O Super Bock Super Rock, o AgitAgueda, o Andanças e o Serralves em Festa são alguns dos 65 festivais portugueses que receberam hoje, 20 de maio, um importante selo de qualidade da plataforma Europa para os Festivais, Festivais para Europa (EFFE).
 
Esta plataforma é coordenada pela European Festivals Association (EFA) e foi lançada em 2014, numa parceria entre a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu, com o objetivo de dar visibilidade internacional a festivais de artes e cultura, de modo a que beneficiem de redes de encontro e promoção a nível global.
 
A primeira iniciativa da EFFE é a atribuição de um selo de qualidade a festivais europeus que preencham três requisitos: compromisso artístico, envolvimento da comunidade e perspetiva internacional. De acordo com a listagem divulgada hoje, em Portugal foram selecionados 65 festivais, enquanto na vizinha Espanha apenas foram 27 os escolhidos. No total, a distinção foi atribuída a 761 festivais de 31 países.
 
Além do selo de qualidade, a plataforma EFFE irá ainda atribuir prémios aos melhores festivais, numa cerimónia que acontecerá no Outono, ainda em data e local a anunciar.
 
Em baixo, poderás conferir a listagem completa dos festivais portugueses distinguidos.
 
  • 180 Creative Camp
  • AgitAgueda
  • Andanças Festival
  • Art&Manhas
  • Atlantic Coast Orchestra International Music Festival
  • Bang Awards International Animation Film Festival
  • Barreiro Rocks
  • Biennial of Art of Cerveira
  • Black & White International Audiovisual Festival
  • Bloom | Portugal Fashion
  • Ciclo de Música Antiga [Early Music Festival] Sons Antigos a Sul
  • Circular Performing Arts Festival
  • Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça
  • Doclisboa - International Film Festival
  • FARCUME - Festival de Curtas-Metragens de Faro
  • Fashion Film Festival
  • FEST - New Directors | New Films Festival
  • Festa do Jazz
  • Festim - Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo
  • Festival CUMPLICIDADES
  • Festival das Artes
  • Festival F
  • Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim
  • Festival Internacional de Tunas Universitárias "Cidade do Porto"
  • Festival Maré de Agosto
  • Festival Materiais Diversos
  • Festival Oito20e4
  • Festival Rádio Faneca
  • Festival Urbano de Música e Outras Coisas
  • FestivalTerras Sem Sombra
  • FIG- Festival Internacional De Gigantes
  • Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival
  • FITAS NA RUA (Movies In The Street)
  • FMM Sines - Festival Músicas do Mundo
  • Fora do Lugar - Festival Internacional de Músicas Antigas (International Early Music(s) Festival)
  • GUIDANCE
  • Guimarães Jazz
  • Guimarães Noc Noc
  • HARMOS Festival
  • Imaginarius - International Street Theatre Festival
  • InShadow - International Festival of Video, Performance and Technologies
  • International Folklore Festival of Azores
  • Judaica-Mostra De Cinema E Cultura
  • Lisboa Mistura
  • Lumina Light Festival
  • MAP/P Creative Process Showcase
  • Marionetas na Cidade
  • Milhões de Festa
  • Mostra Internacional de Filmes de Escolas de Cinema//International Schools Film Festival
  • Mostrarte - European Academic Image and Art Festival
  • MOTELx - Lisbon International Horror Film Festival
  • Northern Festival of Dance
  • Oito mãos, monumentos com música dentro
  • OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
  • Outono Vivo
  • Science In The Street
  • Semana dos Palhaços - International Clown Festival
  • Semana Internacional de Piano de Obidos
  • Serralves em Festa
  • Super Bock Super Rock
  • Tá Na Rua' - Street Arts Festival
  • TRC ZigurFest
  • Vaudeville Rendez- vous
  • Walk&Talk Azores - Public Art Festival
  • WOOL - Covilhã Urban Art Festival
 
Publicado em Festivais
O festival Jazz im Goethe-Garten, que se realiza entre os dias 10 e 12 de junho, a partir das 19 horas em Lisboa, vai contar com um encerramento em grande a cargo de DJ Johnny.
 
A partir das 21 horas, DJ Johnny sobe ao palco montado no jardim do Goethe-Institut de Lisboa, com um set que promete misturar sonoridades como o jazz, soul, hip hop, afro dancehall, reggae e eletrónica.
 
DJ Johnny tem 20 anos de carreira e já passou por vários festivais e clubs underground, além do seu contributo para o desenvolvimento do drum’n’bass através dos seus programas de rádio.
 
O festival de jazz conta ainda com atuações de Ghost Trio, Albert Cirera, João Lencastre e Philm. Os bilhetes encontram-se à venda com preços entre os 3 e os 5 euros.
 
Publicado em Festivais
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta terça feira o diploma do parlamento sobre a proibição de festivais e espetáculos de natureza análoga até 30 de setembro devido à pandemia de COVID-19.

Para o Presidente, "se uma entidade promotora definir como iniciativa política, religiosa, social o que poderia, de outra perspetiva, ser encarado como festival ou espetáculo de natureza análoga, deixa de se aplicar a proibição específica prevista no presente diploma".

Exemplo disso é a Festa do Avante, organizada pelo PCP, que é um dos que encaixa nesta referência de Marcelo, abrindo assim a porta à sua realização em setembro, restando saber em que moldes se poderá realizar.

Marcelo abriu também exceções quanto à realização de festivais e espetáculos de natureza análoga desde que “haja lugares marcados e a lotação e o distanciamento físico sejam respeitados”.

O mesmo diploma, que teve na sua base várias iniciativas legislativas incluindo uma proposta de lei do Governo, determina que "o reagendamento do espetáculo não dá lugar à restituição do preço do bilhete, nem pode implicar o aumento do respetivo custo para quem à data do reagendamento já fosse seu portador".

Esta proposta de lei do Governo a proibir a realização de festivais de música até 30 de setembro foi aprovada a 21 de maio no Parlamento, com a abstenção do CDS, PCP, PEV e  Iniciativa Liberal e não recebeu votos contra.
Publicado em Festivais
Eleito o melhor festival indoor da Europa em 2019, o WOS está de volta a Santiago de Compostela entre os dias 8 e 11 de setembro e os primeiros artistas do cartaz já foram anunciados: Aho Ssan & KMRU, Alicia Carrera, Blackhaine, Caterina Barbieri, Huerco S., Pan·American, Prison Religion, Sofie Birch, upsammy, Yugen Kala e Zbigniew Chojnacki.

Com a música como motor principal e uma vocação multidisciplinar, a sexta edição do WOS Festival x SON Estrella Galicia devolve a Santiago de Compostela o seu universo de criação contemporânea e de música de vanguarda. A cidade será invadida por propostas artísticas com o objetivo de oferecer uma alternativa cultural para descobrir e desfrutar de experiências únicas, no cenário incomparável de um centro histórico declarado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

As primeiras confirmações do cartaz anteveem uma programação que abrange música, cinema, instalações artísticas, workshops e debates, com estreias inéditas na península ibérica, protagonizadas por alguns dos artistas que marcam o ritmo da música contemporânea.

Os bilhetes para o WOS Festival x SON Estrella Galícia podem ser adquiridos em wosfestival.es com valores entre os 50 e os 60 euros. O evento é produzido pela WORK ON SUNDAY com o apoio da SON Estrella Galicia. Tem ainda o apoio institucional da Câmara Municipal de Santiago de Compostela, do Conselho da Província da Corunha, da Junta da Galiza, através da Xacobeo 21-22 e AGADIC e outras instituições e agentes culturais da cidade.
 
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É um dos nomes da dance scene nacional que todos devem ouvir, ver e lembrar. Com uma carreira além fronteiras, Moullinex pisou o palco Music Valley na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa numa atuação energética que pôs todos os presentes a dançar. O Portal 100% DJ esteve à conversa com o artista português nos bastidores do  evento e além da sua carreira, falou-nos sobre as suas parcerias e ainda do seu novo tema editado pela famosa Majestic Casual.
 
Como surgiu a oportunidade de criares remixes para os Two Door Cinema Club ou Cut Copy?
Comecei por fazer remixes não oficiais. Colocava-os online e comecei a ter alguma atenção em blogs, com pedidos para remixes oficiais. O primeiro grande remix foi o dos Cut Copy e mudou muita coisa, começaram a chamar-me aqui e ali para tocar e fazer remisturas. Com os Two Door Cinema Club surgiu nesse mesmo contexto, foi a editora deles que fez o convite. De facto, fiquei muito contente com esse início, foi uma grande ajuda para tudo o que faço agora.
 
Juntamente com Xinobi, és proprietário da editora Discotexas e já trabalharam muitas vezes juntos. O que vos ligou?
Desde o início do projeto Moullinex que eu trabalho com o Bruno (Xinobi), em “modo ping-pong”. Na altura em que eu lhe comecei a falar foi quando ele estava numa banda de rock português, a Vicious Five, que eu gostava muito e quis fazer uma remistura deles. Quem me respondeu ao pedido foi o Xinobi, que era o guitarrista. A partir daí começámos o nosso processo de “ping-pong” que nos motivou muito e então fazia todo o sentido criar a editora. Nós somos praticamente irmãos e vejo-o como um irmão mais velho e o projeto da editora acabou por fazer todo o sentido, para podermos editar a nossa própria música com aquela excitação da ingenuidade, de achar que era tudo muito fácil. É claro que nem sempre é. Fazemos edições digitais e físicas, em vinil e CD, mas editar música digitalmente hoje é muito fácil. Temos a sorte de ter muita gente por todo o mundo que nos apoia.
 
 
Como é aceitar um convite de pisar palcos de grandes festivais como o NOS Primavera Sound ou o Rock in Rio?
É com muito empenho, sobretudo numa altura em que me colocam a tocar em horários nobres e então é um privilégio muito grande. Normalmente respondo a estes desafios com muito trabalho e quero sempre dar o melhor de mim e o melhor espetáculo possível.
 
E o público adere, certamente...
Sim. Tem sido assim e é muito bom sentir esse carinho.
 
Fala-nos do teu tema mais recente, “Dream On”, editado pela Majestic Casual.
Essa editora começou como um canal de Youtube, normalmente com uma fotografia nos vídeos de uma menina bonita ou de um pôr-do-sol, mas depois ficou associada a um certo estilo de música mais chill e alguma eletrónica mais etérea. Na altura, eu tinha esse tema terminado e queria editá-lo o mais rápido possível. A editora mostrou interesse imediato, uma vez que já tinham publicado alguns temas meus e decidimos experimentar. Não queria ter a pressão de associar a música a um álbum ou numa edição mais longa. Tem corrido muito bem. Estou contente.
 
 
O que podes desvendar acerca da tua carreira a curto prazo?
Ainda estou a tocar muito este álbum que saiu em outubro. Acho que funciona muito bem em espetáculo ao vivo com banda e o Ghettoven a interpretar as diferentes personagens que são os cantores convidados. Estou a trabalhar em faixas novas, apesar de ainda não saber se serão apenas singles ou se irei incluir num novo álbum. Tenho uma linha de montagem quase alinhada de coisas para sair e não quero estar à espera de ter 20 músicas prontas para editar um álbum. Vou lançando músicas à medida que elas estiverem prontas e se for caso disso, editá-las. Se depois fizer sentido, ou não, incluí-las num álbum logo decido. Mas, por causa de vir também do mundo da pista, gosto muito de álbuns porque cresci a ouvir artistas de álbuns mas, também venho do mundo das 12 polegadas e faz sentido que as coisas saiam depressa. É uma tirania ter uma música pronta e ter de esperar 5 ou 6 meses para que elas saiam e então gosto de subverter esse processo. Como somos donos da nossa própria editora e donos do nosso destino, temos recursos para o fazer. É um privilegio, claro.
 
Que mensagem gostarias de deixar aos leitores e seguidores do Portal 100% DJ?
Continuem a apoiar a música de dança feita em Portugal. Acho que estamos num momento muito saudável da música de dança portuguesa e é bom sentir isso tanto a falar com público mais jovem como os da velha guarda. Apesar de já não me sentir desta geração, admiro os dois lados e sinto-me um bocado no meio disto tudo. É bom sentir que estamos a viver um momento muito saudável e os artistas estão muito bem representados nos festivais nacionais e internacionais. Para mim, é um privilégio que haja também pessoas interessadas em cobrirem o que está a acontecer, como vocês, e desejo o meu maior apoio para o vosso trabalho.
 

Publicado em Entrevistas
A Red Bull Music volta a juntar-se ao Neopop Electronic Music Festival para duas noites de boa música eletrónica a 10 e 11 de agosto, no Teatro Sá de Miranda em Viana do Castelo. Este novo palco tem a capacidade para 300 lugares.
 
Durante estes dois dias, os festivaleiros vão ter a oportunidade de assistir ao vivo às atuações de Death Peak, GPU Panic, James Holden & The Animal Spirits e Surma. A abertura de portas do teatro está marcada para as 20h30, com os espetáculos a começar pelas 21 horas.
 
No palco principal do Neopop Electronic Music Festival, que decorre entre os dias 8 e 11 de agosto e fica localizado no Forte Santiago da Barra, vão passar nomes como Ben Klock, Solomun, Jeff Mills, Joseph Capriati, Ricardo Villalobos, Marco Carola, Nina Kraviz, Zé Salvador, Lewis Fautzi, entre outros.
 
Os bilhetes exclusivos para as atuações no Teatro Sá de Miranda podem ser comprados no site oficial da Red Bull, enquanto que os bilhetes diários e passes gerais para o Neopop Electronic Music Festival podem ser adquiridos na Ticketline.
 
Publicado em Festivais

 

Com a implementação da nova lei a partir de amanhã, que proíbe os menores de 18 anos de consumir qualquer bebida alcoólica, os promotores dos festivais de música começaram agora a definir novas estratégias, que podem passar por colocar pulseiras especiais apenas a quem tenha atingido a maioridade.
 
Em declarações à Agência Lusa, Luís Montez promotor da Música do Coração, confirmou a implementação das pulseiras especiais aos maiores de 18 anos, que lhes permite consumir bebidas alcoólicas, nos festivais Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste.
 
As pulseiras serão colocadas mediante a apresentação de um documento de identificação, em localizações especiais nos recintos dos eventos. Até ao momento, festivais como o Sumol Summer Fest ou o Paredes de Coura ainda não têm decisão final tomada em relação a esta nova estratégia.
 
Segundo o promotor João Carvalho, do festival Paredes de Coura, em delarações à Lusa, a pulseira pode também ser apenas atribuída a menores de 18 anos após a apresentação do bilhete de identidade.
 
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) vai reforçar a fiscalização com o começo da época dos festivais de verão, controlando também o consumo de álcool por adolescentes.
 
Este sistema já é utilizado há algum tempo em países como os Estados Unidos da América, em eventos que aceitam menores de 18 anos.
 
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A edição deste ano do NOS Alive foi considerada como a mais mediática de 2015, segundo do estudo “Maratona dos Festivais de Verão” da Cision realizado entre outubro de 2014 e setembro passado.
 
Foram publicadas 5703 notícias sobre o festival do Passeio Marítimo de Algés e mais de 26 horas de tempo de antena sobre o evento. O Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste também fazem parte da lista.
 
Este estudo analisa a presença dos festivais de verão em mais de 2000 meios de comunicação como a televisão, rádio, imprensa e online. Os resultados são medidos com o número de notícias identificadas, espaço e tempo de antena, incluindo ainda as audiências e o espaço ocupado pela publicidade nos meios de comunicação social.
 
Confere abaixo a lista:
 
  • 1 – NOS Alive
  • 2 – Super Bock Super Rock
  • 3 – MEO Sudoeste
  • 4 – Vodafone Paredes de Coura
  • 5 – MEO Marés Vivas
  • 6 – NOS Primavera Sound
 
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O NOS Alive é o mais recente grande festival de música nacional a ser cancelado, a dois meses do seu regresso ao Passeio Marítimo de Algés, após a confirmação do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, cidade onde ia decorrer o evento entre os dias 8 e 11 de julho, segundo a rádio Renascença.
 
“Tem de se continuar a programar e a trabalhar, mas naturalmente que há determinados eventos, que por razões que têm a ver com os cuidados e a prudência que se tem que tomar, no que diz respeito aos ajuntamentos, que com certeza não se podem realizar. Há grandes festivais que não se vão realizar. É mais ou menos sabido que o Alive não se vai realizar este ano”, afirmou o autarca na sessão extraordinária do executivo na passada terça-feira.
 
No entanto, a organização do festival, a cargo da Everything Is New ainda não divulgou nenhum comunicado oficial acerca desta decisão e a imprensa não tem conseguido obter respostas por parte da empresa de Álvaro Covões.
 
A artista Taylor Swift, que ia estrear-se em Portugal no palco principal do NOS Alive, foi a primeira artista a cancelar o seu concerto naquele evento e toda a digressão devido à pandemia de COVID-19.
 
Nas últimas semanas, Álvaro Covões tem admitido a possibilidade de cancelar o festival, uma vez que a pandemia vai “levar tempo”, apesar de continuar “a trabalhar seguindo todas as orientações e recomendações do Governo português, da Direção Geral da Saúde e com todas as autoridades competentes”.
 
“Dia a dia, continuamos a avaliar todas as possibilidades de desfrutar da música no Passeio Marítimo de Algés e por isso estamos a trabalhar em todos os cenários, incluindo o adiamento de datas do festival, com o mesmo cartaz”, segundo a Everything is New.
 
O Governo prometeu decisões oficiais acerca dos festivais de verão para os próximos dias.
 
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terça, 28 janeiro 2020 15:06

DVBBS provocam “tsunami” no RFM Somnii

A dupla DVBBS está de regresso a Portugal no próximo verão e prometem provocar um verdadeiro “Tsunami” no festival RFM Somnii – O Maior Sunset de Sempre, que vai decorrer na Figueira da Foz entre os dias 10 e 12 de julho.
 
Além da dupla de irmãos canadianos, está também confirmada a presença de Tropkillaz e Mandragora, que se juntam aos já anunciados Vini Vici, Miss K8 e Dimitri Vegas & Like Mike.
 
Recorde-se que a carreira de DVBBS tem sido alvo de várias polémicas, incluindo o cancelamento da atuação da dupla na Queima das Fitas de Coimbra em 2015 devido a conflitos com a organização.
 
Os bilhetes para o RFM Somnii – O Maior Sunset de Sempre encontram-se disponíveis nos locais habituais com preços entre os 39,90€ e os 99,99€.
 
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