18-07-2019

  Diretor Ivo Moreira | Periodicidade Diária

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O festival Dancefloor, que vai decorrer no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, já conta com três nomes de peso no cartaz da edição deste ano, marcada para os dias 27 e 28 de julho.
 
Blasterjaxx, Audioctricz, Noisecontrollers e os portugueses KEVU são os primeiros nomes confirmados para o evento, que no ano passado recebeu mais de 13 mil visitantes. Na edição de 2017, Kura, Yves V, MakJ e Headhunterz faziam parte do line-up.
 
Este festival é uma grande aposta na música eletrónica, principalmente na sua vertente de hardstyle. Os bilhetes já se encontram à venda a partir de 10 euros.
 
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É um dos artistas de música eletrónica internacional mais versáteis, que junta um trompete aos seus espetáculos e está de volta a Portugal este ano. Timmy Trumpet é a mais recente confirmação para a EDP Beach Party, no dia 30 de junho.
 
O DJ e produtor australiano junta-se assim a Steve Aoki no cartaz da EDP Beach Party, que vai decorrer entre os dias 29 e 30 de junho, na praia do Aterro Norte em Matosinhos.
 
Os bilhetes já estão à venda entre os 17 e os 70 euros nos locais habituais. O Fã Pack Fnac que inclui também um bilhete para os Melhores do Ano da rádio Nova Era já se encontra esgotado.
 
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A terceira edição do Out Fest - Electronic Sun Festival já está marcada e vai decorrer em Cascais nos dias 26 e 27 de maio, no Parque Marechal Carmona, marcando o início do verão com muita animação e música eletrónica no cartaz.
 
Durante o fim-de-semana, os visitantes vão usufruir de uma experiência única qe une a natureza com a melhor música da atualidade, que conta também com uma zona para crianças e área de street food.
 
No cartaz constam nomes como Rui Vargas, Octa Push, Leo e Bruno, Kiasmos, Alkalino, Alex Barck (Jazznova) e Tiger & Woods.
 
O festival é organizado por uma parceria entre a NCS e a Câmara Municipal de Cascais, com o apoio da Somersby. O passe para dois dias tem um custo de 15 euros até ao dia 31 de março, subindo depois para 20 euros. O bilhete diário terá um custo de 15 euros.
 
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O Algarve acaba de ganhar um novo festival de música eletrónica, intitulado Solaris Sunset Empire, que vai decorrer nos dias 14 e 15 de agosto, na Praia da Rocha, em Portimão, das 14 à 1 hora da madrugada.
 
Até ao momento estão confirmados Afrojack, a dupla W&W, KSHMR, Fedde Le Grand, Tchami, Kungs, Dannic, Juicy M, Mike Williams, Michael Calfan, Ravitez, Trobi e os portugueses Rich & Mendes que prometem agitar as areias algarvias e transformar aquela praia numa gigante pista de dança, acompanhados das melhores sonoridades eletrónicas.
 
E como a festa não pode acabar, durante as duas noites de festival vão decorrer ainda after parties no Blanco Beach Club, das 01h30 às 06h00. Os bilhetes estão disponíveis no site oficial, com preços entre os 9,99 e os 100 euros.
 
Confere abaixo os artistas distribuídos pelos respetivos dias:
 
14 de agosto:
KSHMR
Fedde Le Grand
Kungs
Dannic
Mike Williams
Trobi
 
15 de agosto:
Afrojack
W&W
Tchami
Juicy M
Michael Calfan
Ravitez
 
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Com a implementação da nova lei a partir de amanhã, que proíbe os menores de 18 anos de consumir qualquer bebida alcoólica, os promotores dos festivais de música começaram agora a definir novas estratégias, que podem passar por colocar pulseiras especiais apenas a quem tenha atingido a maioridade.
 
Em declarações à Agência Lusa, Luís Montez promotor da Música do Coração, confirmou a implementação das pulseiras especiais aos maiores de 18 anos, que lhes permite consumir bebidas alcoólicas, nos festivais Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste.
 
As pulseiras serão colocadas mediante a apresentação de um documento de identificação, em localizações especiais nos recintos dos eventos. Até ao momento, festivais como o Sumol Summer Fest ou o Paredes de Coura ainda não têm decisão final tomada em relação a esta nova estratégia.
 
Segundo o promotor João Carvalho, do festival Paredes de Coura, em delarações à Lusa, a pulseira pode também ser apenas atribuída a menores de 18 anos após a apresentação do bilhete de identidade.
 
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) vai reforçar a fiscalização com o começo da época dos festivais de verão, controlando também o consumo de álcool por adolescentes.
 
Este sistema já é utilizado há algum tempo em países como os Estados Unidos da América, em eventos que aceitam menores de 18 anos.
 
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É um dos nomes da dance scene nacional que todos devem ouvir, ver e lembrar. Com uma carreira além fronteiras, Moullinex pisou o palco Music Valley na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa numa atuação energética que pôs todos os presentes a dançar. O Portal 100% DJ esteve à conversa com o artista português nos bastidores do  evento e além da sua carreira, falou-nos sobre as suas parcerias e ainda do seu novo tema editado pela famosa Majestic Casual.
 
Como surgiu a oportunidade de criares remixes para os Two Door Cinema Club ou Cut Copy?
Comecei por fazer remixes não oficiais. Colocava-os online e comecei a ter alguma atenção em blogs, com pedidos para remixes oficiais. O primeiro grande remix foi o dos Cut Copy e mudou muita coisa, começaram a chamar-me aqui e ali para tocar e fazer remisturas. Com os Two Door Cinema Club surgiu nesse mesmo contexto, foi a editora deles que fez o convite. De facto, fiquei muito contente com esse início, foi uma grande ajuda para tudo o que faço agora.
 
Juntamente com Xinobi, és proprietário da editora Discotexas e já trabalharam muitas vezes juntos. O que vos ligou?
Desde o início do projeto Moullinex que eu trabalho com o Bruno (Xinobi), em “modo ping-pong”. Na altura em que eu lhe comecei a falar foi quando ele estava numa banda de rock português, a Vicious Five, que eu gostava muito e quis fazer uma remistura deles. Quem me respondeu ao pedido foi o Xinobi, que era o guitarrista. A partir daí começámos o nosso processo de “ping-pong” que nos motivou muito e então fazia todo o sentido criar a editora. Nós somos praticamente irmãos e vejo-o como um irmão mais velho e o projeto da editora acabou por fazer todo o sentido, para podermos editar a nossa própria música com aquela excitação da ingenuidade, de achar que era tudo muito fácil. É claro que nem sempre é. Fazemos edições digitais e físicas, em vinil e CD, mas editar música digitalmente hoje é muito fácil. Temos a sorte de ter muita gente por todo o mundo que nos apoia.
 
 
Como é aceitar um convite de pisar palcos de grandes festivais como o NOS Primavera Sound ou o Rock in Rio?
É com muito empenho, sobretudo numa altura em que me colocam a tocar em horários nobres e então é um privilégio muito grande. Normalmente respondo a estes desafios com muito trabalho e quero sempre dar o melhor de mim e o melhor espetáculo possível.
 
E o público adere, certamente...
Sim. Tem sido assim e é muito bom sentir esse carinho.
 
Fala-nos do teu tema mais recente, “Dream On”, editado pela Majestic Casual.
Essa editora começou como um canal de Youtube, normalmente com uma fotografia nos vídeos de uma menina bonita ou de um pôr-do-sol, mas depois ficou associada a um certo estilo de música mais chill e alguma eletrónica mais etérea. Na altura, eu tinha esse tema terminado e queria editá-lo o mais rápido possível. A editora mostrou interesse imediato, uma vez que já tinham publicado alguns temas meus e decidimos experimentar. Não queria ter a pressão de associar a música a um álbum ou numa edição mais longa. Tem corrido muito bem. Estou contente.
 
 
O que podes desvendar acerca da tua carreira a curto prazo?
Ainda estou a tocar muito este álbum que saiu em outubro. Acho que funciona muito bem em espetáculo ao vivo com banda e o Ghettoven a interpretar as diferentes personagens que são os cantores convidados. Estou a trabalhar em faixas novas, apesar de ainda não saber se serão apenas singles ou se irei incluir num novo álbum. Tenho uma linha de montagem quase alinhada de coisas para sair e não quero estar à espera de ter 20 músicas prontas para editar um álbum. Vou lançando músicas à medida que elas estiverem prontas e se for caso disso, editá-las. Se depois fizer sentido, ou não, incluí-las num álbum logo decido. Mas, por causa de vir também do mundo da pista, gosto muito de álbuns porque cresci a ouvir artistas de álbuns mas, também venho do mundo das 12 polegadas e faz sentido que as coisas saiam depressa. É uma tirania ter uma música pronta e ter de esperar 5 ou 6 meses para que elas saiam e então gosto de subverter esse processo. Como somos donos da nossa própria editora e donos do nosso destino, temos recursos para o fazer. É um privilegio, claro.
 
Que mensagem gostarias de deixar aos leitores e seguidores do Portal 100% DJ?
Continuem a apoiar a música de dança feita em Portugal. Acho que estamos num momento muito saudável da música de dança portuguesa e é bom sentir isso tanto a falar com público mais jovem como os da velha guarda. Apesar de já não me sentir desta geração, admiro os dois lados e sinto-me um bocado no meio disto tudo. É bom sentir que estamos a viver um momento muito saudável e os artistas estão muito bem representados nos festivais nacionais e internacionais. Para mim, é um privilégio que haja também pessoas interessadas em cobrirem o que está a acontecer, como vocês, e desejo o meu maior apoio para o vosso trabalho.
 

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O Corcovado Fest, que estava marcado para amanhã, dia 25 de agosto no Forte São Neutel em Chaves, foi cancelado hoje “devido a um problema com a instalação atempada das infra-estruturas necessárias para a realização do mesmo”, comunica a organização.
 
No entanto, a mesma garante que está a “estudar a possibilidade da realização do festival no dia 15 de setembro”. No cartaz, constavam nomes como DJ Patife, Gisela João, entre outros.
 
O dinheiro dos bilhetes irá ser devolvido na sua totalidade. Quem adquiriu através da Ticketline, receberá o valor das entradas na conta bancária por onde o mesmo foi pago. Os festivaleiros que compraram nos postos de venda em Chaves, deverão digirir-se a esses locais para solicitar a devolução.
 
A organização pediu ainda “desculpa a todos os Flavienses e ao Município de Chaves pelos incómodos causados” e agradeceu aos “artistas, agentes e fornecedores” pela “compreensão e palavras de apoio”.
 
 
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terça, 12 fevereiro 2019 00:01

Boom Festival conquista prémio internacional

É considerado como um dos maiores festivais do mundo e acaba de receber um novo prémio. Pela sexta vez consecutiva, o Boom Festival conquistou o “Outstanding Greener Festival Award 2018”, sendo o único evento português premiado.
 
Este galardão é uma iniciativa internacional que premeia eventos exemplares para a indústria através das suas práticas de sustentabilidade e redução de impactos ambientais. 
 
Todos os candidatos passam por uma avaliação rigorosa e os resultados foram apresentados no passado dia 18 de janeiro na Eurosonic Noorderslag, na Holanda.
 
O Boom Festival tem apostado na defesa do ambiente, com regras que obrigam todos os restaurantes a usarem material biodegradável, reciclagem de comida, um programa de revitalização da economia local, redução do consumo de energia e água, entre outras.
 
 
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O festival MEO Sudoeste, que decorreu no mês passado na Zambujeira do Mar, foi o grande evento de música mais mediático em agosto, segundo um estudo feito pela Cision.
 
O estudo “Maratona dos Festivais de Verão – Ranking Cision” analisou o desempenho mediático de vários festivais, com base no número de artigos noticiosos e o espaço e tempo ocupados pelos mesmos na comunicação social. A análise foi feira a mais de 2000 meios de televisão, rádio, imprensa e online.
 
Segundo a revista Blitz, o MEO Sudoeste foi referido em 795 notícias, seguido pelo Vodafone Paredes de Coura com 1048 e o Sol da Caparica com 462. Entre janeiro e agosto, o NOS Alive foi o mais mediático.
 
Confere abaixo a lista dos festivais mais mediáticos no mês de agosto:
 
  • 1 – MEO Sudoeste
  • 2 – Vodafone Paredes de Coura
  • 3 – Sol da Caparica
  • 4 – EDP Cool Jazz
  • 5 – NOS Alive
  • 6 – Super Bock Super Rock
  • 7 – NOS Primavera Sound
  • 8 – MEO Marés Vivas
  • 9 – Sumol Summer Fest
 
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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou na passada quinta-feira, 27 de agosto, uma ação de fiscalização no Festival do Crato, evento que decorre até este sábado, naquela vila no distrito de Portalegre.
 
Segundo o comunicado divulgado pela ASAE, nesta ação foram fiscalizados 32 operadores económicos, instaurados 13 processos de contra-ordenação por disponibilização de álcool e por venda de álcool a menores e 2 processos por falta de aviso de álcool. 
 
Foram ainda instaurados 2 processos por falta de HACCP e por falta de aviso do livro de reclamações. Além destes resultados a ASAE identificou 24 menores com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos.
 
O Festival do Crato é desde o ano 1984, um evento que conta música, artesanato, gastronomia e cultura popular e ano após ano tem alcançado um lugar de destaque no panorama das iniciativas da mesma natureza, tendo-se transformado num dos mais procurados Festivais de Verão.
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100% DJ. Projeto editorial independente cujos valores se guiam pelo profissionalismo, isenção e criatividade, tendo como base de trabalho toda a envolvente da noite nacional e internacional, 365 dias online.

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