quinta, 05 novembro 2009 16:31

Duas frentes na 'Gerra dos Sexos'

Lisboa prepara-se para ganhar um novo conceito de evento LGBT: a primeira edição da ''Guerra dos Sexos'' realiza-se no dia 28 de Novembro, a partir das 23h30, na Sala das Colunas do LxFactory, em Lisboa. Um espaço, duas festas. O combate musical será protagonizado pelos DJs cabeças-de-cartaz: Tânia Pascoal e Andy H.

A Guerra dos Sexos, iniciativa conjunta da Lesboa Party e da Sparkling Party, festas direccionadas ao segmento LGBT e reconhecidas a nível nacional e internacional, surge como um evento pioneiro, em sintonia com as maiores e melhores noites do mundo, pensado para o público lésbico e gay.

A proposta da Guerra dos Sexos é nova e inovadora: um espaço, duas das maiores festas LGBT em confronto. De um lado estará a Lesboa Party, do outro a Sparkling Party.

A Sala das Colunas, eleita para a Guerra dos Sexos, terá duas entradas. Uma para o público Lesboa, outra para os frequentadores da Sparkling. Uma barreira física irá separar as duas festas, mulheres e homens, até às 02h30, altura em que o ‘muro’ será derrubado, unificando o espaço e os públicos.

Na cabine, o warm up antecede o combate musical entre Tânia Pascoal, a representar a Lesboa, e Andy H, pela Sparkling, acompanhados pelos visuals dos VJs H Collective. Quem irá ganhar, ou seja, ‘puxar’ mais pelo público?

Bilhetes à venda online, na TicketLine (ticketline.pt), nos locais habituais e no dia e local do evento.
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De entre 27 a 29 de Maio, o Castelo de S. Jorge, em Lisboa, vai receber a 25ª edição do Mercado Mundo Mix (MMM) que decorrerá das 12h às 23h. O movimento de vanguarda com características alternativas ligadas à cultura urbana pretende apresentar novos talentos, ideias e tendências nas áreas das artes, música, moda e design.

Este ano, o MMM apresenta, entre outros artistas, Pedro Costa Pinto, cujos desenhos bem-humorados venceram o concurso “Procuram-se novos talentos”, assim como novas bandas e DJs que pisarão o Palco Mundo Mix Sound System, enquanto que no terraço do Espaço Museológico estará o Tagus Pop Lounge com uma programação própria.

Haverá também uma exposição de fotografias, artes plásticas e cerâmica no espaço criativo Art Mix, com a participação da TOSCA Lab, Alt Fabrik e L.A.C. – Laboratório de Actividades Criativas. O público poderá ainda realizar, gratuitamente, sessões de Yoga e meditação com taças tibetanas, pela mão da Brahmi Oriental Wellness, e participar no círculo dos tambores organizado por Winga Kan, na Zona Zen.

Como nos anos anteriores, o Mini Mix, desta vez no interior do Castelo, em parceria com a Oficina dos Sonhos, também marcará presença. Trata-se de um espaço onde os mais pequenos poderão aprender a criar os seus próprios brinquedos a partir da reciclagem de materiais reutilizáveis ou a fazer um mini-jardim de ervas aromáticas que poderão levar para casa.

Um dos grandes destaques será a apresentação da jovem estilista brasileira Silvia Ferraz, que com a sua colecção de roupa para criança venceu a 3ª edição do Ponto Zero - concurso que tem por objectivo a descoberta de novos estilistas empreendedores no Brasil– e que terá a companhia de alguns dos outros estilistas da Casa de Criadores, como Gabriela Sakate, Cynthia Hayashi e Karin Feller. As criações destas estilistas serão apresentadas num desfile de moda aberto ao público, que terá lugar no dia 27 de Maio, às 19h30, e estarão à venda na loja Ponto Zero durante os 3 dias do evento.

Este ano, destaca-se ainda a actuação da Nação Vira Lata, um projecto paralelo de Winga, e Blasted Mechanism, a quem se juntaram o Lascas, a Papaia, o Piteiras, o Bubua e o Shogun com o propósito de criar uma sonoridade nova de música de fusão.
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Devido às recomendações das autoridades de saúde e de forma a combater a propagação da pandemia que atualmente afeta todo o mundo, a apresentação ao vivo do icónico DJ e produtor Black Coffee no Campo Pequeno, em Lisboa, foi adiada.

O evento que estava agendado para dia 3 de maio, acontece agora a 20 de setembro, domingo, e os bilhetes vão voltar a estar à venda em toda a rede da Ticketline com valores que oscilam entre os 25 e os 87,50 euros.

Além de um palco exclusivo, este espetáculo será repleto das já conhecidas sonoridades house, deep house e afro house, que transformarão o Campo Pequeno no maior palco da música eletrónica em Portugal, tendo como cabeça de cartaz Nkosinathi Maphumulo, dono da editora Soulistic Music, pela qual editou o álbum "Pieces Of Me" em 2015.
 
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A próxima edição do Talkfest – International Music Festivals Forum e dos Iberian Festival Awards regressa a Lisboa nos dias 15 e 16 de março de 2018 recheada de novidades.
 
O primeiro dia do evento conta com os Iberian Festival Awards, numa gala exclusiva que vai decorrer no Fórum Lisboa, em Alvalade, seguindo-se de uma afterparty. Foram apresentadas novas categorias como a Best Academic Festival, Best Lusophone and Hispanic Festival e Best Non-Music Festival.
 
O segundo e último dia do Talkfest vai estar repleto de conferências, apresentações profissionais e científicas, seminários, documentários, job fair, exposições e uma afterparty no Topo, no Chiado. A programação, a ser revelada em breve, vai ser distribuída por um auditório, três salas e um foyer no Museu das Comunicações.
 
Os bilhetes para o Talkfest já se encontram disponíveis numa fase “Early Bird” até ao próximo dia 15 de outubro.
 
Recorde-se que o Portal 100% DJ foi nomeado no ano passado para os Iberian Festival Awards na categoria de Best Media Partner.
 
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O DJ e produtor português Pedro Cazanova lançou recentemente o seu último álbum, através da Sony Music Entertainment, e a festa de apresentação decorrerá no próximo dia 25 de outubro (sábado), no Lust, em Lisboa, a partir das 23h50.
 
O evento de comemoração é uma parceria entre a rádio Mega Hits, a Symphonik e a Mood Events, que contará com a performance de Pedro Cazanova. O novo álbum já está à venda, mas no local do evento pode ser adquirido juntamente com um autógrafo do artista.
 
“On Fire”, com a participação de Max’C, é o primeiro single do mais recente CD de originais de Pedro Cazanova, que conta com um videoclip gravado no festival MEO Sudoeste, na Zambujeira do Mar.
 
Para os fãs que adquirirem o CD nas lojas Fnac, poderão encontrar vouchers que dão acesso direto à festa de sábado.
 
Pedro Cazanova alcançou o reconhecimento internacional com o lançamento do hit “Selfish Love”, com os vocais de Andrea. Desde então tem percorrido as melhores casas e festivais um pouco por todo o planeta.
 
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Decorreu este fim-de-semana em Lisboa o primeiro Congresso Profissional de Música Electrónica onde tive o prazer de estar presente e onde fui convidado para partilhar um pouco da minha experiência na conferência sobre "Carreiras e Agenciamento". Se é de saudar esta iniciativa, terei também de partilhar convosco o meu ponto de vista onde todos temos errado nesta indústria. 
 
Existem uma série de questões relacionadas com esta indústria que terão de ser resolvidas e este primeiro passo foi extremamente importante, no entanto, não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes. Não sei se foi por falta de informação, se teriam estado todos a trabalhar num fim-de-semana à tarde ou se é o que eu penso e cada um só pensa no seu "umbigo" ou se fica com o "orgulho" ferido por não ter recebido um convite formal para estar presente. 
 
Neste Congresso, a conferência mais aguardada era a que iria colocar todos os presentes em "confronto/debate" com os representantes do IGAC, SPA e PASSMÚSICA.
A meu ver, nada do que se pretendia foi alcançado (apesar da abertura para debater os mais variados assuntos por parte das diferentes entidades). 
Esta Conferência e os assuntos relacionados com a mesma deveriam ter tido uma duração muito superior à que teve e onde houve muita gente que não teve oportunidade de colocar as suas questões e ver esclarecidas as suas dúvidas. Mais importante que isso, foi o facto de tudo o que ali foi falado, não adiantou em nada. Ficou por resolver (ou agendar/planear como e onde o resolver) a profissionalização da profissão de DJ, não ficou resolvida nenhuma questão relacionada com as plataformas musicais e apenas ouvimos mais do mesmo... FACTURAS E PAGAMENTOS. Possivelmente as melhores informações vieram da parte de onde menos se esperava (Passmúsica e IGAC) no que diz respeito às fiscalizações, onde as intervenções dos dois elementos ligados à fiscalização mostraram a abertura possível e explicaram que apenas exercem o que a lei (ou ausência dela) exige e o que os artistas/DJs deverão fazer e facilitar no caso de serem fiscalizados. 
 

(...) não consigo perceber o porquê de muitos dos interessados não terem estado presentes.

 
Um primeiro passo foi dado... há abertura por parte das entidades para ouvir os DJs, produtores e os seus representantes, no entanto nada disto irá acontecer porque continuamos nesta indústria a "assobiar para o lado" e ficamos à espera que haja alguém que a resolva em vez de haver uma união e que, em conjunto, seja exercida a devida pressão necessária, deixando "brechas" para que haja uns "iluminados" que abrem associações ilegais, sem estatutos e que não representam ninguém e onde apenas vivem para aumentar a sua conta bancária pessoal e o seu ego (falo directamente e abertamente da APDJs e do seu representante). 
 
Existem apenas 2 passos que podem ser tomados. A abertura LEGAL de uma associação e um sindicato para os DJs e Produtores de música electrónica (o que é praticamente impossível) porque terá de ser provado junto do Governo que a profissão é necessária e tem de ser legislada sendo de interesse público ou teremos de em conjunto com as entidades supracitadas (IGAC, SPA e Passmúsica) conseguir que as mesmas façam chegar essa informação a quem poderá efectuar a legislação devida para a "nossa" profissionalização. 
 
Existe algo que podemos usar como "trunfo" ou forma de conseguir ser ouvidos. A SPA é regida pelas normas "associativas", assim sendo, a única forma que temos disponível para que a nossa voz seja ouvida é termos voz activa dentro da SPA. Não podemos tentar lutar "de fora" e a única forma de fazer algo é estarmos dentro das Associações. Se os milhares de DJs e produtores de música electrónica formarem uma lista associativa (onde todos terão de estar inscritos como associados da SPA) e concorram com essa lista de elementos na próxima Assembleia Geral para a eleição dos órgãos sociais da SPA, com toda a certeza que seremos "olhados" de outra forma por parte de todas as entidades. Se conseguirmos fazer parte da solução e não do problema e conseguirmos ter voz DENTRO de quem realmente consegue ter voz e poderá ajudar, todos irão sair a ganhar com este processo. Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos, que resolva o problema da nossa indústria onde o que se pretende é uma profissionalização e que não sejam os DJs e Produtores a pagar, entregar dividendos a autores e produtores que não fazem nada à uma série de anos, que não representam nada (actualmente) na indústria discográfica, dos espectáculos ou entretenimento e que principalmente as entidades percebam que a realidade da reprodução/produção e venda da musica já não é a mesma de à uns anos atrás. 
 

Temos de ser nós a dar o passo e não estar à espera que haja alguém que não tem ou não sabe o que pretendemos(...)

 
Não vamos conseguir explicar que as verbas terão de vir de uma taxa sobre quem fornece o serviço de Internet (operadoras) e que não pode ser imputada uma responsabilidade a quem pretende oferecer a sua música, seja ela para execução pública ou privada. Não vamos conseguir explicar que um "Remix" é uma obra nova (apesar de quando é editado a SPA já o considerar como tal), não vamos conseguir explicar que não temos documentos nem facturas quando uma "promo" ou uma faixa é disponibilizada para "free download" e que não podemos pedir (nem nenhum produtor o fará) um documento escrito com a identificação a quem foi "dada" uma determinada obra (imaginem o que seria se os U2 ou o Bono tivesse de passar um documento a todos os que descarregaram o último trabalho gratuito pelo iTunes). 
 
Só de dentro para fora poderemos ser escutados e se, de uma vez por todas, unirmos os esforços e assumirmos o compromisso que queremos ver legislada a "nossa" profissão e a forma como a desempenhamos bem como os meios que são utilizados. Esta é uma profissão e uma indústria que devidamente trabalhada é do interesse público, gera receitas e fontes de rendimento e inerentemente poderá trazer ao nosso País uma fonte de rendimento acrescida e contribuir directa e indirectamente para o seu crescimento.
 
Ricardo Silva
DWM Management
 
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Será no Labirinto Lisboa, antigo mítico Loft, que a Kalimodjo irá apresentar na próxima sexta-feira, 4 de outubro, uma nova edição de Back2Basics, evento dedicado e focado na promoção das sonoridades do Drum and Bass e que, segundo a organização, tem como propósito enaltecer os seus mentores e as suas influências, bem como divulgar as raízes de todos os espectros sonoros aos novos aficionados.

Esta festa irá também celebrar a união da Kalimodjo à recém-criada Konnect. Ambas as produtoras trazem a Portugal o DJ Skeptical, recém-nomeado na categoria "Best Alternative DJ" pelos prémios Drum N Bass Arena Awards e que conta com inúmeras faixas nas reconhecidas editoras Soul:R, Metalheadz, Ingredients, Dispatch, entre outras. O seu último álbum "Enjoy this trip" foi lançado a 8 de junho.

A armada portuguesa deste cartaz contempla um pouco de todas as influências e por isso conta com a presença dos DJs Fragz, Groovekid, Vowel que recentemente figurou no Top 40 do Beatport com o seu EP, YLS e um B2B com Rod G e Knwn. 

Os ingressos estão à venda no site da Kalimodjo com preços que variam entre os 10 e os 18 euros.
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Depois de percorrer o planeta durante as últimas duas décadas a "Corrida Mais Louca do Mundo" assinada pela Red Bull, regressa a Portugal no dia 9 de setembro para a sua terceira edição que promete proporcionar momentos únicos boa disposição e muita velocidade. 

À semelhança das duas edições anteriores (2004 e 2011), o evento deste ano decorre no Parque Eduardo VII, bem no coração da Capital, um cenário com caraterísticas ideais para montar a pista e receber o público. Lisboa junta-se assim a cidades como Tóquio, Paris, São Francisco, Buenos Aires e Istambul - entre tantas outras - como palco deste desafio. 

Além do gosto pela velocidade, a primeira condição para participar é ter mais de 16 anos. As equipas são compostas por um máximo de quatro elementos, um coletivo que deverá meter mãos à obra para conceber os mais originais veículos sem motores, sendo que o único combustível permitido é Red Bull. As dimensões das máquinas estão limitadas a três metros de comprimento, dois de largura e 2,5 metros de altura - para um peso máximo de 80Kg. No dia da corrida, as formações eleitas vão ser avaliadas por um júri tendo em conta três fatores: tempo, criatividade/originalidade do veículo e interatividade com o público.

Os interessados em participar devem fazer a sua inscrição no site do evento até ao dia 17 de junho e começar a trabalhar no desenvolvimento do projeto. As máquinas mais originais e com maior potencial técnico, de acordo com os regulamentos da competição, vão depois ganhar asas e sair do papel. 

Segundo a organização, a equipa vencedora vai viver uma experiência única Red Bull Racing durante um fim-de-semana, numa corrida europeia, em parceria com a TAP. Os segundos classificados receberão uma experiência WRC Rally de Portugal em 2019 para toda a equipa, em parceria com o ACP, e os terceiros uma driving experience com o Tiago Monteiro, em Portugal.

O 3º Grande Prémio Red Bull Lisboa é uma organização conjunta da Red Bull Portugal e da Câmara Municipal de Lisboa, com o apoio da TAP, ACP e Pattex.
 
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Se o mundo inteiro cabe em Lisboa, pode garantir-se que pelo eixo do Intendente passam várias latitudes: há por ali África, Brasil e até Caraíbas. Pelo menos na próxima noite de 12 de junho, quando Red Bull o Santo Vertical voltar a realizar uma aparição naquele Largo alfacinha.
 
Na festa maior dos santos populares, quando Lisboa se enche de bailaricos, de marchas e de cheiro a sardinha, todos os caminhos conduzirão, uma vez mais, ao Largo do Intendente, o centro de onde emana uma nova Lisboa, lugar de encontro de culturas, de gerações, de sensibilidades e, claro, da mais festiva música que Portugal vai oferecendo ao mundo.
 
O Red Bull o Santo Vertical volta a propor uma fachada como palco diferente para uma festa que se quer igual na entrega e no espírito de partilha, mas absolutamente única na proposta artística. Como em anos anteriores, o Red Bull o Santo Vertical promete deixar todos os corações ao alto e todas as ancas agitadas com uma programação de luxo. 
 
Pelo palco vai passar, Branko, homem dos Buraka Som Sistema que anda em plena volta ao mundo a preparar o seu álbum de estreia a solo, Ghetthoven, Maga Bo e Reggae Revival com Richie Campbell. O porta-voz, aquele que faz do microfone uma máquina de disparar amor, responde pelo nome de SILK - é ele que põe o funk em Cais Sodré Funk Connection.
 
A entrada é livre e a festa imperdível, o cartaz promete dança, festa, celebração, calor e balanço tropical em mais uma noite para soltar toda a ginga que há dentro de nós.
 
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Acabam de ser revelados mais nove nomes para o cartaz do festival Kalorama, a decorrer nos dias 1, 2 e 3 de setembro no Parque da Bela Vista, em Lisboa.

Aos Arctic Monkeys, Ornatos Violeta e Chemical Brothers juntam-se agora os colombianos Bomba Estéreo; os britânicos Bonono e James Blake; os portugueses Legendary Tigerman e Rodrigo Leão, com o Cinema Project - A Estranha Beleza da Vida; as bandas Years & Years e Meute, a cantautora Alice Phoebe Lou e ainda Róisín Murphy, que se notabilizou enquanto vocalista dos Moloko e tem desenvolvido uma aclamada carreira a solo.

Promovido pela House of Fun e pela Last Tour, o festival abrirá as suas portas pela primeira vez em setembro, celebrando uma nova era e novos comportamentos, alinhado com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis.

Os bilhetes para o Kalorama já se encontram à venda, em seetickets.com e nos locais habituais. O passe para os três dias custa 130 euros e pode ser pago até três prestações.

Confere em baixo, os artistas confirmados até ao momento.

Arctic Monkeys
The Chemical Brothers
Kraftwerk
Ornatos Violeta
Chet Faker
Moderat
Blossoms
Peaches
The Lathums
James Blake
Bomba Estereo
Bonobo
Rodrigo Leão
Legendary Tigerman
Róisín Murphy
Alice Phoebe Lou
Meute
Years & Years
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