só que os nossos papéis vão mudar. A partir de dezembro, o Thom vai subir ao palco sozinho como Blasterjaxx mas nós vamos continuar em estúdio juntos, como antes, só que eu vou estar a fazer a minha parte estritamente a partir do estúdio que tenho em casa. Temos tudo preparado e sicronizado em estúdio para garantir que possamos continuar o nosso processo de produção como antes e eu sei que o Thom vai rebentar com os palcos como ele sempre fez.
 
Eu sei que estou aberto a criticas, que ainda há muitos que tentam tirar proveito da situação. Mas, ao experimentar o verdadeiro desafio de manter um corpo e mente saudável, é o mínimo que posso fazer para mantê-lo informado de tudo o que está a acontecer. Eu sei que vou estar bem – eu tenho o melhor parceiro, equipa e os melhores fãs do mundo.”
 
- Idir
 
“Todos aqueles que nos conhecem, sabem o quanto estamos próximos. Eu e o Idir somos irmãos para a vida e mesmo que eu esteja triste por não ter Idir comigo em digressão todos os dias, eu estava a sofrer por vê-lo passar por aquilo. Estou contente que tenhamos encontrado uma solução. Nós realmente precisamos desta nova configuração para garantir o futuro e o crescimento dos Blasterjaxx, para permitir a evolução do nosso som para algo ainda maior e melhor e para garantir a resistência da sonoridade dos Blasterjaxx. Mas o mais importante é garantir a saúde de Idir.”
 
- Thom
 
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Publicado em Artistas
Trabalhar de madrugada pode perturbar o corpo humano e causar danos à saúde a longo prazo, ao alterar o metabolismo e prejudicar o bom funcionamento molecular, afirma um estudo britânico realizado por especialistas do Sleep Research Centre, da Universidade de Surrey.
 
Segundo os autores do estudo, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, a descoberta é "uma surpresa", cita a BBC.
Os cientistas explicaram que o corpo humano tem um ritmo natural próprio e que o relógio biológico é programado para ficar ativo durante o dia e dormir à noite. As mudanças provocadas pelos turnos noturnos podem causar alterações hormonais, do humor, da atividade cerebral, da temperatura corporal e do desempenho dos atletas.
 
Os cientistas acompanharam 22 pessoas que trabalhavam durante o dia e que foram transferidas para turnos noturnos. Sabe-se que 6% dos genes são programados para ficar mais ou menos ativos, atuando em sintonia em momentos específicos do dia. Ao trabalharem à noite, essa sintonia genética deixa de existir. "Isso explica porque nos sentimos tão mal quando estamos com jet lag ou se temos de trabalhar em turnos alternados", sugere Simon Archer, um dos autores.
 
Derk-Jan Dijk, co-autor do estudo, acrescenta que todos os tecidos do corpo têm o próprio ritmo durante o dia, mas que ao ficarem "acordados" à noite, perdem a sincronia, podendo causar danos a longo prazo, como aceleração do batimento cardíaco e alterações no funcionamento dos rins e cérebro.
 
Estudos anteriores já tinham mostrado que dormir em horas erradas do dia aumenta o risco de diabetes tipo 2, AVC e obesidade.
 
Fonte: Sapo Saúde.
 
Publicado em Nightlife
O ano de 2016 vai ser a última vez que poderás ter a oportunidade de ver uma atuação de Avicii. A notícia foi dada pelo próprio artista, através de um comunicado oficial na sua página de Facebook.
 
“Olá Mundo. Obrigado por me deixarem alcançar muitos dos meus sonhos. Vou ser eternamente grato por ter vivido e realizado tudo o que eu tenho neste momento com a ajuda da minha equipa e dos meus queridos fãs”, afirmou o artista sueco no início do comunicado.
 
Depois de muitos agradecimentos à sua equipa, família e amigos, Avicii desvenda um pouco dos motivos que o levaram a tomar esta decisão. “O meu caminho foi preenchido com sucesso, mas não veio sem percalços. Tornei-me adulto, enquanto crescia como artista, comecei a perceber-me melhor e a reparar que há tanta coisa que eu quero fazer durante o resto da minha vida. Tenho fortes e grandes interesses em diferentes áreas, mas há tão pouco tempo para explorá-las”, comunicou o produtor de “Levels”.
 
Outro dos motivos prende-se com a necessidade de “fazer uma mudança” e que “muito pouco sobrou da vida de uma pessoa real que está por detrás do artista”. Para concluir, Avicii declarou que “apesar de tudo, nunca vou deixar a música de lado, vou continuar a falar com os meus fãs através da mesma, mas decidi que em 2016 vou fazer a minha última digressão e os meus últimos espetáculos. Vamos fazer com que sejam as melhores!”.
 
Para deixar ainda alguma esperança aos seus admiradores, o artista deixa um pequeno recado no final do seu comunicado oficial: “uma parte de mim diz que nunca digas nunca, eu poderei voltar, mas não voltarei tão cedo”.
 
O artista sueco já tinha cancelado duas digressões há algum tempo atrás, devido a motivos de saúde. Avicii tem data marcada para a próxima edição do Rock in Rio Lisboa, no dia 29 de maio no Parque da Bela Vista.
 
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Publicado em Artistas
Um estudo levado a cabo pelo Instituto de Cardiologia da Universidade de Nis, na Sérvia, revela que ouvir música faz bem ao coração. Segundo os investigadores, ouvir música fortalece o coração e ajuda à recuperação dos doentes com problemas cardíacos.
 
As conclusões dão conta de que as sensações sentidas, ao ouvir os nossos temas e melodias preferidos, são benéficas à saúde do coração. 
 
Nos ensaios, os 74 pacientes em análise, com problemas cardíacos, foram divididos em três grupos: um para ter aulas de exercício físico durante três semanas, outro para ter as mesmas aulas mas também ouvir música à sua escolha, a qualquer altura do dia, durante 30 minutos, e um último que só ouvia música, sem fazer os exercícios cardio, ao contrário daquilo que é habitualmente prescrito aos doentes com este tipo de patologias.
 
No final, aqueles que ouviram música e levaram a cabo o plano de exercícios cardio revelaram significativas melhorias a nível do funcionamento do coração, com a aptidão física a registar uma evolução de 39%.  
 
O grupo que só praticou exercícios aeróbicos revelou uma melhoria de 29% nas suas capacidades físicas e aquele que não fez qualquer tipo de atividade, para além de ouvir as suas músicas preferidas durante uma hora e meia por dia, deu, mesmo assim, provas de 19% de evolução a nível cardíaco.
 
Os resultados foram apresentados no congresso anual da Sociedade Europeia de Cardiologia e dão conta da libertação de hormonas chave para o bom funcionamento do sistema cardiovascular. Em comunicado, Delijanin Ilic, líder da investigação, explica que "quando ouvimos música, o nosso cérebro liberta endorfinas que melhoram o desempenho do nosso coração". 
 
"Não há nenhuma música que seja a 'melhor' para se ouvir. O que interessa é aquilo que a pessoa gosta e a faz feliz", acrescenta a especialista. Embora os ensaios tenham sido feitos apenas com pacientes com problemas cardíacos, Ilic acredita que os resultados são aplicáveis a uma população muito mais abrangente.
 
 
Publicado em Mix
No âmbito do combate à pandemia de covid-19, o DJ e produtor português DJ Vibe deu a cara por uma campanha de sensibilização acerca dos cuidados a ter contra o novo coronavírus, num vídeo gravado e partilhado pela Direção-Geral de Saúde.
 
"Os melhores programas e divertimento não têm de ser em multidão. Continuem a manter a distância física, mas não a social. Estar distante éestar bem e proteger os que nos rodeiam. Não te esqueças que o vírus continua a circular. Nós, todos juntos, temos de ajudar a travar novos casos desta doença. Continuem os bons gestos e sejam responsáveis", referiu o artista.
 
Esta campanha tem vindo a ser feita ao longo dos últimos meses, com caras bem conhecidas do público português, das mais diversas áreas artísticas.
 
Publicado em Artistas
Está a chegar o derradeiro final da última digressão de Avicii. Após o polémico anúncio da sua retirada dos palcos, na próxima sexta-feira o artista sueco despede-se dos fãs ao vivo no Tennent’s Festival em Belfast, no Reino Unido.
 
A sua carreira foi repleta de sucessos como “Levels” e “Hey Brother” mas ficou também marcada por vários cancelamentos de digressões e atuações devido a problemas de saúde de Avicii.
 
Para o futuro, Avicii promete lançar novas produções e, quem sabe, um dia voltar a pisar palcos internacionais. Em Portugal, o sueco marcou presença na Nova Era EDP Beach Party, MEO Sudoeste e Rock in Rio Lisboa.
 
“Uma parte de mim diz que nunca digas nunca, eu poderei voltar, mas não voltarei tão cedo”, referiu Avicii em comunicado oficial no passado mês de março.
 
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domingo, 24 maio 2015 16:15

Tequila emagrece e combate a diabetes

 

Tequila, sal e limão: são os ingredientes necessários para beber um shot desta bebida mexicana, que é benéfica para a saúde. Um novo estudo realizado pelo investigador Mercedes G. López confirmou recentemente que a tequila contém açúcares que diminuem os níveis de glucose no sangue, em pessoas com diabetes tipo 2 e pode ainda contribuir para a perda de peso em pessoas obesas.
 
O açúcar natural que é encontrado na planta agave-azul, de onde é feita a tequila, age como uma fibra dietética que ajuda as pessoas obesas a sentirem a barriga cheia. O investigador deste estudo descobriu também que este ingrediente aumenta a quantidade de insulina.
 
Para confirmar a veracidade destes resultados, os cientistas usaram o açúcar natural da agave-azul na água de ratos, que se sentiram menos atraídos à comida e os níveis de glucose reduziram.
 
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O DJ e produtor sueco Alesso foi obrigado a cancelar algumas atuações, principalmente na Coreia do Sul, devido a problemas de saúde. Toda a digressão que ia acontecer naquele país do continete asiático foi cancelada e parece que os seus fãs não gostaram desta notícia.
 
Segundo Alesso, através da sua conta oficial de Twitter, recebeu mensagens dos seus ‘fãs’ a desejarem-lhe “coisas horríveis”. “Às vezes os DJs/artististas não podem fazer atuações devido a diferentes razões. O meu motivo é que estou muito doente e o meu médico avisou-me para não viajar para lado nenhum. É claro que estou a planear ficar bem e continuar a fazer atuações no futuro por isso é que me podem ver a anunciar os próximos shows. Deixa-me triste que vocês se chamem a vocês próprios de fãs (apoiantes de música de dança) mas quando algo não corre como vocês querem, vocês desejam-me coisas horríveis. Porque é que eu ia cancelar shows quando eu tenho prazer em fazê-los?”, revelou o artista na rede social.
 
O seu regresso aos palcos não deve demorar mais do que um mês, com previsão para o próximo dia 11 de julho, no Electric Daisy Carnival. Até ao momento, a sua atuação na Expofacic em Cantanhede não está em risco.
 
Para terminar, Alesso agradeceu aos seus verdadeiros fãs: “Para todos os meus outros fãs que me têm desejado as melhores, isso significa muito para mim! Obrigado pelas queridas palavras e desculpem por não estar lá”, referiu o produtor.
 
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O consumo de bebidas energéticas eleva a pressão arterial e a frequência cardíaca, devendo ser evitado por indivíduos hipertensos e pessoas com doença cardíaca.
Estas são as recomendações com base nos resultados de um estudo recente, publicado em "The Annals of Pharmacotherapy".

Investigadores do Henry Ford Hospital (Detroit, Estados Unidos), pretendendo descobrir o impacto para a saúde dessas bebidas conhecidas como energéticas - comercializadas para melhorar a função mental e a energia, e normalmente contendo cafeína, taurina, açúcares, vitaminas e outros suplementos nutricionais - estudaram 15 voluntários saudáveis, entre 20 e 39 anos de idade, que se abstiveram de outras fontes alimentares de cafeína, 48 horas antes do início do estudo.

Os sujeitos beberam 500 ml de um energético (duas latas, cada uma contendo 100 mg de taurina e 100 mg de cafeína) em 30 minutos, diariamente, por 7 dias. Nos dias 1 e 7, a pressão arterial, a frequência cardíaca e os eletrocardiogramas destes indivíduos eram obtidos antes de consumir as bebidas e cinco vezes durantes as 4 horas posteriores.

A frequência cardíaca média aumentou significativamente do basal em 7,8% no dia 1 e em 11,0% no dia 7; os aumentos correspondentes para pressão arterial sistólica (máxima) foram 7,9% e 9,6%; e para a diastólica (mínima), 7,0% e 7,8%. Os parâmetros dos eletrocardiogramas não apresentaram mudanças significativas. O Dr. Kalus afirma que «os aumentos na pressão arterial e na frequência cardíaca da magnitude observada no nosso estudo, devem ser significantes em pessoas com doença cardiovascular conhecida. Pessoas jovens com doença cardiovascular prematura e não diagnosticada também podem estar sob risco», conclui o Dr. James Kalus, que chefiou o estudo.

Fonte: Sapo/Saúde.
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